FALAR SOBRE SEXUALIDADE É UM GRANDE TABU EM DIVERSAS CULTURAS. Começando pelo fato de que existem duas teorias sobre nossos ancestrais sapiens sobre ser ou não ser monogâmico. As discussões em torno da monogamia ou poligamia é o pilar estável para discernir o certo ou errado perante algumas situações sociais. No Brasil bem como na maioria dos países ocidentais é crime adultos terem relações sexuais com crianças, ou praticarem adultério. Entretanto em alguns países do oriente médio casar-se com mais de uma pessoa é tão normal, quanto os “casamentos pedófilos”. Gravidez na adolescência. Foto: Google Imagens Em 2014 a ONU emitiu um relatório apontando um crescimento na taxa de natalidade associada a gravidez na adolescência, na época da publicação chegava ao todo 7,3 milhões de jovens grávidas (10-19 anos), destas 2 milhões tinham idade inferior a 15 anos e segundo os especialistas este número pode saltar para 3 milhões até 2030. No Brasil, em 2011, 25 mil meninas entre 10 e 14 anos deram à luz, e 440 mil jovens entre 15 e 19 anos tiveram gestações não planejadas. Além disso, 21,5% dos partos no país são feitos em mulheres com menos de 20 anos. Em muitos casos estas jovens não possuem um amparo familiar adequado, fazendo-as buscar alternativas para gravidez indesejada como a pílula do dia seguinte e abortos clandestinos. Analise histórica e ecológica sobre a reprodução humana No período em que nossos ancestrais sapiens ou caçadores-coletores tinham densidade populacional inferior, e convivia com outras espécies de humanos, nossos instintos primitivos eram o mesmo de um animal K estrategista (HARARI, 2012). Em resumo, a denominação K e r estrategista, fora desenvolvida pelo matemático Verhulst (1804-1849), que propôs um modelo não linear para tentar prever o crescimento de uma população.

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