MODALIDADES DA AVALIAÇÃO
 
MODALIDADES DA AVALIAÇÃO
 


MODALIDADES DA AVALIAÇÃO

Danielly de Lima Souza

RESUMO: Este artigo traz o histórico da avaliação educacional e alguns conceitos referentes à avaliação, como as modalidades de avaliação, classificadas por Haydt e Bloom, que são as avaliações educacionais: diagnóstica, formativa e somativa. A avaliação tem um importante papel contínuo e evolutivo no processo educacional, que busca o feedback na relação aluno-professor construir o conhecimento do aluno. No entanto, percebemos que essas três modalidades de avaliação são utilizadas de forma conjugada para garantir a eficiência do sistema de avaliação e a eficácia do processo de ensino-aprendizagem.

Palavras - chave: avaliação, modalidades de avaliação, feedback.


A avaliação caracteriza-se por ser um processo contínuo e evolutivo ao qual a prática do exercício mental é constante e permite a analise do conhecimento para que possa ser avaliado. Percebe-se ainda, que os conceitos de avaliação vão evoluindo historicamente, antigamente, as pessoas mais velhas e que detinham mais conhecimentos julgavam os demais diante de qualquer situação pelo simples fato de serem mais velhas e saberem mais, e posteriormente, com o surgimento da escrita a forma de avaliar passou a ser sistematizada e o conhecimento passa a ser registrado.
A avaliação da aprendizagem possibilita a tomada de decisão e a melhoria da qualidade de ensino, informando as ações em desenvolvimento e a necessidade de regulações constantes. Este artigo tem por objetivo diferenciar e explicar sobre as três modalidades da avaliação educacional usadas comumente pela escola. Bloom e Haydt classificam como avaliação diagnóstica, a formativa e a somativa.
Segundo Bloom, Hasting e Madaus (1975) a avaliação pode ser considerada como um método de adquirir o processar evidências necessárias para melhorar o ensino e a aprendizagem, incluindo uma grande variedade de evidencias que vão além do exame usual de ?papel e lápis?
Avaliação nasce junto à civilização humana, pois ela está diretamente ligada ao processo de ensino aprendizagem, aos quais estudiosos buscavam a compreensão progressiva do comportamento humano em seus aspectos de normalidade e anormalidade. Antigamente aqueles que detinham mais conhecimentos, como os anciãos, os sacerdotes e pajés, eram quem avaliavam os "simples mortais", ou seja, aqueles que não detinham tais conhecimentos só poderiam ser avaliados. Mediante a essa realidade, a transmissão dos conhecimentos passa acontecer com mais freqüência com a utilização da memória que serviria para guardar os mesmos e repassá-los para futuras gerações. Entretanto, com o surgimento da escrita, a avaliação passa a se tornar sistematizada e registrada documentalmente.
Em 1845, Horace Mann introduziu o sistema de exame escrito nas escolas americanas como forma de substituição dos exames orais, já em 1882, Francis Gralton, fundou o laboratório de testes em Londres com o objetivo de estudar os diferenças individuais utilizando medidas padronizadas e tratamento estatístico para os dados de avaliação. Em 1890, Alfredo Binet e Theophile Simon organizaram uma escala de idade mental das crianças, nas escolas de Paris, através de questionários que diagnosticariam a debilidade mental das mesmas. Na Inglaterra e Estados Unidos, Galton observou a criação do instrumento de medida criado por Binet na França, e o aperfeiçoou dando origem ao Q. I. (Quociente Intelectual). Estes teóricos pertencentes a 1ª Geração elaboração numerosos testes e por isso denominou?se como geração da "mensuração".
Com o empenho de Tyler, foram desenvolvidas tecnologias aplicadas e este passa a fazer parte dos teóricos da 2ª Geração, ao qual buscavam um melhor entendimento do objeto "avaliação", do alcance dos objetivos por parte dos alunos, buscando descrever o que seria sucesso ou dificuldade em relação aos objetivos estabelecidos. Neste momento, apesar da função técnica, o avaliador estava mais voltado a descrever padrões e critérios da avaliação. Esta 2ª Geração denominou-se de geração "descritiva, pois Tyler teve importante papel ao utilizar o termo avaliação educacional e foi denominado como o "pai da avaliação", sendo este o autor do modelo de avaliação. Tyler afirmava que avaliação consistia em uma constante comparação dos resultados da aprendizagem dos alunos com os objetivos previamente determinados na programação do ensino.
No Brasil, por volta de 1983, os teóricos Bloom, Hasting e Madaus tiveram maior expressão, utilizando-se do pressuposto tecnicista de educação, sendo estes autores considerados pertencentes a 3ª Geração, acreditavam que as situações do ensino organizadas sistematicamente e previamente produziriam as mudanças comportamentais esperadas naqueles que aprendiam. Entre as décadas de 70 e 80, foram formuladas características básicas dos manuais didáticos para os cursos de formação de professores, que nada mais era a descrição dos elementos do planejamento de ensino que surgiriam como pontos essenciais à organização e ao exercício de ensinar.
Segundo Luckesi (2002) "A nossa prática educativa se pauta por uma Pedagogia do Exame, ou seja, uso da avaliação da aprendizagem como disciplinamento social dos alunos, a utilização das provas como ameaça aos alunos, sob a égide do medo" e Comenius também comenta que o medo é excelente fator para manter a atenção dos alunos, como se o medo proporcionasse o aprendizado o aprendizado do aluno, o professor pode e devem usar esse excelente meio para manter os alunos atentos as atividades escolares (Séc. XVII). Ao analisar estes dois pensamentos relatados em momentos distantes, observa-se que o medo passa a ter a função de freio no contexto social, produzindo nos seres humanos uma personalidade submissa diante de seu papel na sociedade. Como conseqüência de algumas ações indesejáveis, o castigo é o instrumento gerador do medo, seja castigo explícito (físico) ou o castigo velado (psicológico).
Com o aparecimento da 4ª Geração, por volta da década de 80 e 90, surge um novo conceito de avaliação em que a característica principal é a negociação, havendo a busca do equilíbrio entre pessoas de valores diferentes, aos quais as divergências são respeitadas caracterizando esta avaliação como um processo interativo, negociado, fundamentado num paradigma crítico e transformador. Sinteticamente as gerações analisadas se apresentam resumidamente como: 1ª Geração que parte do ponto dos resultados de testes; a 2ª Geração parte dos objetivos propostos; a 3ª Geração preocupa com o julgamento de valor que se vai atribuir e por fim a 4ª Geração diferencia-se das demais, pois esta inicia com o processo de negociação.
A avaliação é um processo evolutivo de contínuas transformações, percebemos que o atual sistema de avaliação é mais um marco nesta caminhada ao longo da história educacional. Tendo em vista que a avaliação é um exercício mental que permite a analise, o conhecimento, o diagnóstico, a medida e/ou o julgamento de um objeto, sendo este objeto a própria realidade daqueles que a fazem. Mediante a evolução de conceitos de avaliação, nos deteremos neste artigo a explicar e diferenciar os três tipos de avaliação do rendimento escolar, segundo Haydt (2002) que são classificadas em três modalidades, as avaliações diagnóstica, formativa e somativa.
Comparando as situações: educacional e a clínica. Quando procuramos um médico, buscamos pelo menos duas coisas, um diagnóstico e um remédio para seus males. Imagine sair do consultório segurando nas mãos, em vez da receita, um boletim. Estado geral de saúde nota 6, e ponto final Doente nenhum se contentaria com isso, pois ninguém gostaria de se manter doente, e os alunos que recebem apenas uma nota no final de um bimestre, será que não se sentem igualmente insatisfeitos? Se a escola existe para ensinar, de que vale uma avaliação que só confirma "a doença", sem identificá-la ou mostrar sua cura? Diante da situação acima, os aspectos: pedagógico e clinico, chegam a assemelhar-se quanto aos seus objetivos que visam resultados e soluções para determinadas doenças no caso clínico e dificuldades de aprendizagem quanto a educação.
Assim como o médico, que ouve o relato de sintomas, examina o doente e analisa exames e radiografias, o professor tem à disposição diversos recursos que podem ajudar a diagnosticar problemas de sua turma. É preciso, no entanto, prescrever o remédio. "A avaliação escolar, hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a melhor aprendizagem", afirma a consultora Jussara Hoffmann. Na prática, um exemplo de mudança é o seguinte: a média bimestral é enriquecida com os pareceres, no lugar de apenas provas, o professor utiliza a observação continuada e multidimensional com instrumentos variados, escolhidos de acordo a cada objetivo. A avaliação formativa não tem como pressuposto a punição ou premiação. Ela prevê que os estudantes possuem ritmos e processos de aprendizagem diferentes. Portanto, o professor diversifica as formas de agrupamentos da turma.
Para muitos professores, antes, valia o ensinar, hoje, a ênfase está no aprender. Isso significa dizer que a mudança está em quase todos os níveis educacionais como currículo, gestão escolar, organização da sala de aula, tipos de atividade e, claro, o próprio jeito de avaliar a turma. O professor deixa de ser aquele que passa as informações para virar quem, numa parceria com crianças e adolescentes, prepara todos para que elaborem seu conhecimento. Em vez de despejar conteúdos em frente à classe, ele agora pauta seu trabalho no jeito de fazer para desenvolver nos alunos formas de aplicar o conhecimento no dia-dia escolar e em diversos ambientes.
A modalidade diagnóstica consiste na sondagem das situações do desenvolvimento do aluno, permitindo constatar causas de dificuldades de aprendizagem, algum trauma na vida do aluno que tenha causado bloqueios, assemelhando-se a uma avaliação diagnóstica médica. Essa modalidade possibilita o professor a fazer um mapeamento da classe, utilizando como instrumento de ensino as informações obtidas para planejar suas intervenções em sala de aula. Geralmente a avaliação diagnóstica acontece no inicio de cada ciclo de estudo através de uma reflexão constante, critica e participativa. Bloom também classifica a avaliação em três tipos, enfatizando que a avaliação diagnóstica é realizada para identificar os pontos fracos e fortes do aluno na área do conhecimento. Coll comenta sobre os objetivos desta avaliação ao falar que "obter informações em respeito às necessidades educacionais e formação dos alunos, nos momentos iniciais do ensino", trata-se de uma pré-avaliação que possibilite o educador a construir e/ou reconstruir estratégias pedagógicas para o melhor aprendizado de seus alunos. No entanto, é de extrema importância que o aluno também tenha conhecimento de si, quanto sua função social, que tem a ver como algo fundamental para o êxito escolar.
A predisposição para aprender tem múltiplos aspectos, como o tipo de motivação, resistência a frustrações. Porém, está estreitamente relacionada com o que denominamos, de autoconceito ou de autoconhecimento, fundamentando-se a motivação intrínseca para aprender quanto aluno. Luckesi argumenta que a avaliação diagnóstica deve ser voltada para a autocompreensão e participação do aluno, servindo com um instrumento auxiliar no processo de ensino-aprendizagem e não para aprovação e reprovação dos alunos. Outro ponto interessante que Luckesi aborda sobre a função da avaliação é a descoberta dos desvios da aprendizagem, pois se utiliza da autocompreensão que deve ser participativa na busca das causas dos ?problemas? do educando em sala de aula.
A avaliação formativa é geralmente realizada durante todo o processo de ensino-aprendizagem do aluno. Porém, é mais bem aproveitada quando o resultado (feedback) é rapidamente fornecido para os alunos e pelos alunos, permitindo que os mesmos possam reformular hipótesese construir seus conhecimentos Para Michael Scriven que acreditava que por meio de uma observação sistemática do aluno, o professor conseguirá aperfeiçoar as atividades em sala de aula possibilitando que o alunado aprenda com igualdade de condição. Para Fernandes (2009), a avaliação formativa caracteriza-se como ferramentas que ativam os processos mais complexos do pensamento, e conseqüentemente possibilitará o feedback co aluno.

Avaliar o aluno deixa de significar fazer um julgamento sobre a sua aprendizagem, para servir como momento capaz de revelar o que o aluno já sabe os caminhos que percorreu para alcançar o conhecimento demonstrado, seu processo de construção do conhecimento, o que o aluno não sabe e o caminho que deve percorrer para vir, a saber, o que é potencialmente revelado em seu processo, suas possibilidades de avanço e suas necessidades para a superação, sempre transitória, do não saber, possa ocorrer. Esteban (204. p.19)

Nessa perspectiva, os conhecimentos estão em constante construção e são estes que devem conduzir a ação educativa, pois o conhecimento existe em uma dimensão coletiva, e a heterogeneidade cultural e social das pessoas no grupo que impulsiona a condição dos processos. No entanto, o professor e o aluno são agentes ativos e participativos no processo educacional avaliativo e que possuem responsabilidades para que as aprendizagens ocorram de maneira satisfatória.
Perrenoud (1999) subdividiu em três modalidades a avaliação formativa, sob as perspectivas das regulações: regulações retroativas, regulação interativa e regulação pró-ativa. Para o autor, essas modalidades de avaliação formativa ocorrem de maneira relacional, pois sempre há associações entre as regulações. A regulação retroativa acontece como uma "remediação", ao qual o professor efetuará uma ação retrospectiva dos conhecimentos já transmitidos para os alunos e posteriormente realizará as intervenções necessárias que amenizem e/ou cessem as defasagens no conhecimento do mesmo. A regulação pró-ativa acontece como elemento que antecede os procedimentos que estimularão a aprendizagem. Nesta, professor e escola estão passando por um período investigativo sobre o contexto dos alunos, sobre as aprendizagens já solidificadas, sobre quais os interesses do grupo de discentes, sobre quais os recursos disponíveis e quais as possíveis dificuldades que antecede a prática pedagógica. É a regulação do planejamento e criação de estratégias diante da realidade dos alunos.
A regulação interativa promove a interação entre professor-aluno-conhecimento, ao qual, o professor compreende os processos de ensino-aprendizagem do educando, e o mesmo compreende o seu processo interno de aquisição do conhecimento e suas dificuldades. Segundo Perrenoud (1999) "é a comunicação contínua entre professores e alunos" (p. 116). Na regulação interativa as regulações retroativa e pró-ativa estão inclusas, que configuram a perspectiva de associação entre as três modalidades. A regulação interativa não deve incidir na atividade proposta, mas sim em uma ação que gere aprendizagem, pois nem toda atividade gera aprendizagem. Segundo Perrenoud (1999) "(...) o professor deverá maximizar o conflito cognitivo e todos os processos suscetíveis ao desenvolvimento e fortalecimento dos esquemas ou saberes" (p. 116). De acordo com a fala de Perrenoud, o professor, na prática, deverá planejar as aulas criando nas atividades ações que proporcionem aprendizagens, pois nem toda atividade gera a aprendizagem. Para isso, o professor deverá investir tempo e motivação na preparação e condução das situações de aprendizagens, fazendo assim as regulações interativas.
A avaliação somativa é aplicada quando o aluno consegue atingir a meta para aquele exame, ou seja, é a nota final de um curso ou de uma serie, desta forma saberá se o aluno obteve ou não rendimento. O educador também identificará seu trabalho dentro do sistema do processo de ensino-aprendizagem. Na prática educacional, percebemos uma tendência elevada da avaliação somativa em detrimento das avaliações diagnósticas e formativa. Tal percepção é nítida no predomínio do "modelo vestibular" e o "modelo prova" que segue um modelo tradicional de ensino.
As avaliações não são excludentes entre si, pois uma avaliação pode conter características diagnósticas, formativas e/ou somativa ao mesmo tempo em que buscam objetivar como constante e positivo o processo de ensino-aprendizagem em um ciclo interativo, em que se diagnostica forma, classifica e diagnostica novamente, buscando possíveis soluções para determinadas inquietações do aluno.
A avaliação serve ainda como auxilio para classificar os objetivos mais significativos e as meta educacionais pré-estabelecidas pela escola e/ou professor. Utilizando-se da reflexão, o professor avalia a sua própria pratica profissional que contribuirá positivamente para a prática docente e para a aprendizagem dos educandos. Naturalmente, a avaliação do processo educativo quando feita de maneira reflexiva, critica e participativa, tem como o resultado a garantia de resultados e objetivos fidedignos que explicitem o real valor dos alunos mediante a avaliação realizada.









CONCLUSÃO
Os tipos de avaliações não são excludentes entre si. Uma avaliação pode ter características diagnósticas, formativas e/ou somativas ao mesmo tempo, servindo para dois objetivos simultaneamente. Um bom processo de ensino-aprendizagem consiste em um ciclo interativo em que se diagnostica forma, classifica e diagnostica novamente causas de dificuldades educativas. Um educador que negligencia um ou outro tipo de avaliação geralmente e/ou provavelmente não deve colher bons resultados. Caso o professor não tenha diagnosticado no início do ano letivo, o mesmo pode cometer o erro de tentar ensinar algo que o aluno não é capaz de aprender, por falta de conhecimentos básicos para construir seu conhecimento. O aluno que não teve avaliações formativas ao longo do curso pode não ter um bom desempenho na avaliação somativa, por falta de autocompreensão dos assuntos e negligenciar um estudo mais aprofundado.
O aluno também é um agente ativo no processo avaliativo, portanto, possui algumas responsabilidades, que devem ser observadas, para que as aprendizagens ocorram de maneira satisfatória. Eles precisam participar dos processos de aprendizagem, utilizando os instrumentos de avaliação, como uma forma de perceberem como seus conhecimentos estão sendo construídos. Eles precisam, também, utilizar o feedback oferecido pelo professor e regular suas aprendizagens por intermédio da análise de seus processos cognitivos e metacognitivos. Os alunos precisam, ainda, conduzir processos de auto-avaliação e serem autores de sua própria aprendizagem, demonstrando iniciativa e autonomia.









REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Aprendizagens Através da Avaliação Formativa por Edlene do Socorro Teixeira Rodrigues. Disponível em:
http://www.pedagogia.com.br/artigos/avaliacaoformativa/

Contexto histórico da avaliação: Implicações e suas dimensões. Disponível em: http://www.docstoc.com/docs/20207479/CONTEXTO-HIST%C3%93RICO-DA-AVALIA%C3%87%C3%83O-IMPLICA%C3%87%C3%95ES-E-SUAS-DIMENS%C3%95ES

CURTO, Lluís Maruny, MORILLO, Maribel Ministral, TEIXIDÓ, Manuel Mirales. Escreve e ler e ler: como as crianças aprendem e como o professor pode ensiná-las a escrever e a ler, vol. 1; trad. Ernani Rosa ? Porto Alegre: Aertmed, 2000.

Material didático da UNIP, Grupo 7.2; Módulo 11
O processo histórico da avaliação, por João do Rozario Lima. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-processo-historico-da-avaliacao/48584/
Os três tipos de avaliação por Marcelo Akira Inuzuka. Disponível em: http://marceloakira.blogspot.com/2006/10/os-trs-tipos-de-avaliao-para-poder.html
VASCONCELOS,, Celso dos Santos. Avaliação da aprendizagem: práticas de mudança - por uma práxi transformadora. São Paulo ? cadernos pedagógicos do libertad, vol. 6, 1998

Artigos sobre Avaliação Formativa, disponível em: http://www.pedagogia.com.br/artigos/avaliacaoformativa/index.php?pagina=1

PERRENOUD, Phillipe. Avaliação: da excelência à regularização das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre, Artmed, 1998. disponível em www.adidatica.com.br/arquivos/



 
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