CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DA BAHIA 

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 

 

 

ALICE HELENA SANTIAGO

JAQUELINE DE JESUS SANTOS DA SILVA

JEANE FRANCO ALMEIDA 

 

 

 

PROMOÇÃO DA SAÚDE: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

A MULHER CLIMATÉRICA 

 

 

 

 

Salvador 2019

 

 

 

PROMOÇÃO DA SAÚDE: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A MULHER CLIMATÉRICA 

Alice Helena Santiago1 ,Jaqueline Santos da Silva1 ,Jeane Franco Almeida1 , Ana Paula Santana2 1,2 Centro Universitário Estácio de Sá, Curso de Enfermagem Rua Barão de Cotegipe, 142 - Calçada, Salvador - BA, 40445-001. Campus Fratelli Vita 1Discentes do curso de graduação Enfermagem da Universidade Estácio FIB. Salvador, BA, Brasil. Email: [email protected]; [email protected]; [email protected] 2Enfermeira, graduada em Enfermagem. Professora de graduação Enfermagem da Universidade Estácio FIB. Salvador, BA, Brasil. E-mail: [email protected]

 

Resumo

A observância é reconhecer à deficiência da assistência prestada as mulheres no período do climatério, enfatizando a falta de preparação de alguns profissionais de saúde, os quais deveriam prestar esse atendimento a este público alvo, destacando que a falta dessa assistência pode ocasionar doenças de bases. Trazendo assim uma importante discussão para a saúde pública. A metodologia empreendida nesse projeto será traçada com caráter integrativo, realizado levantamento de dados sobre o tema entre 1990 a 2018, seguindo uma análise com 37 artigos divididos em 5 critérios de discussão. Utilizando as bases de dados de artigos científicos como subsídios para levantamento bibliográfico entre os meses de abril a setembro de 2019. Descritores: Cuidados de Enfermagem; Climatério; Saúde da família; Promoção da saúde da Mulher. Critérios de inclusão: Artigos científicos cuja discussão se refere ao acolhimento das mulheres na atenção básica; artigos científicos sobre a fase do climatério. Critérios de exclusão: Foram descartados os estudos que discorreram sobre a temática escolhida. Conclusão: É de suma importância que esses profissionais de enfermagem sejam treinados para prestar essa assistência com qualidade e humanização e assim promovendo uma transformação nesse cuidar. Palavras-chave: Cuidados de Enfermagem; Climatério; Saúde da família; Promoção da saúde; Atenção básica.

Abstract

The observance is to recognize the deficiency of care provided to women in the climacteric period, emphasizing the lack of preparation of some health professionals, who should provide this care to this target audience, highlighting that the lack of such assistance can cause underlying diseases. Thus bringing an important discussion for public health. The methodology undertaken in this project will be drawn, with integrative character, conducted data collection on the theme between 1990 and 2018, following an analysis with 37 articles divided into 5 discussion criteria. Using the databases of scientific articles as subsidies for bibliographic survey between April and September 2019. Descriptors: Nursing Care; Climacteric; Family Health; Women's health promotion. Inclusion criteria: Scientific articles whose discussion refers to the reception of women in primary care; scientific articles on the climacteric phase. Exclusion criteria: The studies that discussed the chosen theme were discarded. Conclusion: It is extremely important that these nursing professionals are trained to provide this assistance with quality and humanization and thus promoting a transformation in this care. Keywords: Nursing Care; Climacteric; Family Health; Health promotion; Primary care.

 

Introdução

Nas duas ultimas décadas, as mulheres brasileiras que se encontram na meia idade (mais ou menos 45 anos) têm buscado atendimento nas Unidades de Saúde da Família (USF), com o intuito de esclarecer suas dúvidas sobre o aparecimento de sinais que se referem à transição da Menacma (período reprodutivo/não reprodutivo)1 . O climatério é uma fase de transição no ciclo de vida da mulher e, a intensidade dessa transição presente, pende muitas vezes ao ambiente sociocultural no qual vive a climatérica. Essa peripécia induz as mulheres a um conjunto de sinais e sintomas impertinentes, além das patologias resultantes nesta fase2 . O surgimento das mudanças biológicas e psíquicas, que começam a se encaixar por volta dos 35 aos 65 anos de idade, trata-se de um período de variação sintomatológica particular em cada paciente3 . Durante o acolhimento a paciente climatérica, deve-se atentar para ouvir todas as queixas, buscando saber o que mais as aflige4 . Sendo assim, o intuito é que a equipe de enfermagem oriente-as sobre a prevenção dos problemas crônicos ou intervenha para amenizar os já existentes, tendo como prioridade proporcionar sempre a melhoria na qualidade de vida da paciente climatérica. Diante da ausência de campanhas voltadas ao climatério ou de atividades educativas sobre essas mudanças e como elas se caracterizam, é necessário que a equipe oferte a esse público alvo o conhecimento e a orientação sobre as mudanças que ocorrem, podendo assim, contribuir para uma vida mais saudável das mulheres climatéricas. Justificativa: A discussão desta temática possibilita a concessão de um efeito importante, principalmente para os profissionais de enfermagem que prestam assistência ao programa de saúde da família, que muitas vezes recebem as pacientes climatéricas sem conseguir enxergar o que de fato levou-as à procura da assistência. Pressupõe-se que os profissionais não possuem preparo/treinamento para acolher, compreender e prestar a devida assistência para o que essas pacientes vivenciam, como por exemplo, as tarefas simples, que, durante a rotina, tornam-se impossíveis de realizar-se devido às próprias limitações das patologias que se desenvolvem por conta da alteração fisiopsicológica do organismo. É de fundamental importância acompanhar as pacientes não só com um olhar clínico, mais com serviços assistenciais, visando promover o bem estar das mulheres climatéricas. Objetivo: Discutir sobre a assistência de enfermagem prestada às mulheres climatéricas atendidas nos serviços públicos de saúde no Brasil.

 

Metodologia

A elaboração do artigo foi feita com base em uma revisão integrativa, esta consiste em um método de pesquisa que inclui a análise de dados relevantes que dão suporte para a tomada de decisão e a melhoria da prática clínica5. A escolha da temática se deu através de uma análise crítica referente à promoção da saúde e a assistência prestada direcionada às mulheres climatéricas. Para o desenvolvimento desta revisão, foram percorridas algumas etapas realizadas entre os meses de abril a novembro/2019. A primeira etapa consistiu na identificação do tema e seleção da questão de pesquisa, que se desenvolveu a partir da temática “mulher climatérica na atenção básica”, delimitando assim, a seguinte questão norteadora: Como deve ser prestada a assistência de enfermagem às mulheres climatéricas atendidas nos serviços públicos de saúde no Brasil? Na segunda etapa, foram definidos os critérios para inclusão e exclusão do estudo. Foram delimitados os seguintes critérios de inclusão: uma revisão de artigos completos, disponíveis nas bases de dados: sCieLo (Scientific Electronic Library Online), Bireme (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS); os artigos com idioma exclusivo em Português; publicações a partir do ano de 1990 a 2018. A escolha dos anos foi feita, por entender que no período anterior a 1990 houve uma escassez de artigos que descrevessem com melhor detalhamento sobre a assistência a pacientes climatéricas, cujo conteúdo possuísse pertinência com o tema estudado. Já nos critérios de exclusão: artigos que não se referiam à assistência prestada pela atenção primária ou àqueles que estiveram repetidos nas bases buscadas. Somando todas as bases de dados totalizou 71 publicações ligadas à temática, destes, foram escolhidos 37 artigos. A busca de artigos foi realizada nos meses de maio á agosto/2019, através da base de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Para o levantamento das pesquisas no mês de setembro/19, foram selecionados os seguintes DeCS (descritores em ciências da saúde): “cuidados de enfermagem”; “saúde da família”; “climatério”; “promoção da saúde”; “atenção básica”, com a associação de “and”. Na terceira etapa procede-se a definição das discussões e resultados, que se consistiu em esclarecer e elaborar recomendações para a prática diante das conclusões advindas nesta revisão. Na quarta e última etapa, ocorrida em novembro/2019, foi realizada a elaboração do resumo referente aos contextos e evidências pesquisadas durante o processo de captação de informação e execução do artigo; disponível em dois idiomas: português e inglês.

 

Resultados e Discussões 

Diante dos resultados obtidos para construção desse artigo, realizado com base de uma revisão integrativa de variadas publicações, pertinente ao tema “Promoção da saúde: Assistência de enfermagem a mulher climatérica”. Foram encontradas 71 publicações que possuíam conexão com a temática, porém, selecionados apenas 37 artigos para análise solene. Diante da questão norteadora de: como deveria ser prestada a assistência de enfermagem às mulheres climatéricas atendidas nos serviços públicos de saúde no Brasil e o possível déficit dessa assistência. Foi contradito com o resultado textual de uma porcentagem dos artigos estudados, ou seja, informações de que há programas de políticas públicas voltados inteiramente ao ciclo do climatério, porém, não há capacitação/qualificação profissional para tal propósito. Provocando uma reflexão nos profissionais de enfermagem, despertando o pensamento de como será prestada e a quem será destinada assistência, e, o quanto é necessário realizar um bom trabalho.  No quadro 1, tem-se o total de 37 artigos pós-selecionado, utilizados na Introdução e Discussão (citações), separados por ano de publicação, tendo como base as três últimas décadas. ANO TOTAL 1990 á 1999 6 2000 á 2009 25 2010 á 2018 6 Quadro 1. Foram escolhidos alguns artigos que trouxeram opiniões diferentes no ponto de vista assistencial, onde tanto pacientes, quanto profissionais não sabem ou não possuem orientação de como lidar com o período do climatério, elevando a deficiência do serviço prestado na atenção básica. Alguns profissionais, justamente por não terem know-how de solucionar os distúrbios vivenciados pelas mulheres climatéricas, deixam falhas ao prestar orientação perante o dilema vivido por inúmeras pacientes diariamente.  Total de artigos obtidos referentes à relevância do tema discutido. CRITÉRIOS TOTAL Percepção das Pacientes quanto ao Climatério. 30% Percepção da Enfermagem quanto ao Climatério. 9% Assistência de Enfermagem 15% Atenção Primária 16% Saúde da mulher 14% Quadro 2. Este artigo intenciona discutir o quão é relevante para enfermagem saber como lidar com o grupo de mulheres climatéricas, que, na maioria das vezes tem a pretensão de ir até as unidades básicas de atendimento, para solucionar sintomas ainda desconhecidos por alguns profissionais. Existem vários questionamentos sobre a qualificação do cuidado individual da mulher no climatério, sobrepondo principalmente sua particularidade, conhecendo e compreendendo as especificidades6. Pacientes climatéricas com visão negativa sobre os sinais da menopausa, não só tende a apresentar uma decaída fisiopatológica na rotina, como conseguem potencializar os sintomas climatéricos, deixando-os mais severos7. É necessário que haja um programa voltado particularmente para o ciclo e suas variações biológicas e psicológicas. Biologicamente essas mudanças ocorrem, devido a irregulação hormonal, abrangendo um estado de interrupção na produção de hormônios; psicologicamente têm impactos negativos e na grande maioria há relatos de ondas de calor, insônia, depressão, agitação e disfunção sexual8. A mulher em transição climatérica encontra-se em uma fase que, perante as políticas públicas assistenciais de saúde ficam descobertas no tratamento das queixas e sintomatologia. Foi percebido que durante a assistência a saúde reprodutiva da mulher, (pôs-fase) há uma lacuna, onde a paciente perde o vínculo do acompanhamento de enfermagem nas UBS (Unidade Básica de Saúde) ou USF (Unidade de Saúde da Família); subentende-se então que as climatéricas não possuem necessidade de atendimento9. Porém a paciente climatérica precisa ser vista como tal, desde a consulta do primeiro preventivo ou planejamento familiar, até o início do ciclo climatérico, onde se inicia as reposições hormonais e prevenções de possíveis patologias. A atenção á saúde da mulher nos últimos 20 anos, tornou-se alvo de programas com diretrizes que tenciona a assistência integral na rede básica ás usuárias do SUS10. Foi desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo o PAIHM – Programa de Atendimento Integral e Humanizado ás Mulheres – direcionado as pacientes em estado de climatério ou pós-climatério, publicado em março de 200311. Porém, esse programa assistencial é pertencente apenas a uma cidade brasileira, sendo inoperante em outras localidades. Para que esse programa pudesse envolver os milhares de mulheres brasileiras, teria que partir então de cada município ou estado, tornando-se uma diretriz unificada12. No ano de 2004, foi desenvolvida uma nova diretriz pelo Governo Federal brasileiro juntamente como o ministério de saúde, o documento PNAISM – Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher – que veio para redefinir os programas de atendimento a saúde da mulher, amplificando as ações que tinham somente o ciclo gravídicopuerperal como foco13. Nesta nova diretriz, foram incluídos outros elementos considerados relevantes à saúde da população feminina brasileira, como uma ampla assistência às doenças ginecológicas, a prevenção/detecção e tratamento dos diversos cânceres. Foi anexada, ao novo protocolo, a assistência ao climatério e a promoção da saúde, priorizando os segmentos específicos da vida das mulheres, considerando que: a saúde da mulher é uma prioridade. A proposta é que haja em todo território brasileiro, uma assistência básica prestada por uma equipe multiprofissional á essas pacientes climatéricas, que possuem uma notável necessidade de acolhimento integral e ampliado, com profissionais que as orientem, visto que se encontram no início de um longo processo14. Mediante a falta de acompanhamento e conhecimento das climatéricas na assistência primária, perante as mudanças fisiopsicológicas que as acometem, constatou-se a necessidade de buscar na equipe de enfermagem soluções, propondo que os profissionais saibam como orientar suas pacientes na adaptação para o novo ciclo de vida que irão enfrentar; além de exercer o papel de assistência na promoção e prevenção da saúde, tratamento e reabilitação das mesmas15. De acordo com os programas de humanização relacionados à saúde da mulher, é responsabilidade da equipe de enfermagem acolher a mulher climatérica em sua totalidade, podendo então ofertar apoio, dando um estímulo sobre o autoconhecimento do corpo e a promoção do próprio bem-estar. É de atribuição da enfermagem, apoiar as pacientes climatéricas incentivando sobre a importância de um acompanhamento regular, informando sobre possíveis riscos e benefícios do ciclo; orientar sobre os exames de prevenção e diagnóstico dirigidos a saúde da mulher, norteando a paciente sempre sobre o que significa a baixa taxa de hormônios no período do climatério, alertando sobre a necessidade da TRH – Terapia de Reposição Hormonal – devido à baixa dos níveis da taxa hormonal e aconselhar sobre a reposição de cálcio, vitaminas e sais minerais; é função da equipe conscientizar a paciente explicando que, mesmo ela estando em estado de ciclo climatérico pode haver uma gestação não planejada, pois se trata de um período de baixa hormonal e não de suspensão da ovulação, portanto deve-se orientar sobre as precauções durante a relação sexual16. É dever da enfermagem, analisar e criar um vínculo com a paciente climatérica, para melhor direcioná-la, não negligenciando seus sinais.

 

Considerações Finais

O climatério até então, é um termo pouco discutido na sociedade; o acompanhamento das pacientes climatéricas direcionado principalmente aos sintomas é quase nulo, consequentemente, é necessário destacar o problema para que os profissionais compreendam a necessidade de saber detectar os sinais, podendo orientar melhor as pacientes. Apesar de ser um ciclo de extrema importância na vida das mulheres, a falta de abordagem e atividades públicas de conscientização trouxe uma carência na assistência profissional direcionada as pacientes climatéricas. Sabe-se que uma atenção humanizada prestada com a devida qualidade provoca uma positiva interação de relações entre os usuários e profissionais. Não é coerente desigualar a necessidade do atendimento, independente da classe social, racial, étnica ou cultural. É preciso considerar sempre a particularidade de cada local que se aplica as ações e resoluções políticas. Deste modo, é essencial que os profissionais se empenhem cada vez mais na tentativa de sempre ofertar o melhor ao seu paciente. Portanto é de extrema importância que os profissionais de saúde, principalmente a equipe de enfermagem assistencial, busquem perceber a mulher climatérica na sua totalidade, individualizando as suas prioridades e disponibilizando tanto medidas de promoção a saúde, como terapêuticas, proporcionando assim uma melhor qualidade de vida para as pacientes.

 

Referências 

1-Garcia NK, Gonçalves R, Brigagão JIM.Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2013 jul/ set; 15(3):713-21.Disponível em: ttp://dx.doi.org/10.5216/ree.v15i3.1852 9. doi: 10.5216/ree.v15i3.18529.

2-Freitas, Kerma Marcia; SILVA, Ângela Regina de Vasconcelos; SILVA, Raimunda Magalhães. Mulheres vivenciando o climatério. Acta Scientiarum. Health Sciences. v. 26, n. 1, p. 121-128, Maringá, 2004.

3-Avaliação do grau de conhecimento feminino sobre o climatério Amaral, L; Saito, I. C; Amaro, O; Rosa, L. C. L; Arisawa, E. A.L.

4-Berni NIO, Luz MH, Kohlrausch SC. Conhecimento, percepções e assistência à saúde da mulher no climatério; Ver. Bras. Enferm., Brasília. [Internet] 2007 [cited 2012 fev 15];60(3):299306

5-Mendes, Karina Dal Sasso; Silveira, Renata Cristina de Campos Pereira; Galvao, Cristina Maria. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto contexto - enferm, Florianópolis, v. 17, n. 4, Dec. 2008

6- Ministério da Saúde (BR). 12ª Conferencia Nacional de Saúde: conferência Sergio Arouca: Brasília (DF) 7 a 11 de dezembro de 2003. Relatório final. Brasília (DF); 2004.

7-Berni NIO, Luz MH, Kohlrausch SC. Conhecimento, percepções e assistência à saúde da mulher no climatério; Rev. Bras. Enferm., Brasília. [Internet] 2007 [cited 2012 fev 15];60(3):299306.

8-Avaliação do grau de conhecimento feminino sobre o climatério Amaral, L; Saito, I. C; Amaro, O; Rosa, L. C. L; Arisawa, E. A.L.

9-Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Lei Municipal Nº 13.536/2003. (Brasil). Cria o Programa de Atendimento Integral e Humanizado às Mulheres em Estado de Climatério ou Pós-climatério. São Paulo (Brasil).

10-Costa, A. M. Desenvolvimento e implementação do PAISM no Brasil. Brasília: NESP; CEAM; UnB, 1999. Mimeo

11-Leis municipais – São Paulo leiordinária 2003/1353/13536/leiordinaria-n-13536-2003. Programa de atendimento integral e humanizado as mulheres em estado de climatério ou pós-climatério nos termos que esta lei declina.

12-Ministério da Saúde (BR). Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e diretrizes.

13-Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual de Atenção à Mulher no Climatério/Menopausa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.

14- Fernandes CE, Bacarat EC, Lima GR, editores. Climatério: manual de orientação. São Paulo: Ponto; 2004

15- Assistência de enfermagem frente às transformações no corpo da mulher durante o climatério: uma revisão integrativa. Tiago Lima Lacerda de Medeiros. Brene Ralf Fernandes Dantas. Leonardo José Dantas Pinheiro de Araújo Universidade Potiguar –UnP , 2013.

16- Revista da Associação Médica Brasileira Print version ISSN 0104- 4230On-line version ISSN 1806-9282 Rev. Assoc. Med. Bras. vol.48 no.2 São Paulo Apr./June 2002