Fatores que Interferem na Obesidade Infantil ? Atuação do Enfermeiro na Atenção Primária
 
Fatores que Interferem na Obesidade Infantil ? Atuação do Enfermeiro na Atenção Primária
 


Resumo


Obesidade Infantil é o Acumulo Excessivo de Células de Gordura no Corpo. Diante deste Problema e o Desejo de Saber quais os principais Fatores que levam a Obesidade Infantil, e atuação do Enfermeiro na Atenção Primária, Surgiu o Desejo de Realizar esta Pesquisa, os Objetivos que Norteiam este Estudo Identificar quais os principais fatores que levam à Obesidade Infantil e Verificar de que forma o Enfermeiro da Atenção Primária pode intervir nessa situação.
Assim, foi feita uma revisão bibliográfica sobre o tema, considerando conceitos fundamentais acerca da obesidade Infantil, destacando O que é a Obesidade, os Fatores Emocionais e Psicológicos a Influencia da Família e o Papel do Enfermeiro.
Observou-se que a Família tem grande Responsabilidade, nos maus Hábitos Adquiridos pela Criança.
Desde o Nascimento até a fase Adulta deve-se ter o Acompanhamento pelo Enfermeiro, Notou-se que o Profissional de Enfermagem é uma pessoa dotada de Possibilidades, no sentido de Evitar que essa Problemática apareça na Fase Adulta
O Enfermeiro, Atua Educando, Conscientizando, á adoção de práticas Alimentares Saudáveis, desta forma, Desenvolve Atividades Promovendo Educação em Saúde, ensinando novos valores, tanto no aspecto Econômico, e Cultural, como na prevenção e Intervenção das Doenças.
















1.INTRODUÇÃO


A obesidade é caracterizada pelo excesso de gordura depositado no tecido adiposo. É um dos principais distúrbios nutricionais nos dias de hoje, para desencadear esta síndrome vários fatores são de grande relevância como aspectos emocionais, socioculturais, ingestão inadequada de alimentos, diminuição nas atividades físicas. (SPADA, 2005)
É importante ressaltar que o ambiente familiar tem significativa representação, entre a combinação de fatores associados, que desencadeiam a obesidade. A alimentação rápida "fast-foods", pobre em fibras e repleta de calorias é o carro chefe que conduz a pessoa a adquirir excesso de peso. O sedentarismo e a própria obesidade, tendem a conduzir a criança a ficar cada vez mais obesa, assim, contribuindo para o aumento da obesidade infantil, e o sedentarismo (MELLO; LUFT; MEYER, 2004).
A obesidade é um distúrbio multicausal, onde ocorre um armazenamento excessivo de gordura no tecido adiposo. Vários autores como: Sigullem 2001, Spada 2005, Accioly 2005, Luiz 2005, entre outros elencam vários fatores que podem influenciar a regulação do peso:
? Fatores emocionais e psicológicos, como depressão, ansiedade, desestruturação familiar.
? Fatores biológicos, desequilíbrio no sistema hormonal, regulações neuro endócrinas.
? Fatores hereditários, ocorrência em outros membros de uma mesma família.
? Fatores socioculturais, compulsão alimentar.
Por conta dos fatores de agravos citados entende-se que a prevenção deve estar em todas as fases do desenvolvimento da criança desde a gestação. (SPADA, 2005).

É considerável que o excesso de peso aumenta os agravos da saúde, podendo em longo prazo contribuir para o aparecimento de várias patologias como: Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Aterosclerose, Diabetes tipo II, Hipercolesterolêmica, Degeneração das Articulações, problemas Cardiovasculares, problemas Psicológicos e comportamentais entre outros. (LUIZ et al. 2005).
Existem várias conseqüências precoces e em longo prazo que acabam comprometendo o desenvolvimento físico e emocional na infância, tendo maior probabilidade de apresentar baixa auto- estima e dificuldade na aprendizagem. (CLAUDINO et al, 2005).
Estimular atividade física agradável ? brincadeiras do tipo pique ? esconde, cobra cega, elástico, soltar pipa, pular amarelinha, corda etc. (ACCIOLY et al, 2005).
Estabelecer uma alimentação balanceada em horários regulares e manter hábitos saudáveis. (LACERDA et al, 2004).
O papel do enfermeiro é colaborar para a formação de hábitos alimentares, orientando por meio de grupos de apoio e palestras a respeito do consumo adequado de nutrientes tanto para as crianças como aos seus familiares. (MELLO 2005).















1.1 Objetivos.

ü Identificar quais os principais fatores que levam à Obesidade Infantil;
ü Verificar de que forma o Enfermeiro da Atenção Primária pode intervir nessa situação.





























2. Metodologia


Acredita-se que esta pesquisa bibliográfica contribuirá de maneira significativa, para que de maneira geral, todos os responsáveis pela saúde infantil compreendam melhor as circunstâncias e dimensões dos problemas que envolvem a obesidade infantil, favorecendo assim uma melhor educação, proporcionando a todos um levantamento de estudos sobre os devidos cuidados e conseqüências que envolvem todo o problema de sobrepeso na saúde infantil.



















3.1 Fatores Emocionais e Psicológicos

Na sociedade em que se cultua cada vez mais o corpo perfeito, desde a infância, os padrões de beleza influenciam de forma negativa como fonte discriminatória entre as crianças. Culminando em isolamento psicossocial e alterando seu desenvolvimento socioeconômico na vida adulta. (BUSSE, 2004).
Devido ao impacto negativo que a descriminação acarreta frequentemente a criança se torna marginalizada pelos colegas, se refugia no computador e TV e acabam desenvolvendo sintomas de depressão. (LUIZ et al, 2005).
Segundo Luiz, 2005 fazem-se necessário salientar que transtornos depressivos, desencadeiam uma série de alterações, como sentimentos de tristeza irritabilidade, súbitas mudanças no comportamento, alterando e prejudicando totalmente o desenvolvimento da criança.
O autor afirma ainda que desavenças familiares tragam grandes alterações no comportamento alimentar das crianças, pois tentando chamar a atenção dos pais ou até mesmo numa forma de suprir a falta de afeto comem compulsivamente.
















4. A influência da Família na Vida dos Filhos

Na concepção de Spada (2005), a família na sua essência, se torna o primeiro educador em alimentação para as crianças, e o fator que provoca atenção no meio familiar é a quantidade de alimentos e não sua composição. Promover o padrão de hábitos alimentares saudáveis é muitas vezes esquecido, atribuindo ênfase na quantidade no lugar da qualidade.
Entende-se que o processo de bons hábitos alimentares deve abranger toda a família, já que os adultos servem de exemplo para as crianças. Significa que quando os pais demonstram hábitos alimentares saudáveis influência a conduta alimentar de seus filhos de forma positiva e duradoura. Ressaltando que há um desafio em promover uma alimentação benéfica, pois esta se trata de mudança de hábitos alimentares (PANDOLFI; COSTA, 2008).
Neste contexto, atribui-se à família o compromisso de formar a cultura alimentar da criança, de forma a criar uma gama de possibilidades para que ela adquira suas preferências alimentares. Rotemberg e Vargas (2004) defendem que o momento de alimentar-se assim como o de comer está em níveis mais elevados que a simples função do ato biológico enquadra-se basicamente na seleção, o consumo, o ritual da preparação das refeições, a distribuição, a digestão do alimento, enfim uma combinação de fatores culturais que envolvem todo esse processo.
Os autores relatam ainda que em função do nível da idade do indivíduo criam-se tipos de alimentação diferenciados, no sentido de atender a recomendações diversas, assim como proibições, de acordo com as composições dos alimentos dispostos para a ingestão. Neste caso, com o propósito de enquadrar-se de acordo com o estado de saúde da criança e dos vínculos sociais em que o mesmo está inserido, a família possui um papel fundamental na introdução e manutenção desses alimentos na dieta da criança (ROTENBERG; VARGAS, 2004).







4.1 Família


Em função de ser a vida humana formada por fases distintas, cabe à família oferecer condições propícias para que a criança evolua em sua trajetória, com o máximo de saúde. Neste momento crucial de crescimento do ser, é de fundamental importância que os membros familiares entendam essas fases, no sentido de propiciar condições para que o desenvolvimento do mesmo seja coberto de êxito. Neste caso, Zeferino et al. (2003) acrescentam que se deve ter sempre em mente de que o primeiro ano de vida da criança oferece o máximo de atenção, por ser nesse período que o tecido adiposo se desenvolve e pelo fato de a família sempre achar que criança gorducha é sinônimo de saúde.
Esta cultura de criança gorda deve-se banir e proporcionar a esta uma alimentação sadia. Sendo assim, os pais precisam ficar atentos quanto à conduta alimentar de seu filho e proporcionar um cardápio estabelecendo horários, tipos e quantidades dos alimentos desejáveis, não obrigá-las a comer tudo, e sim, deixá-las a ter seu próprio limite (MAHAN; STUMP, 2005).
Nesse contexto atribui-se à família, a responsabilidade de conduzir a criança a padrões alimentares saudáveis, no sentido de promover o crescimento adequado.
Além disso, os pais deveriam ter a concepção de que a alimentação de uma criança deve ser relacionada a muito diálogo, esclarecendo as vantagens de uma alimentação balanceada e saudável. Sendo assim, não se deve constringir a criança à mesa brigando ou criticando-a, para que ela não venha descontar suas frustrações ao se alimentar. E sim, elogiando e relembrando os bons hábitos alimentares (FERNANDES; VARGAS, 2007).
Para um bom desenvolvimento e crescimento cheio de normalidade entre as crianças, se faz necessário à adoção de alimentação nutricionalmente adequada. No entanto, nota-se que há um declínio quanto ao consumo de alimentos básicos e tradicionais na mesa dos brasileiros, que é formada pelo popularmente conhecido feijão com arroz. Consequentemente registrou-se um aumento elevado de produtos de origem industrial, voltado para a classe que detém um grande quantitativo de açúcar, gorduras saturadas e trans, presentes nos biscoitos e refrigerantes e lamentavelmente baixíssimo consumo de frutas e hortaliças, LEVY-COSTA et al., 2005).
Portanto, cabe ao enfermeiro e demais profissionais de saúde, conscientizar a família quanto à adoção de práticas alimentares saudáveis, favorecendo a adequação de a cultura alimentar das crianças que habitam no mesmo espaço, pois, é notório que as crianças passam a gostar dos alimentos que são ofertados. Assim sendo, deve-se ofertar tipos de alimentos que oportunizam em preferências alimentares saudáveis, e que se tornarão permanentes até sua vida adulta, com o intuito de favorecer a criação de ciclos que perpetue por gerações (MONTEIRO; VICTORA; BARROS, 2004).
Também é de responsabilidade da família o incentivo de práticas saudáveis de vida, como atividades físicas regulares, visto que o sedentarismo é um dos principais fatores predisponentes à obesidade infantil.






















4.2 Educação e Prevenção da Obesidade Infantil.



Entende-se por educação em saúde: um processo de capacitação das pessoas proporcionado por uma abordagem sócio educativo que assegure conhecimento, habilidades e formação da consciência crítica para tomar uma decisão pessoal com responsabilidade social, incluindo políticas públicas e reorganização de serviços (BARROSO, VIEIRA, VARELA, 2003, P. 18).
De acordo com Nettina (2003) a American Nurses Association incluiu em seus padrões de cuidado a aplicação da educação em saúde, e neles a enfermagem tem um papel significativo na aplicabilidade desses cuidados. Ações voltadas à promoção da adaptação aos efeitos residuais da doença, a manutenção e a promoção da saúde são os pilares centrais que o enfermeiro deve se sustentar.
Sabe-se que informações atualizadas no campo da saúde são um direito do público, desta forma a educação em saúde representa um dos conhecimentos que o profissional de enfermagem deve dominar para com isso ofertar melhor qualidade de vida ao povo. Há de convir de que um público bem informado, que faça questionamentos significativos a respeito de saúde e dos serviços de cuidados de saúde, também contribui significativamente para a promoção da educação em saúde (SMELTZER; BARE, 2005).
Nota-se que nos últimos anos, no Brasil, a mídia tem investido na difusão da adoção de novas práticas alimentares e com isto é notada uma mobilização no sentido de adequar os hábitos alimentares. No entanto, cuidados devem ser observados quando for transmitir orientações acerca de alimentação saudável em especial quando referenciar-se a crianças, não devendo restringir-se exclusivamente a dietas nutricionais, mas preparar os pais para obterem os conhecimentos sobre práticas saudáveis, e a importância de refeições em família para ampliação dos vínculos familiares, e a construção de uma sabedoria alimentar (GIUGLIANO; CARNEIRO, 2004).





Atento a essa dinâmica, o profissional de enfermagem na função de educador desempenha funções não somente na promoção da educação específica à criança e a família, ele deve focar a assistência em âmbito mais expressivo, ou seja, focar os olhares nas necessidades educacionais das comunidades. O auto cuidado da população advém de comportamentos adquiridos na aprendizagem, desta forma Vê-se a importância da atuação do enfermeiro em atribuir atenção maior nos aspectos da educação como forma de prevenção (SMELTZER; BARE, 2005).
Dessa forma ao enfermeiro cabe desenvolver atividades no sentido de promover a educação em saúde, visto que no âmbito do processo de ensino-aprendizagem objetiva-se a absorção de novos valores tanto nos aspectos que se referem às práticas de boa saúde, como aos socioeconômicos, culturais e religiosos, com reflexos diretos em melhoria da qualidade de vida (BRASIL, 2006).
No contexto da educação em saúde percebe-se que o enfermeiro é o elo central, assumindo o perfil de educador capaz de desenvolver atividades voltadas à orientação em saúde e a conseqüente prevenção de doenças. É de fundamental importância que o enfermeiro desenvolva a atuação de educador, socialize seu conhecimento nas diversas áreas de prevenção, oferte melhor qualidade de vida à população. Desta forma, as despesas direcionadas a procedimentos médicos certamente diminuirão, assim como a alta complexidade dos males, já que os mesmos foram interceptados precocemente, favorecendo o êxito no tratamento do paciente (CARVALHO et al.; 2004).












5.2 Tratamento.

A obesidade é uma patologia com altos percentuais de insucesso e de recidivas, por de difícil controle. (ESCRIVÃO ET AL, 2000)
Mello, et al, 2004 afirma que as condutas de dietas saudáveis devem ser implantadas já desde o primeiro ano de vida.
Quando o tratamento for direcionado à criança os cuidados devem ser dobrados, pois não poderá haver restrições excessivas, pois isto seria prejudicial, pois níveis e nutrientes, vitaminas e macro nutrientes tendem a diminuir no organismo causando outros agravos a saúde, neste caso o tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiras bem como professores de educação física, com a intervenção de todos estes profissionais o tratamento terá uma maior efetividade. (LUIZ, et al, 2005).
Mello, et al, 2004 propõe um sistema de programa inovador, para que a conscientização nutricional seja implantada, pois com isso o tratamento se direcionara para uma alteração de comportamento, e não para dietas em curto prazo, estes programas são propostos para obter se mudanças graduais. Entretanto programas que envolvam atividades físicas rigorosos demonstram benefícios significativos, mas não duradouros.
Para que haja sucesso no tratamento, seja ele qual for é necessário o envolvimento de toda família, pois as mudanças de hábitos alimentares são lentas e gradativas. (BARBOSA, 2004).











Discussão dos resultados

A obesidade nos é considerada atualmente como um problema de saúde pública devido a sua prevalência que vem crescendo ao longo dos anos.
Neste estudo, verifica-se que os pais tem um papel importante no Estado Nutricional da Criança, principalmente as de estatos socioeconômicos mais baixos. Detecta-se que, quanto mais cedo diagnosticado o sobrepeso/obesidade, problemas de saúde futuros poderão ser evitados.
Nos artigos encontrados, constatou-se que muitos fatores interferem no processo que desencadeia o sobrepeso/obesidade, como por exemplo, o consumo alimentar inadequado, falta de atividade física, distúrbios metabólicos, dentre outros.
No caso da criança, o processo de crescimento sofre interferências de vários fatores como os genéticos metabólicos e más formações, alimentação inadequada, desmame precoce e condições de vida precárias.
A obesidade sendo um agravo de maior intensidade pode predispor a criança a várias complicações como problemas respiratórios, Diabetes, Hipertensão Arterial Sistêmica, dislipidemia, entre outros. Além disso, pode levar ao isolamento social devido à discriminação e preconceito da sociedade. Neste contexto, estas crianças podem se tornar adultos obesos. O diagnóstico precoce dos distúrbios nutricionais é fundamental na infância para se iniciar um programa de acompanhamento e prevenção do sobrepeso/obesidade.
Ela necessita de profissionais de saúde que estejam mais próximos da comunidade e tenham contato direto com a mesma. É a Estratégia de Saúde da Família (ESF) ou Unidade Básica de Saúde (UBS) que é responsável pela atenção primária na comunidade. Percebe-se, no entanto, que o enfermeiro é o profissional de saúde que mais se aproxima deste espaço, buscando desenvolver a educação em saúde, que é uma de suas competências. Com relação à Atenção Básica à Saúde, o enfermeiro é capacitado para atuar nesta área, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) da área de Enfermagem. O Enfermeiro deve estar apto a desenvolver ações de promoção, prevenção, proteção, intervenção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo.



Considerações Finais

Concluiu-se pelo exposto nessa pesquisa bibliográfica que, o tratamento da obesidade começa desde a infância que se não cuidada e prevenida pode trazer conseqüências para toda vida. No entanto, é vital que a família, a escola, os serviços de saúde, os profissionais de Educação Física, estejam atentos para identificar precocemente quais são as crianças com maior risco de se tornarem obesas.
Sabe-se que os fatores que desencadeiam a obesidade são de grande preocupação, pois todos eles acabam levando o obeso a serem propenso a uma série de patologias graves, estes agravos à saúde vêm ocorrendo cada vez mais precocemente na população infantil.
O papel do enfermeiro, juntamente com uma equipe multidisciplinar é de extrema importância, pois com esta junção dos profissionais da saúde conseguir-se a um resultado efetivo e de qualidade na prevenção e promoção da saúde.
Esta pesquisa, não teve a pretensão de simplificar obesidade infantil e restringindo o tamanho da doença meramente a um artigo científico. Mas com certeza, estará contribuindo para a melhoria dos padrões educacionais no desenvolvimento da saúde infantil.
 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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Sobre este autor(a)
eu faço pós graduação na Unasp Universidades Adventista de São Paulo, minha monografia é sobre Obesidade Infantil Tema: Identificar quais os principais fatores que levam a Obesidade Infantil, conhecendo de que forma o Enfermeiro da Atenção Primária pode contribuir para o controle desta s...
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