Não se perturbe com opiniões de ignorantes e levianos, pois o que somos e temos é o que nos faz caminhar e nos aperfeiçoar, tanto nos erros como nos acertos em nossa vida. O problema é que, quando somos questionados por muitos deles, tentamos dialogar recebemos incompreensivas ofensas em palavras e gestos, principalmente porque vários desses cidadãos não sabem ouvir. Estou falando do mais humilde ao mais alto grau de título. (É bom lembrar que há, por exemplo, diplomado que são analfabetos funcionais; enquanto que pessoas só com ensino fundamental sabem compreender muito bem a intenção de uma ideia em um diálogo). Conhecendo isso, iremos nos livrar de um peso enorme. Quantas pessoas passam maior parte de toda a sua vida dando respostas para quem apenas o acusa de fatos sem base, sem lógica e sem conhecimento sobre você? Ignorantes (os que não têm instrução, fazendo apenas imitação de ideias e pessoas) e levianos (sem seriedade); esses dois tipos de pessoas dominam só aqueles que lhes der ibope, moral. Mas quem quer crescer, e não perder mais tempo, livra-se logo desses dois tipos de encostos. No fim, o que deveria (ou deve) importar é o que realmente somos. E quem conhece mais o que somos? Nós mesmos em nossas atitudes e em nossas constantes construção de mundo.