INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DO MILHO
 
INFLUÊNCIA DA LUZ NA GERMINAÇÃO DO MILHO
 


INFLUÊNCIA DA QUALIDADE DA LUZ NA GERMINAÇÃO
DAS SEMENTES DE MILHO (Zea mays L.)

Octávia Rafaelly Ferreira Lima
Gilnara Guedes dos Santos
Marcelo Brito de Melo

RESUMO

O milho (Zea mays L.) é uma monocotiledônea pertencente à família Poaceae, de origem americana segundo evidências científicas, bastante cultivado desde o periodo pré-colombiano, rico fontes nutritivas. O processo pelo qual a luz regula o desenvolvimento das plantas é denominado fotomorfogênese. A sua limitação no interior de uma comunidade vegetal pode acarretar redução do crescimento e da reprodução. O presente trabalho teve como objetivo verificar a influência da qualidade da luz na germinação de semente de milho Z. mays L. Foram utilizadas 800 sementes de milho com o delineamento experimental em blocos inteiramente casualisados com cinco tratamentos e quatro repetições. Observou-se a germinação das sementes em caixas gerbox e papel germitest. Os tratamentos foram: 1) luz fluorescente branca contínua; 2) escuro contínuo; 3) cor azul; 4) cor vermelha e 5) cor amarela. A avaliação consistiu em fazer a leitura aos sete dias após o plantio das sementes através da porcentagem de plântulas normais verificadas no teste de germinação, do comprimento da parte aérea e da raiz. Os resultados de germinação indicaram que o tratamento do escuro contínuo no germitest registrou 93,75% de germinação de sementes, seguido do tratamento com a cor vermelha (90%). Os tratamentos utilizando as cores amarela e azul não mostraram diferença na germinação (86,25%). Em caixas gerbox o resultado da porcentagem de germinação no escuro contínuo (95%) foi semelhante ao ensaio com papel germitest (93,75%), seguido da cor azul com 82,5%.
Em caixa gerbox, não ocorreu diferença no comprimento da parte aérea e das raízes entre os tratamentos. As sementes que mais germinaram em papel germitest foram as que estavam em condições de escuro contínuo com a média de 8.59. O comprimento da raiz de plântulas de milho, em papel germitest, o escuro contínuo apresentou a média de 12.78.

PALAVRAS-CHAVE

Cores, germinação, sementes, Zea mays.



ABSTRACT
The corn meal (Zea mays L.) is a monocotyledonae part of Poaceae family, coming from america according to cientific researches. It has been growing since the pre colombian period, rich in nutricional sources.the process in which the light balances the development of the plants is known as photomorfigenesis. Its limitation in the internal part of a vegetal community can reduce the development of its reproduction. This paper has as an aim to highlight the influence of light quality in the germination of a seed of Z. mays. 800 seeds of corn were used in an experimental delineation of blocks completely divided into five treatments and four repetitions. It was seen that the germination of the seeds in gerbox boxes and germist paper was continuous. The treatments were: 1) white fluorescent continuous light 2) continuous darkness 3) blue colour 4) red colour 5) yellow colour. The evaluation was done on the report of these seven days after the plantation of the seeds throught the percentage of the normal plantule observed on the germination test, on the lenght of the aerial part and on the root. The results of the germination showed that the treatment in the continuous darkness in the germitest registred 93,75% of the germination of the seeds and the treatment with the red colour (90%). The treatments with the colours yellow and blue didn´t show any difference in the germination (86,25%). In the gerbox boxes the results of the percentage of the germination in the continuous darkness (95%) was similar to test with germitest (93,75%), followed by the blue colour 82,5%.
On gerbox box any difference happened on the lenght of the aerial part and on the roots through the treatments. The seeds on the germitest papers were the ones which grew the most on the continuous darkness with an average of 8.59. The lenght of the plantule corn roots, on germitest paper and continuous darkness showed an avarage of 12.78.

Keywords: Colours, germination, seeds, Zea mays.




INTRODUÇÃO

O milho Zea mays L. é uma gramínea de origem americana pertencente à família Poaceae. É um dos cereais mais produzidos no mundo, tendo ampla utilização na indústria, na alimentação humana e animal. É uma planta de ciclo curto, de porte variável, com cultivares que atingem até 3,5m de altura, possui raízes fasciculadas, folhas alternadas lanceoladas, colmo cheio, dividido por nós; comumente tem uma a três espigas, inflorescência feminina que sai das axilas das folhas; na parte terminal do colmo está a flecha (inflorescência masculina em forma e espiga composta). É uma planta monóica, em que o tipo de polinização principal é anemófila. O grão de milho é o fruto seco chamado de cariopse, onde apresenta da periferia para o seu interior, o pericarpo, a camada de aleurona, o endosperma; unindo este ao embrião está o escutelo. No embrião destaca-se a colioptile, a plúmula e a radícula (EMBRATER, 1983).

Os grãos do milho são geralmente amarelos ou brancos, podendo apresentar colorações variando desde o preto até o vermelho. Considerado o maior grão entre os demais cereais, o peso individual do grão varia em média de 250 a 300mg e sua composição em base seca é de 61-78% de amido, 6-12 % proteínas, 2-4% fibras, 3-6% de óleo e 1-4% minerais, distribuídos de forma heterogênea nas quatro principais estruturas físicas que formam o grão: endosperma, gérmen, pericarpo (casca) e ponta. Portanto, cada fração se distingue na composição química e também na organização dentro do grão (PAES, 2008).

As condições ótima para a produção de milho são alta luminosidade, temperaturas diurnas em torno de 25-30°C, temperaturas noturnas amenas (inferiores a 24ºC e superiores a 18°C) e boa disponibilidade de água (CATI, 1999). A radícula é a primeira a se alongar, seguida pelo coléoptilo, com plúmula incluida. O estádio VE (germinação e emergência) é atingido pela rápida elongação do mesocótilo, o qual empurra o coleópilo em crescimento para a superfície do solo. Em condições de temperatura e a umidade adequados, a planta emerge dentro de 4 a 5 dias; porém em condições de baixa temperatura e pouca umidade a germinação pode demorar até duas semanas ou mais. Assim que a emergência ocorre e a planta expõe a extremidade do coléoptilo, o mesocótilo para de crescer. Em síntese, na germinação ocorre a embebição da semente, com a consequente digestão das substâncias de reserva, a síntese de enzimas e divisão celular (RESENDE, 2003).

A fotossíntese não é o único processo para o qual a luz é essencial. Durante o ciclo de vida vegetal, várias respostas, que conferem enormes vantagens no estabelecimento e na sobrevivência da planta, tais como germinação de sementes, inibição do alongamento caulinar, síntese de clorofila e antocianinas, expansão foliar, floração e tuberização, estão envolvidas diretamente com a duração e a qualidade da luz. O processo pelo qual a luz regula o desenvolvimento das plantas é denominado fotomorfogênese. A limitação de luz no interior de uma comunidade vegetal pode acarretar redução do crescimento e da reprodução. As pressões de seleção impostas pela necessidade das plantas de se adaptarem com sucesso à luz ambiental conduziram à evolução de mecanismos de fotopercepção notavelmente sofisticados. Portanto, a luz é um sinal ambiental que ao ser percebido, desencadeia mudanças no metabolismo e no desenvolvimento das plantas (KERBAUY, 2004).

A primeira mensão de que a luz exerce efeito na germinação de sementes foi feita por Caspary, em 1860, trabalhando com plantas do gênero Bulliardia (VIDAVER, 1977). A ativação das sementes pela luz está ligada a um sistema de pigmentos denominado fitocrômo. Esse pigmento se encontra em todas as plantas superiores, que ao absorver luz num determinado comprimento de onda, muda de estrutura bioquímica e permite, ou não, a resposta fotomorfogenética (BORGES & RENO, 1993).

A luz é necessária para a germinação das sementes de várias espécies. Porém, a sensibilidade das sementes ao efeito da luz varia de acordo com a qualidade, a intensidade luminosa e o tempo de irradiação, bem como com o período e a temperatura durante o processo de embebição (TOOLE, 1973; LABOURIAL, 1983). Em resposta a luz, as espécies podem ser classificadas em fotoblásticas positivas, ou seja, aquelas que necessitam de luz para germinar; fotoblásticas negativas, que germinam melhor na ausência de luz ou fotoblásticas neutras que são insensíveis à luz (STEFANELLO et al., 2006).

Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo verificar a influência da qualidade da luz na germinação de semente de milho Zea mays L.








MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido no Laboratório de Botânica da Universidade Tiradentes- UNIT, durante os meses de agosto a novembro de 2009. Foram utilizadas sementes de milho (Zea mays L.), provenientes do município de Jequié no sudoeste da Bahia a 365 km de Salvador; guardadas em saco plástico e armazenadas em geladeira a 18o C, durante a realização dos experimentos.

Foram selecionadas 800 sementes e tratadas com uma solução de hipoclorito de sódio a 3%, durante 20 minutos para em seguida serem lavadas com água destilada perfazendo o total de três lavagens para retirada do excesso do cloro. Procedeu-se o método de densidade com água destilada eliminando as sementes que estavam boiando.

O delineamento experimental foi em blocos inteiramente casualisados com cinco tratamentos e quatro repetições. Os dados foram comparados através do teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade. O programa estatístico utilizado foi o ASSISTAT, desenvolvido pelo professor Dr. Francisco de Assis do Departamento de Engenharia Agrícola do Centro de Tecnologia e Recursos Naturais da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Paraíba (SILVA & AZEVEDO, 2006).

Foram divididas duas etapas observando a germinação de sementes em caixas gerbox e através de papel germitest.

Germinação em caixas gerbox.

Utilizaram-se 400 sementes, sendo quatro repetições totalizando em 80 sementes para cada tratamento. Os tratamentos foram: 1) luz fluorescente branca contínua; 2) escuro contínuo; 3) cor azul; 4) cor vermelha e 5) cor amarela.
Para cada tratamento foram usadas quatro caixas gerbox medindo (10 x 10 cm), contendo cada uma delas 20 sementes de milho e tendo como substrato duas folhas de papel germitest e umedecidos com 10 mL de água destilada esterilizada (ADE). Para obtenção das cores as caixas gerbox foram revestidas com papel celofane correspondentes a cada tratamento. O escuro foi obtido envolvendo as caixas gerbox com papel alumínio.

Todo o conjunto foi incubado em estande de aço com duas luzes florescentes brancas (40 w), aproximadamente 200 lux, a uma distância de 30 cm das caixas gerbox, sob por um período de sete dias.

A avaliação consistiu em fazer a leitura do número de sementes germinadas, comprimento da parte aérea e raiz (BRASIL, 1992).

Germinação em papel germitest

Utilizaram-se 400 sementes, sendo 80 para cada tratamento. Os tratamentos foram: 1) luz fluorescente branca contínua; 2) escuro contínuo; 3) cor azul; 4) cor vermelha e 5) cor amarela.

Em cada tratamento foram utilizadas três folhas de papel germitest medindo 60 x 60 cm, previamente esterilizadas em estufa a 160oC, perfazendo o total de 20 rolos, contendo cada um deles 20 sementes de milho.

Para observar a influência da cor nos tratamentos foram obtidas a partir da luz branca que ultrapassou duas folhas de papel celofane azul, vermelho e amarelo, respectivamente. O escuro contínuo foi envolvendo as caixas gerbox em papel alumínio. Todo o conjunto ficou disposto em bandejas de plástico, umedecidos diariamente com 20 mL de ADE e, incubados em estande de aço com duas luzes florescentes brancas (40 w), a 30 cm de distância, sob por um período de sete dias.

A avaliação consistiu em fazer a leitura aos sete dias após o plantio das sementes através do registro da porcentagem de plântulas normais verificadas no teste de germinação, comprimentos da parte aérea e da raiz (BRASIL, 1992).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Após sete dias do início da semeadura à emissão das plântulas, os resultados das leituras de germinação de sementes de milho em papel germitest indicaram que o tratamento realizado através do escuro contínuo registrou 93% de germinação das sementes de milho, seguido do tratamento com as sementes submetidas à cor vermelha (90%). Os tratamentos utilizando as cores amarela e azul não mostraram diferença na germinação (86,25%) (Tab. 1). As sementes quando submetidas à germinação em caixas gerbox verificou-se que o resultado da porcentagem de germinação no escuro contínuo (95%) foi semelhante ao ensaio com papel germitest (93,75%), seguido da cor vermelha com 90% (Tab.2).
As sementes de milho quando submetidas à germinação em caixa gerbox, verificou-se que não ocorreu diferença no comprimento da parte aérea e das raízes entre os tratamentos (Tab. 3 e 4). Entretanto, as sementes que mais germinaram em papel germitest foram as que estavam em condições de escuro contínuo apresentando a melhor média (8.59) (Tab. 5). Quando se mediu o comprimento da raiz de plântulas de milho, em papel germitest, o escuro contínuo causou uma média de 12.78 (Tab. 6).
Observação semelhante foi realizada por Kerbauy (2004), onde as plântulas crescidas no escuro, denominadas estioladas, são esbranquiçadas (sem clorofila), alongadas (crescimento longitudinal acelerado), frágeis (não formam fibras), apresentando sistema radicular reduzido em comparação com as plântulas mantidas sob iluminação. Plântulas crescidas no escuro apresentam mesocótilo e coleóptilo alongados, e mantêm as folhas primárias enroladas no interior do coleóptilo.



Tabela 1. Porcentagem de germinação de sementes de milho (Zea mays
L.), em papel germitest.

Tratamentos Germinação (%)
1. 66.25
2 93.75
3 86.25
4 90.00
5 86.25


Tabela 2. Porcentagem de germinação de sementes de milho (Zea mays
L.), em caixa gerbox.

¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬Tratamentos Germinação (%)
1 72.50
2 95.00
3 82.50
4 78.75
5 76.25










Tabela 3. Médias de tratamento do comprimento da parte aérea de
plântulas de milho (Zea mays L.), em caixa gerbox.


TRATAMENTOS MÉDIAS


1. Luz fluorescente branca
2.14 a
2. Escuro contínuo 4.15 a
3. Cor azul 2.54 a
4. Cor vermelha 2.82 a
5. Cor amarela 3.07 a
DMS = 2.89; MG = 2.94; CV = 44,87%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.


Tabela 4. Médias de tratamento do comprimento da raiz de plântulas de
milho (Zea mays L.), em caixa gerbox.

TRATAMENTOS MÉDIAS

1. Luz fluorescente branca 3.59 a
2. Escuro contínuo 4.28 a
3. Cor azul 3.88 a
4. Cor vermelha 3.58 a
5. Cor amarela 3.28 a
DMS = 1.34; MG = 3.72; CV = 16.48%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.



Tabela 5. Médias de tratamento do comprimento da parte aérea de
plântulas de milho (Zea mays L.), em papel germitest.

TRATAMENTOS MÉDIAS


1. Luz fluorescente branca
2.13 c
2. Escuro contínuo 8.59 a
3. Cor azul 5.99 b
4. Cor vermelha 5.82 b
5. Cor amarela 5.84 b

DMS = 1.24; MG = 5.67; CV = 10.01%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.


Tabela 6. Médias de tratamento do comprimento da raiz de plântulas de
milho (Zea mays L.), em papel germitest.

TRATAMENTOS MÉDIAS

1. Luz fluorescente branca 3.32 b
2. Escuro contínuo 12.78 a
3. Cor azul 6.99 b
4. Cor vermelha 6.73 b
5. Cor amarela 6.54 b
DMS = 3.87; MG = 7.27; CV = 24.37%

As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.

CONCLUSÃO

- 93% das sementes de milho germinaram em papel germitest no escuro contínuo; a cor vermelha favoreceu em 90% na germinação de sementes de Z. mays L.;
- As sementes quando submetidas à germinação em caixas gerbox verificou-se que a porcentagem de germinação no escuro contínuo foi de 95%, seguido da cor azul com 82,5%;
- O escuro contínuo apresentou a melhor média (8.59), em sementes submetidas à germinação em condições de papel germitest.


SOBRE OS AUTORES

Octávia Rafaelly Ferreira Lima é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Tiradentes- UNIT, Aracaju, SE. E-mail: [email protected] Guedes dos Santos é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Tiradentes- UNIT, Aracaju, SE. E-mail: [email protected] Marcelo Brito de Melo é Mestre em Fitopatologia pela Universidade Federal de Viçosa- UFV, professor na Universidade Tiradentes e Co-autor e orientador do presente artigo, e-mail: mb[email protected]








REFERÊNCIAS

BORGES, E.E.L. & RENO, A.B. Germinação de sementes. In: AGUIAR, I.B.; PINÃ-RODRIGUES, F.C.M.; FIGLIOLIA, M.B. (Coord.) Sementes florestais tropicais. Brasília: ABRATES, p.83-135, 1993.

BRASIL. Ministério da Agricultura, do Abastecimento e da Reforma Agraria. Secretaria de Defesa Agropecuária. Regras para Análise de Sementes. Brasília, D.F., 1992. 365p.

CATI. Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. Cultura do milho. Comissão Técnica de milho e Sogro Cati (Elab.) (1997). Campinas, 1999. 33p. (Boletim Técnico, 240).

EMBRATER. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo. Cultura do milho. Brasília, EMBRATER, 1983. 302 p. ilust. (Articulação pesquisa ? extensão, 3).

KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. São Paulo: Guanabara Koogan, 2004.

LABOURIAU, L.C. & COSTA, J.A.F. Objetivos e instalações básicas de um laboratório de fisiologia vegetal. Academia Brasileira de ciências, Rio de Janeiro, 1976.

NEERGAARD, P. Seed Pathology. London, Mac Millan Press, 1979. 839p.

PAES, M.C.D. Manipulação da composição química do milho: impacto na indústria e na saúde humana. Disponível em: . Acesso em: 26 nov. 2009.

RESENDE, M.; ALBUQUERQUE, P.E.P. & COUTO,L. A cultura do milho irrigado. Brasília-DF: Embrapa Informações Tecnológicas, 2003.

SILVA, F. de A.S.E. AZEVEDO, C.A.V.de. A New Version of The Assistat-Statistical Software. In: WORLD CONGRESS ON COMPUTERS IN AGRICULTURE, 4, Orlando-FL-USA: Anais? Orlando: American Society of Agricultural Engineere, 2006. p.393-396.

STEFANELLO, R.; GARCIA, D.C.; MENEZES, N.L.; WRASS, C.F. Influência da luz temperatura, e estresse hídrico na germinação e no vigor de sementes de anis. Disponível em:
. Acesso em: 26 nov. 2009.

TOOLE, L. & ZEIGER, E. Plant physiology. Redwood City: Cummings. 1991. 565p.

TOOLE, V.K. Effects of light, temperature and their interactions on the germination of seeds. Seed Science and Technology. Zurich, v.21, n.1, p.339-396, 1973.

VIDAVER, W. Light and seed germination. In: KHAN, A.A. (Ed.) The physiology and biochemistry of seed dormancy and germination. Amsterdam. North Holland Publishing Co. p.181-98, 1977.
 
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Sobre este autor(a)
Bióloga formada pela Universidade Tiradentes 2010/1.Atualmente curso matéria isolada no mestrado de Biotecnologia(cultura de tecidos de plantas) e em Ecologia(ecofisiologia vegetal) na Universidade Federal de Sergipe.
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