SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA: A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NO COMBATE A OBESIDADE
 
SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA: A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NO COMBATE A OBESIDADE
 


Dayane Franciny de Oliveira Caldeira e
Nathália Gomes Tirado


RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo enfatizar as causas, conseqüências, doenças relacionadas à obesidade, como: diabetes tipo II, apnéia, hepatite, osteoporose, doenças cardiovasculares, problemas estruturais, hipertensão arterial, e os benefícios de se obter uma vida mais ativa e saudável. Devido o aparecimento dessa série de doenças e para a prevenção das mesmas, é de grande importância praticar atividades e exercícios físicos regularmente, com a prescrição e acompanhamento de um profissional de Educação Física, onde cabe ao mesmo além de combater a obesidade que vem crescendo significativamente em todo o mundo, conscientizar os benefícios de praticar atividades físicas. Dessa forma, contribuindo positivamente na mudança de hábitos alimentares e o estilo de vida da sociedade, melhorando a auto-estima da população, promovendo uma melhor qualidade de vida, juntamente a sociabilização.


Palavras-Chave: saúde, qualidade de vida, atividades e exercícios físicos, obesidade.


ABSTRACT: This paper aims to highlight the causes, consequences, obesity-related diseases, such as type II diabetes, sleep apnea, hepatitis, osteoporosis, cardiovascular diseases, structural problems, hypertension, and the benefits of obtaining a more active life and healthy. Because the appearance of this series of diseases and the prevention thereof, is of great importance to practice activities and regular exercise, with the prescription and monitoring of a professional physical education, where it is the same in addition to fighting obesity has increased significantly around the world, educate the benefits of physical activities. Thus, contributing positively to the changing eating habits and lifestyle of the society, improving self-esteem of the population, promoting a better quality of life, along with socialization.


keywords: health, quality of life, activities and physical exercise, obesity.


INTRODUÇÃO


O presente trabalho é uma breve síntese sobre a importância da atividade física como meio para combater ou prevenir o aparecimento de diversas doenças, tais como: doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, osteoporose, entre outras.
A obesidade acontece nos primeiros anos de vida, entre 5 a 6 anos e na adolescência, tem crescido entre o público infantil cerca de 10% a 40% nesses últimos 10 anos (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, 2010).
O estilo de vida da sociedade provocou inúmeras mudanças nos hábitos da população, assim, contribuiu diretamente para o crescimento da obesidade, devido à falta de bons hábitos alimentares e o sedentarismo, envolvendo fatores ambientais (âmbito familiar, escolar e meio onde vive), econômicos (poder aquisitivo) e genéticos.
A prática regular de atividade física vai além do controle de peso, trás grandes benefícios, tanto psicológico, quanto físico e social, sendo denominada uma medicina esportiva, auxiliando na prevenção e reversão de doenças. "A saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade" (Organização Mundial da Saúde, citado por Lewis, 1986, p.1100).
O trabalho apresentará algumas doenças precursoras da obesidade, exercícios recomendados para o público obeso, junto à atividade física como qualidade de vida e o papel do profissional de Educação Física para combater a mesma.


1. OBESIDADE E OBESIDADE MÓRBIDA


A obesidade é uma doença crônica multifatorial, onde a ingestão alimentar é superior ao gasto energético, ocorre o acumulo de gordura corporal. O individuo denominado "obeso" ultrapassa a gordura corporal do individuo denominado "gordo" (aquele que esta acima do seu peso ideal), a partir daí a obesidade pode desencadear diversas doenças, tais como: doenças cardiovasculares, digestivas, renais, diabetes, problemas ortopédicos, hepáticos entre outras.
A avaliação da obesidade pode ser feita medindo a circunferência da cintura ou pela razão da circunferência da cintura e do quadril e por meio do Índice de massa corpórea (IMC). O IMC é um método simples de se medir a gordura corporal, foi desenvolvida na Bélgica pelo estatístico e antropometrista, Adolphe Quételet, é calculado dividindo o peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura em metros (equação: IMC = kg / m2 ); (WIKIPÉDIA, 2010).
A diferença de um indivíduo obeso e um gordo é referente ao cálculo do IMC, após o cálculo é utilizada uma tabela (existem outras tabelas mais detalhadas), a Organização Mundial de Saúde utiliza a seguinte tabela de peso ideal pelo IMC:



Situação IMC em adultos
abaixo do peso ideal abaixo de 18,5
no peso ideal entre 18,5 e 25

acima do peso ideal entre 25 e 30
obeso acima de 30
Fonte: Organização Mundial de Saúde

Em indivíduos com hipertrofia muscular, esse cálculo não é eficaz, pois os mesmos iram obter um IMC elevado, dessa forma, deve ser levado em consideração à gordura adiposa, utilizando uma avaliação mais minuciosa.
Existe a obesidade mórbida, denominada "mórbida", pois traz consigo patologias associadas que o obeso pode vir a apresentar, ocorre quando o IMC ultrapassa 40, significando que o excesso de peso tornou-se um risco à saúde, atrapalhando até na locomoção, variando do caso.
A obesidade mórbida apresenta o aparecimento de diabetes, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, apnéia do sono, impotência nos homens, infertilidade nas mulheres e falta de ar ano menor esforço. A mesma pode apresentar problemas sociais (irregularidade no trabalho, perda de emprego, dificuldade de realizar tarefas simples, andar de ônibus e até se locomover em casa) e psicológicos (dificuldades afetivas e sexuais, sentimento de isolamento, discriminação e frustração em relação ao vestuário).
As causa da obesidade mórbida estão associadas à comer em excesso, rápido demais, falta de exercícios, predisposição genética e fatores psicológicos.


1.1 OBESIDADE NO BRASIL E NO MUNDO


O local que mais concentra obesos no Mundo é Nauru, uma pequena ilha localizada no Oceano Pacífico, com cerca de 80% de seus habitantes acima do peso. Outros países que sofrem ultimamente com a obesidade são os Estados Unidos e o Brasil.
Antigamente os burgueses eram valorizados pela sua composição corporal, eram considerados indivíduos de grandes posses (grande poder aquisitivo), aqueles que estavam acima do peso, pois o sobrepeso era sinônimo de riqueza, mas nessa época não existiam atividades físicas como qualidade de vida.
Atualmente os índices de sobrepeso e obesidade têm crescido no Brasil significativamente nos últimos anos, a alimentação e a falta de exercícios são os maiores precursores do aumento desse índice (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010).
A falta de alimentação equilibrada é um dos principais fatores que contribuem para o crescimento do sobrepeso e obesidade da população, frituras, fast-foods, refrigerantes entre outros, estão inseridos nos hábitos alimentares da sociedade, sendo os grandes vilões dos hábitos alimentares a nível mundial, acarretando sérios riscos à saúde.


"Para se ter uma dieta equilibrada, a gente deve seguir um padrão de alimentação que possua no mínimo, 15% de proteínas, 60% de hidrocarbonatos e outros tantos nutrientes, que constituem uma eficiente base alimentar que nos mantêm protegidos e saudáveis" (SANITÁRIA; AQUINO, 2010).


O consumo insuficiente de frutas e hortaliças é responsável por 2,7 milhões de mortes e 31% das doenças isquêmicas do coração, 11% das cerebrovasculares e 19% dos cânceres gastrointestinais (OMS, 2010). Dessa forma, além da obesidade, uma inadequada consumação equilibrada de substâncias necessárias à nossa qualidade de vida, também podem acarretar em complexos problemas de saúde difíceis de reverterem.
A Vigitel (2009) que analisa o perfil da alimentação do brasileiro e o hábito de fazer atividade física verificou que os índices de sobrepeso e obesidade vêm atingindo cada vez mais crianças e jovens no Brasil A educação alimentar e a prática constante de exercícios físicos ainda são considerados por muitos especialistas da área como os esforços mais eficientes na luta contra a balança.
A atividade física se conciliada a alimentos ricos em carboidratos, fibras, cálcio e outros minerais, ainda podem combater e auxiliar na manutenção de uma saúde equilibrada, baseada nas vantagens de uma educação alimentar. É necessário realizar uma alimentação bem variada e balanceada, oferecendo todos os nutrientes que se precisa durante o dia.


1.2 CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS DA OBESIDADE


A obesidade pode ser resultado de vários fatores, podendo trazer conseqüências irreversíveis à saúde e à vida social de muita gente. Problemas imunológicos, hormonais, renais, neurológicas, dentre tantos outros, acabam fazendo parte da rotina de um indivíduo obeso. Sem entender como proceder, o mesmo acaba sendo vítima de pressões, que o levam a procurar métodos totalmente reprovados de emagrecimento rápido e sem grandes esforços.
As causas da obesidade no mundo estão ligadas a alguns fatores, o primeiro é o fator genético da população, que influência na obtenção do excesso de massa corporal, associado a determinados fatores ambientais, potencializariam o evento. O segundo fator é o poder aquisitivo, ou seja, onde os desprivilegiados não têm acesso a uma alimentação saudável e os privilegiados adquirem péssimos hábitos alimentares, ingerindo apenas alimentos industrializados. O terceiro fator é o estilo de vida sedentário da sociedade, onde cada vez mais se reduz a prática da atividade física, devido à tecnologia, comodidade, stress, sono insuficiente, entre outros. O quarto fator está diretamente relacionado com doença físico (síndromes congênitas) e mental, junto a algumas substâncias farmacêuticas que podem predispor à obesidade.
As conseqüências da obesidade podem reduzir a atividade motora, provocar fadiga, problemas psicológicos como depressão, assim, reduzindo a expectativa de vida da população.


1.3 DOENÇAS RELACIONADAS Á OBESIDADE


A obesidade afeta o aspecto físico, psicológico e social, além da gordura em excesso, a mesma pode causar diabetes, hipertensão arterial, apnéia durante o sono, câncer, hepatite, osteoporose, doenças cardiovasculares e diversos problemas cardíacos, estruturais entre outros.
- Diabetes tipo II: doença de causa múltipla e ocorre quando há falta ou ineficiência da insulina no organismo, causando um aumento da taxa de glicose no sangue (hiperglicemia). A insulina é produzida pelo pâncreas e é essencial para que nosso corpo funcione bem e possa utilizar glicose (açúcar) como principal fonte de energia. De 80% a 90% dos adultos acometidos pela forma mais comum de diabetes estão acima do peso. O tecido gorduroso dificulta a entrada da glicose na célula.
- Apnéia do sono: doença na qual a pessoa para de respirar por curto período de tempo enquanto dorme.
- Câncer: doença onde células doentes se infiltram nas células sadias, assim, possui um período de evolução duradouro, podendo, muitas vezes, levar anos para evoluir até ser descoberta, classificada como: benigna ou maligna.
- Hepatite: doença que atingi e compromete o fígado, podendo ser classificada em Hepatite A, B ou C.
- Osteoporose: doença que atingi os ossos, caracteriza-se quanto a quantidade de massa óssea, diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas.
- Doença Cardiovascular: doença que afeta o sistema circulatório, ou seja, o coração. Entre as mais comuns podemos referir o enfarte do miocárdio, a angina de peito, a aterosclerose, os AVC (acidente vascular cerebral), etc.
- Problemas estruturais: problemas na coluna vertebral, articulações entre outros.
- Hipertensão arterial: A pressão arterial é a força que o sangue exerce sobre a parede das artérias, maus hábitos alimentares, obesidade, fumo, consumo de bebidas alcoólicas e sedentarismo são as principais causas da hipertensão. Quando não tratada, aumenta o risco de derrames, doenças do coração, paralisação dos rins, lesões nas artérias e, até mesmo, alterações na visão.


2. ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA


A atividade física é qualquer movimento corporal, produzido pelos músculos esqueléticos, que resulte em gasto energético maior que os níveis de repouso. A mesma é controlada por profissionais da Educação Física, está associada diretamente a melhorias da saúde e condições físicas dos praticantes. A redução dos níveis de ansiedade, stress, sistema imunológico fortalecido, tornando o organismo menos sujeito a doenças como o câncer e causar ao seu tratamento redução das náuseas e a dor. Sendo que a inatividade física associada a dietas inadequadas, ao tabagismo, ao uso do álcool e outras drogas são determinantes na ocorrência e progressão de doenças crônicas que trazem vários prejuízos ao ser humano, como, por exemplo, redução na qualidade de vida e morte prematura nas sociedades contemporâneas, principalmente nos países industrializados.
"Qualidade de Vida é um conjunto de fatores individuais e sócio-econômicos que caracterizam as condições em que vive o ser humano e Estilo de Vida é um conjunto de ações habituais que refletem as atitudes e os valores individuais" (NAHAS apud PEREIRA, 2007).
Vivemos em um mundo totalmente dinâmico, onde o homem é por natureza um ser ativo e promovedor de seus próprios movimentos, partindo desse pressuposto, pode-se verificar que o mesmo sempre esteve ligado à "atividade", devido os avanços tecnológicos, essa atividade passou a não suprir suas necessidades fisiológicas, transformando totalmente seu estilo de vida, assim, tornando-se sedentário e por conseqüência um individuo "obeso".
A inatividade física está relacionada com a maioria das doenças crônico-degenerativas. O único método até hoje cientificamente seguro de manter o homem que está envelhecendo biologicamente mais jovem do que corresponde a sua idade é o treinamento corporal (WEINECK, 1991).
Segundo Pereira (2010), o homem subdividiu-se em três gerações: "homem primitivo", onde vivia pouco, envelhecia rápido, não se preocupava com seu corpo, apenas dava valor na sua sobrevivência, não possui consciência e responsabilidade. O "homem atual" envelhece sem qualidade de vida, vive mais tempo, está aprendendo a cuidar do corpo, está adquirindo consciência sobre seu corpo e sua idade corresponde a sua aparência. O "homem do futuro" terá uma tendência de viver muito mais, envelhecer bem devagar, alimentar-se corretamente, possuir consciência e responsabilidade em relação ao seu corpo e determinar sua própria idade.
Acredita-se que futuramente o ser humano não apenas entenda a importância da atividade física junto à qualidade de vida, mas que ele possa compreender, conscientizar-se e refletir sobre seus hábitos de vida.


2.1 A ATIVIDADE FÍSICA NO COMBATE A OBESIDADE


Para combater a obesidade é importante fazer uma alimentação balanceada, iniciando uma dieta de redução calórica e sempre fazer uma atividade física e praticar algum tipo de esporte. Isso deixará a mente e o corpo sadios. As atividades aeróbicas, como caminhadas de 10 minutos, por exemplo, são indicados para combater a obesidade.
O problema que mais acontece referente à obesidade está relacionado com o chamado ?efeito rebote?, isso acontece, quando um paciente é indicado a tomar alguma medicação para a redução do peso, mas acaba deixando de tomá-la, crendo que seu problema já está resolvido. Posteriormente, o paciente pode voltar engordar mais do que pesava.


2.2 A INFLUÊNCIA DA MÍDIA NA OBESIDADE


A mídia nos dias de hoje exerce uma grande influencia na obesidade humana, sendo ela é a grande responsável pela propaganda de produtos alimentícios alem de promover o desapreço da atividade física. Nos dias de hoje grande parte da população após o expediente de trabalho se distrai assistindo programas da mídia e assim deixando de promover atividades físicas.
Com base em Betti Pires (2010), pode-se concluir que a mídia se refere à comunicação humana mediada por algum equipamento e mídia elétrica é o aparelho televisor, assim como o computador e os dispositivos e funcionalidades que os envolvem.
Baitello Junior (2001) relaciona o televisor e a Internet como mídia terciária, pois o emissor e o receptor dependem de aparelhos elétricos para interagir.
A televisão se torna um tipo de babá eletrônica, pois os pais estão ocupados demais com as tarefas diárias ou com o trabalho para sustentar a casa, que colocam as crianças para ver televisão e assim não reclamar ou incomodá-los. (CRIVELARO apud ROSENBERG, 2006),
E com isso vemos que a obesidade que é causada pela mídia se diz respeito à cultura e educação das classes sócio humanas.


3. O PAPEL DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO COMBATE A OBESIDADE


O profissional de Educação Física, enquanto psicomotricista deve promover o desenvolvimento humano sob os seus mais diversos aspectos. O educador físico tem o poder de se adaptar em qualquer lugar ou situação, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade, desde a infância, até a fase adulta e velhice, por meio de diversas práticas corporais e cultura de movimento.
Na infância o mesmo é de fundamental importância, pois auxilia no desenvolvimento dos aspectos cognitivos, afetivos, motores e sociais; sendo nessa fase da vida que as crianças começam a adquirir valores, como: cooperação, integração, respeito a si mesmo e ao próximo entre outros.
Na adolescência está presente durante as aulas, tornando-os alunos críticos, criativos, autônomos e participativos. Dessa forma, futuros cidadãos politizados. Na velhice está voltado como mediador para manutenção, prevenção de doenças e promoção de saúde e qualidade de vida.
O profissional de Educação Física reduzirá a obesidade através de exercícios físicos, onde os mais indicados são os aeróbios, junto a uma equipe multidisciplinar.


CONCLUSÃO


Pode-se constatar que a obesidade vem crescendo demasiadamente no mundo, causada por uma série de fatores, mas não está sendo encarada como um problema social e sim apenas corriqueiro por parte dos próprios pais, muitas vezes considerados obesos e que já possuem filhos na mesma situação.
Cabe aos profissionais de Educação Física, âmbito familiar e escolar intervir nessa situação, conscientizando e explicitando os benefícios de possuir uma vida ativa e bons hábitos alimentares e os malefícios de se tornar um individuo obeso, que sofre diversos tipos de preconceitos, discriminações e limitações para ter uma vida normal.
Os professores são os mediadores do conhecimento e informação, podem criar e moldar os alunos da forma que acreditam ser o correto. Dessa forma, junto à direção das instituições devem promover palestras e eventos educativos com relação ao sobrepeso e obesidade, pois é nessa fase em que os alunos estão mais acessíveis, sem pensamentos cristalizados, desenvolvendo seus valores morais e sociais, estimulando a criticidade dos mesmos no que diz respeito aos hábitos de vida saudável, com poder de discernir e decidir que tipo de cidadão ele quer pertencer e qual imagem corporal terá.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BETTI, M.; PIRES, G. L. Mídia. s/d. Disponível em: Acesso em: 14 Set. 2010.
BAITELLO JUNIOR, N. O tempo lento e o espaço nulo: mídia primária, secundária e terciária. 2001. Disponível em: Acesso em: 14 Set. 2010.
CRIVELARO, L.P.; SIBINELLI, E.C.; IBARRA, J.A. A publicidade na TV e sua influência na obesidade infantil. Unirevista. v.1, n.3, p.1-7. 2006 Disponível em: Acesso em: 10 set. 2010.
COSTA, Allan José Silva da. A importância da atividade física e da alimentação no processo de emagrecimento. Disponível em: . Acesso em: 5 set. 2010.
MENDONÇA, Cristina Pinheiro; ANJOS, Luiz Antonio dos. Aspectos das práticas alimentares e da atividade física como determinantes do crescimento do sobrepeso/obesidade no Brasil. Disponível em: . Acesso em: 9 set. 2010.

PEREIRA, Alan Claudio S. Pereira. A importância da atividade física. Disponível em: . 11 set. 2010.

REDAÇÃO DO PARANÁ. Obesidade: Brasil no primeiro mundo da obesidade. Disponível em:. Acesso em: 11 set. 2010.

WIKIPÉDIA. Obesidade Mórbida. Disponível em: . Acesso em: 11 set.2010.

WIKIPÉDIA. Obesidade. Disponível em: . Acesso em: 5 set. 2010.
 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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