PROGRAMA ESCOLAS INTERCULTURAIS DE FRONTEIRA

PEIF

 

RELATÓRIO FINAL DE ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO E EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES PROPOSTAS DO PROGRAMA

 

FORMADOR: JOÃO JUVITO CAMPOS

 

TABATINGA - AM

2016

INTRODUÇÃO

Ao iniciarmos o nosso trabalho na escola tivemos nos organizar através de dialogo aberta com todos os participantes do programa para alcancemos as metas projetadas nas atividades desenvolvidas dentro de dois meses com o tema “Escrita e Leitura em Língua Materna e Portuguesa: Uma experiência intercultural e bilingüismo“, na Escola Municipal Indígena João Ayres da Cruz, juntamente com 14 professores que atuaram nas séries iniciais do I e II Ciclo do Ensino Fundamental, da faixa etária de 07 a 14 anos. Inclusive as crianças com necessidades especiais também foram incluídas. Na primeira semana de aula tivemos que fazer um diagnóstico em todas as turmas para verificarmos a situação de nível de aprendizagem das crianças, principalmente na leitura e escrita, tanto na língua materna (dialeto) e portuguesa, sendo que a língua espanhola, pois existem também alunos estrangeiros que precisam ser identificadas para possíveis acompanhamentos diários para a compreensão dos assuntos trabalhados. Tudo isso é para facilitar a execução das atividades a serem desenvolvidas dento do sistema educacional.

ATIVIDADES EXECUTADAS DURANTE O PERCURSO DO CURSO

  1. Apresentação da proposta curricular e da ação pedagógica para comunidade escolar

No dia 06 de janeiro de 2016, às 08h30min da manhã, reunimos com toda equipe de professores cursistas do Programa, da qual apresentou- se a toda comunidade escolar a proposta curricular pedagógica que já vem sendo desenvolvido desde 2014, que em 2015 teve a continuidade, onde a escola foi um destaque pela execução desse projeto, assim atendendo a diversidade sociocultural que a escola apresenta. Sendo que já foram trabalhadas diversas atividades que atenda os anseios dos alunos na parte de ensino de bilinguismo.

  1. Reelaboração do Projeto Político Pedagógico – PPP

O Projeto Político Pedagógico é um documento essencial e democrático, embasado na busca e na construção de uma educação plena, com o envolvimento de educadores, pais, alunos comunitários e funcionários, pois sabemos que temos em nossas mãos cidadãos em formação e transformação, cabendo a nós garantirmos a qualidade dos serviços educacionais oferecidos. Queremos deste modo, formar seres humanos com dignidade, identidade e projeto de futuro. Então, devido essas questões tivemos que nos reunir no dia 16 a 19 de fevereiro de 2016, da qual tivemos oportunidades de explanar todas as questões relacionadas aos problemas estruturais, física do estabelecimento de ensino na busca de alternativas para a melhoria das situações da comunidade escolar.

E este Projeto está sendo o resultado de uma experiência coletiva, na qual, construímos caminhos para colocar em prática nossos paradigmas educacionais, visando à realidade da comunidade onde a escola está inserida. Este documento tem como finalidade explicitar a proposta pedagógica da referida escola. O mesmo está sendo elaborado a partir deste esboço pelos professores e o corpo administrativo da escola, tendo em vista a apresentação deste a comunidade escolar.

E será o núcleo de toda ação pedagógica, compromissando-se com a formação cidadã e a preparação para a vida em sociedade dos alunos. Temos embasamento da legislação em vigor, visando assim novos rumos para a conquista de almejar um ensino de qualidade, além de oferecer um direcionamento à comunidade escolar uma fundamentação sobre o trabalho pedagógico, a partir de um diagnóstico da escola, encontrando assim o foco das falhas e as devidas correções.

A RESOLUÇÃO Nº 5, de 22 de junho de 2012, que prevê em seu art.2º as Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação escolar indígena tem por objetivos:”

 

I- Orientar as escolas indígenas de Educação Básica e os sistemas de ensino da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios na elaboração, dos desenvolvimentos e avaliação dos seus projetos educativos;

II- Orientar os processos de construção de instrumentos normativos dos sistemas de ensino visando tornar a educação escolar indígena projeto orgânico, articulado e sequenciado de Educação Básica entre suas diferentes etapas e modalidades, sendo garantidas as especificidades dos processos educativos indígenas.

III- Assegurar que os princípios da especificidade, do bilinguismo e multilinguíssimo, da organização comunitária e da interculturalidade fundamentam os projetos educativos das comunidades indígenas, valorizando suas línguas e conhecimento tradicionais;

IV- assegurar que o modelo de organização e gestão das escolas indígenas leve em consideração as práticas socioculturais e econômicas das respectivas comunidades, bem como suas formas de produção de conhecimento, processos próprios de ensino e de ensino e aprendizagem e projetos societários.

VII – Orientar os sistemas de ensino da União, dos estados, do Distrito Federal e dos Municípios a incluir, tanto os processos de formação dos professores indígenas, quando no funcionamento regular da Educação Escolar Indígena, a colaboração e atuação de especialistas em saberes tradicionais como os tocadores de instrumentos musicais contadoras narrativas míticas, pajés e xamãs, rezadores, raizeiros, parteiras organizadores de rituais conselheiros e outras formações próprias ao bem viver dos povos indígenas.

VIII – Zelar para que o direito á educação escolar diferenciada seja garantindo às comunidades indígenas com qualidade social e pertinência pedagógica, cultural, linguística, ambiental e territorial, respeitando as lógicas, saberes e perspectivas dos próprios povos indígenas.

Também não deixamos de considerar com maior respeito o artigo 3° dos princípios da Educação Escolar Indígena inciso I e II proporcionar aos indígenas suas comunidades e povos e Parágrafo Único;

Art. 4º Constituem elemento básico para a organização, a estrutura e o funcionamento da escola indígena inciso I, II, III, IV e Parágrafo Único.

Art. 5º Na organização da escola Indígena deverá ser considerada a participação de representante da comunidade, na definição do modelo de organização e gestão, bem como inciso I, II, III, IV e V.

Art. 6º Os sistema de ensino devem assegurar as escolas indígenas estrutura adequada ás necessidades dos estudantes e das especificidades pedagógicas da educação diferenciada, garantindo laboratório, bibliotecas, espaços para atividades esportivas e artístico-culturais, assim como equipamentos que garantam a oferta de uma educação de qualidade sociocultural.

Há a consciência, por parte dos que o produziram, de que representa apenas uma semente de projeto político pedagógico e se encontra aberto a todo e qualquer tipo de sugestão e encaminhamentos. Sabemos que nenhum projeto político pedagógico pode ser dado como pronto e acabado sob pena de se cristalizar e deixar de acompanhar os movimentos da história.

Portanto, nossa reflexão continua baseada principalmente na prática pedagógica cotidiana e na discussão dos referenciais teóricos que nos encaminhem para uma “práxis” responsável e compromissada com uma escola pública de qualidade, conforme a Resolução n°5, de 22 de junho de 2012.

Título IV do Projeto Político Pedagógico das escolas indígenas.

No art.14. O projeto político pedagógico, expressão da autonomia e da identidade escolar, é uma referência importante na garantia do direito a uma educação escolar vocês, devendo apresentar os princípios e objetivos da educação escolar indígena e de acordo com as diretrizes curriculares instituídas nacional e localmente em relação à educação escolar.

Considerando as legislações vigentes, o PPP da Escola Municipal Indígena João Ayres da Cruz da comunidade Umariaçu II, construído coletivamente, se justifica como instrumento de planejamento de ações globais a serem trabalhadas neste estabelecimento de ensino e foi embasado na realidade histórica e cultural do povo Ticuna.

  1. Reunião sobre a Base Comum Nacional da Educação

Durante a reunião foram destacados estes citados abaixo, da qual foram aproveitadas todas as informações importantes para a construção da educação na nossa comunidade, sabemos que todas as bases legais e resoluções pode nos ajudar em conhecer nossos direitos da educação, no entanto considerando as diferenças dos saberes e conhecimentos que nós mantem de geração em geração para temos os mesmos direitos de exercer a nossa cidadania.

      Constituição Federal de 1988,

Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.

Art. 232. Os índios, suas comunidades e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses, intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo.

 

 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº9. 9394/96).

Art. 26 – Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

Art. 26-A, Art. 78. O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta de educação escolar bilíngue e intercultural aos povos indígenas, com os seguintes objetivos:

I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências;

II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade nacional e demais sociedades indígenas e não-índios.

Art. 79. A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da educação intercultural às comunidades indígenas, desenvolvendo programas integrados de ensino e pesquisa.

§ 1º Os programas serão planejados com audiência das comunidades indígenas.

§ 2º Os programas a que se refere este artigo, incluídos nos Planos Nacionais de Educação, terão os seguintes objetivos:

I - fortalecer as práticas sócio-culturais e a língua materna de cada comunidade indígena;

II - manter programas de formação de pessoal especializado, destinado à educação escolar nas comunidades indígenas;

III - desenvolver currículos e programas específicos, neles incluindo os conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades;

IV - elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado.

 

Referencial Curricular Nacional para as escolas indígenas. Programa Parâmetro de Ação, Lei 10.172/Plano Nacional de Educação, parecer 14/99 do conselho Nacional de Educação, Resolução Nº 11/2001/CEEI-AM, Portaria Interministerial Nº 559/91 E Decreto nº 1904/96.

CF- Art. 231, 210, 215, Portaria interministerial nº 559/91 – LDB- Artigo 78 – I e II; LDB- Artigo 79 - & 1 º e 2 º

Referencial Curricular Nacional Para as escolas Indígenas

Parecer CEB Nº 14/99 – Apresenta a fundamentação da educação indígena, determina a estrutura e funcionamento da escola indígena e propõe ações concretas em prol da educação escolar indígena.

Resolução. CEB Nº 3/99 - definições e regulamentações, mecanismos efetivos para a garantia do direito dos povos indígenas a uma educação diferenciada e de qualidade.

Plano Nacional de Educação- LEI Nº 10.172

1º-Diagnóstico sobre a oferta da educação escolar indígena

2º-Diretrizes para a educação escolar indígena

3º Objetivos e metas que deverão ser atingidos, a curto e longo prazo.

Resolução nº-11/2001/CEEI/AM

Fixar normas e diretrizes para a criação e funcionamento da Escola Indígena

 Parâmetros em ação – Implantação de programas em Ação com leis e normas que tratam da Educação Escolar Indígena em nosso país, foi mais uma contribuição ao processo de formação Diferenciada dos professores e construção da Escola Indígena.

  1. Acompanhamento Pedagógico

Nos dois meses todos os professores participaram na elaboração do planejamento escolar mensalmente, onde foram discutidos conteúdos que a ser trabalhados e que cada responsável da turma tem um papel importante para trabalhar conforme o planejado no projeto. Nas quatro turmas de 2º ano do I Ciclo do ensino fundamental, das quais os professores; Joel Coelho Araújo, Clarício Manoel Batista, Juscelino Severino e Osvaldo Coelho Fernandes foi iniciado atividades de leitura e escrita nas três idiomas, verifica-se de que durante a aplicação dos conteúdos são necessários que os professores adotassem uma metodologia especifica para atender de acordo o nível de cada aluno. Nestas turmas começamos trabalhar com pequenos textos, traduzindo em língua portuguesa e em espanhol para que os alunos compreendam e interpretam todos os assuntos trabalhados dentro da sala de aula, o importante saber também que antes de serem traduzidas precisam que os alunos entendam, pois os professores não trabalham apenas pela tradução e, sim pela contextualização buscando explorar a linguagem oral, tanto escrita, pois também assim facilita a aprendizagem, onde os mesmos relacionam-se e interagissem de forma em cada indivíduo consiga conhecer significados de palavras estudadas, utilizando dicionários específicos nas três idiomas. Essa uma das estratégias utilizadas pelos professores durante a execução das atividades. E que foi observado também, que para aprender o significado de uma palavra é necessário que a escrita seja de forma interpretativa, ou seja, pela ilustração e pelas pequenas frases, como foram trabalhadas as teorias Vilas Boas, que apenas uma palavra-geradora explora-se diversos sentidos e significados. Na segunda semana de aula de cada mês, nas quatro turmas do 3º ano do I Ciclo dos professores; Renildo da silva Forte, Sônia Liberato Lucena, Sildo Guilherme Ângelo e Humberto Ramos Lopes, desenvolve-se as mesmas atividades, mas já com os textos variados, principalmente os textos que se referem os contos, mitos, lendas e assuntos referências aos conhecimentos tradicionais, nessas atividades exploram-se apenas pequenos textos para não implicar a aprendizagem das crianças, sendo que a partir daí trabalhasse os conceitos da gramática, conceituando nas três idiomas, durante o período observa-se as crianças consigam compreender os assuntos desenvolvidos, não esquecendo de os professores fizeram tradução dos trabalhos com as crianças e ao mesmo tempo utilizaram uma metodologia fundamental em retirar do texto as principais ideias e, explicá-la contextualizando com a realidade das crianças. Sendo os professores utilizaram o dicionário para facilitar a compreensão e interpretação das palavras e os textos descritos. Nas duas turmas do 4º ano do II Ciclo, dos professores: Nilson Alexandre Ferreira e Irlanda Thomé dos desenvolveram atividades da tradução das palavras da literatura, como poemas, poesias, histórias antigas, receitas, culinárias, mitos e crenças. Essas atividades desenvolvem-se para verificar as habilidades na leitura e escrita. E começaram a trabalhar com a escrita e leitura dos textos já produzidos e, a partir criando-se o mecanismo de transcrição e produzindo com suas próprias palavras com o auxílio dos professores titulares de cada turma. Para facilitar mais ainda o trabalho os docentes pediam que os alunos realizassem em dupla, onde cada equipe receberam um modelo de como se organiza a elaboração dos textos seguindo as orientações da gramática. Os docentes se combinaram em trabalhar com seus alunos para que os mesmos se interagem e relacionam-se, trocando ideias, pois visse que alguns ficaram com dificuldades, mas que os professores utilizaram uma metodologia adequada de acordo o nível de cada turma, sei as crianças saíram bem nos trabalhos desenvolvidos, começando de tudo aquilo que eles já sabem, sendo que os ouvindo outras pessoas dentro da escola para a qual também possam explorar suas ideias. Para facilitar mais ainda, os professores durante a realização das aulas convidaram alguns anciãos da comunidade para participar junto com eles, contribuindo também pelo desenvolvimento da aprendizagem, principalmente, quanto se trata das crenças e mitos. E durante as aulas, observei também que aqueles alunos que dominam a língua espanhola na fala e na escrita, conseguem com facilidade a compreensão e interpretação das variedades textuais, inclusive os textos já produzidos em língua portuguesa e língua materna, por isso o professor antes de iniciar suas práticas pedagógicas devem se reunir para chegar numa conclusão de que a diversidade cultural quanto o ensinamento e a aprendizagem devem aprimorar os conhecimentos diversificados. E nas duas últimas turmas do 5º ano do II Ciclo, dos professores: Elso Alexandre Geraldo e Arlindo Augusto Fernandes trabalharam com a produção textual que envolve assuntos relacionados à ética e cidadania, contextualizando as questões atuais da comunidade que nas últimas semanas do mês março, houve muitos acontecimentos, onde eles aproveitaram a escrever textos sobre os fatos ocorridos, juntamente com seus alunos.

Quanto o uso da linguagem durante a realização das atividades observadas que cada uma possui sua concepção de ensino, como por exemplo, em língua Ticuna fizeram estudos aprofundando essa prática com dinâmicas e leitura dos textos variados entende-se também que o uso da língua materna é importante, pois quando se aprende escrevendo e lendo facilitaria mais ainda a compreensão da língua portuguesa pela tradução das palavras e como significados. Deste trabalho resulta-se a aquisição de novas experiências através das atividades com as crianças diante da diversidade linguística dentro do ambiente escolar, como por exemplo, aprendiz de um dialeto dominado pelas outras crianças. E também durante o acompanhamento pedagógico tive que impor atividades recreativas que faz com que as crianças consigam desenvolver suas habilidades, como cantar com eles em língua ticuna, português e ao mesmo tempo em língua espanhola. 

Portanto, o uso da linguagem oral e escrita é uma forma de transmissão dos conhecimentos e experiências já vivenciadas, mas é necessário a escola, principalmente os professores que atuam dentro da sala de aula consigam criar atividades dinâmicas das quais as crianças aprender e saber usar a Língua Indígena, Língua Portuguesa e Língua Espanhola na escola são um dos meios de que as sociedades indígenas dispõem para interpretar e compreender o mundo em que está inserido, sobretudo aquelas que dizem respeito aos direitos dos povos indígenas. Para isso acreditamos que os trabalhos desenvolvidos dentro do da comunidade escolar com as crianças indígenas, que tragam novidades para melhorar o processo de ensino e aprendizagem e ajudará muito pela aquisição de experiências através das línguas das quais dominam e que será útil para se comunicarem com outras pessoas, sendo que os professores que atuaram na turma do 2º ao 5º ano trocaram suas experiências durante as oficinas, onde eles aproveitaram trocando suas ideias e refletindo sobre as suas práticas pedagógicas, ou seja, interação de conhecimento que isso se dará um novo olhar para as crianças da comunidade escolar e que devem fazer parte do processo educativo, desenvolvendo e estimulando um cidadão critico e participativo de sua realidade e, para os mesmos não se sintam isolado dentro da sociedade em que se encontram e com o mundo dos brancos.

  1. Apresentação das metas e resultados alcançados
  • Reconhece e valoriza a diversidade sociolingüística existente dentro da sociedade em que vive instrumentalizam a literatura enquanto ferramenta pedagógica;
  • Promove a interculturalidade através do bilingüismo e sensibilização para o respeito dos membros dentro da sociedade.
  • Proporciona atividades teórico-práticas investigativas e reflexivas na realidade da escola em que estão inseridos.

A partir daí, a escola tornou a ser um modelo para outras escolas que pretendem trabalhar para melhorar as práticas pedagógicas diárias com seus professores ministrantes dos conteúdos programados em cada disciplina.

Diante dos resultados obtidos da pesquisa após de serem feitos os trabalhos que dos 585 matriculados deste ano foram 96,25% são falantes da língua Ticuna apenas, que durante a realização do trabalho conclui-se que àquelas crianças que são indígenas de origem conseguiram desenvolver atividades propostos relacionados à escrita e oral em língua que elas dominam satisfaz os trabalhos realizados dentro da sala de aula. Tem-se encontrado também que quando as crianças já conseguiram dominar a escrita e leitura, vimos que elas podem ver os adultos lerem diferentes textos que possam assimilar as habilidades e continuam demonstrando a capacidade de desenvolver suas experiências tanto quanto muda o sentimento e das atitudes.

Sabemos que as crianças indígenas devem ser alfabetizadas desde que iniciou na educação infantil, isto servirá como processo evolutivo de ensino-aprendizagem, então cabe à escola dar suporte durante a fase da escolaridade sendo que os pais também são principais responsáveis pelo desenvolvimento da aprendizagem dentro da escola. Para isso a infância é percorrida para se aprender a viver em sociedade, as crianças aprendem brincando, vendo outras pessoas praticando a oralidade, ainda participa das outras atividades diárias ou em rituais, como também na festa da moça pelo cântico, mantendo-se a sua cultura e, assim aprendendo as regras do convívio social da qual o grupo étnico pertence.

A tradição cultural dos antepassados é valor fundamental e base do fazer pedagógico; preserva-se a tradição da oralidade, valoriza-se o trabalho como meio educativo e como inserção; valor fundamental da terra é afirmado constantemente: aprende-se a conhecer e respeitar a natureza. (CIMI, 2002).

Cada grupo étnico tem-se dito que a fala é um fato biológico, enquanto que a escrita é o fato cultural. Isto significa que cada indivíduo independentemente de classe genética deve aprender muito antes de entrar na escola, ou seja, que a linguagem oral é uma das ferramentas que garantam a expressão da língua de acordo a sua necessidade em que está inserido. Sendo que a família é o principal responsável para que a criança consiga aprender a diversidade na sociedade para o enriquecimento dos conhecimentos adquiridos dentro do ambiente escolar. Não deixando de que somente na escola tem se aprendido a língua portuguesa, ou o uso dela para se comunicar um com outro, mas em todos os lugares onde possa ser útil para se expressar, tanto na escola como também em lugares públicos. Para isso é necessário entender que o uso da língua portuguesa dentro da escola indígena ajuda muito a compreender as situações reais do mundo afora, ou seja, dos diferentes grupos existentes dentro da sociedade envolvente.

Aprender e saber usar a Língua Portuguesa na escola é um dos meios de que as sociedades indígenas dispõem para interpretar e compreender as bases legais que orientam a vida no país, sobretudo aquelas que dizem respeito aos direitos dos povos indígenas. (RCNEI, 2007, p. 121).

Como se observa que dentro da escola indígena, as crianças precisam aprender a ler e escrever diferentes contextos vivenciados por ela. Mas de tudo isso acontecer precisa aprender a sua língua materna, identificar sua matriz étnica e deve ser respeitada, diante de sua cultura, pois permite que as populações indígenas conheçam o funcionamento da sociedade envolvente e, ainda, que elas tenham acesso a informações e tecnologias variadas.

Mesmo que a comunidade indígena Umariaçu II fica próxima à cidade de Tabatinga, vimos que pouquíssimas crianças que estudam na escola conseguem utilizar a língua portuguesa. Isto acontece tanto os pais ou também na escola não recebiam o incentivo para utilizar a língua portuguesa na compreensão dos assuntos ministrados pelos professores na sala de aula. Para isso o professor deve ser bilíngüe para que as crianças possam obter resultados esperados. Sendo trabalhando pedagogicamente a estrutura sintática e semântica da linguagem, como foi descrito sequentemente: “A leitura e a escrita, como em todas as modalidades e níveis de ensino é essencial para o desenvolvimento de habilidades e competências na formação de leitores e escritores, bem como no exercício de cidadania. Para que isso aconteça, os professores devem trabalhar durante a explicação a utilização de bilinguismo, para que os resultados esperados tenham retribuído e, eles, traduziriam os textos em língua materna, tanto quanto para língua espanhola, pois na escola também são encontradas alunos que necessitam de compreensão e interpretação dos assuntos ministrados, como assuntos referentes às temas transversais: ética indígena, pluralidade cultural, direitos, lutas, e movimentos”. 

 

Para as crianças indígenas aprender a expressar na língua indígena tanto em portuguesa e espanhola, antes de tudo tem se familiarizar com o conceito e que;

Muitas vezes, a dificuldade para incluir a interação das crianças com a escrita no trabalho didático deriva-se da expectativa de que para ler, antes é preciso conhecer o código alfabético; disso decorrem atitudes e procedimentos pedagógicos diversos – ensinar o código por silabação ou aguardar que a criança por si mesma descubra.

De certo que isto é realmente acontece, pois sabemos que cada linguagem tem a sua estrutura sintática e semântica da qual se inicia uma analise para evitar possíveis erros ortográficos nas idiomas que pretendem aprender, mas ainda que as técnicas, métodos de ensino tem ser flexível facilitando a compreensão dos assuntos abordados.

Além disso, os temas conceituais da transdisciplinalidade; que trata sobre a terra, e preservação da biodiversidade e educação preventiva sobre a saúde. Tanto, contos, mitos, lendas e assuntos referentes a ciências dos conhecimentos tradicionais. Tratando da nossa escola e das crianças que estudam nela não há nenhuma diferença, pois os métodos e as técnicas utilizados são os mesmos. Mas para atender as suas clientelas que não sejam indígenas ou mesmos indígenas adotamos uma metodologia especifica interdisciplinar para atender nas suas necessidades na aprendizagem, no entanto o currículo escolar também seja especifico que garanta uma educação diferenciada. Como afirma Rodgers (1988):

 “que as escolas devem seguir e propor um modelo para a descrição dos diferentes métodos, articulado em torno a três eixos: a abordagem, o planejamento e os procedimentos. A abordagem permite estabelecer a base teórica na qual o método se fundamenta: teorias sobre a língua e sobre a aprendizagem. No nível do planejamento são determinados os objetivos gerais e os específicos, a seleção e organização das atividades de aprendizagem e de ensino e os respectivos papéis de alunos, professores e matérias didáticos. No nível dos procedimentos são incluídas as técnicas especificas as práticas e os comportamentos de professores e alunos”.

 Então, estas ideias que foram discutidas durante a elaboração dos planejamentos e os planos de aulas. Ao trabalhar com diversidade linguística na escola, chegamos a entender que os usos da expressão oral e escrita puderam compreender a resistência em não “acreditar” que as crianças tão pequenas possuem conhecimentos e podem exercer atividades para desenvolvimento da autonomia Tudo isso é para facilitar a execução das atividades a serem desenvolvidas dentro do sistema educacional.

O processo de aprendizagem de uma língua, ao contrário da aquisição, depende de esforço, exercício, prática e, geralmente, não se obtém resultados tão bons. É o que ocorre no aprendizado de uma língua estrangeira. (Marcus, 2006, p. 30).

Dentre deles apenas 2,55% são falantes língua portuguesa, ou seja, dominam e falam. Nessa parte aproveita-se que todas as crianças que tem dominado a língua portuguesa utilizam-se quando o professor e outras pessoas dialogam com eles, mas sabe-se que antes de tudo isso, precisamos alfabetizar nas duas idiomas para os mesmos consigam compreender e interpretarem os diversos textos trabalhados dentro da sala de aula. Mas, para que as crianças indígenas assimilarem os conteúdos de língua portuguesa, antes de tudo o professor tem que ser bilíngüe, ou seja, aquele que domina e fala em duas idiomas, tanto na oralidade e na escrita.   Também o uso da língua estrangeira dentro da instituição escolar é muito importante, pois vai ajudar crianças que às vezes têm dificuldades de compreender outras línguas utilizadas na sala de aula, no entanto; será útil tanto na conversação entre pessoas de diferentes lugares possibilitando ainda a comunicação efetiva da língua da qual não tiveram conhecimentos. Então, trabalhando com a tradução dos textos em diferentes idiomas ajuda o aluno a compreender que a produção textual de diferentes gêneros pode ser entendida e facilita o ensino e aprendizagem dos alunos durante a explicação, então para isso,

O professor também precisa ter clareza de que tomar um conto, um bilhete, uma notícia, dentre outros gêneros possíveis, como objeto de ensino, requer um percurso pedagógico distinto, pois, mais do que levar o aluno a compreender os aspectos formais que organizam os diferentes gêneros textuais, é fundamental levá-lo a refletir sobre as práticas sociais em que os gêneros se inserem e os discursos e temas que nele circulam”.

Essas atividades desenvolvem-se para verificar as habilidades na leitura e escrita. E começaram a trabalhar com a escrita e leitura dos textos já produzidos e, a partir criando-se o mecanismo de transcrição e produzindo com suas próprias palavras com o auxílio dos professores titulares de cada turma. Para facilitar mais ainda o trabalho os docentes pediam que os alunos realizassem em dupla, onde cada equipe receberam um modelo de como se organiza a elaboração dos textos seguindo as orientações da gramática. Os docentes se combinaram em trabalhar com seus alunos para que os mesmos se interagem e relacionam-se, trocando ideias, pois visse que alguns ficaram com dificuldades, mas que os professores utilizaram uma metodologia adequada de acordo o nível de cada turma, sei as crianças saíram bem nos trabalhos desenvolvidos, começando de tudo aquilo que eles já sabem, sendo que os ouvindo outras pessoas dentro da escola para a qual também possam explorar suas ideias.

Através destes resultados obtidos foram elaborados um plano específico para atender as crianças, conforme a sua necessidade apresentadas.  Não necessariamente trabalhar com conteúdos de língua espanhola, mas para satisfazer e ajudar para que compreendam o entendimento dos conteúdos é importante, pois alguns alunos que são considerados estrangeiros precisam acompanhar os conteúdos a serem trabalhados. Na parte dos docentes dos 38 entrevistados, apenas 2,55% são falantes de língua portuguesa, apesar de ser a minoria, mas tem se encontrados principiais personagens para facilitar durante a explicação dos assuntos em cada sala de aula em que trabalha, dentre eles 96,25% falam e escrevem normalmente em língua ticuna e, essa quantidade demonstra que dentro do ambiente escolar trabalhasse mais a língua que elas dominam e complementando com a língua portuguesa para que consigam compreender assuntos ministrados interdisciplinarmente.

E por fim, apenas 1,05% falam a língua espanhola. Mas é necessário que as línguas sejam utilizadas para que todos que estão dentro da sala de aula, compreendam todas as informações repassadas diariamente na sala de aula. Somente assim, os alunos principalmente, tenham resultados esperados, que sempre acontece no longo ou curto prazo, isto dependendo das práticas pedagógicas pelos professores atuantes em cada turma.

 

  1. ANÁLISE CRÍTICA
  1. Sobre o desempenho da Execução do Projeto

O projeto que vem sendo um destaque durante a sua execução, por isso tem sido trabalhado com o objetivo de explorar a linguagem oral, escrita, leitura e produção de textos de forma contextualizada em idiomas diferentes para a compreensão dos conteúdos com significados relacionados à sua realidade e a integração da comunidade escolar, por meio de uma educação intercultural e bilíngüe e, sendo também à cultura, história e tradições comuns ao contexto, além da valorização étnica, memória e identidade cultural do povo Ticuna No primeiro bimestre trabalhamos com o eixo temático “Línguas” nos meses de março a abril, então para que possamos trabalhar em cima das propostas exigidas, antes de tudo fizemos um diagnóstico em todas as turmas para verificarmos as situações dos níveis de aprendizagens das crianças, principalmente na leitura e escrita, tanto na língua materna (dialeto) e portuguesa, sendo que a língua espanhola seria uma linguagem que pode ajudar nossos alunos, ou seja, aqueles que querem aprender o significado das palavras, frases ou até mesmo textos complexos e simples, também a nossa preocupação desta questão é que existem também alunos estrangeiros que precisam ser acompanhadas diariamente para a compreensão dos assuntos trabalhados. Na nossa escola encontram-se crianças que sejam: ticuna peruanas, ticunas colombianas que apresentam a mesma cultura, identidade cultural, línguas e saberes tradicionais, nesse sentido a comunidade de modo geral.

  1. Conteúdo do curso

Escrita e Leitura em Língua Materna e Portuguesa: Uma experiência intercultural e bilinguismo

  1. A metodologia utilizada

A pesquisa foi realizada na escola Municipal Indígena João Ayres da Cruz, situada na comunidade de Umariaçu II, quando inicia-se a pesquisa os pesquisadores optaram o estudo de caso, nesse sentido abordam o enfoque de abordagem dialética e método de indutivo, caracterizada como pesquisa descritiva/quantitativa.

Nesse sentido foram levantados questionamentos para serem encontrados possíveis resultados, então foram entrevistados 38 docentes entrevistados apenas 2,55% são falantes de língua portuguesa, ou seja, os que falam e dominam, dentre destes também obtiveram 96,25% são falantes da língua Ticuna, que sejam falantes e escrevem normalmente a língua materna e por fim, apenas 1.2% são falantes da língua espanhola. E na parte dos discentes também foram entrevistados apenas 45 dos 585 matriculados alunos, no entanto resulta-se que 96,77% são falantes da língua materna e dentre eles apenas 2,18% são falantes da língua portuguesa e por fim somente 1,05% dos entrevistados dominam a língua espanhola, principalmente as crianças que utilizaram as linguagens das quais são falantes e da qual a outra língua adotada para a compreensão dos textos variados utilizados dentro do ambiente escolar e fora dela e também na parte dos docentes, de modo geral, lotados nessa escola.

Diante destes resultados os instrumentos adotados foram à coleta de dados descritivos e questionário, mas antes disso acontecer os pesquisadores elaboraram questionários de entrevista, onde propõem perguntas elaboradas que envolve as situações reais sobre a linguagem utilizadas dentro da escola e da comunidade, de modo geral. E sequentemente os pais e responsáveis das crianças foram entrevistados para responder possíveis perguntas relacionadas ao objeto de estudo, esse foi um trabalho das quais foram obtidos informações que dentro da escola estudam crianças que aprenderam variedades contextos sociais, sendo que alguns que vieram de países estrangeiros que precisam ser identificadas para que não venham a ter dificuldades de ensino-aprendizagem. Nesse sentido alguns professores são falantes da língua espanhola e, por sua vez ajudaram alunos durante a aplicação dos conteúdos programáticos e eles tiveram que triplicar a sua fala, tanto a metodologia para que os alunos compreendam os assuntos ministrados e, assim começamos a coletar as informações a partir das praticas pedagógicas dos docentes, juntamente com a equipe pedagógica, das quais estiveram colaborando na investigação. Para o estudo da temática o tipo de pesquisa será estudo de caso, onde o sujeito da pesquisa serão os professores, alunos e funcionário da escola como já foi dito anteriormente. Para melhor compreensão sobre estudo de caso Luke (1996, p.19) aborda que: Os estudos de caso buscam retratar a realidade de forma completa e profunda. Assim o pesquisador procura revelar a multiplicidade de dimensões presentes numa determinada situação ou problema, focalizando como um todo [“...]”. A utilização do método de procedimento indutivo é fundamental, pois o pesquisador não pode generalizar, partindo apenas do sujeito de pesquisa no caso dos alunos e a professores, pois podemos fazer análises das linguagens que são utilizadas pelas crianças dentro do sistema educacional.

Estas são as observações feitas durante a execução das tais pesquisas realizadas dentro do âmbito escolar em relação ao ensino, métodos e as técnicas das quais chega-se a uma conclusão de que  a escola indígena constrói o seu próprio currículo que pode atender as suas clientelas diante de diversidade e particularidade em relação aos conteúdos ministrados dia em dia para que as crianças indígenas consigam desenvolver as competências e habilidades melhorando assim o ensino-aprendizagem e, assim valorizando ainda a diversidade de valores e práticas docentes na sala de aula.

  1. Critérios de avaliação

Serão avaliadas pela:

-Observação;

-Produções textuais: orais e escritas;

-Participação em todas as atividades programadas;

-Interesse;

-Assiduidade.

  1. Comentários Finais
  1. Lições aprendidas

Que as escolas indígenas valorizem a sua identidade cultural, pela valorização das línguas, costumes, saberes tradicionais e étnicas. Que a partir daí surge-se novas alternativas que possa tornar o espaço escolar como lugar de conhecimento e da transformações da sociedade do povo étnico, no entanto construindo o seu próprio currículo, onde as crianças consigam desenvolver os conhecimentos adquiridos durante a execução da proposta de trabalho educacional, ajudando a comunidade de modo a valorizar o saber étnico sem esquecer os saberes do mundo dos não-índios.

  1. Outros comentários

Vimos que após de ser feito esse trabalho adotamos o próprio currículo escolar que atenda as necessidades das crianças, que valorizam a língua, cultura e saberes tradicionais. Sabe-se que quando se trabalha conteúdos interdisciplinando em todas as áreas em as crianças consigam enriquecer o seu o conhecimento. Didaticamente estamos aplicando as técnicas de ensino e de novas metodologias. No entanto, entendemos que as salas de aulas não é apenas de quatro paredes e, sim, um espaço de aquisição de conhecimento, reflexão, informação e da ação política, de compromisso com a realidade, de respeito aos valores e interesses das comunidades, aos seus desígnios de autodeterminação e de melhoria das condições de vida. E por isso, recomenda-se aos profissionais de cada escola deverá realizar uma tríplice reflexão proceder a uma autoanalise de seus estabelecimentos, com vista a um verdadeiro diagnostico deferir objetivos quantificados, identificar os aspectos, recursos e as dificuldades que se interporão a esses objetivos, de modo a determinar a estratégia possível.

É necessário que no sistema escolar, a função do diretor aparece numa nova perspectiva geral: a de provocar a melhoria do bom funcionamento da escola a de encontrar soluções para os problemas que se colocam para a implementação de novas finalidades educacionais e a introduzir a inovação para melhorar a qualidade e a eficácia do ensino. Sendo o professor fossem qualificados realmente numa área de ensino, que tenha o domínio das línguas, com português e indígena para facilitar a aprendizagem das crianças. E espero que este trabalho venha a contribuir para os futuros profissionais da educação, onde se embasariam para o enriquecimento das teorias que está em construção.

 

REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICAS

 

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa / secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: 144p.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para as escolas indígenas/Ministério da Educação e do Desporto, – Brasília: MEC/SEF, 1998.

ERES FERNANDEZ, Gretel. Atividades lúdicas para sala de aula de língua estrangeira: espanhol: considerações teóricas e propostas didáticas / Gretel Eres Fernandez, Marília Vasques Callegari, Simone Rinaldi.- São Paulo: IBEP, 2012.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário a pratica educativo: São Paulo: Paz e Terra, 1996.

Leitura e escrita: como aprender com êxito por meio da pedagogia por projetos / Maria Cecília de Oliveira Micotti (org.); prefácio de Josette Jolibert. - São Paulo: Contexto, 2009.

Língua Portuguesa: ensino fundamental/Coordenação, Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.

Manual de Lingüística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem / Marcus Maia – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

OLIVEIRA, Marta Karl de. VYGOTSK. Aprendizado e desenvolvimento um processo sócio histórico. São Paulo; scipione, 2008.