A Escravidão Negra no Brasil Colônia
 
A Escravidão Negra no Brasil Colônia
 


Resumo: Ao Falarmos de Escravidão Negra não podemos esquecer-nos dos portugueses, espanhóis e ingleses que se submeteram a encher seus porões de navios de negros para fazer deles um objeto de venda e troca de mercadoria.No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açucar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo armas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.Durante todo o período que a escravidão foi vigente , os cativos empreenderam formas diversas de escaparem daquela ordem marcada pela repressão e o controle . Dentre as várias manifestações de resistência, os quilombos, também conhecidos como mocambos, funcionavam como comunidade de negros fugidos que conseguaim escapar do controle de seus proprientários.Palavras-chave: troca de mercadoria, mão- de- obra e escravos.1. IntroduçãoO objetivo deste artigo é esclarecer como era a forma desumana que aqueles negros viviam a exploração rotineira, a forma de violência que era imposta quando eles não cumpriam com a obrigação e qual foi o quilombo que resistiu ao regime escravista e sua organização econômica.2. DesenvolvimentoA rotina de trabalho desses escravos era árdua e envolvia uma pesada rotina de trabalho que poderia alcançar um turno de dezoito horas diárias. As condições de vida eram precárias, sua alimentação extremamente limitada e não contava com nenhum tipo de assistência ou garantia. Além disso, aqueles que se rebelava contra a rotina imposta eram mortos ou torturados. Mediante tantas adversidades, a vida média de um escravo de campo raramente alcançava um período superior a vinte anos.Outros tipos de escravos também cumpriam o ambiente colonial, os escravos domésticos que viviam no interior das residências tinham melhores condições de vida e tinham a relativa confiança de seus proprietários. Geralmente os cargos domésticos eram ocupados por escravas incumbidas de cuidar da casa, das crianças e, inclusive, estar sexualmente disponível ao senhor. Nas cidades, ainda temos a figura dos escravos de ganho, que poderia revender lucro ao seu dono ao cuidar de um comércio ou vender produtos.Castigos DomésticosA escravidão mais importante, entretanto, foi a dos africanos e de seus descendentes.Milhões de escravos entraram no Brasil, até o seculo XVI, vindos de Guiné, Angola, e Moçambique em três grandes levas, ou ciclos, de acordo com a procedência predominate: da Guiné no século XVI( entre 50 mil e 100 mil), de Angola no século XVII( cerca de 600 mil) e de Costa da Mina no século XVIII( cerca de 1,3 milhão). A imprecisão dos dados relativos ao tráfico legal e a simples estimativa para os números do contrabando impedem um censo interaimente confiável: tais quantidades devem apontar apenas a dimensão e a tendência do tráfico e de suas correntes.Estima-se em torno de 30% a mortalidade dos castivos na viagem, tranasportados em porões superlotados, sem condiçoes de higiene e mal alimentados.Em certos períodos a mortalidade pode ter sido menor; nas primeiras décadas do século XVI, por exemplo, ela ficou, comprovadamente, entre 7% e 10%.No Brasil , o escravo era transportado para o mercado, operação sobre a qual incidia novo imposo, de entrada (2 a 3 mil-réis nos séculos XVI e XVIII), antes de ser finalmente vendido para o comprador final por um preço médio que evoluiu de 20 mil- réis no final do século XVI para 50 mil-réis em 1650, 200 mil-réis na primeira métade do século XVIII e 300 mil-réis no início do século XIX.-o que não significa plena valorização, pois de preço deve ser decontada a taxa inflacionária.Escravidão: uma forma de trabalho predominante na História do Brasil.Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira captura muito violenta .Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.Quanro à aliementação dos escravos do engenho podia ser dada diretamente pelo dono, mas havia um sistema que era frequetemente adoptado que era de lhes dar um dia por semana para eles cuidarem da sua roça e assim produzirem os seus alimentos.O trabalho do escravo da cidade era menos duro e as condições eram melhores.Não havia tanta violência e muitos desempenhavam boas profissões .Mas também havia os que eram alugados como carregadores ou para outros travbalhos forçados.Feitores castigando negrosAplicação do castigo da chibata.Entre as várias formas de resistência do negro ao regime escavista no Brasil Colonial encontramos os quilombos. Palmares, o maior exemplo de grande quilombo, possuía uma organização econômica que apresentava as seguintes características: agricultura policultora como principal atividade, organizada com base num sistema de semarias semelhante ao dos engenhos, que visava o cunsumo local e a comercialização do excendente;agricultura monocultora, que visava o consumo local e a comercialização, a caça, a pesca, coleta e criação de gado para o consumo interno; agricultura policutora realizada em pequenos roçados da famílias, em um sistema de trabalho cooperativo que produzia exedentes comercializados na região, além da extração vegetal e da criação para a subsistência; atividades extrativas, pecuária bonina local, e fabricação de farinha, aguardente e azeite para a comercialização; criação de animais, caça, pescae coleta para a subsistência , e agricultura monocultora que concorria com a produção dos engenhos.O esvravo foi utilizado em quase todas as atividades econômicas do Brasil, a ponto de identificar-se, na Colônia, trabalho manual com trabalho escravo, agravando um preconceito que o colono já ja trazia de Portugal. Foi prática comum, pelo menos desdea segunda metade do século XVIII, ferreiros, e serralgeiros, entre outros profissionais, usarem escravos para seu serviços, limitando-se a orientá-los.3. Considerções FinaisAbordei este tema para mostrar como os negros no período colonial foram tratados de forma desumana. O preconceito ainda se mantém na mente de algumas pessoas por terem uma conciência  fechada e um estudo pobre sobre o assunto de como os negros contribuiram para o Brasil.Este artigo me chama bastante atenção pelo fato como a sociedade se mantinha numa hieraquia que só alguns tinham privilégios.Nos dias atuias essa hieraquia se matém, muitos são submetidos a algumas funções que são despreviligiadas, e que poucos se matém no poder.No mundo moderno a forma de trabalho é mais liberal, no entanto, ainda existe pessoas que são escravizados ao trabalho forçado.Os negros tinham que se submeter dia e noite a seu senhor , caso contrário , se suas obrigaões não eram cumpridas o castigo era imposto.No entanto, quero que as pessoas analisem que o negro por ter a cor negra, não só serviu para apanhar no cipó e ser tratado como animais, e sim, que eles contribuiram para a produção e cresimento do Barsil, com seu trabalho imposto de regras e submissões.ReferênciasSodré, Werneck Nelson. 9 Edição .Civilização BrasileiraWehling, Arno. Editora Nova FronteiraSuaPesquisa.com. Internet
 
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Revisado por Editor do Webartigos.com


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