Relatório de estágio
 
Relatório de estágio
 


1-INTRODUÇÃO

O Estágio Supervisionado II, regulamentado pela Lei Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, foi realizado por Bruna Gabriela Maria de Oliveira aluna de graduação em enfermagem da Faculdade do vale do Ipojuca, durante o curso do 8º período no hospital regional do agreste, situado no Bairro Indianópoles,  BR 232 na cidade de Caruaru (BRASIL,2011).

Esta etapa com carga horária de 126  horas teve início em 12 de Julho e terminou dia   14 de outubro, com carga horária semanal distribuída da seguinte forma; de segunda a sexta-feira das 7:00 as 13 horas, totalizando 6 horas diárias e 30 horas semanais, estágio coordenado pela professora Maria de Fátima de Lima Barbosa e  supervisionado pelos preceptores;  Enfermeiras; Jaíza Cavalcante, Luciana Dilane, Giselle Vidal, Marli, Patrícia Câmara e Cinara Fabrícia. Distribuídos nos seguintes setores; Repouso da emergência, neurocirurgia, ortopedia e posto I ,todos estes explicitados individualmente  no conteúdo deste.

O Hospital Regional do Agreste proporciona ao acadêmico de enfermagem uma ampla visão do cotidiano hospitalar, visto que trata-se de um Hospital Escola, bem como a possibilidade de adquirir prática com segurança na realização dos diversos procedimentos nas diversas áreas. Dentre as principais atividades apresentadas neste relatório encontram-se; Curativos de diferentes tipos, anamnese e exame físico completo, censo hospitalar, banho no leito , escarificação de ferida , eletrocardiograma , dentre outros esclarecidos detalhadamente no decorrer deste,

Todos os procedimentos foram apresentados de forma clara, e concisa para que o leitor compreenda como foi realizado, o por quê de sua realização, baseado na literatura e o conhecimento adquirido pela autora quanto a realização da  atividade, o objetivo deste relatório é proporcionar maior conhecimento sobre as atribuições empregadas ao enfermeirando ,bem como o profissional de enfermagem, afim de aprimorar seus conhecimentos relacionados a enfermagem em seus amplos aspectos.

 

 

 

 

 

 

 

 

2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ORTOPEDIA

 

 

2.1. ANAMNESE;

 

 

2.1.1. O QUE FOI FEITO;

 

Entrevista com paciente

 

2.1.2. POR QUE FOI FEITO;

Para que o enfermeiro seja capaz de definir diagnósticos de enfermagem, estabelecer prescrições, e  avaliar a evolução do paciente, sendo esta uma das etapas da Sistematização da Assistência de enfermagem ( SANTOS,VEIGA e ANDRADE., 2011).

2.1.3. COMO FOI FEITO;

 

Primeiramente apresentei-me como Acadêmica da Favip, e perguntei ao paciente se poderia entrevistá-lo a fim de contribuir para o tratamento e conhecimento da patologia em questão.

 

Os seguintes itens foram questionados; como apresenta Porto (2008);

 

ü  Identificação do cliente;

Saber o nome do paciente, é indispensável para que se começe um processo de comunicação pelo nível afetivo, tanto verbalmente como não verbalmente, onde o paciente sinta-se bem ao discutir questões pessoais.

ü  Queixa principal;

 Registrei a queixa principal que levou o paciente a procurar o serviço médico, quando estes responderam como um sintoma apenas, aprofundei mais a pergunta para conhecer a causa base, como na ala de ortopedia a maioria dos pacientes apresentam traumas causados por acidentes automobilísticos a resposta na maioria das vezes foi similar. Para Melo e colaboradores (2004), aproximadamente, 37% dos pacientes admitidos em uma Unidade de Emergênia são vítimas de trauma mecânico, onde o sucesso no atendimento e evolução destes doentes difere de acordo com o tipo de trauma e população atingida.

ü  História da doença atual;

Questionei o paciente quanto ao problema inicial que causou a patologia, ou o trauma apresentado.

ü  Interrogatório sintomatológico;

Relacionei os sintomas ao órgão ou parte do corpo mais afetada, contudo, levei em conta os outros sistemas possivelmente acometidos. Segundo Barbosa(2001) a maioria dos pacientes costumam responder aos questionamentos de forma leiga exemplificando-os como "soluços sem fim", "dor de cabeça", "dor de garganta", "quebradeira", "intestinos soltos", "dor pra urinar",  contudo, os pacientes entrevistados presentaram certo conhecimento quanto a patologia, ou estado de saúde.

ü  Antecedentes pessoais e familiares;

Questionei o paciente quanto a ocorrência de doenças crônico-degenerativas, bem                como aquelas hereditárias como hipertensão arterial sistêmica (HAS),diabetes, cânceres, entre outras.

ü  Hábitos de vida e condições socioeconômicas e culturais;

As perguntas foram relacionadas a alimentação, atividade física, habitação, ocupação,                presença de vícios, condições culturais.

 

2.1.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

            A realização da anamnese favorece a obtenção de êxito no diagnóstico, prognóstico e tratamento das patologias, uma vez que, torna-se  possível  conhecer o paciente, a sua história clínica e seus aspectos, e associando suas histórias ao exame físico e exames complementares e a partir daí  elaborar o diagnóstico de enfermagem ,bem como o plano de cuidados específico. Colaborando com o que diz Santos,Veiga e Andrade (2011), quando relatam que  a anamnese representa um instrumento importante para a assistência, uma vez que permite ao enfermeiro realizar o diagnóstico e planejar as ações de enfermagem, acompanhar e avaliar a evolução do paciente.

 

 

2.2. EXAME FÍSICO

 

 

2.2.1. O QUE FOI FEITO;

 

Exame físico completo

 

2.2.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para Andrade e colaboradores (2007), O exame físico é de extrema importância para a assistência de enfermagem e para o “cuidar” do paciente, com o intuito de qualificar cada vez mais o nível de assistência prestada ao paciente, família e comunidade.

 

2.2.3. COMO FOI FEITO;

 

O paciente foi devidamente esclarecido antes da realização do exame, foram avaliados primeiramente pontos como nível de consciência e orientação, estado nutricional ,mucosas,  nível de hidratação e cor.

 

ü  Lavei as mãos, antes e depois do exame;

ü  Primeiramente realizei a inspeção  em todo segmento corporal identificando possíveis anormalidades;

ü  Em seguida a ausculta foi realizada; foram auscultados aparelho respiratório, cardíaco, e intestinal os pontos de ausculta pulmonar são demonstrados mais claramente na figura abaixo;

 

 

        Fonte: http://blogpneumounivali.blogspot.com/2010/07/ausculta-pulmonar

A ausculta foi comparativa com os hemitórax, tanto anterior como posterior

ü   A percussão foi feita através do golpeamento dos dedos (digitais ), nas regiões do tórax e abdome

ü  Posteriormente a palpação foi feita através do tato e da pressão, empregando através do tato impressões mais superficiais e da pressão impressões mais profundas.

 

 

2.2.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

 

Para a realização do Exame Físico o examinador necessita de conhecimentos científicos em anatomia, fisiologia, fisiopatologia, diagnóstico por imagem, análises laboratoriais, patologia clínica e semiologia, sem os quais ele não conseguirá detectar plenamente os problemas identificados e que necessitam de sua intervenção. (PATINE, BARBOZA, e PINTO 2004), contudo o exame físico realizado por mim possibilitou-me conhecer mesmo sem auxilio de exames laboratorias e diagnósticos por imagem um amplo conhecimento sobre os principais problemas encontrados no paciente.

 

2.3. EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM;

 

2.3.1. O QUE FOI FEITO;

 

Registro de quadro clínico do paciente no prontuário através da evolução de enfermagem

 

2.3.2. POR QUE FOI FEITO

 

Segundo Boaventura (2009) a utilização de novos modelos e referenciais que facilitem o registro dos cuidados de enfermagem deve ser enfatizada porque contribuem para melhoria da documentação da assistência de enfermagem.

 

2.3.3. COMO FOI FEITO

 

Evolução de enfermagem;

 

Data/ hora

Paciente no 1º DPO ( amputação de falanges distais de pé D), apresentando EGR, consciente, orientado, normocorado, anictérico, acianótico, afebril, hidratado, com fácie de dor , pouco nervoso, AR; eupneico (19 irpm), MV+ S/ RA , ACV; RCR em 2T S/S, normotenso P.A; 130X80, normosfigmico (77bpm), TGI;  RHA +  , dieta alimentar parcialmente aceita, abdome plano, indolor a palpação, som timpânico, evacuações intestinais ausentes até o instante, TGU; diurese espontânea sem anormalidades (SIC), realizado curativo da ferida operatória a ferida apresenta-se com necrose de coagulação em extremidades distais, próximas a rafia operatória, feito antissepsia de bordas com clorexidina degermante, limpeza  interdigitais de dedos com soro fisiológico, retirada de resíduos de secreções sanguinolentas, foi aplicado na área de necrótica colagenase pomada, a fim de eliminar o tecido, e impedir sua propagação. O paciente refere dor intensa em F.O, segue aos CCGG de enfermagem medicado CPM.                                         

 

                                               Bruna Gabriela Oliveira                          

Acd. Enf.FAVIP

 

 

2.3.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Para Boaventura (2009) existe uma dificuldade dos profissionais enfermeiros e dos alunos de graduação em enfermagem, para realizar a evolução de enfermagem que na maioria das vezes se confunde com as anotações de enfermagem.

 Contudo venho enfatizar que grande parte dos profissionais ,bem como graduandos vem dando atualmente grande relevância  no que se diz respeito a evolução de enfermagem sendo possível ampliar conhecimento técnico-científico relacionado a termos técnicos, aprimoramento da prática em questão e análise crítica do quadro apresentado e continuidade da assistência ao paciente.

 

 

2.4. CURATIVO 1

 

 

2.4.1. O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de ferida cirúrgica limpa 5º DPO

 

2.4.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para assegurar a integridade da pele, evitando infecções que possam interferir na reabilitação do paciente em seu pós-operatório (POTTER E PERRY,2009)

 

2.4.3. COMO FOI FEITO:

 

Preparei o material; carrinho contendo; pacotes de gazes esterilizados; clorexidina alcoólica, sf 0.9% , saco para lixo infectado;  luvas de procedimento e  luvas estéreis.

 

ü  Fixei o saco para lixo no balde acessório do carrinho

ü  Lavei e sequei as mãos

ü  Calcei as luvas de procedimento

ü  Retirei o curativo anterior

ü  Observei as características da ferida operatória;

Sangramento discreto na região

ü  Retirei as luvas de procedimento e calcei as luvas estéreis;

ü  Realizei a antissepsia da incisão com SF 0,9%, sequei e orientei o paciente quanto aos cuidados na residência.

 

2.4.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

A cobertura de feridas cirúrgicas limpas deve ser evitada ,após o fechamento total do tecido lesionado  tendo em vista maior ventilação ,sendo apenas necessário a antissepsia da mesma  (GOMES,COSTA E MARIANO,2005).

 

2.5. CURATIVO 2

 

 

2.5.1. O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de ferida cirúrgica infectada 8º DPO

 

2.5.2. POR QUE FOI FEITO;

 

O propósito do curativo é manter a ferida limpa, absorver drenagem, e proteger a ferida contra danos ( TIMBY,2007)

 

 

2.5.3. COMO FOI FEITO;

 

 

Preparei o material; carrinho contendo; saco para lixo infectado,  pacotes de gazes esterilizados; clorexidina degermante, SF 0.9%, AGE,  esparadrapo comum, atadura de crepe, luvas de procedimento e  luvas estéreis.

 

ü  Fixei o saco para lixo no balde acessório do carrinho

ü  Lavei as mãos

ü  Calcei as luvas de procedimento

ü  Retirei o curativo anterior e observei as características da secreção;

As características da lesão foram descritas na evolução de enfermagem

ü  Retirei as luvas de procedimento e calcei as luvas estéreis;

ü  Realizei a antissepsia das bordas da ferida com clorexidina degermante, ao mesmo tempo realizei a expressão a fim de verificar a existência de secreções.

ü  Lavei o centro da ferida com SF 0,9% aquecido

ü  Sequei o ferimento;

ü  Utilizei AGE onde se apresentava tecido de granulação;

ü  Utilizei gaze umedecida com AGE como cobertura primária e compressas como cobertura secundária;

ü  Enfaixei o local;

ü  Registrei no prontuário  as características da lesão bem como a realização do curativo.

 

 

2.5.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

É importante avaliar as feridas sob duas condições; no momento da lesão antes do tratamento e após a terapia, quando a ferida está relativamente estável ,cada condição requer observações e atitudes diferentes que visem a reabilitação do paciente (POTTER E PERRY,2009)

 

2.6  ESCARIFICAÇÃO

 

2.6.1 O QUE FOI FEITO;

 

ESCARIFICAÇÃO DE NECROSE DE COAGULAÇÃO

 

2.6.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para facilitar a debridação autolítica do tecido necrótico.

 

 

2.6.3 COMO FOI FEITO;

 

A ferida foi umedecida com SF 0,9% aquecido, realizei a antissepsia de bordas com clorexidina degermante protegendo o tecido de epitelização circulante, logo após preparei o material para escarificação bandeja contendo; lâmina de bisturi estéril e gazes estéreis .Medi o diâmetro da ferida, e calculei os traços necessários para a escarificação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lesão por queda de cavalo – joelho E (HRA-Ala esquerda)

 

O traços foram feitos de forma precisa, no entanto com cautela para o não lesionamento dos tecidos epitelizados, tipo ‘ jogo da velha” permeabilizando assim a entrada do medicamento promovendo o desbridamento autolítico através do uso de hidrogel (Purilon).Padronizado pelo Hospital.

 

 

2.6.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Foi possível adquirir prática relacionada a escarificação visto que nunca havia realizado o mesmo, contribuindo assim para meu aprendizado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 NEUROCIRURGIA

Data de início: 18-07-2011

Data de término: 22-07-2011

Duração em horas: 24 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Luciana Dilane

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NEUROCIRURGIA

 

 

2.1. CENSOS DIÁRIOS;

 

 

2.1.1. O QUE FOI FEITO;

 

Coleta de dados de pacientes internos na unidade de neurocirurgia como diagnóstico clínico, exames laboratoriais, e outras informações necessárias.

 

2.1.2 POR QUE FOI FEITO;

 

Para Timby (2007), Os rounds envolvem visitas aos pacientes, de forma individual ou em grupos, sendo usados como uma forma de pronto aprendizado sobre os pacientes ,podendo ainda reforçar a segurança e a confiança do paciente

 

2.1.3 COMO FOI FEITO;

 

Elaborei um instrumento de coleta de dados, apropriado para a clínica, visitei as enfermarias, leito por leito, a fim de avaliar as condições dos pacientes, verificar a existência de exames laboratoriais, curativos, cirurgias e pareceres médicos, além de registrar resumidamente a existência de meios invasivos presentes como sondas, cateteres etc. Elaborei também a  relação de todos os pacientes e fixei no mural do posto de enfermagem do setor.

 

2.1.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Aprendi a importância do controle da enfermeira plantonista no que diz respeito ao conhecimento do paciente , colaborando com o que diz Timby (2007) de como o saber da patologia e o quadro clínico influenciam na agilidade do serviço prestado.

 

 

 

 

 

 

2.2 O QUE FOI FEITO;

 

PUNÇÃO VENOSA

 

2.2.1 POR QUE FOI FEITO;

 

Para administração de solução isotônica (SF 0,9%), e drogas medicamentosas conforme prescrição médica. Independentemente da solução prescrita, o enfermeiro prepara-a para a administração, realiza a penopunção, regula o gotejamento, monitora a infusão e interrompe sua administração quando o equilíbrio hídrico do paciente se mostrar restaurado (TIMBY, 2007).

 

2.2.2 COMO FOI FEITO;

ü  Preparei o material para punção;

  • Cateter intravenoso (Jelco nº 20)
  • Esparadrapo
  • Bolas de algodão embebida em álcool
  • Garrote de látex

ü  Preparei a solução prescrita;

Ao selecionar a  solução  verifiquei no rótulo;

  • Nome da solução;
  • Data de validade ;
  • Estado de conservação da solução;
  • Presença de vazamentos.

ü  A solução foi montada no equipo;

 

Selecionei a veia apropriada na mão não dominante, visto que  isso reduz o potencial de deslocamento do cateter devido ao movimento e o não uso.

Apliquei o manguito firmemente no braço do paciente, e solicitei-lhe que fechasse e abrisse a mão algumas vezes visando o enchimento venoso, realizei a antissepsia da região com álcool a 70% , posicionei o cateter com o bisel para cima em um ângulo de aproximadamente 45º  Introduzi  o cateter intravenoso, retirei o guia e realizei a fixação do mesmo com esparadrapo.

 

2.2.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Foi possível adquirir maior prática no que se refere a punção  venosa, visto que apesar do enfermeiro possuir a responsabilidade de gerenciar o corpo de enfermagem ,em alguns momentos torna-se necessário seu conhecimento em tais procedimentos.

 

 

2.3  O QUE FOI FEITO;

 

ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES POR TRAQUEIA

 

2.3.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A maioria dos pacientes com traqueostomia exige aspirações  frequentes. Embora possam tossir, a força da tosse pode ser ineficaz na tarefa de desobstruir completamente suas vias aéreas ou a tosse pode ser inadequada, considerando-se o volume de secreções respiratórias .Sendo assim, a aspiração faz-se necessária sempre que houver abundancia de secreções (TIMBY, 2007).

 

2.3.2 COMO FOI FEITO;

 

Preparei o material; bandeja contendo luvas de procedimento, sonda nasogátrica nº 20, borracha de silicone descartável, soro fisiológico.

ü  Lavei as mãos e coloquei máscara facial;

ü  Realizei a montagem da sonda no sistema de aspiração;

ü  Testei o funcionamento do ar comprimido;

ü  O material para oxigenioterapia foi reservado para possível necessidade, segundo Gomes (2008),existe a necessidade de hiperventilar o paciente antes da aspiração,contudo não foi necessário neste momento.

ü  A sonda foi umidificada  com sf 0,9% pinçada e introduzida na traqueostomia;

ü  O ar comprimido foi ligado e em seguida realizei a rotação da sonda a fim de retirar o máximo de secreções existentes;

ü  Foi observado no momento da aspiração, a possível existência de cianose, espasmos ou dificuldade respiratória do paciente;

ü  Houve grande quantidade de secreção mucopurulenta proveniente da traqueia,o paciente também apresentou tosse intensa o que facilitou a expectoração da mesma.

 

2.3.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

 

A aspiração de pacientes traqueostomizados foi uma técnica até então não desenvolvida por mim,sendo de extrema importância para a construção do meu conhecimento, a técnica estéril não foi empregada, conforme orientação do preceptor de estágio contudo ,Gomes (2008),afirma que a aspiração de pacientes entubados ou traqueostomizados deve ser feita dentro dos rigores da técnica asséptica,pois o paciente está privado de sua defesa natural, localizada  nas vias superiores.

 

 

2.4; O QUE FOI FEITO;

 

 

RETIRADA DE DRENO DE SUCÇÃO EM FACE

   

 

2.4.1   POR QUE FOI FEITO;

 

 

A diminuição gradativa do volume ou modificação do aspecto da secreção drenada, ausência ou desaparecimento de sinais de complicação ou acompanhamento por exames simples ou contrastadas, quando for necessário, são alguns critérios necessários para remoção de  um  dreno (CESAREETTI e SAAT, 2002).

 

2.4.2  COMO FOI FEITO;

Preparei o material; bandeja contendo:

ü  1 par de Luvas estéreis;

ü  Gazes esterilizadas;

ü  Clorexidina degermante;

ü  Lâmina de bisturí

ü  Saco para lixo infectado.

O paciente foi informado sobre o procedimento, em seguida realizei a limpeza externa da incisão com clorexidina degermante, e soro fisiológico, foram localizados 3 pontos externos com fio nylon, os pontos foram retirados dentro da técnica estéril com a lâmina de bisturi, o dreno foi tracionado e em seguida retirado de forma precisa e segura, o material foi encaminhado ao lixo contaminado, foi realizado curativo oclusivo , e por fim foram feitas as anotações necessárias no prontuário do paciente.

 

2.4.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE ?

 

O procedimento me proporcionou maior prática e conhecimento equivalente  a atividade em questão,vito que ainda não havia o realizado em outros estágios.

 

 

2.5 ELETROCARDIOGRAMA

 

2.5.1 O QUE FOI FEITO;

 

ELETROCARDIOGRAMA DE 12 DERIVAÇÕES

 

2.5.2 POR QUE FOI FEITO?

 

 

Sendo um dos recursos diagnósticos mais valiosos e utilizados com maior frequência, o eletrocardiograma (ECG), mensura a atividade elétrica do coração como ondas ,impulsos que se movem através do sistema de condução do coração criam correntes elétricas que podem ser monitoradas , podendo ser utilizado para identificar isquemia e infarto  do miocárdio, distúrbio do ritmo e da condução, dilatação da câmara, desequilíbrio eletrolíticos e toxidade por fármacos. MOREIRA E SOUZA (2005).

 

2.5.3 COMO FOI FEITO;

 

. COMO FOI FEITO;

 

 

ü  Preparei o carrinho de ECG contendo; aparelho de ECG, gel condutor, eletrodos descartáveis, álcool e algodão .

ü  Orientei a paciente sobre o procedimento;

ü  Realizei antissepsia de punhos e tornozelos com álcool a 70%

ü  Posisionei as pás nos punhos ( Direito vermelho e Esquerdo amarelo)

ü  Coloquei os eletrodos (pas) nos tornozelos ( Direito preto e Esquerdo verde)

ü  Para garantir os resultados precisos posicionei os eletrodos no tórax como se segue;

  • V1  quarto espaço intercostal na borda external direita
  • V2 quarto espaço intercostal na borda external esquerda
  •  V3 entre v2 e v4
  • V4 quarto espaço intercostal na linha clavicular média
  • V5 quinto espaço intercostal na linha axilar anterior
  • V6 quinto espaço intercostal na linha axilar média nivelado com v4 ;

ü  Após a montagem dos eletrodos liguei o aparelho no módulo automático ;

ü  Retirei o papel com as derivações;

ü  Anotei os dados do paciente e anexei  ao  prontuário;  

ü  Registrei no próprio ECG data, hora, registro e nome do paciente ;

ü  A realização do exame foi registado no relatório de enfermagem.                                                

 

2.5.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Segundo Moreira e Souza (2005), a respiração pode interferir no traçado, sendo necessário pedir que o paciente prenda a respiração por um instante para reduzir a oscilação basal, contudo não houve necessidade de tal recurso.

 

2.6 CURATIVO DE CIRURGIA LIMPA

 

 

2.6.1 O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de cirurgia cefálica  limpa                                  

 

2.6.2 POR QUE FOI FEITO?

 

            A ferida operatória deve ser avaliada diariamente quanto a necessidade de oclusão, não sendo necessário ocluir, desde que as margens da ferida estejam coaptadas.(CARMAGNANI, et.al 2009)

 

2.6.3 COMO FOI FEITO;

ü  Preparei o material; bandeja contendo

  • Gazes estéreis;
  • Soro fisiológico;
  • Esparadrapo;
  • Clorexidina alcoólica;
  • Luvas estéreis;
  • Luvas de procedimento.

 

Informei o paciente sobre o procedimento,  Calcei as luvas de procedimento para retirada do curativo anterior, desprezei o mesmo e calcei as luvas estéril, realizei a antissepsia de bordas com clorexidina degermante, e sf 0,9%, em seguida em um movimento único apliquei sf 0,9% na F.O , sequei e em seguida apliquei clorexidina alcoólica, secando posteriormente, não houve a necessidade de curativo oclusivo, visto que a ferida se apresentava limpa e seca.

 

2.6.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Contribuindo com o que diz Moreira e Souza (2005), a avaliação de curativos cirúrgicos deve ser criteriosa devendo estes estarem limpos e livre de secreções.

 

 

2.7   ABERTURA DE HORÁRIO;

 

2.7.1   O QUE FOI FEITO;

 

     ABERTURA DE HORÁRIO DE MEDICAMENTOS E PROCEDIMENTOS PRESCRITOS

 

2.7.2 POR QUE FOI FEITO?

 

Para que haja coesão na administração de medicamentos, enfatizando a necessidade de controle de horários, sendo esta uma responsabilidade do enfermeiro.

 

2.7.3 COMO FOI FEITO;

 

 As prescrições foram selecionadas pelo preceptor do estágio os horários correspondem respectivamente pela padronização do hospital

 

6 em 6 horas-------------------- 6 -12- 18- 24 hs

8 em 8 horas-------------------  14 - 22 - 06 hs

12 em 12 horas----------------  12 – 24 hs / 06 – 18hs

4 em 4 horas-------------------  10- 14- 18 - 22 - 02- 06

 

Algumas prescrições como controle de sinais vitais foram sinalizadas com a palavra ATENÇÃO /CIENTE, já com relação a dieta alimentar a  sigla SND (Serviço de Nutrição e Dietética)  oi feita, não só a abertura de horário para administração medicamentosa como também para procedimentos de enfermagem como HGT.

 

 

2.7.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Nas palavras de Fernandes et.al 2009, o horário de medicamentos pode ser disposto da seguinte forma; uma vez ao dia ; duas vezes ao dia; 12/12hs, três vezes ao dia; 8/8hs, quatro vezes ao dia; 6/6hs e seis vezes ao dia 4/4 hs ou ainda SOS, quando necessário, contudo não foi aplicado esta sigla e sim SN;  Se necessário, enfatizando-se  o não uso deste método, sendo este mais aplicado nas receitas médicas.

 

 

2.8  ANAMNESE E EXAME FÍSICO;

 

2.8.1 O QUE FOI FEITO?

 

ENTREVISTA COM O PACIENTE E EXAME FÍSICO COMPLETO

 

2.8.2 PORQUE FOI FEITO;

 

Segundo Silva et.al (2009) O enfermeiro se utiliza da entrevista clínica ou anamnese e exame físico no atendimento  as necessidades básicas, visando a promoção ou restabelecimento da saúde do cliente.

 

3.8.3 COMO FOI FEITO;

 

Primeiramente apresentei-me como acadêmica de enfermagem da Favip, e perguntei-lhe se poderia entrevista-lo, o paciente se mostrou colaborativo e aceitou que a entrevista fosse realizada

 

ü  Identificação do cliente;

Foram questionados; nome, idade, sexo, estado civil, nacionalidade, naturalidade, residência profissão e procedência ;

ü  Queixa principal;

A queixa do paciente foi transcrita da mesma forma como o próprio a expressou, ou seja com as próprias palavras do paciente,bem como a duração da queixa.

ü  História da doença atual;

Os sintomas do cliente foram organizados de forma cronológica a fim de elaborar a semiologia adequada, sem no entanto induzir as respostas do paciente.

ü  História patológica pregressa; foi questionado a existência de doenças da infância, bem como outras doenças que possam ter acometido anteriormente;

ü  Antecedentes pessoais e familiares;

Doenças familiares como câncer hipertensão arterial, cardiopatias, nefropatias  etc.

ü  Hábitos de vida e condições socioeconômicas e culturais também foram questionados

As perguntas foram relacionadas a alimentação, habitação, ocupação, presença de vícios, condições culturais, vida conjugal etc.

 

EXAME FÍSICO;

Avaliei o estado geral do paciente avaliando:

   - Presença de palidez de mucosas,  icterícia,  cianose, nível  de  hidratação  e Palpação de linfonodos .

Na realização do exame físico foram analisados quatro elementos  fundamentais para a determinação de alterações funcionais e estruturais do corpo examinado sendo elas; Inspeção, ausculta, percussão, e palpação.

 

ü  INSPEÇÃO;

O paciente foi observado de forma completa a fim de identificar possíveis alterações estruturais ou funcionais do corpo, sem no entanto o constranger;

ü  AUSCULTA;

 

O ambiente apesar de pouco ruidoso, proporcionou a realização da ausculta sem problemas, utilizei como recurso o estetoscópio, foram auscultados aparelho respiratório, cardiovascular e intestinal, observando-se intensidade, frequência e qualidade do som.

 

ü  PERCURSÃO;

 

Foram observados as estruturas abdominais bem  como as características do som, podendo este ser; timpânico, hiperressonante, ressonante, submaciço, ou maciço, através da percussão digito digital (quando se utiliza a segunda falange do dedo médio,o qual deverá encontrar firmemente sobre a estrutura percutida, utilizando-se o dedo médio e indicador da outra mão)

 

 

3.8.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

           

Para Silva et.al ( 2009) a partir do exame físico e da anamnese, é estabelecido o diagnóstico de enfermagem, podendo este ser realizado de acordo com diversos embasamentos teóricos, porém ainda não é uma realidade do setor hospitalar onde foi realizado o estágio a implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).

 

3.9  EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM

 

3.9.1 O QUE FOI FEITO;

 

EVOLUÇÃO DE PACIENTE VÍTIMA DE TRAUMATISMO CRANIANO

 

3.9.2 PORQUE FOI FEITO?

 

 A evolução do paciente proporciona o acompanhamento do seu estado geral pela equipe tanto médica, quanto de enfermagem, viabilizando a eficácia do tratamento e a resposta clínica do paciente (SILVA et.al 2009).

 

3.9.3 COMO FOI FEITO; 

 

A evolução do paciente foi transcrita ao prontuário após a realização do exame físico, sendo antes avaliada pelo preceptor do estágio.

 

Paciente apresentando EGR, no 7º DPO , consciente, orientado, normocorado, anictérico, acianótico, hidratado, com dreno cavitário em pavilhão auricular E, drenando pequena quantidade de exsudato  de aspecto muco- sanguinolento, edema discreto de face, com região próxima hiperemiada,  afebril temp; 36.6ºC, AR= MV + em AHT, sem RA,

Eupneico (17 irpm), ACV= RCR em 2T ,BNF S/S, normocárdico, (FC; 98), normotenso; PA= 130X60 mmhg, TGI= RHA diminuídos, abdome plano timpânico, indolor a palpação, dieta alimentar por via oral bem aceita(SIC), evacuações ausentes há 2 dias (SIC), TGU= diurese + ,sem anormalidades,  AVP em MSD hidrolisado, para via medicamentosa, realizado retirada de dreno cavitário,( CPM)  limpeza e antissepsia local, sem intercorrências, segue aos CCGG de enfermagem.

 

                                                                           Bruna Gabriela Oliveira

                                               

3.9.4  QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE

 

Aperfeiçoamento da prática de evolução de enfermagem, bem como na utilização dos termos apropriados.

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 REPOUSO DA EMERGÊNCIA

Data de início: 25-07-2011 / Data de término: 29-07-2011

Duração em horas: 24 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Cinara Fabrícia

Data de início: 19-09-2011 / Data de término: 30-09-2011

Duração em horas: 48 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Gisele Vidal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4.    ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO REPOUSO DA EMERGÊNCIA

 

 

4.1  O QUE FOI FEITO;

 

  VERIFICAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR ; HEMOGLUCOTESTE (HGT)

 

 

4.1.2 POR QUE FOI FEITO;

 

Segundo Moreira e Souza (2005), o teste de HGT, pode detectar e monitorar níveis elevados de glicose, em clientes portadores de diabetes ,pesquisar a existência de diabetes melito e hipoglicemia, sendo desta forma um procedimento necessário e eficaz.

 

4.1.3 COMO FOI FEITO;

 

Preparei o material a ser utilizado em uma bandeja, contendo ;

ü  Fitas reagentes;

ü  Luvas de procedimento;

ü  Glicosímetro;

ü  Bolas de algodão;

ü  Agulha de insulina;

 

 

 

 

Modelo utilizado na unidade

 

 

 

O procedimento foi explicado ao paciente, o código no frasco dentiras foi comparado com o código programado no glicosímetro, em seguida o local foi selecionado, Para Milhomem (2010) a região lateral da polpa digital possui menor sensibilidade ao paciente, visto que a distribuição de nervos periféricos estão mais localizados na região central da polpa digital,  em seguida lavei as mãos e calcei as luvas ,realizai a antissepsia do local da punção com álcool a 70%, posicionei a agulha perpendicular as linha das impressões digitais, perfurando a pele em um movimento rápido e preciso, diminuindo assim a ansiedade do paciente, toquei a gota de sangue na ponta da fita que contém o reagente, cobrindo toda a área do reagente, pedi para o paciente manter pressão local até que o sangramento cesse, em seguida aguardei o tempo exigido pelo glicosímetro, o resultado foi registrado no prontuário do paciente, o aparelho foi limpo externamente, e em seguida guardado em local apropriado.

 

 

4.1.4  QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE;

 

Para Timby (2007), deve-se montar um lancetador a fim de diminuir a sensibilidade do paciente, proporcionado assim um procedimento rápido e pouco doloroso, contudo não se dispunha na unidade de tal material.

 

 

4.2 O QUE FOI FEITO;

 

Banho de aspersão/ higiene oral/ higiene genital

 

4.2.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A higienização do paciente acamado proporciona conforto, e ainda ajuda a manter a integridade cutânea, aliviando a sensação de fadiga e desconforto da posição permanente e da umidade produzida pelo calor (CARMAGNANI, et.al 2009)

 

4.2.2 COMO FOI FEITO

 

ü  Inicialmente lavei as mãos, e calcei as luvas de procedimento;

 

ü  Informei ao paciente o procedimento, preparei material bandeja contendo;

 

  • Bacia com água morna
  • Sabonete líquido
  • Compressas
  • Toalha
  • Luvas de procedimento
  • Escova de dentes
  • Creme dental
  • Biombo
  • Saco plástico
  • Cuba rim
  • Comadre

ü  A privacidade do paciente foi preservada ao máximo possível, com auxilio de biombos

 

ü  Inicialmente auxiliei na  higiene oral, a cuba rim foi aproximada ao queixo do paciente, ajudei o paciente na escovação dos dentes, gengivas e língua, foi oferecido água para bochecho e logo após pedi para que o paciente despreza-se na cuba rim. O rosto do paciente foi limpo com água e sabão protegendo os olhos secando com toalha em seguida.

ü  A roupa de cama foi solta, juntamente com as vestes do paciente  deixando o mesmo coberto com lençol a fim de protege-lo do frio

ü  Ensaboei o  tórax  e enxaguei com compressa;

ü  Lavei as mãos do paciente, mergulhando-as na bacia com água e seque-as em seguida;

ü  Sequei cada segmento do corpo com compressas;

           coloquei a toalha de banho sobre o tórax do paciente, cobrindo-o até a região púbica;

ü  Enxaguei, sequei e cobri-lo com o lençol;

ü  Lavei as pernas fazendo movimentos passivos nas articulações, massageando as

           proeminências ósseas e panturrilha;

ü  Realizei a lavagem genital (feminina);

A paciente foi colocada em posição ginecológica

ü  Flexionei o joelho do paciente e lavar os pés, secando bem entre os dedos;

 

ü  Colocar o paciente em decúbito lateral, com as costas voltadas para você,

protegendo-a com toalha, lavar, enxugar e secar;

ü  Por fim foi realizada a massagem de conforto

 

4.2.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

A higienização do paciente deve ser realizada com água morna, a fim de manter a temperatura do corpo do paciente devido sua debilidade, com auxilio de materiais como baldes, cuba rim, jarro/ bacia de inox, contudo o serviço hospitalar não disponibilizava de tais materiais, desta forma pode-se improvisar alguns materiais como por exemplo copos descatáveis, quanto a água foi utilizado ebolidor do próprio paciente para aquecer a água.

 

 

 

4.3  O QUE FOI FEITO

 

Curativo de escara grau III

 

4.3.1  POR QUE FOI FEITO;

 

 

O curativo é um procedimento de limpeza e cobertura aplicado a uma área do corpo que apresente lesão tendo como finalidades proporcionar ambiente fisiológico adequado a cicatrização; absorver a drenagem; proteger a ferida como de traumatismo mecânico e evitar a contaminação bacteriana exógena.(NETTINA,2003)

 

4.3.2 COMO FOI FEITO;

 

A ferida relacionava-se ao quadro de úlcera de decúbito grau III, localizada na região sacral, com cerca de 70% de necrose de liquefação, 30% de tecido granulativo,  podendo-se evidenciar odor característico de  infecção bacteriana, a lesão media aprox. 17cm de extensão;

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material (gaze, SF 0,9%, compressas, clorexidina degermante, hidrogel , AGE e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Formei um campo estéril com compressas;

ü  Realizei Antissepsia de bordas da pele integra com clorexidina a fim de diminuir a proliferação de microrganismos;

ü  Lavei a ferida com SF 0,9%;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei hidrogel no tecido necrótico a fim de promover o desbridamento autolítico;

ü  Utilizei age no tecido granulativo circulante;

ü  Fechei o curativo com gazes estéreis como cobertura secundária e esparadrapo;

 

4.3.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

O uso profilático de material apropriado (placa de hidrocolóide) é capaz de impedir que uma ulceração como esta tome tais proporções, e consequentemente interfira no estado de saúde do paciente comprometendo sua patologia de base (GOMES,COSTA E MARIANO 2005),  Torna-se necessário obter conhecimento específico dos riscos que o paciente acamado pode correr, quando não acompanhado devidamente pela equipe de enfermagem e quando o estabelecimento de saúde não dispõe do material necessário.

 

4

.   ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO ENDOVENOSO

 

 

4.4.1

O QUE FOI FEITO

Administração de analgésico (CPM)

 

 

4.4.2

POR QUE FOI FEITO

A terapia medicamentosa,usada de forma isolada ou em combinação com outras medidas terapêuticas,é o alicerce para o controle da dor, a escolha do medicamento ,sua dose e seus horários de administração são críticos para obtenção do alívio imediato da dor. (TIMBY,2007)

 

 

4.4.3

COMO FOI FEITO

Primeiramente veriquei no prontuário do paciente a prescrição médica atentando para os cinco certos;

  • A medicação certa
  • O paciente certo
  • A dose certa
  • A via certa
  • A hora certa

ü  Localizei a medicação prescrita; dipirona injetável 1 ampola diluída em 8 ml de AD, Preparei a solução prescrita;

ü  Ao selecionar a  solução  verifiquei no rótulo, nome da solução;data de validade e estado de conservação da solução;

 Coloquei em uma bandeja e me dirigi a enfermaria do paciente, foi-lhe perguntado a existência de possíveis alergias sabendo-se que muitas vezes alguns pacientes podem apresentar  reações alérgicas a diversas medicações. Após isso foi administrado por polifix (o paciente já fazia uso de jelco hidrolisado) a medicação prescrita.

 

 

4.4.1

QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

          A Enfermeira primeiramente avalia se o medicamento prescrito está correto e, além disso, ela não deve supor que todos os fármacos presentes na gaveta do paciente devam ser fornecidos ao mesmo, a orientação da família e do paciente a respeito da administração do medicamento é extremamente importante no decorrer do procedimento.

 

 

4.5  O QUE FOI FEITO

 

 Curativo de ferida operatória fasciotomia sangrante

 

4.5.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A hemorragia, ou sangramento a partir do local de uma ferida, é normal durante ou imediatamente após o trauma inicial ,contudo a referida incisão apresentava sangramento contínuo  há  + de 8hs pós operatório,  necessitando assim de hemostasia  foi realizado curativo com alginato de cálcio e compressivo local.

 

4.5.2 COMO FOI FEITO:

 

Foi solicitado a enfermeira responsável pelo setor a prescrição de alginato de cálcio pela planilha de curativos diário, conforme protocolo hospitalar, explicitando a necessidade da cobertura, preparei o carrinho de curativo

ü   Material ( gaze, SF 0,9%, compressas, clorexidina degermante, alginato de cálcio , atadura de crepe 20 cm e esparadrapo);

ü  Calcei as luvas estéreis;

ü  Retirei o curativo antigo, pressionando o local do sangramento;

ü  Formei um campo estéril com compressas;

ü  Realizei Antissepsia de bordas da pele integra com clorexidina a fim de diminuir a proliferação de microrganismos;

ü  Lavei a ferida com SF 0,9%;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei o alginato de cálcio (espuma) em toda área da lesão;

ü  Utilizamos como cobertura secundária gazes estéreis;

ü  Aplicou-se então a bandagem com ataduras estéreis por toda dimensão da lesão;

ü  O curativo mereceu observação contínua a fim de verificar a estase sanguínea.

 

4.5.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

A hemostasia de um ferimento deve ser realizada  rapidamente em casos de hemorragia local a fim de evitar o risco de choque, em um paciente pós-operatório. Kaltostat® é um curativo composto de fibras de alginato de cálcio e sódio que absorvem o exsudato da ferida ou solução salina transformando-se em uma camada firme de gel. Este gel forma um ambiente úmido e aquecido entre a ferida e o curativo e permite a remoção sem trauma, com pequeno ou sem nenhum dano para o tecido recém-formado,  não foi possível utilizar este curativo, porém, utilizou-se o alginato separadamente o que contribuiu de certa forma.

 

4.6   PROTOCOLO DE EXAMES LABORATORIAIS:

 

4.6.1 O QUE FOI FEITO ;

 

Entrega de solicitações de exames laboratoriais ao laboratório;

 

4.6.2 POR QUE  FOI FEITO:

 

Todas as solicitações de exames devem ser registradas, bem como comunicadas ao serviço de laboratório, tais atividades administrativas são inerentes e fundamentais no processo produtivo do Sistema de Enfermagem (SILVA, ERDMANN , CARDOSO 2008)

 

4.6.3 COMO FOI FEITO:

 

As solicitações foram comunicadas ao serviço de laboratório por telefone, depois foi preenchido o livro de protocolo com nome do paciente, registro e exames a serem realizados, a fim de comprovação da entrega das solicitações correspondentes, logo em seguida assinadas pelo técnico responsável pela coleta de exames.

 

4.6.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

 Uma rotina eficaz tem justamente a virtude de dispensar todo e qualquer questionamento. Assim, a experiência só será fonte de auto informação, no sentido restrito de reforço àquilo que está funcionando bem.

 

4.7  INSTALAÇÃO DE DIETA POR JEJUNOSTOMIA

 

4.7.1 O QUE FOI FEITO:

 

Preparo de dieta em (BIC) jejunostomia

 

4.7.2 POR QUE FOI FEITO:

 

Quando a alimentação pela boca torna-se inviabilizada, ou ainda insuficiente  existe a necessidade de manter a nutrição por outro meio, a jejunostomia é uma alternativa cirúrgica capaz de suprir tais necessidades ( DREYER et.al 2011).

 

4.7.3 COMO FOI FEITO 

 

A dieta industrializada foi mantida em temperatura ambiente a fim de manter a temperatura ideal, após atingir a temperatura ideal a mesma foi montada em um equipo de bomba de infusão (BIC) a marca utilizada foi a santronic;  Retirei o filtro do equipo visto que a dieta apresentava-se pastosa, conectei a dieta ao equipo, retirei o ar  adaptando-a a

bomba de infusão;

ü  Instalei o equipo na bomba;

ü  Conectei o equipo a sonda;

ü  Selecionei o volume total; 1000ml

ü  Selecionei o tempo de infusão; 24hs

ü  A opção de partida foi selecionada.

O gotejamento iniciou sem intercorrências.

 

Modelo padrão – HRA  

 

4.7.4 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

De acordo com  Dreyer et.al (2011), o enfermeiro desenvolve papel orientador ao paciente jejunostomizado, contudo é importante enfatizar que não costuma ser rotina do enfermeiro na unidade hospitalar, provavelmente pela  demanda de pacientes e sobrecarga de trabalho.

 

4.8  RESTRIÇÃO MECÂNICA NO LEITO

 

4.8.1 O QUE FOI FEITO:

 

Restringir fisicamente os movimentos do paciente devido a agitação.

 

4.8.2 POR QUE FOI FEITO:

 

A técnica de restrição no leito é utilizada para prevenir acidentes em qualquer procedimento técnico, e evitar queda em pacientes com alto risco de violência (PRATES,2010).

 

4.8.3 COMO FOI FEITO:

 

            O paciente apresentava-se agitado mesmo após a sedação medicamentosa, o enfermeiro solicitou a contenção; inicialmente expliquei o que estava sendo realizado ao paciente de forma a esclarecê-lo sobre o procedimento.

ü  Material utilizado;

  • 4 faixas de crepom
  • Algodão

Foi necessário a ajuda de 4 pessoas para a realização do procedimento;

O paciente foi mantido em posição dorsal, envolvi tornozelos e punhos com algodão; a fim de evitar traumas posteriores, a atadura foi envolvida conforme mostra a figura abaixo;

 

 

 

                                                                                        *Imagens produzidas pela autora no programa paint

 

Os laços em oito favorecem a circulação sanguínea do paciente, bem como facilitar no processo de folga. Foram utilizados 4 pontos de contenção: punhos e tornozelos estes ligados a grade da cama, lembrando que estas se mantiveram levantadas para minimizar o risco de trauma

 

4.8.4 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE?

 

O paciente contido deve ser assistido pela enfermagem durante todo o tempo que estiver contido, teoricamente não deve ser contido fisicamente no leito por mais de 2 horas (PRATES,2010). Não foi observada tal atenção direcionada ao paciente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 POSTO I

Data de início: 01-09-2011 / Data de término: 14-09-2011

Duração em horas: 60 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Patrícia Câmara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades desenvolvidas no posto I

 

5. O QUE FOI FEITO:

 

5. 1.1   Limpeza de bolsa coletora de dreno cavitário

 

5.1.2  PORQUE FOI FEITO:

 

Para eliminar o acúmulo de líquidos em espaços potenciais; remover secreções  diversas (seromas, hematomas, secreções do trato digestivo, linfa, pus e material necrótico de regiões onde não seja possível a exposição e  limpezas repetidas) do local da cirurgia (CESARETTI, SAAD, 2002).

 

5.1.3 COMO FOI FEITO:

 

Inicialmente lavei as mãos, calcei as luvas de procedimento abri a bolsa plástica coletora, com cuidado, evitando tracionar o dreno; despejei o conteúdo da secreção da bolsa coletora, verificando o volume drenado, cor e odor do exsudato, observei a presença de sinais flogísticos no local de inserção do dreno, calcei a luva estéril lavei o local de inserção do dreno com soro fisiológico 0,9 % secando o local com gaze e posteriormente a pele a bolsa foi novamente fechada.

 

5.1.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

A bolsa coletora utilizada no dreno tubular foi uma bolsa de ostomia permanente, comumente utilizada em outras situações, cabe salientar que a bolsa deve estar estéril, visto que há contato direto com o sítio de incisão operatório, bem como a manipulação desta no momento da instalação, também torna-se necessário datar a mesma (CESARETTI, SAAD, 2002).

 

5.2.1  O QUE FOI FEITO:

 

Checagem do carrinho de parada

 

5.2.2  POR QUE FOI FEITO;

 

 

Cabe ao enfermeiro a função administrativa de recursos materiais, predominando a previsão e provisão, controle e a checagem conferir laringoscópios e outros equipamentos, preparar o material consignado, Checar o material que é encaminhado, Resolver problemas com equipamentos etc. (BARTOLOMEI, LACERDA 2006)

 

5.2.3 COMO FOI FEITO:

 

Os materiais foram conferidos de acordo com check list estabelecido pelo hospital, anexada ao lado do próprio carrinho, foi conferido data de validade das medicações, integridade do rótulo, e quantidade suficiente, estes foram verificados na primeira gaveta, ,  na segunda gaveta foram observados e organizados : material via aérea (laringoscópios, tubos, sonda de aspiração rígida etc) na terceira gaveta: material para acessos venosos (incluindo kit cateterização central); as pás desfibrilador e monitores cardíacos na quarta gaveta: para restante material : soros mais usados; prolongadores, torneiras, etc. Quanto ao desfibrilador foi conectado a rede elétrica, e testado. A reposição dos materiais faltantes foi feita mediante a solicitação ao serviço de farmácia.

 

5.2.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

De acordo com vários autores o carrinho de parada de emergência deve conter um selo em cada gaveta, bem como folha de registro diário para teste de desfibrilador, e registro de abertura do carrinho, itens não observados neste setor da unidade hospitalar

 

5.3 O QUE FOI FEITO:

 

Curativo de dreno torácico

 

5.3.1  POR QUE FOI FEITO

Os drenos torácicos, tubulares, geralmente exigem curativos oclusivos para evitar a ocorrência de pneumotórax  ( SOUZA, MOZACHI  2008)

 

5.3.2 COMO FOI FEITO:

 

A ferida cirúrgica relacionava-se a introdução de dreno torácico , localizado em hemi tórax D, com secreção sanguinolenta drenada em média intensidade, não evidenciando-se sinais de infecção;

 

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material ( gaze, SF 0,9%, clorexidina degermante,e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Lavei as bordas da ferida com SF 0,9%;

ü  Realizei a antissepsia do dreno com clorexidina alcoólica;

ü  Utilizei clorexidina degermante nas bordas da ferida a fim de diminuir a proliferação de microorganismos;

ü  Lavei novamente com SF 0,9%

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Fechei o curativo com gazes estéreis e esparadrapo;

 

5.3.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O tradicional curativo com gaze e esparadrapo, atualmente divide espaço com os filmes transparentes, porém a indicação da gaze e fita adesiva talvez nunca saía da rotina da assistência, devido a sua acessibilidade, contudo cabe salientar que os filmes transparentes mantém a visibilidade da ferida, podendo permanecer por mais tempo no leito da ferida, minimizando o risco de possível trauma local, durante a troca do curativo (TIMBY,2007).

 

5.4.1   O QUE FOI FEITO:

 

 

Tração e fixação de dreno cavitário

 

5.4.2   POR QUE FOI FEITO:

 

O enfermeiro deve tracionar drenos cavitários quando prescrito pelo médico assistente, a fim de  facilitar o escoamento de secreções provenientes da cavidade onde encontra-se o dreno ( HARAB, SILVA, PINTO 2009).

 

5.4.3  COMO FOI FEITO:

 

O dreno a ser tracionado encontrava-se totalmente introduzido na cavidade abdominal devido a movimentação brusca do paciente, este com restrição no leito, HD: fratura exposta de tíbia, trauma abdominal) realizado laparotomia exploratória, e mantido dreno cavitário por sutura, a própria sutura apresentava alguns pontos soltos, o que facilitou a introdução do mesmo,

     


Inicialmente lavei as mãos, calcei as luvas de procedimento retirei  a bolsa plástica coletora visto que esta apresentava-se parcialmente solta  desprezando-a, após isso foi verificado o volume drenado, cor e odor do exsudato, observei a presença de sinais flogísticos no local de inserção do dreno, este apresentava-se hiperemiado com drenagem característica de infecção bacteriana, calcei a luva estéril realizei a antissepsia  do local de inserção do dreno com soro fisiológico 0,9 % e clorexidina degermante secando o local com gaze e posteriormente a pele, foi solicitado uma bolsa coletora de ostomia permanente visto que a descartável apresentava fragilidades pela agitação do paciente, foi utilizado 1 pinça dissecção para retirada do dreno da cavidade abdominal, após a retirada do dreno o mesmo foi tracionado cerca de 1cm (CPM) logo após  foi improvisado uma fixação externa do mesmo com uma agulha 25x7 conforme mostra a figura abaixo:

                                                         *Imagens produzidas no paint pela autora                                           

 

 

Tal procedimento foi orientado pela preceptora do estágio, considerando-se rotina do hospital para tais casos. A bolsa coletora foi fixada com diâmetro 3mm.

 

 

5.4.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O profissional de enfermagem competente e habilidoso sabe que ao realizar um curativo em dreno de penrose ou cavitário , após traciona-lo conforme prescrição medica, deve colocar alfinete estéril apropriado para fixação de drenos (MARTINS et.al 2009) o que não foi observado nesta situação, havendo risco de penetração de material perfuro-cortante (agulha), na cavidade abominal do paciente.

 

 

5.5.1 O QUE FOI FEITO:

 

Remoção de sonda vesical de demora - Masculino

 

5.5.2 PORQUE FOI FEITO:

 

O paciente que se encontra em pós-operatório tardio, com funções urinárias fisiologicamente normais não necessita do uso de SVD, pois esta pode ser veículo de possíveis infecções oportunistas, por este ser um meio invasivo ( LUCCHETTI et.al 2005).

 

5.5.3 COMO FOI FEITO:

   

           

Expliquei o procedimento e sua finalidade ao paciente e/ou ao acompanhante, em seguida reunir o material; bandeja contendo: Seringa de 20 ml, gaze, coloquei biombos em volta do leito; lavei as mãos e calçei as luvas de procedimento; Realizei a antissepsia da via do cuff com algodão embebido em álcool a 70 %, adaptei uma seringa estéril na via do cuff para aspirar a água bidestilada ( volume que foi introduzido ); removi a sonda delicadamente,

recolhi o material do cateterismo e desprezei no lixo apropriado, o procedimento foi registrado no prontuário do paciente.

 

5.5.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

Através do procedimento foi possível aprimorar meus conhecimentos voltados a prática de SVD, enfatizando-se que se trata de uma abordagem rotineira do cotidiano.

 

 

5.6.1  O QUE FOI FEITO:

 

Curativo de ferida operatória aberta com instilação

 

5.6.2 POR QUE FOI FEITO:

 

Os curativos são realizados com os objetivos de proteger a ferida de lesões mecânica, firmar ou imobilizar a ferida, absorver drenagens, evitar contaminação por secreções corpóreas, favorecer a hemostasia, desbridar a ferida, inibir ou destruir microrganismos, proporcionar ambiente fisiológico úmido, que favoreça a cicatrização e proporcionar conforto físico e mental ao paciente (SANTORO et.al 2009).

 

5.6.3  COMO FOI FEITO:

 

A ferida cirúrgica relacionava-se a hérnia inguinal estrangulada , localizada em fossa ilíaca D, com secreção mucopurusanguinolenta drenada em grande intensidade, evidenciando-se sinais de infecção profunda;

 

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material ( gazes, SF 0,9%, clorexidina degermante, alginato de cálcio, compressas e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Lavei as bordas da ferida com SF 0,9%;

ü  Utilizei clorexidina degermante nas bordas da ferida a fim de diminuir a proliferação de microorganismos;

ü  Irriguei a ferida com SF 0,9% com seringa de 20ml continuamente;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei o alginato de cálcio em toda extensão da ferida a fim de absorver o excesso de exsudato da ferida;

ü  Apliquei compressas estéreis como cobertura secundária;

ü  Fechei o curativo com esparadrapo.

 

5.6.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O curativo a vácuo impede a entrada de ar e permite criar um ambiente de vácuo dentro da ferida, reduzindo assim o seu volume e facilitando a remoção do fluido, contudo não pode-se utilizar deste recurso na unidade hospitalar, sendo possível a substituição por alginato de cálcio, substância também eficaz no processo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3- CONCLUSÃO;

 

 

 

              As atividades realizadas durante o período de estágio foram de extrema importância no que se refere ao conhecimento da relação técnica científica voltados as atribuições do enfermeiro no âmbito hospitalar contribuindo inexoravelmente na minha formação como enfermeira , tanto pelo suporte prático, como também no aspecto metodológico, e científico de como agir em determinadas situações que exigem do profissional pensamento rápido e eficiente no que se refere a prática diária.

              A variedade de prática executadas me possibilitou amplo conhecimento sobre diversas áreas do segmento hospitalar, houve integração entre o grupo de estágio, e os preceptores, utilizando-se didática de ensino eficaz, quanto aos referidos preceptores foi possível observar o elevado grau de conhecimento, bem como a capacidade de transmiti-los de maneira clara e concisa fazendo assim com que o conteúdo de ensino fosse absorvido da melhor forma por minha pessoa.

Assim percebe-se que o estágio curricular vem cumprindo sua finalidade, de ser um período de experiência para mim futura enfermeira, agregando tanto  informações técnicas como também o desenvolvimento das relações interpessoais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REFERÊNCIAS;

 

ANDRADE, A.C; A Percepção da importância do exame físico para enfermeiros. do município de Ji-paraná, revista. Ulbrajp, v.15,n .3.2002

 

BARBOSA, M.F.S Pequeno Manual de Consulta Médica; VIRTUALBOOKS; disponível em: acesso em 16 de julho de 2011 Formato: e-book/ PDF

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SMELTZER, S.C., BARE, B.G.: Brunner e Suddarth: Tratado de enfermagem médico cirúrgica 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

 

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SOUZA, V. H. S. E MOZACHI, N. O :  O Hospital;  Manual do Ambiente Hospitalar  ; 11ª Edição – 2008; Cap; 17,18,19 .ed. Mundo Real.

 

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TIMBY, Bárbara K. Conceitos e habilidades fundamentais ao atendimento de enfermagem, tradução Margarida Ana Rubin . 8ª edição, Porto Alegre: Artmed, 2007.

 

 

 

 

 

 

1-INTRODUÇÃO

 

 

 

O Estágio Supervisionado II, regulamentado pela Lei Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008, foi realizado por Bruna Gabriela Maria de Oliveira aluna de graduação em enfermagem da Faculdade do vale do Ipojuca, durante o curso do 8º período no hospital regional do agreste, situado no Bairro Indianópoles,  BR 232 na cidade de Caruaru (BRASIL,2011).

Esta etapa com carga horária de 126  horas teve início em 12 de Julho e terminou dia   14 de outubro, com carga horária semanal distribuída da seguinte forma; de segunda a sexta-feira das 7:00 as 13 horas, totalizando 6 horas diárias e 30 horas semanais, estágio coordenado pela professora Maria de Fátima de Lima Barbosa e  supervisionado pelos preceptores;  Enfermeiras; Jaíza Cavalcante, Luciana Dilane, Giselle Vidal, Marli, Patrícia Câmara e Cinara Fabrícia. Distribuídos nos seguintes setores; Repouso da emergência, neurocirurgia, ortopedia e posto I ,todos estes explicitados individualmente  no conteúdo deste.

O Hospital Regional do Agreste proporciona ao acadêmico de enfermagem uma ampla visão do cotidiano hospitalar, visto que trata-se de um Hospital Escola, bem como a possibilidade de adquirir prática com segurança na realização dos diversos procedimentos nas diversas áreas. Dentre as principais atividades apresentadas neste relatório encontram-se; Curativos de diferentes tipos, anamnese e exame físico completo, censo hospitalar, banho no leito , escarificação de ferida , eletrocardiograma , dentre outros esclarecidos detalhadamente no decorrer deste,

Todos os procedimentos foram apresentados de forma clara, e concisa para que o leitor compreenda como foi realizado, o por quê de sua realização, baseado na literatura e o conhecimento adquirido pela autora quanto a realização da  atividade, o objetivo deste relatório é proporcionar maior conhecimento sobre as atribuições empregadas ao enfermeirando ,bem como o profissional de enfermagem, afim de aprimorar seus conhecimentos relacionados a enfermagem em seus amplos aspectos.

 

 

 

 

 

 

 

 

2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ORTOPEDIA

 

 

2.1. ANAMNESE;

 

 

2.1.1. O QUE FOI FEITO;

 

Entrevista com paciente

 

2.1.2. POR QUE FOI FEITO;

Para que o enfermeiro seja capaz de definir diagnósticos de enfermagem, estabelecer prescrições, e  avaliar a evolução do paciente, sendo esta uma das etapas da Sistematização da Assistência de enfermagem ( SANTOS,VEIGA e ANDRADE., 2011).

 

2.1.3. COMO FOI FEITO;

 

Primeiramente apresentei-me como Acadêmica da Favip, e perguntei ao paciente se poderia entrevistá-lo a fim de contribuir para o tratamento e conhecimento da patologia em questão.

 

Os seguintes itens foram questionados; como apresenta Porto (2008);

 

ü  Identificação do cliente;

Saber o nome do paciente, é indispensável para que se começe um processo de comunicação pelo nível afetivo, tanto verbalmente como não verbalmente, onde o paciente sinta-se bem ao discutir questões pessoais.

ü  Queixa principal;

 Registrei a queixa principal que levou o paciente a procurar o serviço médico, quando estes responderam como um sintoma apenas, aprofundei mais a pergunta para conhecer a causa base, como na ala de ortopedia a maioria dos pacientes apresentam traumas causados por acidentes automobilísticos a resposta na maioria das vezes foi similar. Para Melo e colaboradores (2004), aproximadamente, 37% dos pacientes admitidos em uma Unidade de Emergênia são vítimas de trauma mecânico, onde o sucesso no atendimento e evolução destes doentes difere de acordo com o tipo de trauma e população atingida.

ü  História da doença atual;

Questionei o paciente quanto ao problema inicial que causou a patologia, ou o trauma apresentado.

ü  Interrogatório sintomatológico;

Relacionei os sintomas ao órgão ou parte do corpo mais afetada, contudo, levei em conta os outros sistemas possivelmente acometidos. Segundo Barbosa(2001) a maioria dos pacientes costumam responder aos questionamentos de forma leiga exemplificando-os como "soluços sem fim", "dor de cabeça", "dor de garganta", "quebradeira", "intestinos soltos", "dor pra urinar",  contudo, os pacientes entrevistados presentaram certo conhecimento quanto a patologia, ou estado de saúde.

ü  Antecedentes pessoais e familiares;

Questionei o paciente quanto a ocorrência de doenças crônico-degenerativas, bem                como aquelas hereditárias como hipertensão arterial sistêmica (HAS),diabetes, cânceres, entre outras.

ü  Hábitos de vida e condições socioeconômicas e culturais;

As perguntas foram relacionadas a alimentação, atividade física, habitação, ocupação,                presença de vícios, condições culturais.

 

2.1.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

            A realização da anamnese favorece a obtenção de êxito no diagnóstico, prognóstico e tratamento das patologias, uma vez que, torna-se  possível  conhecer o paciente, a sua história clínica e seus aspectos, e associando suas histórias ao exame físico e exames complementares e a partir daí  elaborar o diagnóstico de enfermagem ,bem como o plano de cuidados específico. Colaborando com o que diz Santos,Veiga e Andrade (2011), quando relatam que  a anamnese representa um instrumento importante para a assistência, uma vez que permite ao enfermeiro realizar o diagnóstico e planejar as ações de enfermagem, acompanhar e avaliar a evolução do paciente.

 

 

2.2. EXAME FÍSICO

 

 

2.2.1. O QUE FOI FEITO;

 

Exame físico completo

 

2.2.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para Andrade e colaboradores (2007), O exame físico é de extrema importância para a assistência de enfermagem e para o “cuidar” do paciente, com o intuito de qualificar cada vez mais o nível de assistência prestada ao paciente, família e comunidade.

 

2.2.3. COMO FOI FEITO;

 

O paciente foi devidamente esclarecido antes da realização do exame, foram avaliados primeiramente pontos como nível de consciência e orientação, estado nutricional ,mucosas,  nível de hidratação e cor.

 

ü  Lavei as mãos, antes e depois do exame;

ü  Primeiramente realizei a inspeção  em todo segmento corporal identificando possíveis anormalidades;

ü  Em seguida a ausculta foi realizada; foram auscultados aparelho respiratório, cardíaco, e intestinal os pontos de ausculta pulmonar são demonstrados mais claramente na figura abaixo;

 

 

        Fonte: http://blogpneumounivali.blogspot.com/2010/07/ausculta-pulmonar

A ausculta foi comparativa com os hemitórax, tanto anterior como posterior

ü   A percussão foi feita através do golpeamento dos dedos (digitais ), nas regiões do tórax e abdome

ü  Posteriormente a palpação foi feita através do tato e da pressão, empregando através do tato impressões mais superficiais e da pressão impressões mais profundas.

 

 

2.2.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

 

Para a realização do Exame Físico o examinador necessita de conhecimentos científicos em anatomia, fisiologia, fisiopatologia, diagnóstico por imagem, análises laboratoriais, patologia clínica e semiologia, sem os quais ele não conseguirá detectar plenamente os problemas identificados e que necessitam de sua intervenção. (PATINE, BARBOZA, e PINTO 2004), contudo o exame físico realizado por mim possibilitou-me conhecer mesmo sem auxilio de exames laboratorias e diagnósticos por imagem um amplo conhecimento sobre os principais problemas encontrados no paciente.

 

2.3. EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM;

 

2.3.1. O QUE FOI FEITO;

 

Registro de quadro clínico do paciente no prontuário através da evolução de enfermagem

 

2.3.2. POR QUE FOI FEITO

 

Segundo Boaventura (2009) a utilização de novos modelos e referenciais que facilitem o registro dos cuidados de enfermagem deve ser enfatizada porque contribuem para melhoria da documentação da assistência de enfermagem.

 

2.3.3. COMO FOI FEITO

 

Evolução de enfermagem;

 

Data/ hora

Paciente no 1º DPO ( amputação de falanges distais de pé D), apresentando EGR, consciente, orientado, normocorado, anictérico, acianótico, afebril, hidratado, com fácie de dor , pouco nervoso, AR; eupneico (19 irpm), MV+ S/ RA , ACV; RCR em 2T S/S, normotenso P.A; 130X80, normosfigmico (77bpm), TGI;  RHA +  , dieta alimentar parcialmente aceita, abdome plano, indolor a palpação, som timpânico, evacuações intestinais ausentes até o instante, TGU; diurese espontânea sem anormalidades (SIC), realizado curativo da ferida operatória a ferida apresenta-se com necrose de coagulação em extremidades distais, próximas a rafia operatória, feito antissepsia de bordas com clorexidina degermante, limpeza  interdigitais de dedos com soro fisiológico, retirada de resíduos de secreções sanguinolentas, foi aplicado na área de necrótica colagenase pomada, a fim de eliminar o tecido, e impedir sua propagação. O paciente refere dor intensa em F.O, segue aos CCGG de enfermagem medicado CPM.                                         

 

                                               Bruna Gabriela Oliveira                          

Acd. Enf.FAVIP

 

 

2.3.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Para Boaventura (2009) existe uma dificuldade dos profissionais enfermeiros e dos alunos de graduação em enfermagem, para realizar a evolução de enfermagem que na maioria das vezes se confunde com as anotações de enfermagem.

 Contudo venho enfatizar que grande parte dos profissionais ,bem como graduandos vem dando atualmente grande relevância  no que se diz respeito a evolução de enfermagem sendo possível ampliar conhecimento técnico-científico relacionado a termos técnicos, aprimoramento da prática em questão e análise crítica do quadro apresentado e continuidade da assistência ao paciente.

 

 

2.4. CURATIVO 1

 

 

2.4.1. O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de ferida cirúrgica limpa 5º DPO

 

2.4.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para assegurar a integridade da pele, evitando infecções que possam interferir na reabilitação do paciente em seu pós-operatório (POTTER E PERRY,2009)

 

2.4.3. COMO FOI FEITO:

 

Preparei o material; carrinho contendo; pacotes de gazes esterilizados; clorexidina alcoólica, sf 0.9% , saco para lixo infectado;  luvas de procedimento e  luvas estéreis.

 

ü  Fixei o saco para lixo no balde acessório do carrinho

ü  Lavei e sequei as mãos

ü  Calcei as luvas de procedimento

ü  Retirei o curativo anterior

ü  Observei as características da ferida operatória;

Sangramento discreto na região

ü  Retirei as luvas de procedimento e calcei as luvas estéreis;

ü  Realizei a antissepsia da incisão com SF 0,9%, sequei e orientei o paciente quanto aos cuidados na residência.

 

2.4.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

A cobertura de feridas cirúrgicas limpas deve ser evitada ,após o fechamento total do tecido lesionado  tendo em vista maior ventilação ,sendo apenas necessário a antissepsia da mesma  (GOMES,COSTA E MARIANO,2005).

 

2.5. CURATIVO 2

 

 

2.5.1. O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de ferida cirúrgica infectada 8º DPO

 

2.5.2. POR QUE FOI FEITO;

 

O propósito do curativo é manter a ferida limpa, absorver drenagem, e proteger a ferida contra danos ( TIMBY,2007)

 

 

2.5.3. COMO FOI FEITO;

 

 

Preparei o material; carrinho contendo; saco para lixo infectado,  pacotes de gazes esterilizados; clorexidina degermante, SF 0.9%, AGE,  esparadrapo comum, atadura de crepe, luvas de procedimento e  luvas estéreis.

 

ü  Fixei o saco para lixo no balde acessório do carrinho

ü  Lavei as mãos

ü  Calcei as luvas de procedimento

ü  Retirei o curativo anterior e observei as características da secreção;

As características da lesão foram descritas na evolução de enfermagem

ü  Retirei as luvas de procedimento e calcei as luvas estéreis;

ü  Realizei a antissepsia das bordas da ferida com clorexidina degermante, ao mesmo tempo realizei a expressão a fim de verificar a existência de secreções.

ü  Lavei o centro da ferida com SF 0,9% aquecido

ü  Sequei o ferimento;

ü  Utilizei AGE onde se apresentava tecido de granulação;

ü  Utilizei gaze umedecida com AGE como cobertura primária e compressas como cobertura secundária;

ü  Enfaixei o local;

ü  Registrei no prontuário  as características da lesão bem como a realização do curativo.

 

 

2.5.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

É importante avaliar as feridas sob duas condições; no momento da lesão antes do tratamento e após a terapia, quando a ferida está relativamente estável ,cada condição requer observações e atitudes diferentes que visem a reabilitação do paciente (POTTER E PERRY,2009)

 

2.6  ESCARIFICAÇÃO

 

2.6.1 O QUE FOI FEITO;

 

ESCARIFICAÇÃO DE NECROSE DE COAGULAÇÃO

 

2.6.2. POR QUE FOI FEITO;

 

Para facilitar a debridação autolítica do tecido necrótico.

 

 

2.6.3 COMO FOI FEITO;

 

A ferida foi umedecida com SF 0,9% aquecido, realizei a antissepsia de bordas com clorexidina degermante protegendo o tecido de epitelização circulante, logo após preparei o material para escarificação bandeja contendo; lâmina de bisturi estéril e gazes estéreis .Medi o diâmetro da ferida, e calculei os traços necessários para a escarificação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lesão por queda de cavalo – joelho E (HRA-Ala esquerda)

 

O traços foram feitos de forma precisa, no entanto com cautela para o não lesionamento dos tecidos epitelizados, tipo ‘ jogo da velha” permeabilizando assim a entrada do medicamento promovendo o desbridamento autolítico através do uso de hidrogel (Purilon).Padronizado pelo Hospital.

 

 

2.6.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Foi possível adquirir prática relacionada a escarificação visto que nunca havia realizado o mesmo, contribuindo assim para meu aprendizado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 NEUROCIRURGIA

Data de início: 18-07-2011

Data de término: 22-07-2011

Duração em horas: 24 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Luciana Dilane

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NEUROCIRURGIA

 

 

2.1. CENSOS DIÁRIOS;

 

 

2.1.1. O QUE FOI FEITO;

 

Coleta de dados de pacientes internos na unidade de neurocirurgia como diagnóstico clínico, exames laboratoriais, e outras informações necessárias.

 

2.1.2 POR QUE FOI FEITO;

 

Para Timby (2007), Os rounds envolvem visitas aos pacientes, de forma individual ou em grupos, sendo usados como uma forma de pronto aprendizado sobre os pacientes ,podendo ainda reforçar a segurança e a confiança do paciente

 

2.1.3 COMO FOI FEITO;

 

Elaborei um instrumento de coleta de dados, apropriado para a clínica, visitei as enfermarias, leito por leito, a fim de avaliar as condições dos pacientes, verificar a existência de exames laboratoriais, curativos, cirurgias e pareceres médicos, além de registrar resumidamente a existência de meios invasivos presentes como sondas, cateteres etc. Elaborei também a  relação de todos os pacientes e fixei no mural do posto de enfermagem do setor.

 

2.1.4  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Aprendi a importância do controle da enfermeira plantonista no que diz respeito ao conhecimento do paciente , colaborando com o que diz Timby (2007) de como o saber da patologia e o quadro clínico influenciam na agilidade do serviço prestado.

 

 

 

 

 

 

2.2 O QUE FOI FEITO;

 

PUNÇÃO VENOSA

 

2.2.1 POR QUE FOI FEITO;

 

Para administração de solução isotônica (SF 0,9%), e drogas medicamentosas conforme prescrição médica. Independentemente da solução prescrita, o enfermeiro prepara-a para a administração, realiza a penopunção, regula o gotejamento, monitora a infusão e interrompe sua administração quando o equilíbrio hídrico do paciente se mostrar restaurado (TIMBY, 2007).

 

2.2.2 COMO FOI FEITO;

ü  Preparei o material para punção;

  • Cateter intravenoso (Jelco nº 20)
  • Esparadrapo
  • Bolas de algodão embebida em álcool
  • Garrote de látex

ü  Preparei a solução prescrita;

Ao selecionar a  solução  verifiquei no rótulo;

  • Nome da solução;
  • Data de validade ;
  • Estado de conservação da solução;
  • Presença de vazamentos.

ü  A solução foi montada no equipo;

 

Selecionei a veia apropriada na mão não dominante, visto que  isso reduz o potencial de deslocamento do cateter devido ao movimento e o não uso.

Apliquei o manguito firmemente no braço do paciente, e solicitei-lhe que fechasse e abrisse a mão algumas vezes visando o enchimento venoso, realizei a antissepsia da região com álcool a 70% , posicionei o cateter com o bisel para cima em um ângulo de aproximadamente 45º  Introduzi  o cateter intravenoso, retirei o guia e realizei a fixação do mesmo com esparadrapo.

 

2.2.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Foi possível adquirir maior prática no que se refere a punção  venosa, visto que apesar do enfermeiro possuir a responsabilidade de gerenciar o corpo de enfermagem ,em alguns momentos torna-se necessário seu conhecimento em tais procedimentos.

 

 

2.3  O QUE FOI FEITO;

 

ASPIRAÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES POR TRAQUEIA

 

2.3.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A maioria dos pacientes com traqueostomia exige aspirações  frequentes. Embora possam tossir, a força da tosse pode ser ineficaz na tarefa de desobstruir completamente suas vias aéreas ou a tosse pode ser inadequada, considerando-se o volume de secreções respiratórias .Sendo assim, a aspiração faz-se necessária sempre que houver abundancia de secreções (TIMBY, 2007).

 

2.3.2 COMO FOI FEITO;

 

Preparei o material; bandeja contendo luvas de procedimento, sonda nasogátrica nº 20, borracha de silicone descartável, soro fisiológico.

ü  Lavei as mãos e coloquei máscara facial;

ü  Realizei a montagem da sonda no sistema de aspiração;

ü  Testei o funcionamento do ar comprimido;

ü  O material para oxigenioterapia foi reservado para possível necessidade, segundo Gomes (2008),existe a necessidade de hiperventilar o paciente antes da aspiração,contudo não foi necessário neste momento.

ü  A sonda foi umidificada  com sf 0,9% pinçada e introduzida na traqueostomia;

ü  O ar comprimido foi ligado e em seguida realizei a rotação da sonda a fim de retirar o máximo de secreções existentes;

ü  Foi observado no momento da aspiração, a possível existência de cianose, espasmos ou dificuldade respiratória do paciente;

ü  Houve grande quantidade de secreção mucopurulenta proveniente da traqueia,o paciente também apresentou tosse intensa o que facilitou a expectoração da mesma.

 

2.3.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

 

A aspiração de pacientes traqueostomizados foi uma técnica até então não desenvolvida por mim,sendo de extrema importância para a construção do meu conhecimento, a técnica estéril não foi empregada, conforme orientação do preceptor de estágio contudo ,Gomes (2008),afirma que a aspiração de pacientes entubados ou traqueostomizados deve ser feita dentro dos rigores da técnica asséptica,pois o paciente está privado de sua defesa natural, localizada  nas vias superiores.

 

 

2.4; O QUE FOI FEITO;

 

 

RETIRADA DE DRENO DE SUCÇÃO EM FACE

   

 

2.4.1   POR QUE FOI FEITO;

 

 

A diminuição gradativa do volume ou modificação do aspecto da secreção drenada, ausência ou desaparecimento de sinais de complicação ou acompanhamento por exames simples ou contrastadas, quando for necessário, são alguns critérios necessários para remoção de  um  dreno (CESAREETTI e SAAT, 2002).

 

2.4.2  COMO FOI FEITO;

Preparei o material; bandeja contendo:

ü  1 par de Luvas estéreis;

ü  Gazes esterilizadas;

ü  Clorexidina degermante;

ü  Lâmina de bisturí

ü  Saco para lixo infectado.

O paciente foi informado sobre o procedimento, em seguida realizei a limpeza externa da incisão com clorexidina degermante, e soro fisiológico, foram localizados 3 pontos externos com fio nylon, os pontos foram retirados dentro da técnica estéril com a lâmina de bisturi, o dreno foi tracionado e em seguida retirado de forma precisa e segura, o material foi encaminhado ao lixo contaminado, foi realizado curativo oclusivo , e por fim foram feitas as anotações necessárias no prontuário do paciente.

 

2.4.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE ?

 

O procedimento me proporcionou maior prática e conhecimento equivalente  a atividade em questão,vito que ainda não havia o realizado em outros estágios.

 

 

2.5 ELETROCARDIOGRAMA

 

2.5.1 O QUE FOI FEITO;

 

ELETROCARDIOGRAMA DE 12 DERIVAÇÕES

 

2.5.2 POR QUE FOI FEITO?

 

 

Sendo um dos recursos diagnósticos mais valiosos e utilizados com maior frequência, o eletrocardiograma (ECG), mensura a atividade elétrica do coração como ondas ,impulsos que se movem através do sistema de condução do coração criam correntes elétricas que podem ser monitoradas , podendo ser utilizado para identificar isquemia e infarto  do miocárdio, distúrbio do ritmo e da condução, dilatação da câmara, desequilíbrio eletrolíticos e toxidade por fármacos. MOREIRA E SOUZA (2005).

 

2.5.3 COMO FOI FEITO;

 

. COMO FOI FEITO;

 

 

ü  Preparei o carrinho de ECG contendo; aparelho de ECG, gel condutor, eletrodos descartáveis, álcool e algodão .

ü  Orientei a paciente sobre o procedimento;

ü  Realizei antissepsia de punhos e tornozelos com álcool a 70%

ü  Posisionei as pás nos punhos ( Direito vermelho e Esquerdo amarelo)

ü  Coloquei os eletrodos (pas) nos tornozelos ( Direito preto e Esquerdo verde)

ü  Para garantir os resultados precisos posicionei os eletrodos no tórax como se segue;

  • V1  quarto espaço intercostal na borda external direita
  • V2 quarto espaço intercostal na borda external esquerda
  •  V3 entre v2 e v4
  • V4 quarto espaço intercostal na linha clavicular média
  • V5 quinto espaço intercostal na linha axilar anterior
  • V6 quinto espaço intercostal na linha axilar média nivelado com v4 ;

ü  Após a montagem dos eletrodos liguei o aparelho no módulo automático ;

ü  Retirei o papel com as derivações;

ü  Anotei os dados do paciente e anexei  ao  prontuário;  

ü  Registrei no próprio ECG data, hora, registro e nome do paciente ;

ü  A realização do exame foi registado no relatório de enfermagem.                                                

 

2.5.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Segundo Moreira e Souza (2005), a respiração pode interferir no traçado, sendo necessário pedir que o paciente prenda a respiração por um instante para reduzir a oscilação basal, contudo não houve necessidade de tal recurso.

 

2.6 CURATIVO DE CIRURGIA LIMPA

 

 

2.6.1 O QUE FOI FEITO;

 

Curativo de cirurgia cefálica  limpa                                  

 

2.6.2 POR QUE FOI FEITO?

 

            A ferida operatória deve ser avaliada diariamente quanto a necessidade de oclusão, não sendo necessário ocluir, desde que as margens da ferida estejam coaptadas.(CARMAGNANI, et.al 2009)

 

2.6.3 COMO FOI FEITO;

ü  Preparei o material; bandeja contendo

  • Gazes estéreis;
  • Soro fisiológico;
  • Esparadrapo;
  • Clorexidina alcoólica;
  • Luvas estéreis;
  • Luvas de procedimento.

 

Informei o paciente sobre o procedimento,  Calcei as luvas de procedimento para retirada do curativo anterior, desprezei o mesmo e calcei as luvas estéril, realizei a antissepsia de bordas com clorexidina degermante, e sf 0,9%, em seguida em um movimento único apliquei sf 0,9% na F.O , sequei e em seguida apliquei clorexidina alcoólica, secando posteriormente, não houve a necessidade de curativo oclusivo, visto que a ferida se apresentava limpa e seca.

 

2.6.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Contribuindo com o que diz Moreira e Souza (2005), a avaliação de curativos cirúrgicos deve ser criteriosa devendo estes estarem limpos e livre de secreções.

 

 

2.7   ABERTURA DE HORÁRIO;

 

2.7.1   O QUE FOI FEITO;

 

     ABERTURA DE HORÁRIO DE MEDICAMENTOS E PROCEDIMENTOS PRESCRITOS

 

2.7.2 POR QUE FOI FEITO?

 

Para que haja coesão na administração de medicamentos, enfatizando a necessidade de controle de horários, sendo esta uma responsabilidade do enfermeiro.

 

2.7.3 COMO FOI FEITO;

 

 As prescrições foram selecionadas pelo preceptor do estágio os horários correspondem respectivamente pela padronização do hospital

 

6 em 6 horas-------------------- 6 -12- 18- 24 hs

8 em 8 horas-------------------  14 - 22 - 06 hs

12 em 12 horas----------------  12 – 24 hs / 06 – 18hs

4 em 4 horas-------------------  10- 14- 18 - 22 - 02- 06

 

Algumas prescrições como controle de sinais vitais foram sinalizadas com a palavra ATENÇÃO /CIENTE, já com relação a dieta alimentar a  sigla SND (Serviço de Nutrição e Dietética)  oi feita, não só a abertura de horário para administração medicamentosa como também para procedimentos de enfermagem como HGT.

 

 

2.7.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

Nas palavras de Fernandes et.al 2009, o horário de medicamentos pode ser disposto da seguinte forma; uma vez ao dia ; duas vezes ao dia; 12/12hs, três vezes ao dia; 8/8hs, quatro vezes ao dia; 6/6hs e seis vezes ao dia 4/4 hs ou ainda SOS, quando necessário, contudo não foi aplicado esta sigla e sim SN;  Se necessário, enfatizando-se  o não uso deste método, sendo este mais aplicado nas receitas médicas.

 

 

2.8  ANAMNESE E EXAME FÍSICO;

 

2.8.1 O QUE FOI FEITO?

 

ENTREVISTA COM O PACIENTE E EXAME FÍSICO COMPLETO

 

2.8.2 PORQUE FOI FEITO;

 

Segundo Silva et.al (2009) O enfermeiro se utiliza da entrevista clínica ou anamnese e exame físico no atendimento  as necessidades básicas, visando a promoção ou restabelecimento da saúde do cliente.

 

3.8.3 COMO FOI FEITO;

 

Primeiramente apresentei-me como acadêmica de enfermagem da Favip, e perguntei-lhe se poderia entrevista-lo, o paciente se mostrou colaborativo e aceitou que a entrevista fosse realizada

 

ü  Identificação do cliente;

Foram questionados; nome, idade, sexo, estado civil, nacionalidade, naturalidade, residência profissão e procedência ;

ü  Queixa principal;

A queixa do paciente foi transcrita da mesma forma como o próprio a expressou, ou seja com as próprias palavras do paciente,bem como a duração da queixa.

ü  História da doença atual;

Os sintomas do cliente foram organizados de forma cronológica a fim de elaborar a semiologia adequada, sem no entanto induzir as respostas do paciente.

ü  História patológica pregressa; foi questionado a existência de doenças da infância, bem como outras doenças que possam ter acometido anteriormente;

ü  Antecedentes pessoais e familiares;

Doenças familiares como câncer hipertensão arterial, cardiopatias, nefropatias  etc.

ü  Hábitos de vida e condições socioeconômicas e culturais também foram questionados

As perguntas foram relacionadas a alimentação, habitação, ocupação, presença de vícios, condições culturais, vida conjugal etc.

 

EXAME FÍSICO;

Avaliei o estado geral do paciente avaliando:

   - Presença de palidez de mucosas,  icterícia,  cianose, nível  de  hidratação  e Palpação de linfonodos .

Na realização do exame físico foram analisados quatro elementos  fundamentais para a determinação de alterações funcionais e estruturais do corpo examinado sendo elas; Inspeção, ausculta, percussão, e palpação.

 

ü  INSPEÇÃO;

O paciente foi observado de forma completa a fim de identificar possíveis alterações estruturais ou funcionais do corpo, sem no entanto o constranger;

ü  AUSCULTA;

 

O ambiente apesar de pouco ruidoso, proporcionou a realização da ausculta sem problemas, utilizei como recurso o estetoscópio, foram auscultados aparelho respiratório, cardiovascular e intestinal, observando-se intensidade, frequência e qualidade do som.

 

ü  PERCURSÃO;

 

Foram observados as estruturas abdominais bem  como as características do som, podendo este ser; timpânico, hiperressonante, ressonante, submaciço, ou maciço, através da percussão digito digital (quando se utiliza a segunda falange do dedo médio,o qual deverá encontrar firmemente sobre a estrutura percutida, utilizando-se o dedo médio e indicador da outra mão)

 

 

3.8.4. QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

           

Para Silva et.al ( 2009) a partir do exame físico e da anamnese, é estabelecido o diagnóstico de enfermagem, podendo este ser realizado de acordo com diversos embasamentos teóricos, porém ainda não é uma realidade do setor hospitalar onde foi realizado o estágio a implantação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).

 

3.9  EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM

 

3.9.1 O QUE FOI FEITO;

 

EVOLUÇÃO DE PACIENTE VÍTIMA DE TRAUMATISMO CRANIANO

 

3.9.2 PORQUE FOI FEITO?

 

 A evolução do paciente proporciona o acompanhamento do seu estado geral pela equipe tanto médica, quanto de enfermagem, viabilizando a eficácia do tratamento e a resposta clínica do paciente (SILVA et.al 2009).

 

3.9.3 COMO FOI FEITO; 

 

A evolução do paciente foi transcrita ao prontuário após a realização do exame físico, sendo antes avaliada pelo preceptor do estágio.

 

Paciente apresentando EGR, no 7º DPO , consciente, orientado, normocorado, anictérico, acianótico, hidratado, com dreno cavitário em pavilhão auricular E, drenando pequena quantidade de exsudato  de aspecto muco- sanguinolento, edema discreto de face, com região próxima hiperemiada,  afebril temp; 36.6ºC, AR= MV + em AHT, sem RA,

Eupneico (17 irpm), ACV= RCR em 2T ,BNF S/S, normocárdico, (FC; 98), normotenso; PA= 130X60 mmhg, TGI= RHA diminuídos, abdome plano timpânico, indolor a palpação, dieta alimentar por via oral bem aceita(SIC), evacuações ausentes há 2 dias (SIC), TGU= diurese + ,sem anormalidades,  AVP em MSD hidrolisado, para via medicamentosa, realizado retirada de dreno cavitário,( CPM)  limpeza e antissepsia local, sem intercorrências, segue aos CCGG de enfermagem.

 

                                                                           Bruna Gabriela Oliveira

                                               

3.9.4  QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE

 

Aperfeiçoamento da prática de evolução de enfermagem, bem como na utilização dos termos apropriados.

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 REPOUSO DA EMERGÊNCIA

Data de início: 25-07-2011 / Data de término: 29-07-2011

Duração em horas: 24 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Cinara Fabrícia

Data de início: 19-09-2011 / Data de término: 30-09-2011

Duração em horas: 48 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Gisele Vidal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4.    ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO REPOUSO DA EMERGÊNCIA

 

 

4.1  O QUE FOI FEITO;

 

  VERIFICAÇÃO DE GLICEMIA CAPILAR ; HEMOGLUCOTESTE (HGT)

 

 

4.1.2 POR QUE FOI FEITO;

 

Segundo Moreira e Souza (2005), o teste de HGT, pode detectar e monitorar níveis elevados de glicose, em clientes portadores de diabetes ,pesquisar a existência de diabetes melito e hipoglicemia, sendo desta forma um procedimento necessário e eficaz.

 

4.1.3 COMO FOI FEITO;

 

Preparei o material a ser utilizado em uma bandeja, contendo ;

ü  Fitas reagentes;

ü  Luvas de procedimento;

ü  Glicosímetro;

ü  Bolas de algodão;

ü  Agulha de insulina;

 

 

 

 

Modelo utilizado na unidade

 

 

 

O procedimento foi explicado ao paciente, o código no frasco dentiras foi comparado com o código programado no glicosímetro, em seguida o local foi selecionado, Para Milhomem (2010) a região lateral da polpa digital possui menor sensibilidade ao paciente, visto que a distribuição de nervos periféricos estão mais localizados na região central da polpa digital,  em seguida lavei as mãos e calcei as luvas ,realizai a antissepsia do local da punção com álcool a 70%, posicionei a agulha perpendicular as linha das impressões digitais, perfurando a pele em um movimento rápido e preciso, diminuindo assim a ansiedade do paciente, toquei a gota de sangue na ponta da fita que contém o reagente, cobrindo toda a área do reagente, pedi para o paciente manter pressão local até que o sangramento cesse, em seguida aguardei o tempo exigido pelo glicosímetro, o resultado foi registrado no prontuário do paciente, o aparelho foi limpo externamente, e em seguida guardado em local apropriado.

 

 

4.1.4  QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE;

 

Para Timby (2007), deve-se montar um lancetador a fim de diminuir a sensibilidade do paciente, proporcionado assim um procedimento rápido e pouco doloroso, contudo não se dispunha na unidade de tal material.

 

 

4.2 O QUE FOI FEITO;

 

Banho de aspersão/ higiene oral/ higiene genital

 

4.2.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A higienização do paciente acamado proporciona conforto, e ainda ajuda a manter a integridade cutânea, aliviando a sensação de fadiga e desconforto da posição permanente e da umidade produzida pelo calor (CARMAGNANI, et.al 2009)

 

4.2.2 COMO FOI FEITO

 

ü  Inicialmente lavei as mãos, e calcei as luvas de procedimento;

 

ü  Informei ao paciente o procedimento, preparei material bandeja contendo;

 

  • Bacia com água morna
  • Sabonete líquido
  • Compressas
  • Toalha
  • Luvas de procedimento
  • Escova de dentes
  • Creme dental
  • Biombo
  • Saco plástico
  • Cuba rim
  • Comadre

ü  A privacidade do paciente foi preservada ao máximo possível, com auxilio de biombos

 

ü  Inicialmente auxiliei na  higiene oral, a cuba rim foi aproximada ao queixo do paciente, ajudei o paciente na escovação dos dentes, gengivas e língua, foi oferecido água para bochecho e logo após pedi para que o paciente despreza-se na cuba rim. O rosto do paciente foi limpo com água e sabão protegendo os olhos secando com toalha em seguida.

ü  A roupa de cama foi solta, juntamente com as vestes do paciente  deixando o mesmo coberto com lençol a fim de protege-lo do frio

ü  Ensaboei o  tórax  e enxaguei com compressa;

ü  Lavei as mãos do paciente, mergulhando-as na bacia com água e seque-as em seguida;

ü  Sequei cada segmento do corpo com compressas;

           coloquei a toalha de banho sobre o tórax do paciente, cobrindo-o até a região púbica;

ü  Enxaguei, sequei e cobri-lo com o lençol;

ü  Lavei as pernas fazendo movimentos passivos nas articulações, massageando as

           proeminências ósseas e panturrilha;

ü  Realizei a lavagem genital (feminina);

A paciente foi colocada em posição ginecológica

ü  Flexionei o joelho do paciente e lavar os pés, secando bem entre os dedos;

 

ü  Colocar o paciente em decúbito lateral, com as costas voltadas para você,

protegendo-a com toalha, lavar, enxugar e secar;

ü  Por fim foi realizada a massagem de conforto

 

4.2.3  QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

A higienização do paciente deve ser realizada com água morna, a fim de manter a temperatura do corpo do paciente devido sua debilidade, com auxilio de materiais como baldes, cuba rim, jarro/ bacia de inox, contudo o serviço hospitalar não disponibilizava de tais materiais, desta forma pode-se improvisar alguns materiais como por exemplo copos descatáveis, quanto a água foi utilizado ebolidor do próprio paciente para aquecer a água.

 

 

 

4.3  O QUE FOI FEITO

 

Curativo de escara grau III

 

4.3.1  POR QUE FOI FEITO;

 

 

O curativo é um procedimento de limpeza e cobertura aplicado a uma área do corpo que apresente lesão tendo como finalidades proporcionar ambiente fisiológico adequado a cicatrização; absorver a drenagem; proteger a ferida como de traumatismo mecânico e evitar a contaminação bacteriana exógena.(NETTINA,2003)

 

4.3.2 COMO FOI FEITO;

 

A ferida relacionava-se ao quadro de úlcera de decúbito grau III, localizada na região sacral, com cerca de 70% de necrose de liquefação, 30% de tecido granulativo,  podendo-se evidenciar odor característico de  infecção bacteriana, a lesão media aprox. 17cm de extensão;

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material (gaze, SF 0,9%, compressas, clorexidina degermante, hidrogel , AGE e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Formei um campo estéril com compressas;

ü  Realizei Antissepsia de bordas da pele integra com clorexidina a fim de diminuir a proliferação de microrganismos;

ü  Lavei a ferida com SF 0,9%;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei hidrogel no tecido necrótico a fim de promover o desbridamento autolítico;

ü  Utilizei age no tecido granulativo circulante;

ü  Fechei o curativo com gazes estéreis como cobertura secundária e esparadrapo;

 

4.3.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

O uso profilático de material apropriado (placa de hidrocolóide) é capaz de impedir que uma ulceração como esta tome tais proporções, e consequentemente interfira no estado de saúde do paciente comprometendo sua patologia de base (GOMES,COSTA E MARIANO 2005),  Torna-se necessário obter conhecimento específico dos riscos que o paciente acamado pode correr, quando não acompanhado devidamente pela equipe de enfermagem e quando o estabelecimento de saúde não dispõe do material necessário.

 

4

.   ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTO ENDOVENOSO

 

 

4.4.1

O QUE FOI FEITO

Administração de analgésico (CPM)

 

 

4.4.2

POR QUE FOI FEITO

A terapia medicamentosa,usada de forma isolada ou em combinação com outras medidas terapêuticas,é o alicerce para o controle da dor, a escolha do medicamento ,sua dose e seus horários de administração são críticos para obtenção do alívio imediato da dor. (TIMBY,2007)

 

 

4.4.3

COMO FOI FEITO

Primeiramente veriquei no prontuário do paciente a prescrição médica atentando para os cinco certos;

  • A medicação certa
  • O paciente certo
  • A dose certa
  • A via certa
  • A hora certa

ü  Localizei a medicação prescrita; dipirona injetável 1 ampola diluída em 8 ml de AD, Preparei a solução prescrita;

ü  Ao selecionar a  solução  verifiquei no rótulo, nome da solução;data de validade e estado de conservação da solução;

 Coloquei em uma bandeja e me dirigi a enfermaria do paciente, foi-lhe perguntado a existência de possíveis alergias sabendo-se que muitas vezes alguns pacientes podem apresentar  reações alérgicas a diversas medicações. Após isso foi administrado por polifix (o paciente já fazia uso de jelco hidrolisado) a medicação prescrita.

 

 

4.4.1

QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

          A Enfermeira primeiramente avalia se o medicamento prescrito está correto e, além disso, ela não deve supor que todos os fármacos presentes na gaveta do paciente devam ser fornecidos ao mesmo, a orientação da família e do paciente a respeito da administração do medicamento é extremamente importante no decorrer do procedimento.

 

 

4.5  O QUE FOI FEITO

 

 Curativo de ferida operatória fasciotomia sangrante

 

4.5.1 POR QUE FOI FEITO;

 

A hemorragia, ou sangramento a partir do local de uma ferida, é normal durante ou imediatamente após o trauma inicial ,contudo a referida incisão apresentava sangramento contínuo  há  + de 8hs pós operatório,  necessitando assim de hemostasia  foi realizado curativo com alginato de cálcio e compressivo local.

 

4.5.2 COMO FOI FEITO:

 

Foi solicitado a enfermeira responsável pelo setor a prescrição de alginato de cálcio pela planilha de curativos diário, conforme protocolo hospitalar, explicitando a necessidade da cobertura, preparei o carrinho de curativo

ü   Material ( gaze, SF 0,9%, compressas, clorexidina degermante, alginato de cálcio , atadura de crepe 20 cm e esparadrapo);

ü  Calcei as luvas estéreis;

ü  Retirei o curativo antigo, pressionando o local do sangramento;

ü  Formei um campo estéril com compressas;

ü  Realizei Antissepsia de bordas da pele integra com clorexidina a fim de diminuir a proliferação de microrganismos;

ü  Lavei a ferida com SF 0,9%;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei o alginato de cálcio (espuma) em toda área da lesão;

ü  Utilizamos como cobertura secundária gazes estéreis;

ü  Aplicou-se então a bandagem com ataduras estéreis por toda dimensão da lesão;

ü  O curativo mereceu observação contínua a fim de verificar a estase sanguínea.

 

4.5.3 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE;

 

A hemostasia de um ferimento deve ser realizada  rapidamente em casos de hemorragia local a fim de evitar o risco de choque, em um paciente pós-operatório. Kaltostat® é um curativo composto de fibras de alginato de cálcio e sódio que absorvem o exsudato da ferida ou solução salina transformando-se em uma camada firme de gel. Este gel forma um ambiente úmido e aquecido entre a ferida e o curativo e permite a remoção sem trauma, com pequeno ou sem nenhum dano para o tecido recém-formado,  não foi possível utilizar este curativo, porém, utilizou-se o alginato separadamente o que contribuiu de certa forma.

 

4.6   PROTOCOLO DE EXAMES LABORATORIAIS:

 

4.6.1 O QUE FOI FEITO ;

 

Entrega de solicitações de exames laboratoriais ao laboratório;

 

4.6.2 POR QUE  FOI FEITO:

 

Todas as solicitações de exames devem ser registradas, bem como comunicadas ao serviço de laboratório, tais atividades administrativas são inerentes e fundamentais no processo produtivo do Sistema de Enfermagem (SILVA, ERDMANN , CARDOSO 2008)

 

4.6.3 COMO FOI FEITO:

 

As solicitações foram comunicadas ao serviço de laboratório por telefone, depois foi preenchido o livro de protocolo com nome do paciente, registro e exames a serem realizados, a fim de comprovação da entrega das solicitações correspondentes, logo em seguida assinadas pelo técnico responsável pela coleta de exames.

 

4.6.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

 Uma rotina eficaz tem justamente a virtude de dispensar todo e qualquer questionamento. Assim, a experiência só será fonte de auto informação, no sentido restrito de reforço àquilo que está funcionando bem.

 

4.7  INSTALAÇÃO DE DIETA POR JEJUNOSTOMIA

 

4.7.1 O QUE FOI FEITO:

 

Preparo de dieta em (BIC) jejunostomia

 

4.7.2 POR QUE FOI FEITO:

 

Quando a alimentação pela boca torna-se inviabilizada, ou ainda insuficiente  existe a necessidade de manter a nutrição por outro meio, a jejunostomia é uma alternativa cirúrgica capaz de suprir tais necessidades ( DREYER et.al 2011).

 

4.7.3 COMO FOI FEITO 

 

A dieta industrializada foi mantida em temperatura ambiente a fim de manter a temperatura ideal, após atingir a temperatura ideal a mesma foi montada em um equipo de bomba de infusão (BIC) a marca utilizada foi a santronic;  Retirei o filtro do equipo visto que a dieta apresentava-se pastosa, conectei a dieta ao equipo, retirei o ar  adaptando-a a

bomba de infusão;

ü  Instalei o equipo na bomba;

ü  Conectei o equipo a sonda;

ü  Selecionei o volume total; 1000ml

ü  Selecionei o tempo de infusão; 24hs

ü  A opção de partida foi selecionada.

O gotejamento iniciou sem intercorrências.

 

Modelo padrão – HRA  

 

4.7.4 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE

 

De acordo com  Dreyer et.al (2011), o enfermeiro desenvolve papel orientador ao paciente jejunostomizado, contudo é importante enfatizar que não costuma ser rotina do enfermeiro na unidade hospitalar, provavelmente pela  demanda de pacientes e sobrecarga de trabalho.

 

4.8  RESTRIÇÃO MECÂNICA NO LEITO

 

4.8.1 O QUE FOI FEITO:

 

Restringir fisicamente os movimentos do paciente devido a agitação.

 

4.8.2 POR QUE FOI FEITO:

 

A técnica de restrição no leito é utilizada para prevenir acidentes em qualquer procedimento técnico, e evitar queda em pacientes com alto risco de violência (PRATES,2010).

 

4.8.3 COMO FOI FEITO:

 

            O paciente apresentava-se agitado mesmo após a sedação medicamentosa, o enfermeiro solicitou a contenção; inicialmente expliquei o que estava sendo realizado ao paciente de forma a esclarecê-lo sobre o procedimento.

ü  Material utilizado;

  • 4 faixas de crepom
  • Algodão

Foi necessário a ajuda de 4 pessoas para a realização do procedimento;

O paciente foi mantido em posição dorsal, envolvi tornozelos e punhos com algodão; a fim de evitar traumas posteriores, a atadura foi envolvida conforme mostra a figura abaixo;

 

 

 

                                                                                        *Imagens produzidas pela autora no programa paint

 

Os laços em oito favorecem a circulação sanguínea do paciente, bem como facilitar no processo de folga. Foram utilizados 4 pontos de contenção: punhos e tornozelos estes ligados a grade da cama, lembrando que estas se mantiveram levantadas para minimizar o risco de trauma

 

4.8.4 QUAL A APRENDIZAGEM COM A ATIVIDADE?

 

O paciente contido deve ser assistido pela enfermagem durante todo o tempo que estiver contido, teoricamente não deve ser contido fisicamente no leito por mais de 2 horas (PRATES,2010). Não foi observada tal atenção direcionada ao paciente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estágio Supervisionado II

 

ENFERMAGEM - FAVIP

 

Identificação da Empresa:

 

Nome: HOSPITAL REGIONAL DO AGRESTE

Bairro: INDIANÓPOLES

CEP: 55002970

Endereço: BR232

Cidade: CARUARU

Telefone: (81)37199400

 

Área na empresa onde foi realizado o estágio:

 POSTO I

Data de início: 01-09-2011 / Data de término: 14-09-2011

Duração em horas: 60 hs

Nome do profissional responsável pelo estágio:

Patrícia Câmara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades desenvolvidas no posto I

 

5. O QUE FOI FEITO:

 

5. 1.1   Limpeza de bolsa coletora de dreno cavitário

 

5.1.2  PORQUE FOI FEITO:

 

Para eliminar o acúmulo de líquidos em espaços potenciais; remover secreções  diversas (seromas, hematomas, secreções do trato digestivo, linfa, pus e material necrótico de regiões onde não seja possível a exposição e  limpezas repetidas) do local da cirurgia (CESARETTI, SAAD, 2002).

 

5.1.3 COMO FOI FEITO:

 

Inicialmente lavei as mãos, calcei as luvas de procedimento abri a bolsa plástica coletora, com cuidado, evitando tracionar o dreno; despejei o conteúdo da secreção da bolsa coletora, verificando o volume drenado, cor e odor do exsudato, observei a presença de sinais flogísticos no local de inserção do dreno, calcei a luva estéril lavei o local de inserção do dreno com soro fisiológico 0,9 % secando o local com gaze e posteriormente a pele a bolsa foi novamente fechada.

 

5.1.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

A bolsa coletora utilizada no dreno tubular foi uma bolsa de ostomia permanente, comumente utilizada em outras situações, cabe salientar que a bolsa deve estar estéril, visto que há contato direto com o sítio de incisão operatório, bem como a manipulação desta no momento da instalação, também torna-se necessário datar a mesma (CESARETTI, SAAD, 2002).

 

5.2.1  O QUE FOI FEITO:

 

Checagem do carrinho de parada

 

5.2.2  POR QUE FOI FEITO;

 

 

Cabe ao enfermeiro a função administrativa de recursos materiais, predominando a previsão e provisão, controle e a checagem conferir laringoscópios e outros equipamentos, preparar o material consignado, Checar o material que é encaminhado, Resolver problemas com equipamentos etc. (BARTOLOMEI, LACERDA 2006)

 

5.2.3 COMO FOI FEITO:

 

Os materiais foram conferidos de acordo com check list estabelecido pelo hospital, anexada ao lado do próprio carrinho, foi conferido data de validade das medicações, integridade do rótulo, e quantidade suficiente, estes foram verificados na primeira gaveta, ,  na segunda gaveta foram observados e organizados : material via aérea (laringoscópios, tubos, sonda de aspiração rígida etc) na terceira gaveta: material para acessos venosos (incluindo kit cateterização central); as pás desfibrilador e monitores cardíacos na quarta gaveta: para restante material : soros mais usados; prolongadores, torneiras, etc. Quanto ao desfibrilador foi conectado a rede elétrica, e testado. A reposição dos materiais faltantes foi feita mediante a solicitação ao serviço de farmácia.

 

5.2.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

De acordo com vários autores o carrinho de parada de emergência deve conter um selo em cada gaveta, bem como folha de registro diário para teste de desfibrilador, e registro de abertura do carrinho, itens não observados neste setor da unidade hospitalar

 

5.3 O QUE FOI FEITO:

 

Curativo de dreno torácico

 

5.3.1  POR QUE FOI FEITO

Os drenos torácicos, tubulares, geralmente exigem curativos oclusivos para evitar a ocorrência de pneumotórax  ( SOUZA, MOZACHI  2008)

 

5.3.2 COMO FOI FEITO:

 

A ferida cirúrgica relacionava-se a introdução de dreno torácico , localizado em hemi tórax D, com secreção sanguinolenta drenada em média intensidade, não evidenciando-se sinais de infecção;

 

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material ( gaze, SF 0,9%, clorexidina degermante,e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Lavei as bordas da ferida com SF 0,9%;

ü  Realizei a antissepsia do dreno com clorexidina alcoólica;

ü  Utilizei clorexidina degermante nas bordas da ferida a fim de diminuir a proliferação de microorganismos;

ü  Lavei novamente com SF 0,9%

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Fechei o curativo com gazes estéreis e esparadrapo;

 

5.3.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O tradicional curativo com gaze e esparadrapo, atualmente divide espaço com os filmes transparentes, porém a indicação da gaze e fita adesiva talvez nunca saía da rotina da assistência, devido a sua acessibilidade, contudo cabe salientar que os filmes transparentes mantém a visibilidade da ferida, podendo permanecer por mais tempo no leito da ferida, minimizando o risco de possível trauma local, durante a troca do curativo (TIMBY,2007).

 

5.4.1   O QUE FOI FEITO:

 

 

Tração e fixação de dreno cavitário

 

5.4.2   POR QUE FOI FEITO:

 

O enfermeiro deve tracionar drenos cavitários quando prescrito pelo médico assistente, a fim de  facilitar o escoamento de secreções provenientes da cavidade onde encontra-se o dreno ( HARAB, SILVA, PINTO 2009).

 

5.4.3  COMO FOI FEITO:

 

O dreno a ser tracionado encontrava-se totalmente introduzido na cavidade abdominal devido a movimentação brusca do paciente, este com restrição no leito, HD: fratura exposta de tíbia, trauma abdominal) realizado laparotomia exploratória, e mantido dreno cavitário por sutura, a própria sutura apresentava alguns pontos soltos, o que facilitou a introdução do mesmo,

     


Inicialmente lavei as mãos, calcei as luvas de procedimento retirei  a bolsa plástica coletora visto que esta apresentava-se parcialmente solta  desprezando-a, após isso foi verificado o volume drenado, cor e odor do exsudato, observei a presença de sinais flogísticos no local de inserção do dreno, este apresentava-se hiperemiado com drenagem característica de infecção bacteriana, calcei a luva estéril realizei a antissepsia  do local de inserção do dreno com soro fisiológico 0,9 % e clorexidina degermante secando o local com gaze e posteriormente a pele, foi solicitado uma bolsa coletora de ostomia permanente visto que a descartável apresentava fragilidades pela agitação do paciente, foi utilizado 1 pinça dissecção para retirada do dreno da cavidade abdominal, após a retirada do dreno o mesmo foi tracionado cerca de 1cm (CPM) logo após  foi improvisado uma fixação externa do mesmo com uma agulha 25x7 conforme mostra a figura abaixo:

                                                         *Imagens produzidas no paint pela autora                                           

 

 

Tal procedimento foi orientado pela preceptora do estágio, considerando-se rotina do hospital para tais casos. A bolsa coletora foi fixada com diâmetro 3mm.

 

 

5.4.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O profissional de enfermagem competente e habilidoso sabe que ao realizar um curativo em dreno de penrose ou cavitário , após traciona-lo conforme prescrição medica, deve colocar alfinete estéril apropriado para fixação de drenos (MARTINS et.al 2009) o que não foi observado nesta situação, havendo risco de penetração de material perfuro-cortante (agulha), na cavidade abominal do paciente.

 

 

5.5.1 O QUE FOI FEITO:

 

Remoção de sonda vesical de demora - Masculino

 

5.5.2 PORQUE FOI FEITO:

 

O paciente que se encontra em pós-operatório tardio, com funções urinárias fisiologicamente normais não necessita do uso de SVD, pois esta pode ser veículo de possíveis infecções oportunistas, por este ser um meio invasivo ( LUCCHETTI et.al 2005).

 

5.5.3 COMO FOI FEITO:

   

           

Expliquei o procedimento e sua finalidade ao paciente e/ou ao acompanhante, em seguida reunir o material; bandeja contendo: Seringa de 20 ml, gaze, coloquei biombos em volta do leito; lavei as mãos e calçei as luvas de procedimento; Realizei a antissepsia da via do cuff com algodão embebido em álcool a 70 %, adaptei uma seringa estéril na via do cuff para aspirar a água bidestilada ( volume que foi introduzido ); removi a sonda delicadamente,

recolhi o material do cateterismo e desprezei no lixo apropriado, o procedimento foi registrado no prontuário do paciente.

 

5.5.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

Através do procedimento foi possível aprimorar meus conhecimentos voltados a prática de SVD, enfatizando-se que se trata de uma abordagem rotineira do cotidiano.

 

 

5.6.1  O QUE FOI FEITO:

 

Curativo de ferida operatória aberta com instilação

 

5.6.2 POR QUE FOI FEITO:

 

Os curativos são realizados com os objetivos de proteger a ferida de lesões mecânica, firmar ou imobilizar a ferida, absorver drenagens, evitar contaminação por secreções corpóreas, favorecer a hemostasia, desbridar a ferida, inibir ou destruir microrganismos, proporcionar ambiente fisiológico úmido, que favoreça a cicatrização e proporcionar conforto físico e mental ao paciente (SANTORO et.al 2009).

 

5.6.3  COMO FOI FEITO:

 

A ferida cirúrgica relacionava-se a hérnia inguinal estrangulada , localizada em fossa ilíaca D, com secreção mucopurusanguinolenta drenada em grande intensidade, evidenciando-se sinais de infecção profunda;

 

Inicialmente preparei o material;

ü  Realizei a lavagem das mãos

ü  Preparei o material ( gazes, SF 0,9%, clorexidina degermante, alginato de cálcio, compressas e esparadrapo);

ü  Calcei a luva de procedimento;

ü  Retirei o curativo antigo, observando características;

ü  Calcei a luva estéril;

ü  Lavei as bordas da ferida com SF 0,9%;

ü  Utilizei clorexidina degermante nas bordas da ferida a fim de diminuir a proliferação de microorganismos;

ü  Irriguei a ferida com SF 0,9% com seringa de 20ml continuamente;

ü  Sequei as bordas da ferida ;

ü  Apliquei o alginato de cálcio em toda extensão da ferida a fim de absorver o excesso de exsudato da ferida;

ü  Apliquei compressas estéreis como cobertura secundária;

ü  Fechei o curativo com esparadrapo.

 

5.6.4 QUAL O APRENDIZADO COM A ATIVIDADE:

 

O curativo a vácuo impede a entrada de ar e permite criar um ambiente de vácuo dentro da ferida, reduzindo assim o seu volume e facilitando a remoção do fluido, contudo não pode-se utilizar deste recurso na unidade hospitalar, sendo possível a substituição por alginato de cálcio, substância também eficaz no processo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3- CONCLUSÃO;

 

 

 

              As atividades realizadas durante o período de estágio foram de extrema importância no que se refere ao conhecimento da relação técnica científica voltados as atribuições do enfermeiro no âmbito hospitalar contribuindo inexoravelmente na minha formação como enfermeira , tanto pelo suporte prático, como também no aspecto metodológico, e científico de como agir em determinadas situações que exigem do profissional pensamento rápido e eficiente no que se refere a prática diária.

              A variedade de prática executadas me possibilitou amplo conhecimento sobre diversas áreas do segmento hospitalar, houve integração entre o grupo de estágio, e os preceptores, utilizando-se didática de ensino eficaz, quanto aos referidos preceptores foi possível observar o elevado grau de conhecimento, bem como a capacidade de transmiti-los de maneira clara e concisa fazendo assim com que o conteúdo de ensino fosse absorvido da melhor forma por minha pessoa.

Assim percebe-se que o estágio curricular vem cumprindo sua finalidade, de ser um período de experiência para mim futura enfermeira, agregando tanto  informações técnicas como também o desenvolvimento das relações interpessoais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TIMBY, Bárbara K. Conceitos e habilidades fundamentais ao atendimento de enfermagem, tradução Margarida Ana Rubin . 8ª edição, Porto Alegre: Artmed, 2007.

 

 

 

 

 

 

 
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