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Um assunto importante, sobretudo em tempos de pandemia, é a geração de empregos.

Pois bem! Com ou sem pandemia, o emprego existe na mesma proporção que existe consumo. Se eu compro algo, alguém precisa produzir este algo, alguém precisa fazer este algo chegar até mim, ou até o local da compra, e alguém precisa estar lá para me vender este algo. Vemos aí então, de forma simples e clara, retratados os segmentos da indústria, do transporte e do comércio.

Todos estes segmentos precisam de estruturas para funcionar e estas estruturas precisam de pessoas para implementá-las e mantê-las: pessoas para o escritório, para o depósito, para a limpeza, para a contabilidade, etc..... tudo isso, sem consumo, cai por terra...

O percentual que a folha de pagamento representa no faturamento de uma empresa varia de acordo com o segmento econômico (comércio, indústria, transporte, serviços) e o tamanho da empresa. Vamos imaginar então que uma empresa do segmento comércio tenha uma representatividade de 20% de seu faturamento, com folha de pagamento. Se um funcionário custa R$ 2.000,00 (incluindo encargos trabalhistas), a empresa precisará faturar R$ 10.000,00 por mês para cada funcionário que tenha. Simples assim.

Conclusão lógica: quando eu compro algo nesta loja estou ajudando-a a manter seus empregados e a, quem sabe, gerar novos empregos.

Se eu quero que minha cidade melhore a oferta de empregos, é razoável que eu realize as minhas compras de forma local. Quando eu compro em outra cidade, estou gerando e mantendo empregos lá. De novo, simples assim.

Obviamente há casos e casos... o mundo está globalizado, todos sabemos. Mas o equilíbrio entre gastos fora e dentro da minha cidade, é saudável e muito bem-vindo, em qualquer tempo, independentemente de qualquer pandemia.

 

Fernando Paz – CRA 40427

Jun/21

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