INCLUSÃO SOCIAL E A ESCOLA PÚBLICA
 
INCLUSÃO SOCIAL E A ESCOLA PÚBLICA
 


INCLUSÃO SOCIAL E A ESCOLA PÚBLICA

ALEXANDRO SOUSA COSTA


RESUMO

No âmbito político, todos devem ser considerados igualmente livres, e a igualdade deve ser absoluta. Já no quem tange à esfera econômica, a igualdade deve ser relativa, pois a propriedade privada não pode ser igualada. No contexto individual, sabemos que as diferenças estão sempre se manifestando e devem ser preservadas na vida social, como garantia de liberdade. Essas discussões de questões que envolvem vários tipos concepções de deficiências, de diagnostico e prognostico e muito relativo, pois ate que ponto se pode ter uma decisão de limitação e qual o melhor ensino para essas pessoas com deficiências


Palavras chave: Diferenças. Limitação. Liberdade.

ABSTRACT

According to the public sphere, all human being are free and have the same rights for the low. On the other hand, in the economic sphere depend of each situation. However, in the private propriety the level is not the same for all over them. In the individual context, we can analyze that there are several kinds of differences show up and this have to keep going to bear in mind this freedom. These subjects whose talk over about of the deficiency, of diagnostic and prognostic is not something sure as we can think about is there a top to get into the limitation? What is the better way to teach people with deficiency? As is necessary to analyze better a scientific study more sociable.


Key words: Differences. Limitation. Freedom.


INTRODUÇÃO

O impacto que a inclusão tem causado no meio escolar, e nas instituições de ensino em geral, e principalmente, nas especializadas, e entre os pais de alunos com ou sem deficiência, vem provocando um aparecimento de muitas duvida na compreensão, isso vem retardando a implementação de movimento e contribuições de desenvolvimento escolar para todos os alunos.
Preconceitos, antigos métodos, velho currículo, e atitudes de paradigma dogmáticas da educação ainda ocultam o verdadeiro sentido dessa inovação. O grande propósito desse artigo é contribuir para um olhar critico da sociedade na inclusão escolar.
Por isso, procura-se proporcionar nesse trabalho sugestões e proposta que contribua como novidade ou provocação com base nos pesquisadores que muito lutam por uma reflexão objetivada da inclusão social.
Mas, as ideologias e as conclusões práticas que esses pesquisadores nos apresentam, constituem muitos mais que um manual para professores exercer a inclusão e grandes possibilidades de inovação e transformação em suas dimensões pedagógicas, culturais, social e humanista.
Portanto, um dos principais enfoques apresentado nesse artigo serão as estratégias para tirarem proveitos de maneira social e histórica e das diferenças entre alunos para um melhor sucesso social na educação pública.
E tirar o melhor proveito dos questionamentos aqui citados, no entanto, mostrando sempre que por mais que anos, décadas, séculos se passam mais, há a esperança de um mundo socialmente igualitário, sem regras pré-estabelecidas para uns e para outros não

1 A ESCOLA COMO FORMA DE INCLUSÃO SOCIAL

Igualdade é uma coisa que muitas pessoas falam mais será que realmente existe esse tipo de sentimento, quando pensam em igualdade será que querem ser iguais ou diferentes. Essa questão trás dois tipos de situação esse assunto é ainda hoje muito polemico, tema para varias discussões e debates.
Essa idéia vem desde os primórdios do tempo na era clássica, a desigualdade não era encarada como um problema a exigir grandes explicações e soluções. Não gerava vários questionamentos. Observa-se que a cultura ocidental não foi moldada pelos textos jurídicos e políticos, mas sim pelo cristianismo.
Quem incutiu esse pensamento e fortalecido pelo tempo foi à igreja, com a filosofia que teríamos de ser igual perante a igreja, a vista de Deus todos somos iguais sem distinção de raça, cor ou credo, e pela divulgação desse pensamento, foi fortalecido e levado esse conhecimento para as lei, que deveríamos ter os mesmos direito perante a lei, todos os cidadões são iguais, sem distinção de qualquer natureza, apesar de ser afirma, concomitantemente, que as desigualdades sócias e regionais devem ser reduzidas pela ação do Estado, por meio da erradicação da pobreza e da marginalização.
No âmbito político, todos devem ser considerados igualmente livres, e a igualdade deve ser absoluta. Já no quem tange à esfera econômica, a igualdade deve ser relativa, pois, a propriedade privada não pode ser igualada. No contexto individual, sabemos que as diferenças estão sempre se manifestando e devem ser preservadas na vida social, como garantia de liberdade.
Constitui verdade inquestionável o fato de que, a todo o momento, as diferenças entre os homens fazem-se presentes, mostrando e demonstrando que existem grupos humanos dotados de especificidades naturalmente irredutíveis. As pessoas são diferentes de fato, em relação, à cor da pele e dos olhos, quanto ao gênero e à sua orientação sexual, com referência às origens familiar e regional, nos hábitos e gostos, no tocante ao estilo. Os seres humanos são diferentes, pertencem a grupos variados, convivem e desenvolvem-se em culturas distintas. São, então, diferentes de direito. É o chamado direito à diferença; o direito de ser, sendo diferente.
As discussões foram mais enfatizadas na década de 70, nesse momento pensou-se em novas formas de inovações para a cultura e ideologia, como o avanço da tecnologia, a transformações ocorrida no mundo surgimento de varias coisas no mundo os vírus, imagens, vídeos, terapêuticas, cds, vacinas,computadores; isso tudo tem interferido na cultura, subculturas, contraulturas, multiculturas,padronização de culturas, assimilação. Assim, essas novas diferenças acabam por se impor, tanto no âmbito coletivo como no individual, e são possíveis a todo instante e em qualquer lugar.
Entre essas diferenças se dá uma que esta em nosso cotidiano e que se prolonga todo o tempo, a diferença na escola. Esse assunto é muito discutido em várias mesas de debates, e vários estudiosos tentam buscar uma forma de incluir ou associar essas diferenças; no Brasil o conceito de integração escolar já esta ultrapassado por muitos autores.
Essas discussões de questões que envolvem vários tipos concepções de deficiências, de diagnóstico e prognostico e muito relativo, pois, ate que ponto se pode ter uma decisão de limitação? Qual o melhor ensino para essas pessoas com deficiências?
Esse sistema é fortemente defendido pelo sistema de inclusão social, pois, o paradigma defendido e que essas pessoas tem sua necessidade atendida segundo os profissionais que atuam no ensino especial. A indiferenciação entre os significados específicos reforça como vem sendo tratada a vigência do paradigma tradicional de serviços, conservado por muitos tradicionais que defendem a integração.
A escola publica tem hoje uma visão de inclusão e ascensão, mas na realidade ela esta sendo apenas uma forma de reter pessoas que por alguma forma não tem uma capacidade de aprender, então ela funciona como um galpão de pessoas, que não são ditas normais, por não seguir o padrão que é exigido no sistema escolar.
Embora se tenham uma preocupação para se criar escola especializada para atender essa clientela, uma busca de integra essas pessoas no meio social, mas na sua funcionabilidade ou na sua realidade e diferente, não se preocupa com sua integração e sim com a sua deficiência, pois, não busca meio de integrar no meio regular, mas de se acomodar, deixando passar o tempo, não fazendo o seu papel de integração ou de inclusão.
Essa omissão e responsável por vários fatores, dentre eles esta a evasão escolar e o alto índice de repetência onde a escola não busca entender a realidade do aluno e suas limitações, não questiona qual a sua dificuldade não tenta resolver. Uma das conseqüências da escola pública é a questão da pobreza, que não é levado em conta, O aluno que não consegue acompanha a progressão da escola, e sua necessidade financeira econômica é também social.
Hoje se percebe que a sociedade tem uma preocupação para definir o que e integração social, e o seu significado, até que ponto se pode se integrar ou excluir-se, a integração e o processo de integra; essa integração se inicia ao nascer que a criança passa por varias etapas de sua vida, ela vai desenvolvendo o seu sentido, seu pensamento e suas ações, através de sua interação com sua família e outras pessoas, e o meio que envolve a sua vida. Segundo, Elisa Caputo Ferreira & Guimarães:

O termo "integração" não deve ser tomado de forma unívoca, como se todas as pessoas falassem ao mesmo tempo de uma mesma cosa, atribuindo-lhe um sentido único. Ao contrário, a integração aparece envolta numa serie de significados, que variam desde a inserção plena dos deficientes na sociedade até a sua preparação para uma possível inserção social. (2006, p.110)


Ao se pensar em meio de integração social, tem que se levar em conta formas de inverti na educação e na possibilidade do individuo não somente na freqüência como também em material que serão utilizados, essas propostas tem que ser estudadas de forma a integrar os alunos e o tipo de deficiências que serão levadas em conta, e como será realizado o trabalho.

Cada vez mais o profissional tem buscado meios de aproximar a educação de sua clientela para uma realidade mais próxima, tentando fazer com que esses individuam tenham realmente uma educação com dignidade, não é fácil, pois, a luta e muito grande não depende só de uns poucos mais tem vários percal cios pelo caminho, garantir o direito a uma educação como dita dentro da normalidade tem que saber que tipo de informalidade está tratando até que ponto e que serão levadas esse grau de dependência e como será feita essa migração das salas especiais para as normais.
Esse assunto é bastante discutido e muito se tem feito para garantir esse direito para essas pessoas ditas deficiente, mas por que são consideradas deficientes, por não acompanhar um padrão dito normal, mais na constituição e legal que o direito é para todos, então e de direito que essas pessoas tenham a possibilidade de viver em meio dito normais para se ter um parâmetro de igualdade social, político e filosófico, e sim entender qual real necessidade do individuo até que ponto expressa fins diferentes, sejam pedagógico, sociais e filosóficos.
Esse processo seria de adequação para esse individuo, ele teria que ser inserido em um meio dito normal com horário pré estabelecido de normas a serem seguidas, ter os seus desejos respeitados, liberdade para escolher, trata-se de torna a vida mais comum possível, e não de transforma um individuo biológico em um ser normal, e sim de adequar os meios existentes as suas reais necessidade.
Nesse tipo de integração implica uma nova visão de um novo paradigma para a educação, fazendo com que aproxime mais o aluno de uma realidade dita normal, com isso respeitando os seus direitos, fortalecendo as relações entre pessoas portadoras de necessidade retirando qualquer possibilidade de rotulação e objetivando sua inclusão e sua integração.
A inclusão de crianças com deficiência tem sido mais enfatizada com mais firmeza depois da reforma da educação, visando dar meios de sustentação para uma educação de qualidade para todos os alunos, a inclusão basea-se no modelo social da deficiência, de acordo com o qual para incluir todas as pessoas, a sociedade deve ser modificada, precisa ser capaz de entender a necessidade todo os seus membros.
Esse método de inclusão busca a eficácia de que todos devem esta dentro da escola, mais que sua necessidade deve ser atendida da melhor forma possível, nesse sentido preconiza uma consciência coletiva de que a diferença pode se transforma em uma parte positiva, quando se busca o repito a suas limitações desenvolve sentimento de cumplicidade, sensibilidade de amor, e aprende a crescer a viver com as diferenças ou semelhança, o aluno com deficiência inserido no ambiente inclusivo, podem apresentar melhor desempenho no âmbito educacional, social e ocupacional, isso traz resposta positiva para o sistema educacional, gerando um grupo com mais solidez em cultura onde se cria mecanismo de inclusão social, integrando todos no processo de crescimento e desenvolvimento do progresso do país.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Desde os primórdios o homem tem buscado por meio de estudos e pesquisa, forma de explicações para a sua existência, para atender suas curiosidade e seus anseios, tendo em vista várias forma de explicar a sua origem.
O homem em sua capacidade de pensar tenta de várias maneiras encontrar meios para desenvolver o seu conhecimento, com isso torna-se insensível, deixando de lado os seus sentimentos e compaixão com o próximo, essa busca desenfreada por um lugar ao sol faz da escola uma forma de exclusão social. Pois, deixa de fora as pessoas que não consegui acompanhar o desenvolvimento da turma, muitas vezes não está preparado o prédio, os alunos, o corpo pedagógico, para encarar pessoas portadoras de necessidade especiais.
Não se esta aqui a tecer referências visíveis e sensíveis de gênero, raça, religião, cor de pele ou dos olhos, perceptíveis à primeira vista, estamos falando das deficiências congênitas, de transtornos mentais, que pode desencadear situações que muitas vezes estão sendo negadas. Deixada de lado, pois, é muito fácil não importamos com o próximo, não os ajudando em suas limitações.
Até que ponto os estudiosos estão imbuindo para inclusão social do aluno, e que tipo de sistemática tem sido levado em consideração para que esse crescimento esteja de comum acordo para o crescimento desses individuo.
Ninguém está de fora de ser avaliado pelo olhar de uma pessoa, quando percebe-se qual o tipo de deficiência. Tenta-se de alguma forma rotular essa pessoa, mas quando chega-se a termos essa atitude deixa-se de sermos racional e tornamo-nos irracional.
Todos nós merecemos uma oportunidade assim, como as pessoas portadoras de necessidades, pois, temos propostas de inclusão é na prática torna-se necessário, fazer vale o direito de liberdade, o direito de escolha o direito de ir vir, na sociedade.


REFERÊNCIAS

-FERREIRA, Maria Elisa Caputo e Guimarães, Marly. Educação inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2008
-STAINBACK, Susan. Inclusão: UM Guia para Educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999









 
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