BENEFÍCIOS SOCIAIS COMO ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
 
BENEFÍCIOS SOCIAIS COMO ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL
 


BENEFÍCIOS SOCIAIS COMO ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL

 

 Roseni de Jesus Gonçalves da Silva ¹

 

 

RESUMO

O objetivo deste artigo é apresentar o uso dos benefícios sociais como fatores estratégicos na retenção e busca de talentos humanos. No passado, os benefícios estavam relacionados ao paternalismo das organizações rudes e adversas. Atualmente, benefícios fazem parte dos atrativos estratégicos da organização na disputa de talentos humanos. Os negócios existem porque proporcionam benefícios que visam facilitar a vida dos funcionários e são utilizados como estratégia organizacional na busca e retenção de talentos. Tais benefícios trazem elevação na moral dos empregados, redução da rotatividade, elevação da lealdade do empregado para com a empresa e o nível de comprometimento é altíssimo, ou seja, com uma boa estratégia é um ótimo retorno aos investimentos aplicados. A junção de diferentes formas de benefícios vem sendo utilizado como vantagem competitiva nas organizações. Ao iniciar um plano estratégico de benefícios a organização deverá obedecer à hierarquia das necessidades porque as pessoas são capazes de realizar feitos incríveis, mas é preciso saber conduzi-las e estimulá-las, estabelecendo uma política adequada, de forma que não haja distorções dos objetivos. Atualmente, as organizações oferecem um pacote convencional de benefícios, mas esse pacote é inadequado e ultrapassado, daí surge à necessidade dos benefícios espontâneos e flexíveis. Contudo este desenvolvimento estratégico deve ser um processo cíclico, continuo, espontâneo e flexível através da retroação em 360º das pessoas e da organização com a finalidade de agregação de valor e vantagens competitivas, continuamente, mesmo quando a organização apresentar um excelente desempenho.

Palavras-chave: Benefícios sociais. Estratégia. Espontâneo. Flexível.

___________

¹  5º Período - Curso de Administração de Empresas -  Faculdade Tecsoma em  Paracatu - MG.  EMAIL: [email protected] – Abr. 2013


1 INTRODUÇÃO

 

Atualmente, as empresas estão buscando oferecer aos funcionários muitos benefícios com a finalidade de atingir seus objetivos, como retenção de talentos, crescimento e fortalecimento, uma vez que o bem estar dos colaboradores é proporcional ao sucesso empresarial.

Os benefícios constituem meios de que a organização dispõe para satisfazer necessidades humanas e são tão importantes, que o colaborador, ao analisar uma oferta de emprego, observa ante o que a empresa oferece como benefício social. Por este motivo há, necessidade da utilização dos benefícios como fator de prioridade política estratégica.

O presente artigo está pautado em pesquisa bibliográfica e aborda as vantagens e desvantagens em oferecer os benefícios sociais de forma espontânea, bem como mostra o novo modelo de benefício (flexível) que esta sendo adotado pelas empresas atuais e ambos serão vantajosos como fatores estratégicos.

Através desse conhecimento os gestores poderão obter maior competitividade em uma organização incentivando e utilizando os benefícios sociais de forma criatividade e inovadora.

2 ORIGENS DOS BENEFICIOS

No passado, os benefícios estavam fortemente atrelados ao paternalismo existente, principalmente nas organizações em que as condições eram rudes e adversas.

Atualmente, os benefícios fazem parte dos atrativos com que as organizações utilizam como estratégias na função de manter a competição empresarial e na disputa de manter ou atrair talentos humanos, dentre outros fatores, tudo isso buscando produtividade e assegurando lugar no mercado.

 


3 PROGRAMA DE BENEFÍCIO

Os planos de benefícios são intensamente avaliados e discutidos quanto aos seus propósitos, custos e valores, responsabilidade pela administração, critério de avaliação etc., ou seja, tem-se toda uma estratégia montada para um direcionamento de vantagens competitiva e produtiva para a organização.

4 BENEFÍCIOS

 

4.1 Conceitos

 

Os benefícios são uma forma de remuneração indireta que visa facilitar a vida dos funcionários que se não sendo proporcionados pela organização teriam que ser pagos integralmente com o próprio salário. Além disso, essas regalias e vantagens oferecidas pelas organizações poupam tempo, dinheiro e esforços das pessoas para poderem adquiri-los.

“Os benefícios devem satisfazer às diferentes necessidades humanas dos funcionários.” (CHIAVENATO, 2004. p 317).

Os benefícios podem ser financiados, parciais ou totalmente, pela empresa. Contudo, constituem meios indispensáveis na manutenção de força de trabalho dentro de um nível satisfatório de moral e produtividade. A remuneração não visa apenas recompensar os funcionários pelo seu trabalho e dedicação, mas tornar a sua vida mais fácil e agradável.

Segundo Chiavenato (2004, p.608) “Os negócios existem porque proporcionam benefícios...”

Os benefícios sociais incluem:

a)      saúde e segurança, férias, pensões, planos de educação, descontos em produtos da companhia, etc.

Segundo Chiavenato, (2004. p.314) “os benefícios constituem o pagamento financeiros indiretos oferecidos aos funcionários


5 OBJETIVOS DOS BENEFÍCIOS

 

Os benefícios atingem dois objetivos:

a)     os objetivos das organizações;

  • Serem competitivas no mercado de trabalho, melhorar a qualidade de vida dos empregados, melhorar o clima organizacional, reduzir a rotatividade de pessoal e o absenteísmo, facilitar a atração e manutenção dos recursos humanos e aumentar a produtividade em geral.

b)     os objetivos das pessoas;

  • necessidades intrínsecas são as endógenas. Por exemplo: necessidades sociais, de relacionamento, de status, etc., e podem ser supridas pela organização graças às políticas sociais, valores culturais, práticas gerenciais e outras formas que privilegiem o atendimento desse tipo de necessidade. “Os principais fatores higiênicos são: salário, benefícios sociais...” (CHIAVENATO, 2003. P.333);
  • necessidades extrínsecas são as exógenas. Por exemplo: incentivos financeiros, serviços, seguros, etc. Essas necessidades são satisfeitas pelas empresas por meio de “pacotes” (conjunto de benefícios), que, somados ao salário percebido pelo empregado, formam concretamente a sua remuneração.

“Os benefícios dão um grande suporte para que as pessoas consigam satisfazer  os fatores insatisfacientes (ambientais ou higiênicos), bem como fatores satisfacientes (motivacionais ou intrínsecos) descritos por Herzberg”.


6 TIPOS DE BENEFÍCIOS ESTRATÉGICOS

 

Os benefícios auxiliam a vida dos empregados não só no exercício do cargo, e fora do cargo, mas dentro da empresa e fora da dela, ou seja, na comunidade.

Eles podem ser classificados como legais ou espontâneos.

a)           benefícios legais:

 

  • Entendem-se como benefícios legais aqueles exigidos pela legislação trabalhista, previdenciária ou por convenções coletivas entre sindicatos. São benefícios que também são concedidos em dinheiro, através da folha de pagamento e gerando encargos sociais deles decorrentes.  Ex: 13° Salário, Salário-Família, Salário-Maternidade, Férias remuneradas, Repouso Semanal Remunerado, Auxílio-Doença, FGTS, Adicional de 50% para Horas-Extras, Abono de 1/3 sobre as férias, Adicional Periculosidade, etc.;

b)           benefícios espontâneos:

  • são aqueles concedidos de forma natural sem exigência legal. São oferecidos na forma de vantagens ou facilidades para os funcionários, que visam prover para o empregado e sua família certa condição de segurança e previdência em casos de imprevistos ou emergências, muitas vezes, fora de seu controle ou vontade.

Esses benefícios propiciam ao empregado condições de repouso, diversão, recreação, higiene mental ou lazer construtivo.


7 VANTAGENS DOS BENEFÍCIOS

 

Geralmente os objetivos básicos dos benefícios são: a melhoria da qualidade de vida, melhoria do clima organizacional, redução da rotação de pessoal e do absenteísmo, facilidade na atração e na manutenção de recursos humanos e aumento da produtividade em geral.

Para a organização gera elevação do moral dos empregados, redução da rotatividade, elevação da lealdade do empregado para com a empresa, aumento do bem-estar do empregado, retenção do pessoal, aumento da produtividade e outros.

Os benefícios agregam valor às organizações, pois os resultados desta prática são visíveis e mensuráveis: o turnover e o absenteísmo tornam-se quase invisíveis e, o mais importante, o nível de comprometimento é altíssimo.

Para os colaboradores traz oferecimento de conveniências não avaliáveis em dinheiro oferece assistência disponível na solução de problemas pessoais, aumenta a satisfação no trabalho, oferece compensação extra, melhora as relações com a empresa e reduz as causas de insatisfação, etc.

A figura retrata a reciprocidade nas transações entre a empresa e colaboradores. Cada qual querendo investir na outra parte e obter retorno de seus investimentos.

 

      ² Figura 01: As relações de reciprocidade: investimento e retorno.

Pagamento de benefícios é um retorno aos investimentos e ao final a organização obtém dedicação, lealdade, produtividade, e lucratividade.

­­­­­­­­­­­­­­­­­__________________

²FONTE DA FIGURA: CHIAVENATTO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao     espírito empreendedor.  2.ed. São Paulo : Saraiva, 2007.  (p. 175)

8 ESTRATÉGIA

 

8.1 Conceito

 

Estratégia Organizacional é o padrão ou plano que integra os objetivos globais de uma organização e as políticas e ações em um todo coerente.

[...] Uma estratégia bem formulada permite alocar e integrar os recursos organizacionais em uma postura única e viável baseada em suas competências internas para antecipar-se às mudanças ambientais e mover-se de maneira contingencial frente aos oponentes inteligentes. (CHIAVENATO. 2OO4, P.600)

Dentro dessa nova abordagem, a estratégia se apresenta em três orientações: um padrão de comportamento, uma posição desejada e uma perspectiva futura (produtividade).

9 O BENEFÍCIO COMO ESTRATÉGICA

É a junção de diferentes formas de benefícios e vem sendo usado como vantagem competitiva nas organizações, dentre eles o benefício espontâneo e flexível.

Segundo Chiavenato (2007. p 321), benefícios flexíveis são aqueles que os empregados têm opção de escolher (entre os benefícios disponíveis) aqueles que acham mais interessantes.

O mercado de trabalho esta aquecido, então captar e reter mão de obra estão entre os principais desafios estratégicos das organizações. Um bom plano de benefícios satisfatório torna-se, sem dúvida, uma vantagem competitiva para as empresas, especialmente, quando a intenção é reter talentos como medida estratégica.

Os benefícios concedidos pelas empresas fazem parte da estratégia de RH, visto que o salário isoladamente não é um fator de motivação.

“Uma alternativa é oferecer aos funcionários PPR (Programa de Participação dos Resultados), bônus e/ou prêmios.” (XAVIER, ETALL,. 2013)

O aspecto financeiro é importante para motivar as pessoas, porém isso funciona, somente, por um tempo.

Como ferramenta estratégica de gestão, o ser humano precisa de incentivo, transparência e bom relacionamento, não só em relação à política salarial, mas também ao nível de satisfação, que será traduzido em produtividade através dos benefícios espontâneos oferecidos.

A administração que utilizar o benefício como estratégia deve ter em mente três aspectos fundamentais  que são: envolvimento mental e emocional das pessoas; motivação para contribuir e aceitação da responsabilidade.

Ao iniciar um plano de benefícios espontâneos a organização deverá, segundo Maslow, obedecer à hierarquia das necessidades

As necessidades mais altas somente influenciam o comportamento quando as necessidades mais baixas estão relativamente satisfeitas, porque as pessoas são capazes de realizar feitos incríveis. Mas é preciso saber conduzi-las e estimulá-las ou motivá-las.

Motivar significa estimular as pessoas a fazer algo ou a se comportar rumo à determinada direção. A motivação está intimamente relacionada com as necessidades pessoais. Assim, as necessidades direcionam o comportamento daqueles que procuram satisfazer carências pessoais. Tudo o que leva a alguma satisfação dessas necessidades motiva o comportamento, isto é, provoca as atitudes das pessoas. (CHIAVENATO, 2007, p 172)

Com os benefícios espontâneos se consegue a motivação para o trabalho, porém não é tudo. Para que se mantenha esta motivação é necessário que organização invista em outros setores como treinamento e desenvolvimento, promova desafios, tenha planos de cargos e salários definidos, reconheça seus funcionários moralmente e, além disso, haja com transparência e honestidade. É a partir dessas práticas que se consegue fazer a diferença e tornar a empresa um lugar onde as pessoas produzam mais minimizando os impactos negativos.

Portanto, um ponto fundamental na adoção de estratégia é a utilização do benefício espontâneo, pois tudo o que for oferecido a mais pode ser encarado como uma forma indireta de remuneração com implicações na atração e retenção de talentos. Porém, é preciso haver um planejamento para estabelecer uma política adequada, de forma que não haja distorções dos objetivos.


10 BENEFÍCIO FLEXÍVEL - UM NOVO MODELO

Como foi mencionado, as organizações oferecem um pacote convencional de benefícios, mas esses pacotes são inadequados e ultrapassados, daí surgiu à necessidade dos benefícios espontâneos e flexíveis como um novo modelo.

Segundo Chiavenato (2007. p 321), benefícios flexíveis são aqueles que os empregados têm opção de escolher entre os benefícios disponíveis aqueles que acham mais interessantes.

Esse novo modelo pressupõe uma empresa transparente, empregados responsáveis e uma relação aberta entre as partes de forma a possibilitar análises e discussões sobre a relação custo-benefício de ambos e  vêm sendo reconhecidos atualmente como ferramentas eficazes de gerenciamento de benefícios, numa realidade de sucessivos aumentos de custos, aliada à falta de valorização por parte dos colaboradores.

“As organizações vêm investindo cada vez mais em uma política de remuneração flexível e atrativa para motivarem e reterem seus colaboradores.” (XAVIER, ETALL. 2013)

Os motivos para a flexibilização dos benefícios são a melhoria da qualidade e redução dos custos dos benefícios, novo relacionamento entre a empresa e o empregado, alinhamento dos benefícios às estratégias de RH, suporte às mudanças culturais e maximização do valor percebido dos benefícios, além de ser um ponto estratégico crucial para a busca e retenção de talentos.

11 ESTRATÉGIA COMO PROCESSO CÍCLICO E CONTINUO

A implementação da estratégia consiste em atingir o nível  estratégico almejado pela organização através da junção dos objetivos flexíveis e objetivos espontâneos formando  uma estratégia segura e vantajosa.

Contudo este desenvolvimento deve ser um processo cíclico e continuo através da retroação em 360º das pessoas e organização com a finalidade de agregação de valor e vantagens competitivas, continuamente, mesmo quando a organização apresentar um excelente desempenho.


12 CONSIDERAÇÕES FINAIS.

 

Estamos em uma era de ambiente instável e imprevisível de constantes mudanças que requer pessoas e organizações dinâmicas, flexíveis e inovadoras.

Os novos tempos exigem novas estratégias e uma nova postura das pessoas para que a empresa possa ser competitiva.

Com essa estrutura orgânica e moderna surge a necessidade do reconhecimento dos colaboradores com a união do programa de benefícios espontâneo e programa de benefícios flexíveis.

Dessa forma, será possível oferecer aos colaboradores “qualidade de vida” que é um nível físico, mental, intelectual e espiritual para o bem estar no trabalho, um quadro de funcionários envolvidos com a empresa, atração e retenção de talentos, diminuição da rotatividade e absenteísmo, além de aumentar a motivação e melhoria na qualidade de produtos e serviços.

O objetivo do artigo foi atingido ao descrever os benefícios, como vantagens  oferecidas aos colaboradores, de forma espontânea, flexível e estratégica.  

Os artigos tradicionais, já discorridos, não apontavam para uma visão espontânea e flexível, em se tratando de benefícios sociais.

Portanto, esse novo assunto, poderá levar a uma reflexão, sobre a possibilidade de avaliação, de forma pratica e detalhada, sobre a implementação flexível dos benefícios sociais nas organizações criativas .


ABSTRACT

The objective of this paper is to present the use of social benefits as key factors in retaining talent search and human. In the past, the benefits were related to paternalism in organizations rude and harsh. Currently, benefits are part of the attractions in the race organization's strategic human talent. Business exists because they offer benefits that aim to make life easier for staff and are used as organizational strategy in seeking and retaining talent. These benefits bring high morale of employees, reduced turnover, increased employee loyalty to the company and the level of commitment is very high, ie, a good strategy is a great return to the investments. The combination of different forms of benefits and has been used as a competitive advantage in organizations. When starting a strategic plan benefits the organization should obey the hierarchy of needs because people are able to perform amazing feats, but you need to know to lead them and encourage them, establishing an appropriate policy, so that there is no distortion of the goals. Currently, organizations offer a conventional package of benefits, but this package is inadequate and outdated, there arises the need of flexible and voluntary benefits. Yet this strategic development should be a continuous and cyclic process, spontaneous and flexible through 360 ° feedback from people and the organization for the purpose of adding value and competitive advantages, continuously, even when the organization presenting excellent performance.

Keywords: social benefits. Strategy. Spontaneous. Flexible.

REFERÊNCIAS

 

 

CHIAVENATTO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e viabilidade de novas empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio.  2. ed. São Paulo : Saraiva, 2007.

­­­______. Gerenciando Pessoas. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.

______. Gestão de Pessoas: e o novo papel de recursos humanos nas organizações. 9ª tiragem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

______. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

______. Remuneração, Benefícios e Relações de Trabalho: Como Reter Talentos nas Organizações. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2003.

GIANESI, I. G.N; BIAZZI, J. L. Gestão estratégica dos estoques.  Revista de Administração. São Paulo. vol.46, no.3,  set. 2011. Disponível em Pdf em:

. Acesso em: 12 Abr. 2013.

MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: Do operacional ao estratégico. 4. ed. São Paulo: Futura, 2001.

MILKOVICH, George T. BOUDREAU, John W. Administração de Recursos Humanos. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2000.

RH.COM. Avaliação de treinamento e desenvolvimento de pessoas. . Acesso em: 12 Abr. 2013.

XAVIER, Aline Ferreira, etall. Rh portal. Remuneração: como retêm os talentos?

http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=30ut7zorc. Acesso em 12 de abr. 2013.

 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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