A EDUCAÇÃO FÍSICA NO MELHORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDA E CONSCIENCIA AMBIENTAL
 
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO MELHORAMENTO DA QUALIDADE DE VIDA E CONSCIENCIA AMBIENTAL
 


Nádia Ferreira de Araújo Almeida[1]

Sérgio Servulo Ribeiro Barbosa[2]

Resumo

A Educação Física é vista como veículo para o melhoramento da Qualidade de Vida ocasionando o desenvolvimento de habilidades físicas, cognitivas, afetivas, sociais e ambientais, proporcionando um estado de bem-estar ás pessoas que praticam atividades físicas. O exercício físico é elemento fundamental para regulação da qualidade de vida do ser humano. Este estudo, de natureza qualitativa tem como objetivo a inserção da Educação Ambiental nas aulas de Educação Física ampliando os conteúdos já desenvolvidos pelos educadores físicos, mais especificamente no âmbito pedagógico.Estar saudável corporal e mentalmente e também desenvolver atividades em um ambiente "saudável" isento de poluição e fazendo com que os alunos aprendam a conservar o ambiente em que vivemos.

Palavras-chave: Educação Física. Qualidade de Vida. Inserção. Educação Ambiental.

Introdução

A Educação Física deve proporcionar e estimular, a seus agregados, a adoção de comportamentos favoráveis para a manutenção ou aprimoramento de componentes do estilo de vida relacionados à saúde. Para isso, utiliza o processo ensino-aprendizagem, por meio de vivências sistematizadas de diversas dimensões da cultura do movimento humano (SANTOS, 2005). Também está estruturada em componentes que podem contribuir para elevar os níveis de saúde e para a maximização da qualidade de vida.

Conforme Minayo et al. (2000), qualidade de vida é uma noção eminentemente humana que se aproxima do grau de satisfação encontrado na vida familiar, amorosa, social e ambiental.

Assunção Jr. et al. (1999) afirma que a qualidade de vida representa uma tentativa de nomear algumas características da experiência humana, sendo ele o fator central que determina a sensação subjetiva de bem-estar. Para Shin & Johnson, citados por ASSUNÇÃO ET AL. (1999), ela consiste na possessão dos recursos necessários para a satisfação das necessidades e desejos individuais, a participação em atividades que permitem o desenvolvimento pessoal, a auto-realização e a possibilidade de uma comparação satisfatória entre si mesmo e os outros.

O termo qualidade de vida engloba vários aspectos da vida de uma pessoa, tendo como base, a população em geral. Do ponto de vista positivo, essa expressão é feita a uma pessoa que tem um grau de satisfação elevado com a vida. Mas uma boa qualidade de vida depende de uma série de fatores: como a dimensão emocional, dimensão física e a dimensão ambiental.

Leite (1990) firma que, problemas como: estresse físico e psicológico ou problemas de saúde são bastante comuns quando se percebe que a maioria da população em cidades grandes sofre pelo fato de viverem em moradias pequenas, convivendo em ambientes com pouco contato social, e assim, diariamente absorvendo em si uma série de angústias e sofrimentos. O exercício físico é elemento fundamental para regulação da qualidade de vida do ser humano, assim como relata SHARKEY (2002).

De acordo com Montti (2005), atividade física é definida como um conjunto de ações que um indivíduo ou grupo de pessoas pratica envolvendo gasto de energia e alterações do organismo, por meio de exercícios que envolvam movimentos corporais, com aplicação de uma ou mais aptidões físicas, além de atividades mental e social, de modo que terá como resultados os benefícios à saúde.

A prática da atividade física regular orientada permite que o corpo tenha sua musculatura fortalecida e ao mesmo tempo flexível (WAGORN et all,1993). Auxilia na perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom").

Ajuda também na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento das habilidades psicomotoras.

Em síntese a atividade física traz uma sensação de bem estar, aumento no "bom humor", e melhoramento na qualidade de vida reduzindo o sedentarismo e sensação de cansaço físico e mental dos indivíduos.

O problema de pesquisa se configura da seguinte forma: Como o educador físico é capaz de trabalhar qualidade de vida através da realização de atividades físicas e ações de melhorias ambientais?

Como objetivo geral temos: identificar como a Educação Física, e o profissional da área, podem atuar no melhoramento da qualidade de vida ligada à conscientização ambiental. Como objetivos específicos temos: Despertar o interesse e a busca de conhecimentos do profissional de Educação Física para problemas ambientais que é preocupação da população mundial; Conscientizar a população de maneira geral da importância da prática de atividades físicas com orientação do educador físico e sobre a importância de tal prática em condições climáticas mais favoráveis, ambientes mais conservados, não poluídos drasticamente pelo homem.

O artigo a ser desenvolvido é uma revisão bibliográfica de artigos já publicados sobre Educação Ambiental e visa principalmente rever o papel do professor de Educação Física na Educação Ambiental e de como o mesmo deve procurar se orientar sobre os problemas ambientais que hoje vem causando grande preocupação em toda sociedade, e procurar transmitir aos alunos informações necessárias para que eles se conscientizem e ajudem a "ressuscitar" nosso Planeta.

Influências ambientais na prática de atividades físicas

Há grande preocupação na pesquisa desenvolvida em aprimorar, bem como, desenvolver, técnicas pedagógicas que norteiam a qualidade de vida em práticas docentes modernas e vinculadas à consciência ambiental. Em âmbito geral, cabe aos educadores físicos, reconhecer e ensinar sobre a problemática ambiental e como ela interfere na prática de atividades físicas e consequentemente na qualidade de vida.

Caberá ao educador moderno mediar à teoria da educação ambiental e suas relações com a prática de atividades físicas. É de responsabilidade do educador permitir esclarecimentos básicos, que possibilitem perceber que, apesar de altamente benéfica, é curioso notar, que, em determinados ambientes a prática de exercícios físicos propicia uma maior exposição aos fatores de poluição ambiental, podendo ocasionar um efeito retrógrado na qualidade de vida.

Entre eles:

üAtividades físicas realizadas em áreas descobertas, ao ar livre, propiciam um período de maior exposição à radiação ultravioleta, favorecendo condições ao desenvolvimento de câncer de pele;

üAtividades aeróbicas aumentam a freqüência respiratória que traz consigo gases nocivos e fuligem (carbono) ao pulmão, decorrentes do agravamento da poluição do ar;

üCom a elevação da temperatura global, a prática de atividades físicas provoca uma desidratação mais rápida, prejudicando reações metabólicas essenciais;

üAtividade física conduz a um maior consumo de água potável, cada vez menos disponível no planeta, portanto mais urgentes devem ser tomadas medidas conservacionistas.

É fato que, a ameaça à sobrevivência humana em face da degradação dos recursos naturais, a extinção das espécies, o aquecimento da temperatura devido ao agravamento do efeito estufa e a escassez de água fizeram a questão ambiental ocupar um lugar de destaque nos debates internacionais e nos meios de comunicação em massa. Essa exploração exaustiva de recursos naturais a fim de promover um alto crescimento econômico expôs um cenário ambiental preocupante, no qual os recursos preciosos à vida começam a rarear devido ao consumo excessivo e a poluição que compromete a qualidade dos mesmos.

Inúmeras conferências alertam para este fato e tratam o problema com severidade, demonstrando através de estudos à necessidade de medidas globais e urgentes. Surge, então, a necessidade de gerir os recursos e suas formas de utilização de maneira sustentável, a fim de reverter o atual quadro de degradação ambiental que ameaça a qualidade de vida e a própria existência humana no planeta. Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.

De acordo com a Teoria de Gaia (nome da antiga deusa grega pré-helênica que simbolizava a Terra viva), elaborada pelo cientista britânico James Lovelock em 1969, todos os seres vivos existentes no Planeta dependem uns dos outros para manter o equilíbrio da vida e a Terra é vista como uma entidade viva. A Teoria de Gaia argumenta que a Terra se comporta como um grande organismo vivo capaz de se auto-regular e reagir às mudanças (CAPRA, 1997, p. 90)

Segundo Margulis (1972):

Em outras palavras, a hipótese de Gaia afirma que a superfície da Terra, que sempre temos considerado o meio ambiente da vida, é na verdade parte da vida. A manta de ar - a troposfera - deveria ser considerada um sistema circulatório, produzido e sustentando pela vida... Quando os cientistas nos dizem que a vida se adapta a um meio ambiente essencialmente passivo de química, física e rochas, eles perpetuam uma visão mecanicista seriamente distorcida, própria de uma visão de mundo falha. A vida, efetivamente, fabrica, modela e muda o meio ambiente ao qual se adapta. Em seguida este 'meio ambiente' realimenta a vida que está mudando e atuando e crescendo sobre ele. Há interações cíclicas, portanto, não-lineares e não estritamente determinista. (CAPRA, obra cit., p. 90; CAMPBELL, 1990; ELIADE, 1997).

Tendo em vista a hipótese de Gaia, é necessário que o homem se conscientize que a prática de exercícios físicos para melhoria da qualidade de vida não está desvinculada à proteção e conservação dos recursos ambientais. E que o profissional de Educação Física seja capaz de desempenhar este papel.

Segundo a ONU (Eco 1992), a educação ambiental é a melhor forma para alcançarmos um desenvolvimento sustentável e, assim, resolvermos grande parte dos problemas ambientais. No Brasil, a lei 9795 de 27 de Abril de 1999, determina a educação ambiental como componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.

A problemática ambiental constitui um importante espaço catalisador e produtor de valores regulatórios da qualidade de vida. Neste sentido, a consciência ambiental, torna-se essencial as práticas docentes, como suporte de uma vida moderna, consciente, sustentável e ecologicamente correta. É fato que os profissionais de educação física podem desempenhar um papel fundamental.

O educador físico não diminui sua importância no âmbito escolar, mas sim assume uma nova postura perante aos alunos e a sociedade, além de professor de Educação Física será um orientador, conscientizador de aspectos também relacionados à Educação Ambiental.

A Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta ética, condizentes ao exercício da cidadania.

Segundo Vasconcellos (1997), a presença, em todas as práticas educativas, da reflexão sobre as relações dos seres entre si, do ser humano com ele mesmo e do ser humano com seus semelhantes é condição imprescindível para que a Educação Ambiental ocorra. Dentro desse contexto, sobressaem-se as escolas, como espaços privilegiados na implementação de atividades que propiciem essa reflexão, pois isso necessita de atividades de sala de aula e atividades de campo, com ações orientadas em projetos e em processos de participação que levem à autoconfiança, à atitudes positivas e ao comprometimento pessoal com a proteção ambiental implementados de modo interdisciplinar.

O professor de Educação Física deve buscar orientar os alunos dos valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado à destruição inconseqüente dos recursos naturais e de várias espécies.

Haja vista os horizontes de um momento histórico concreto e contemporâneo, em que a qualidade de vida representa uma das maiores ascenções humana; é possível que a Educação Física participe na melhoria da qualidade de vida, bem como, o entendimento de que a mesma está relacionada com medidas antropogênicas de conservação ambiental.

Portanto, já foi dado um grande passo pela humanidade e pelo Brasil para a preservação de nosso planeta, cabem a nós, professores de Educação Física, formadores de opinião, trabalharmos com afinco para conscientizarmos o maior número de pessoas, agindo como dispersores desta conscientização, esclarecendo que o uso indevido e sem controle dos recursos naturais acabará por voltar-se contra todos nós.

O professor de Educação Física e a questão ambiental

Para nós professores de Educação Física a conscientização ambiental dos alunos será de grande valia para um melhoramento na qualidade de vida dos mesmos, e conseqüentemente dos seus pais, irmãos, amigos e da sociedade em geral.

No presente estudo há uma grande preocupação com o ambiente em que o aluno desempenha as atividades físicas. Com isso, educador físico deve se preocupar com o desempenho de atividades que contribuam com o melhoramento da qualidade de vida dos seus alunos e também saiba orientá-los que não adianta estar desempenhando atividades que lhes proporcionem bem estar se no ambiente em que tais atividades são desenvolvidas a poluição do ar, da água e do solo são nocivas à saúde, e a esse bem estar que o exercício físico propicia.

No estudo que fiz referentes a artigos já publicados não encontrei nenhum que fizesse a ligação de como é preciso o professor de Educação Física desenvolver a qualidade de vida por meio de atividades físicas e também ser um conscientizador do grande problema que enfrentamos hoje que é o aquecimento global.

Vários artigos já foram publicados referentes à inclusão da Educação Ambiental no âmbito escolar, um exemplo foi o artigo escrito por VARGAS E TAVARES (2004)cujo tema abordado é A Educação Ambiental no contexto da Educação Física Escolar, o qualteve como objetivo elaborar uma proposta para o desenvolvimento da Educação Ambiental (EA) no meio escolar através da Educação Física (EF).

Segundo Vargas e Tavares(2004):

Temos convicção de que as idéias meio ambientais devem estar presentes em todos os espaços que educam o cidadão, desde praças e reservas ecológicas, passando por sindicatos e movimentos sociais, até chegar ao sistema educacional, este considerado como um dos locais privilegiados para a consecução da EA (Reigota, 1994). O que concordam Medina e Santos (2000), quando justificam a inserção da EA no currículo, no sentido de uma renovação educativa escolar visando uma melhoria na qualidade de ensino, respondendo às necessidades cognitivas, afetivas e éticas, capaz de contribuir para o desenvolvimento integral do sujeito. (p.2)

Um novo entendimento na relação do ser humano com o ambiente então deve ser concebido, partindo de uma leitura crítica e reflexiva do entorno, caracterizada por um pensar global à cerca das problemáticas meio ambientais a partir da ação local. Este pensamento deve ter claro que os recursos naturais de nosso planeta são finitos e necessitam uma maior atenção à cerca dos recursos renováveis e não renováveis, conjuntamente a uma justa redistribuição e solidariedade que é outro princípio da Educação Ambiental. Finalmente esta solidariedade se fará presente a partir de uma nova ética, sensibilizadora e transformadora para as relações integradas homem/sociedade/meio ambiente, privilegiando o alcance de uma melhor qualidade de vida para todos os seres deste planeta.

De acordo com Tavares (2003)

É preciso ambientalizar os currículos de EF, não apenas praticar atividades de saídas de campo: trilhas ecológicas, práticas de ginástica ao ar livre, excursionar, etc. Mais do que isto é preciso educar em valores. A ambientalização das aulas de EF passa pela ética como proposição fundamental da EA, no intuito de educar em valores. Valores que suplantam os méritos das vitórias esportivas, mas do "verdadeiro espírito desportivo", que pressupõe respeito, oportunidade, acesso ao conhecimento relativo às práticas corporais como fator indispensável às relações entre os seres humanos e destes com a natureza, propiciando uma melhor qualidade de vida para a população.

O que concordam Medina e Santos (2000), quando justificam a inserção da EA no currículo, no sentido de uma renovação educativa escolar visando uma melhoria na qualidade de ensino, respondendo às necessidades cognitivas, afetivas e éticas, capaz de contribuir para o desenvolvimento integral do sujeito.

No estudo desenvolvido, a implantação da Educação Ambiental é viável para área escolar, mas não substituindo o papel da Educação Física que proporciona a melhoria da aptidão física, o desenvolvimento intelectual e a manutenção do equilíbrio afetivo ou emocional; utilizando uma abordagem sistêmica, diria-se que a Educação Física atua sobre os domínios psicomotor, cognitivo e afetivo. O professor precisa se instruir para não apenas trabalhar como educador físico, mas também orientador dos danos irreparáveis que o homem está causando no meio ambiente.

Para isto se faz necessário uma transformação nos valores e atitudes, afirma GUIMARÃES (2000), para que se ande em direção a uma nova ética, sensibilizadora e transformadora para as relações integradas homem/sociedade/meio ambiente.

Considerações Finais

De acordo com Santos (2005), uma nova visão de Educação Física requer multi e interdisciplinaridade, na tentativa de juntar os pedaços de um homem fragmentado, buscando a superação de uma concepção de ser humano essencialmente biológico, para ser concebido segundo uma visão mais holística, onde se considera os processos históricos, de ordem social, cultural, política, econômica, ambiental e tecnológica.

Modernos estudos de educação ambiental evidenciam a necessidade de experiências humanas diretas com a natureza para que ocorra uma efetiva mudança de atitude ambiental. Caberá então, a criação de procedimentos e diretrizes que permitam esclarecimentos básicos para reduzir ou reverter ações antropogênicas poluidoras que restringem a qualidade de vida. Nesse sentido, o Programa Nacional de Educação Ambiental (PNEA) sugere a intervenção, de forma equilibrada, das múltiplas dimensões da sustentabilidade ambiental para a proteção, recuperação e melhoria das condições ambientais e da qualidade de vida no país. Nesse contexto, o profissional então, sente-se desafiado a satisfazer essa retórica, e, ao mesmo tempo, promover medidas significativas ao desenvolvimento humano. Tendo em vista o compromisso com a qualidade de vida, a introdução de um pacote de programas pedagógicos, visa melhor assistir os profissionais de educação física com todas as suas especificidades.

Nos artigos já publicados o profissional de Educação Física praticamente se anula perante a Educação Ambiental, ele se preocupa somente com questões de cunho ambiental e esquece seu papel de educador físico. Nesse artigo em andamento, a Educação Ambiental é interligada com a Qualidade de Vida e o respectivo papel a ser desenvolvido pelo professor de Educação Físico.

Saúde e qualidade de vida são interpretadas considerando o universo social no qual se encontram inseridos. Decorre daí a necessidade de avaliá-los na perspectiva das Ciências Sociais. Conceitos são reavaliados em uma perspectiva distinta.

Para que o professor de Educação Física esteja apto a desenvolver a Educação Ambiental no âmbito pedagógico é necessário que a mesma seja inclusa no currículo disciplinar oferecido na graduação de Educação Física.

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[1] Aluna do Curso de Educação Física do Centro Universitário do Triângulo - UNITRI

[2] Orientador. Professor do Curso de Educação Física do Centro Universitário do Triângulo - UNITRI

 
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Nádia Ferreira de Araújo Almeida, 23 anos, graduada em Educação Física e especialista em Fisiologia do esporte.
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