ENFERMAGEM E BURNOUT: uma situação real

                                                                                                                      PRISCILA NISHIZAKI BORBA

                                                                                                         VANESSA CRISTINA SOSSAI CAMILO

 

RESUMO

 

O termo burnout foi primeiramente divulgado 1974 em uma revista de Psicologia pelo médico Herbert Freundenberger , porém, Maslach e Pines, utilizaram o termo em 1977, no Congresso Anual da Associação Americana de Psicólogos. A enfermagem é a  quarta ocupação mais exaustiva por se  tratar da complexidade da profissão, por falta de reconhecimentos de forma geral, comprometendo a ligação com o trabalho.. A Síndrome de Burnout manifesta-se através de quatro classes sintomatológicas: física, psíquica, comportamental e defensiva. Manifesta-se fisicamente  por fadiga constante, distúrbio do sono, falta de apetite e dores musculares; na psíquica observa-se a falta de atenção, alterações da memória, ansiedade e frustração; na comportamental o indivíduo apresenta–se negligente com irritabilidade ocasional ou instantânea, incapacidade para se concentrar com aumento de conflitos nas relações de trabalho entre colegas, longa pausa para descanso, cumprimento irregular do horário de trabalho; e na defensiva se visualiza tendência ao isolamento, sentimento de onipotência, empobrecimento da qualidade de trabalho e atitude clínica.  Embora exista diversas formas de descrever a definição do Burnout, exista a presença de pelo menos cinco elementos iguais nos sintomas entre todos eles, como exaustão mental e emocional , fadiga e depressão, os sintomas se relacionam ao trabalho, aparecem em pessoas normais com nenhum sintoma anterior,, apresentando diminuição de efetividade no trabalho por comportamentos negativos. Sendo necessário para o tratamento de Burnout a psicoterapia, podendo ser ou não necessário o uso de medicamentos de acordo com cada sintomatologia.

Palavras chaves: Síndrome de Burnout, esgotamento emocional, qualidade de vida e enfermagem.

1-Enfermeira e pedagoga. Esp. em Formação pedagógica em Ensino Profissionalizante de Nível Médio. Docente em curso de habilitação profissional de nível médio em Enfermagem.E-mail: pri_cassimiro@hotmail.com

2 – Enfermeira e pedagoga. Esp. em Formação Pedagógica em Ensino Profissionalizante de Nível Médio. Docente em curso de habilitação profissional de nível médio em Enfermagem. E-mail: vcsossai@hotmail.com

1 INTRODUÇÃO

 

  A Síndrome de Burnout  manifestada pelo excesso e sobrecarga de trabalho, surgindo esgotamento físico e psíquico, está  atingindo  grande parte dos profissionais da saúde . (SILVA et al., 2015).

A exigência física e psicológica que recai sobre os profissionais de enfermagem torna-os potenciais vítimas da síndrome de Burnout. (CHIAPETTI  et al., 2012).

Durante  toda a carga de trabalho extremamente longa que a enfermagem passa , há  períodos estressantes e desgastantes devido a plantões exaustivos, e opressão do superior e até mesmo do paciente que está sob os seus cuidados (SILVA et al., 2015).

Os profissionais de enfermagem estão inseridos em um grupo populacional especialmente exposto ao stress e a problemas derivados da relação com o trabalho (CHIAPETTI et al., 2012).

São considerados vulneráveis, portanto, à Síndrome de Burnout, um tipo de stress especificamente relacionado ao trabalho, por diversas razões, destacando-se o fato de precisarem dedicar atenção contínua em suas intervenções e a extrema responsabilidade inerente à sua prática, o que ocasiona tensão emocional constante (CHIAPETTI et al., 2012).

 A atividade laboral realizada pelo profissional juntamente com o adoecimento e a preocupação na maioria das vezes podem ser originadores do estresse físico e psicológico, trazendo-o ao esgotamento ocupacional (ANDRADE; CARDOSO, 2012).

O estudo de Silva e colaboradores (2015) teve como meta despertar na literatura científica ensinando á respeito da Síndrome de Burnout em profissionais da enfermagem e como intensividade do bem-estar do empregado e consequentemente proporcionar a estabilidade na saúde todos envolvidos no cuidar.

Destacam-se ainda fatores que parecem contribuir para o adoecimento, como pouco reconhecimento por parte de outros profissionais, elevadas cargas horárias no ambiente de trabalho, trabalho em turnos, entre outros , por atuarem diretamente com os pacientes, vivem de perto seu sofrimento e dor (bem como da família do paciente), lidam com a vida e a morte constantemente. Estes profissionais têm mais risco de envolver-se afetivamente com os pacientes, entrando no processo de desgaste que conduz ao “burnout” (CHIAPETTI  et al., 2012).

Do mesmo modo a literatura mostra que a terapia  para o Burnout é feito por grupo de psicoterapia podendo induzir o uso de medicamentos, caso a pessoa indica problemas biofisiológicos tais como: dores, alergias, alteração na pressão arterial, problemas cardíacos, Insônia, dentro de diversas mudanças (SILVA et al., 2015).

E no tratamento pode ser necessário a utilização de: analgésicos, complementações minerais, ansiolíticos e antidepressivos, conforme os sintomas apresentados por cada indivíduo com o Burnout (SILVA et al., 2015).

2 HIPÓTESE

Acredita-se que o esgotamento, cansaço emocional, físico e psíquico, grande exaustão no trabalho, são causas que levam o profissional a ter dificuldades de lidar com tantas emoções no ambiente hospitalar e também a despersonalização causada na maioria das vezes pelo estresse prejudicando-o em seu desempenho no seu cotidiano.

 

 3 METODOLOGIA DA PESQUISA

Trata-se de uma revisão bibliográfica, selecionando material meio das publicações de artigos referentes à síndrome de burnout em profissionais de enfermagem por via virtual nas bases de dados: SCIELO e Google Acadêmico, e outras fontes de dados como sites confiáveis de acordo com a relevância   para este estudo.

Como critérios de inclusão foram inseridos as pesquisas que respondem as questões referentes a esta temática, publicadas em língua portuguesa, incluindo capítulos de livros, manuais com recorte temporal entre o ano de 2007 a 2017.

Como critérios de exclusão foram adotados os seguintes parâmetros: artigos publicados fora da língua portuguesa, que não estavam no período estabelecido para o estudo ou que ainda não tinha pertinência com a temática.

4 DESENVOLVIMENTO DA SÍNDROME DE BURNOUT

4.1Conceituando

O termo burnout foi primeiramente divulgado 1974 em umaa revista de Psicologia pelo médico Herbert Freundenberger, porém, Maslach e Pines, psicólogos sociais, foram os divulgadores do termo em 1977, no Congresso Anual da Associação Americana de Psicólogos (RODRIGUES, 2006).

Burn, em inglês, significa queimar, out, é algo fora, exteriorizado. O Burnout é caracterizado por  sinais e sintomas físicos e psíquicos, consequentes da má adaptação ao trabalho e com intensa carga emocional e pode estar acompanhado de frustração em relação a si e ao trabalho (ALMEIDA; SOUZA; CARLOTTO, 2009).

A Síndrome de Burnout (SB) ou “do Esgotamento Profissional” é uma Síndrome Psicológica decorrente da tensão emocional crônica vivenciada pelo trabalhador, caracterizada por exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal que pode acometer profissionais cujo trabalho requer contato direto com o público, especialmente quando envolve cuidados e atividades assistenciais (TIRONI et al., 2009).

A Síndrome de Burnout é reconhecida mundialmente como um dos grandes problemas psicossociais que afetando a qualidade de vida de profissionais de diversas áreas, principalmente naquelas que prestam cuidados em saúde, educação e serviços humanos, (SOUSA; MEDONÇA, 2009).

Na Síndrome de Burnout apresenta  comprometimento na qualidade do trabalho, os custos emocionais ao cuidador no contexto da assistência em saúde levam a prejuízos no desempenho e na própria saúde do profissional (SANTOS; CARDOSO, 2010).

De acordo com Meneghini; Paz;Lautert, (2011) a definição mais consolidada para a SB é  que se considera como uma reação à tensão emocional crônica motivada a partir do contato direto com outros seres humanos quando estes estão preocupados ou com problemas.

A Síndrome Burnout é conhecida como estresse laboral crônico, sendo classificada como uma das principais doenças de origem psicossocial que afetam os trabalhadores, apresentando uma relevante taxa de absenteísmo e afastamento da profissão. (FRANCO et al., 2001, apud SOARES; PEREIRA, 2017).

Os profissionais de enfermagem durante toda sua jornada de trabalho são colocados à prova, devido  a complexidade da profissão, por situações delicadas do cuidar, sendo necessário esse aprimoramento em sua áreas , em conhecimentos anatômicos e suas práticas.Podendo auxiliam na manifestação da Síndrome de Burnout , que por sua vez, podem causar falhas no exercício da profissão e esgotamento psíquico (FARIAS et al., 2017).

 

5 As causas da Síndrome de Burnout  nos profissionais de enfermagem

De acordo com a Heather Education Authority, a enfermagem é anunciada como quarta ocupação mais exaustiva por se deparar com obstáculos em delimitar os divergentes deveres da profissão além da ausência de reconhecimento geral, que desanima e aumenta o cansaço ocupacional, desenvolvendo assim a despersonalização em elo ao serviço (JODAS; HADDAD, 2009).

Segundo Stumm et al., (2009) a Enfermagem é uma profissão cuja essência e especificidade é o cuidado humano, que se dá por meio da tomada de responsabilidade pelo seu conforto, acolhimento e bem-estar. É ela que estar em maior contato com o paciente, seja no cuidado clínico ou assistencial, além de desenvolver trabalhos administrativos, planejar ações, organizar seminários, eventos, palestras, investigar patologias e preencher inúmeros relatórios e planilhas.

O estímulo ou agente Estressante é um elemento que interfere no equilíbrio homeostático do organismo e o estresse é a resposta a este estímulo, isto é, a necessidade de aumentar o ajuste adaptativo para retornar ao estado de equilíbrio. Assim, o estresse tem a função de ajustar a homeostase e de melhorar a capacidade do indivíduo para garantir-lhe a sobrevivência ou a sobrevida (BENEVIDES-PEREIRA, 2010).

De acordo com Britto; Cruz e Figueiredo (2008) o estresse quando vinculado ao trabalho, chamado de estresse ocupacional, refere-se à falta de capacidade do trabalhador de se adaptar às demandas existentes no trabalho e àquelas que ele próprio percebe. O estresse ocupacional ou laboral pode, ainda, referir-se ao conjunto de perturbações de cunho psicológico e ao sofrimento psíquico associado às experiências de trabalho, cujas demandas ultrapassam as capacidades físicas ou psíquicas do sujeito para enfrentar as solicitações do meio ambiente profissional.

     Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem fazem parte de uma profissão caracterizada por ter, em sua essência, o cuidado e por grande parte de trabalho ser o contato direto com pacientes e familiares. Do ponto de vista da organização do trabalho, a indefinição do papel profissional; a sobrecarga de trabalho frequentemente justificada por falta de pessoal e estimulada pelo pagamento de horas-extras; falta de autonomia e autoridade na tomada de decisões, entre outras, geram um estado de estresse crônico, identificando-se como uma da profissão de maior incidência de Burnout (MOREIRA, 2009).

A enfermagem relaciona-se através de diversas condições impostas por necessidades administrativas e auxiliares, por exemplo o número elevado de pacientes por enfermeiro e várias ações burocráticas, situações que similarmente são viáveis ao cansaço (GONZAGA et al., 2016).

Especialista de enfermagem que trabalha em oncologia encontram-se mais propícios ao burnout, uma vez que sua ocupação rodeia acontecimentos como zelar de enfermos com patologia preocupante e em numerosas vezes ameaça proeminente de óbito (GONZAGA et al., 2017).

De acordo com Faria e Maia (2017), passar por decurso de óbito de um enfermo, exclusivamente se for jovem, é representado como acontecimento dificultoso, confrontado pelos trabalhadores de enfermagem.

            Mudanças nos processos de trabalho, tanto em nível de produção quanto de organização, têm ocasionado maiores exigências na qualidade do serviço prestado e consequentemente, necessidade de desenvolvimento de novas habilidades por parte do trabalhador de diversos setores. Tal fenômeno ocorre notadamente nos serviços de saúde que trazem, pela especificidade do cuidado em situações de sofrimento, uma carga ainda maior de competências interpessoais que precisam ser alcançadas pelos profissionais (SANTOS; CARDOSO, 2010).

O impacto do trabalho na saúde física e mental dos profissionais tem sido considerado importante nos últimos anos. A atividade laboral pode ocupar grande parte do tempo e da vida dos profissionais que, de um modo geral, dedicam oito horas diárias por um período médio de trinta e cinco anos ao trabalho. (BENEVIDES- PEREIRA, 2010).

Ronsein et al., (2004) afirma que a importância de agentes estressores psicossomáticos é hoje amplamente reconhecida, sendo tão potentes quanto os microorganismos ou a insalubridade, no desencadeamento das doenças.

Segundo Moreira (2009) o cansaço emocional é considerado o traço inicial, podendo a manifestação ser física; psíquica ou uma combinação das duas.

Como um dos fatores ocupacionais que levam a Síndrome de Burnout Murofuse, Abranches e Napoleão (2005) aponta o estresse como sinônimo de cansaço, dificuldade, frustração, ansiedade, desamparo, desmotivação. Tornou-se o responsável pela maioria dos males que nos afligem principalmente os relacionados ao estilo de vida urbano atual.

Vieira et al., (2006) afirma que embora apareçam associados com freqüência, vários estudos mostram que burnout e depressão são conceitualmente diferentes.

Segundo Meneghini; Paz;Lautert, (2011) o estresse pode ser definido como um desgaste do organismo, que, por sua vez, causa alterações psicofisiológicas, que ocorrem quando o indivíduo é forçado a enfrentar situações que o excitem, irritem, amedrontem, ou até mesmo o façam imensamente feliz.

Outros autores mencionam que se trata de um termo amplamente empregado como sinônimo de frustrações, cansaço, dificuldades, ansiedade, desamparo e desmotivação, sendo considerado como o responsável por significativa parcela dos problemas modernos, principalmente, nos grandes centros urbanos. A atividade laboral hospitalar é caracterizada por excessiva carga de trabalho, contato com situações limitantes, alto nível de tensão e de riscos para si e para outros. Inclui problemas de relacionamento interpessoal aos que prestam assistência direta aos clientes e preocupações com demandas institucionais (MENEGHINI; PAZ; LAUTERT, 2011).

Segundo Trigo (2010) a SB interfere negativamente nos níveis institucional, social e pessoal. A instituição pode ter como conseqüência da Síndrome de Burnout  aumento dos custos decorrentes da rotatividade, absenteísmo, tratamentos de saúde dos trabalhadores, contratações e treinamento dos novos funcionários. Em nível social o profissional acometido pela síndrome pode se distanciar dos familiares e os clientes, mal atendidos, precisam arcar com seus prejuízos emocionais, físicos e financeiros.

 

6 TRATAMENTOS PARA A SÍNDROME DE BURNOUT

            O Ministério da Saúde (2001) garante que o tratamento da SB abrange: psicoterapia, utilização de fármacos prescritos pelo médico, atividades psicossociais e musicoterapia. Porém isso dependerá da gravidade e da especificidade de cada caso (SOARES; PEREIRA, 2017).

Aconselha-se que a equipe de enfermagem do noturno consiga experimentar chances de recolher algum período com finalidade de relaxamento e sonecas, o que ajudaria para o reforço na reabilitação de forças dissipadas ou contrabalançar a falta de descanso através de seus empregos durante a noite (SIMÕES; BIANCHI, 2016).

De um modo geral, a literatura aponta que o tratamento para o Burnout é realizado por meio de psicoterapia que, de acordo com o caso, pode solicitar o uso de medicações, caso a pessoa apresente problemas biofisiológicos, tais como: dores, alergias, alteração na pressão arterial, problemas cardíacos, insônia, entre outras possíveis intercorrências. No que se refere à medicação, então, esta pode ser relacionada a analgésicos, complementos minerais, ansiolíticos e antidepressivos, de acordo com cada sintomatologia apresentada pelo indivíduo acometido com o Burnout (SIMÕES; BIANCHI, 2016).

A Síndrome de Burnout pode ser evitada, desde que a cultura da organização favoreça a execução de atividades preventivas do estresse crônico, a partir da atuação em equipes multidisciplinares, numa perspectiva de resgatar as características afetivas contidas no cotidiano de quem cuida (JODAS; HADDAD, 2009).

Segundo Griep et al., (2011) o aumento do quadro de funcionário de enfermagem em hospitais públicos e privado, assim diminuído a sobrecarga de trabalho e melhorando a qualidade do serviço. A instituição deve investir no aprimoramento e reciclagem do enfermeiro, assim como promover as condições básicas para atuação adequada desse profissional, reconhecimento do trabalho executado, incentivo na remuneração do enfermeiro, supervisão com orientação, participação na tomada de decisões. Proporcionando um ambiente favorável de trabalho e revertendo para qualidade de assistência prestada ao paciente e aos familiares (FRANCO,2011).

Moreira (2009) explica que o tratamento da Síndrome de Burnout inclui o uso de antidepressivo e psicoterapia, os quais devem ser aliados a atividade física regular e exercícios de relaxamento, que também ajudam a controlar os sintomas. Ainda com relação ao enfrentamento da Síndrome de Burnout Moreno (2011) enfatiza três níveis de intervenções: centrados na resposta do indivíduo (individual), no contexto ocupacional (organizacional) e na interação contexto ocupacional e indivíduo (combinadas).

 

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Síndrome de Burnout é uma doença manifestada  pela exaustão, acompanha os profissionais de diversas áreas, facilmente encontrado  em profissionais de enfermagem  por  desgaste da profissão e contato com a morte de seus clientes e longos períodos de trabalho.

Várias outras pessoas se expõe ao desenvolvimento dessa síndrome, reforçando a necessidade de abordar essa temática, já que atitudes devem ser tomadas a fim de prevenir essa doença que causa tantos transtornos para os trabalhadores bem como problemas financeiros para as instituições, sobretudo previdenciários e afastando de suas funções.

Houve um aumento de interesse da comunidade cientifica pelos estudos sobre a SB, principalmente entre profissionais da saúde, devido ás graves consequências que podem produzir na qualidade dos cuidados aos pacientes.

O Brasil ainda precisa avançar nos estudos sobre essa doença ocupacional, pois foi notado que os profissionais da saúde estão mais propicio a SB, ainda hoje é um desafio falar em promover a saúde daqueles que cuidam.

 

11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

ANDRADE, P. S.; CARDOSO, T. A. O.  Prazer e dor na docência: revisão bibliográfica sobre a Síndrome de Burnout.  Saúde soc. São Paulo, v.21, n.1, p.129-140, 2012. Diponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902012000100013  Acesso: 13 out. 2017 ás 15:32 hrs.

 

CARLOTTO, M. S; fatores de risco da síndrome de burnout em técnicos de enfermagem. rev. SBPH, vol.14, num.2, 2011. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S151608582011000200003/ . Acesso em 20 abril ás 14 hrs.

 

CHIAPETTI, N; SERBENA, C. A; BODANESE, L. F; CAMPOS, A. S; PROENÇA, M. D. C. Síndrome de Burnout em profissionais de enfermagem.  Bol. Acad. Paulista de Psicologia, v. 32, n. 83, p. 353-383, 2012. Disponível em: http://www.redalyc.org/html/946/94624915008/. Acesso 18 nov. 2017 ás 9 hrs.

 

FARIAS et al 2017. As consequências da Síndrome de Burnout em profissionais de enfermagem: revisão integrativa. Ciências Biológicas e de Saúde Unit, v.4, n.2, p.259-270, 2017. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/fitsbiosaude/article/view/4550/2620/ Acesso 16 março. 2018 ás 14:00 hrs.

 

JODAS, D. A.; HADDAD, M. C. L. Síndrome de Burnout em trabalhadores de enfermagem de um pronto socorro de hospital universitário. Acta Paul Enferm 2009;22(2):192-7. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ape/v22n2/a12v22n2/ Acesso em 30 março. 2018 ás 15:15 hrs.

 

GONZAGA  et al. Síndrome de Burnout em trabalhadores da oncologia: Uma revisão integrativa. Psicologia em estudo, Maringá, v.21, n.3, p.365-375, 2016. Disponível  em:   http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/PsicolEstud/article/view/30575 / acesso em 20 abril ás 16 hrs.

 

SILVA et al,2015. Síndrome de Burnout em profissionais de enfermagem: revisão             bibliográfica sobre a Síndrome de Burnout. Rev. Saúde em foco, v.2, n.2, art.7, p.94-106, 2015. Disponível em: http://www4.fsanet.com.br/revista Acesso: 13 out. 2017 ás 16:30 hrs.

 

SOARES, R. T.; PEREIRA, I. S. S. D. Síndrome de Burnout: fatores que interferem na atuação da enfermagem. Revista Diálogos Possíveis, ano 16, n.2, p.130-146, 2017. Disponível em: http://revistas.faculdadesocial.edu.br/index.php/dialogospossiveis/article/view/466/ Acesso em 23 março. 2018 ás 14:30 hrs