Os fortes enfeitam a lembrança do nada, para uns a história, para outros apenas uma necessidade do fato.                                     São monumentos catedrais soterrados num progresso cujo herói ficou esquecido.                                                                              Os canhões apontados silênciam-se aos ventos, cúmplice dos covardes, nada lembram, ocupam um chão, engarrafam a terra, são fortes na eguinada dos fracos, símbolos que testemunham.    Ao desparecer daqui seu espírito temido perde-se naufrágio em desavento sono num céu desconhecedor.                                       É a solidão quanto mais perto é tua e a dor longígua num caminha faz dele um menino que não mais sonha.

 

 

 

EWALD KOCH

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