Foi  informando a Organização de Nações Unidas ligada â Alto Comissariado para os Refugiados, de "António Guterres" (HCR) sobre o estado de Mustapha Salma Sidi Mouloud, ex-policial da Frente de Polisario na segunda semana aberta de greve de fome como forma de protestar: isso foi iniciada no dia 20 do mês passado, em frente à sede do Alto Comissariado para os Refugiados em Mauritânia

 A exigência é o direito de juntar-se  a sua família e direito à mobilidade,  Depois da espera que levou  mais de dois anos e meio, sem uma ação do Alto Comissariado para os Refugiados, nem atender as suas legítimas reivindicações.

 A mensagem escrito foi entregue na sede em Genebra ", disse Mark Valcke Marc Falquet" membro da Comissão de Direitos Humanos do parlamento suíço, legal  defensor do grupo na cidade de Genebra e chefe da  Organização Yamamah branco  (Organização Dove Al Branco).

 Levando  uma carta aberta de Mustapha Salma Sidi Mouloud, referindo, nomeadamente, que  HCR prometeu resolver a situação, através de um documento para viajar, tal documento garante-lhe o acesso para visitar os membros da sua família, incluindo seus filhos, de acordo com o Capítulo 28 da lei internacional dos refugiados.

 Após o silêncio prolongado da Comissão e sua indiferença diante da situação, foi organizado um sit-in em prol deste homem ( terca-feira 2013/05/28) junto á esta representatividade  em Rabat

 Foram coletadas cartas de muitas organizações de defesa dos direitos humanos para entregar a Comissão, responsabilizando pelo sofrimento deste homem e pelo exílio forçado a permancer em Nouakchott, longe de sua esposa e filhos, além das complicações de saúde por continuar sua greve de fome.

 Considerando a atitude de não agir a tempo contra este activista agrava a situação considerado como um crime, deixando ficar longe de sua família e excluido pelo  Polisário, depois que os separatistas se encontraram numa posição e situação crítica, diante da opinião pública internacional, por ser  preso, torturado e expulso por causa de suas posições políticas.

 O crime do homem foi ter expressado sua vontade e convicção, e revelar o apoio a proposta de Marrocos que é atribuição  para as regiões do saara um plano de autonomia, exigindo o direito de moradores do campo para ser livres das garras do regime argelino e a independência política da sua decisão, pondo termo  as décadas de sofrimento infernal nos campos de Tindouf!

 O homem que respondeu a chamado da mente e da pátria. Ele escolheu voluntariamente, a consciência e a compreensão dos  viés de suas convicções. E até mesmo o seqüestro e tortura, que ele  sofreu por parte da  entidade fantasma, visando manobras que não adjantaram que a insistência e a luta a favor do projecto de autonomia, considerado a solução perfeita e melhor para uma questão vexatória, que  não pode ser sustentado indefinidamente.

 · Foi então proposto por Marrocos o plano de  autonomia sobre a mesa de negociações com a Frente Polisário, que afastou este homem que defendeu a subtração marroquina ...

 · Em reconhecimento de Marrocos, da posição de homens e do seu nobre esforço, só podendo assim invocar o governo e todas as forças vivas  para aproveitar  todos  seus potenciais  para apoiar este homem.

 · A pergunta é qual é a fórmula  de comunicação  para Mustapha Salma Sidi Mouloud diante da   Anistia Internacional, qual é o prêmio, como aquele que é concedido a Aminatou Haidar, do Centro Internacional para os Direitos Humanos, transformando uma mulher líder para os direitos humanos?.

 Pergunta se  a neta do ex-presidente dos EUA, Kennedy, pode atribui  o prêmio a um sarauí, afastado por  uma quadrilha de  Polisário e entregue  a segurança militar da Argélia que a decidiu de tirá-lo dos campos de Tindouf?.

Trata de uma ingratidão e flagrante violação das convenções e acordos internacionais  que reconhecem o princípio do direito de paternidade,de  infância e de maternidade.

Mas antes de criticar a Sra. Kennedy e outros, não é lógico perguntar sobre a posição do governo marroquino em relação aos desdobramento desta questão, e por que deste silêncio incrível, desconcertante para o nosso governo e  sua razão no sentido de acompanhar os acontecimentos deste  homem sarauí unista, além de chamar atenção sobre a consciência internacional, as responsabilidades extraordinárias e trágicas humanitárias, especialmente para especificar a responsabilidade das Nações Unidas com bista a enfrentar esses crimes abertamente contra a humanidade, quebrando  o silêncio terrível que fecha os olhos sobre o que está acontecendo diariamente nos acampamentos, bem como contra tantos casos em várias prisões em termos de tragédias e mortes, comparados ao gelo da Sibéria e ao inferno do saara do norte da África em Tindouf ?

 Muitos ativistas da sociedade civil, em apóio a ativista, observaram uma greve de fome e um sit-in em frente ao Parlamento do Reino de Marrocos em Rabat, de um período de 24 horas, de sexta-feira 31/05/2013 à sábado, 01/06/2013.

 Os manifestantes e ativistas posicionados frente ao parlamento exigem uma reunião de emergência da Comissão de Direitos Humanos das ambas as casas do parlamento, chamando atenção sobre o caso dos Estados Unidos que pretendem acenarar um conceito para o monitoramento dos direitos humanos nas províncias do sul do reino, a favor da MINURSO, mas sem sucesso  devido á união das forças e diplomática internacional ...

 Se o governo marroquino não reagir junto ás organizações internacionais a favor do ativista em questão, as manifestações e oposições serão organizadas a partir de quarta-feira, 06/06/2013, em solidariedade com este homem que mata por sua luta em prol de uma questão  natural e do consenso de todos os povos.

 Lahcen EL MOUTAQI

Pesquisador Universitário