Pai ou genitor?

Não admitida para muitos, contudo há uma diferença imensa!

Na minha visão, há grandes diferenças.

Todo pai é um genitor, mas nem todo genitor, é um PAI!

O individuo que tem apenas o trabalho biológico de ir lá e injetar suas fagulhas genéticas é o genitor, entretanto aquele que tem participação moral, social, cultural, econômico, ético, psicológico e tantas outras funções importantíssimas para a formação psico-pedagógica de uma criança, esse é o PAI. Nem precisa obrigatoriamente ser biológico.

Ser o genitor é moleza, basta uma conjunção carnal, a “gata” engravidar, pronto! “Facim” já se torna genitor, pagando ou não a pensão, é o genitor.

Ser PAI é pesado!

  • Contribuir para a formação moral do filho, por meio do exemplo passar suas noções de valores e cultura;
  • Levá-lo ao posto de saúde ou correr a cidade em busca de algum medicamento em horas imprevistas;
  • Brincar repetidas vezes a mesma brincadeira, apenas para vê-lo com aquele belo sorriso;
  • Aturar algumas bobeiras que os filhos querem contar para nós como se fossem a coisa mais divertida do mundo;
  • Negar algo. Sim, negar alguma besteira que sabemos que fará algum mal à saúde, é tristes más é necessário.

Esses são alguns dentre os mais diversos momentos em que vemos a dureza de ser verdadeiramente um PAI.

Contudo, não há dinheiro no mundo...

  • que pague aquele momento em que as primeiras silabas pronunciadas são “babah” ou papai;
  • que pague a recepção calorosa de um filho após um longo e enfadoso dia de trabalho;
  • que compre um sincero comentário, “Papai, eu amo o senhor”;

Sou genitor, sou PAI!

Pratico o que for necessário para garantir que meus filhos tenham as condições mínimas de qualidade de vida e sempre estejam comigo.

ANDRADE, M.S.

Revisado por Editor do Webartigos.com