RESUMO

No trabalho exposto, pode-se identificar a presença de seu objetivo geral, que é entender as possibilidades de atividades a ser desenvolvidas em sala de aula da Educação Infantil que envolvam a música, e de seus objetivos específicos, sendo o primeiro, estudar sobre a música na Educação Infantil, o segundo pesquisar sobre a influência da música como atividade escolar na Educação Infantil e o terceiro, apontar possibilidades de atividades para serem trabalhadas na Educação Infantil que usem a música e visem estimular o aprendizado dos alunos. A metodologia pesquisa realizada foi a revisão Bibliográfica de cunho qualitativo.  Concluiu que muitos profissionais ainda não estão totalmente capacitados para usar a música como meio de ensino, ainda mais com crianças da Educação Infantil. Porém acredita-se que pode-se melhorar esse aspecto com muito estudo e pesquisa, que foi o ponto principal para a realização desse trabalho.

 

 

Palavras chaves:  EDUCAÇÃO INFANTIL -  MUSICALIDADE – CRIANÇAS – APRENDIZADO - DESENVOLVIMENTO.

 

 

 

ABSTRAT

 

In the exposed work, it is possible to identify the presence of its general objective, which is to understand the possibilities of activities to be developed in the early childhood classroom that involve music, and of its specific objectives, the first being, studying about the music in Early Childhood Education, the second researching the influence of music as a school activity in Early Childhood Education and the third, pointing out possibilities of activities to be worked on in Early Childhood Education that use music and aim to stimulate student learning. The research methodology carried out was the Bibliographic review of a qualitative nature. He concluded that many professionals are not yet fully trained to use music as a teaching medium, especially with children in early childhood education. However, it is believed that this aspect can be improved with much study and research, which was the main point for carrying out this work.

 

 

Keywords: CHILDHOOD EDUCATION - MUSICALITY - CHILDREN - LEARNING - DEVELOPMENT

 

1 INTRODUÇÃO           

A música é um instrumento muito importante para a Educação Infantil, onde se pode desenvolver diversas habilidades sócias, emocionais, físicas e artísticas de uma criança e, também ajudar na aprendizagem linguística das mesmas.

A primeira fase de nossas vidas é a infância, e é nesse momento em que os professores devem introduzir a música como uma prática diária, ou seja, usar a música como um instrumento de aprendizagem, sem esquecer que a música contém um caráter artístico.

Segundo o Referencial Curricular para a Educação Infantil (Brasil, 1998, p. 45 e 49): “A linguagem musical é um excelente meio para o desenvolvimento da expressão, do equilíbrio, da autoestima e autoconhecimento, além de poderoso meio de interação social”. Esse dizer ressalta a importância da música ao se trabalhar com a educação infantil.

Se a pratica educacional em que se utilize a música não for bem articulada, isso pode acarretar em um mal desenvolvimento da criança, muitas vezes isso acontece pela música acabar se tornando um momento de distração em sala de aula.

Podemos também perceber que é um desafio trabalhar com a música para muitos profissionais da educação. Por não se ter a formação adequada, espaço e muito menos recursos para poder fazer um trabalho adequado.

Para se trabalhar com a música precisa haver um planejamento antecipado, para que as crianças despertem suas habilidades como: interação social, sensibilidade, desenvolvimento motor e físico. Por esse motivo, é muito importante estudar como essas atividades são desenvolvidas por meio da música.

Desta maneira, temos como objetivo geral do trabalho: entender as possibilidades de atividades a ser desenvolvidas em sala de aula da Educação Infantil que envolvam a música. E como objetivos específicos: estudar sobre a música na Educação Infantil, pesquisar sobre a influência da música como atividade escolar na Educação Infantil e apontar possibilidades de atividades para serem trabalhadas na Educação Infantil que usem a música e visem estimular o aprendizado dos alunos.

 É, sem sobra de dúvidas, muito importante que os professores da Educação Infantil utilizem a música em sala de aula com alguns objetivos a serem alcançados, e por este motivo nos surgiu a necessidade de investigar mais a fundo como a música pode ser usada na educação infantil.

 

 

 

2.1 A música na Educação Infantil.

 

Muitas escolas de Educação Infantil tem um desafio enorme na questão do ensino por conta de mudanças sociais e tecnológicas. Assim, ao inserir a música nas escolas se faz com que as crianças possam ter um processo de ensino-aprendizagem muito melhor, e com descoberta de muitas outras habilidades. Por esse motivo a escola deve repensar e procurar caminhos que ajudem a desenvolver uma educação musical.

Portanto a escola precisa estar preparada em um todo para oferecer uma educação musical que comece do conhecimento e expectativas que o aluno trás do seu cotidiano para poder assim contribuir na sua humanização, aperfeiçoando seus aspectos intelectuais, culturais, sociais e cognitivos.

E para que tal ação aconteça de maneira efetivamente eficaz, os PCN de Arte determinam que é:

 

Estabelecendo relações com grupos musicais da localidade e da região, procurando participar em eventos musicais da cultura popular, shows, concertos, festivais, apresentações musicais diversas, a escola pode oferecer possibilidades de desenvolvimento estético e musical por meio de apreciações artísticas. Várias manifestações musicais, tais como os movimentos que têm vigorosa mistura entre som internacional e os ritmos locais permitem sentir e refletir sobre suas respectivas estéticas, percebendo influências culturais de várias ordens e a presença da cultura oral. O quando e como trabalhar os vários tipos de música levados para a sala de aula vai depender das opções feitas pelo professor, tendo em vista os alunos, suas vivências e o meio ambiente, e vai depender da bagagem que ele traz consigo: vai depender de seu “saber música” e “saber ser professor de música. (PCN, 2001, p. 79).

 

De acordo com o texto acima, devemos ministrar a música compreendendo a realidade regional do aluno, tendo como base suas manifestações culturais locais, que rodeiam seu espaço de convivência. Para que isso aconteça o professor deve levar o discente a expressar tudo aquilo que ele traz consigo para o meio escolar.

Assim, na metodologia, o profissional da Educação Infantil que ministra a música como forma de ensinar, deve saber como a administrar para que ela traga as condições necessária para o aluno obter os valores de vida como: o autoconhecimento e auto crescimento, para isso é necessário começar o ensino pela música pela apreciação musical, que de acordo com Duarte (2009, p. 119):

 Pois, a apreciação musical pode despertar no aluno o interesse em ouvir música de maneira crítica e diferenciada, e ao ter a música como referência qualitativa e crítica, melhorar a qualidade da audição, e consequentemente melhorar a sua formação como ser humano.

Assim, o modo em que o docente irá atuar com o ensino da música é extremamente relevante, o professor deve assumir a responsabilidade de dar oportunidades para seus alunos vivenciarem sempre atividades musicais, e essas atividades devem incluir estilos musicais de todas as regiões, e partir desse momento, o aluno tomara sua decisão, sobre o que cada uma delas representa a ele.

Pode-se então resumir, sobre a luz do mesmo autor (2009, p. 120) que: (...) o professor é um agente em potencial que, através de sua prática, pode transformar o fazer em sala de aula num espaço de criação de diferentes formas de pensar o mundo.

Para que realmente haja uma transformação o professor deve ter uma visão crítica e reflexiva do mundo, podendo levar o aluno a uma viagem de descobertas, nas entrelinhas de cada canção, tendo como objetivo correlacionar a criatividade e a criação de diferentes modos de pensar e entender o mundo a sua volta.

Fonterrada (1993), diante dessa perspectiva afirma que:

 

[…] sem dúvida há muitas atividades que o professor não músico pode desenvolver com sua classe para estimular o gosto pela música; sem dúvida é possível cantar ou tocar, mesmo que o professor não saiba ler música; sem dúvida ele poderá conduzir o interesse da classe na apreciação do ambiente escolar sonoro ou das imediações. Para isso ele não necessita de formação específica, mas apenas de musicalidade e interesse pela música e pelos sons. Mas mesmo para isso é necessário que tenha uma sólida orientação. […] outras questões, porém, são da alçada dos professores especialista, e é ele quem deverá tomar as rédeas do processo educativo […]. (FONTERRADA, 1993, p. 72-73)

 

Então, é necessário um planejamento e organização, para criar alternativas para o ensino da música que atenda a realidade de escolas, favorecendo a atuação do professor. Tendo iniciativas desse modo, os professores irão poder concretizar atividades de Educação musical para o processo de formação cultural, artística, perceptiva e estética do indivíduo.

 Ainda com relação a essa postura do professor que lecionará o ensino de música na escola, Cit e Tavares (2006), destaca que:

 

 [...] É de vital importância que o educador propicie aos seus alunos um contato efetivo com o legado cultural da humanidade, dando também oportunidade para que conheçam os aspectos mais significativos da cultura musical, em suas diversas manifestações. (CIT E TAVARES, 2006, p. 63)

 

Dessa forma, as autoras destacam que é preciso conhecer a cultura musical presente na nossa humanidade, tendo um contato maior com a música, porque existe música em toda parte do mundo, mas o que ela realmente representa e significa ninguém sabe, a criança tendo um professor que a guie com a reflexão pedagógica construirá um conhecimento crítico da música que houve.

Assim, pode se entender que a função de se estudar a música não é a de formar musicistas, e sim o desenvolvimento de um trabalho que em que o objeto de estudo é a música, representada por artistas, ou por objetos que façam música.

Sendo assim, a música contribui para que os alunos possam aprender a expressar, sentir e pensar sobre a realidade sonora ao redor deles. Mesmo sabendo que a música sempre se modifica, arte musical deve continuar sendo empregada nas escolas que devem sempre ensinar aos alunos, competências, capacidades e habilidades em música. Construindo essa identidade musical o aluno poderá conectar a fantasia e o imaginário que a música propicia aos processos de criação, interpretação e fruição. Desenvolverá ainda o lado poético e a dimensão sensível e emocional que a música é capaz de trazer ao ser humano.

           

 

2.2 A influência da música como atividade escolar na Educação Infantil

 

Bebendo na fonte da LDBEN Nº 9.394/96, no Art. 29, que enfatiza sobre, o reconhecimento da mesma como primeira etapa educacional da educação básica brasileira, com a finalidade do desenvolvimento integral da criança até os 5 anos, o que corresponde aos aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social.

Assim, espera-se que o professor deve se atentar de que cada criança tem um tempo diferente e uma maneira diferente de aprender, então a capacidade cognitiva depende exclusivamente de sua estimulação.

Sabe-se que a cognição e aprendizagem têm sentidos diferentes, cognição é quando se adquire algo novo, já aprendizado é o resultado daquilo que se conheceu. Mas sua percepção pode mudar de acordo com a teoria que esclarece esse processo no interior de nossa mente.

Para Skinner (2008), a aprendizagem está na aquisição de novos comportamentos a partir do que se conheceu.  

Já para Vygotsky (1995), o desenvolvimento da cognição é promovido por meio da interação.

E para Piaget (1994), que por sua vez defende que o desenvolvimento cognitivo ocorre pela assimilação e acomodação, sendo base para a aprendizagem e se dividindo em 4 fases, Sensório-motor, trata de crianças de até os 2 anos; 2º Pré-operacional, de 3 aos 7 anos; 3º Operatório concreto, dos 8 aos 11 anos; e 4º Operatório formal a partir dos 12 anos.

Dessa forma, o professor tem a função de criar situações que desafiem a criança, o processo de ensino e aprendizagem são distintos, mas estão ligados, que são as bases no processo educacional.

Segundo os estudos de Piletti (2010), que nos mostra como o conhecimento sempre esteve nas mãos dos mais velhos, em sociedades indígenas, Pajés e Caciques eram quem detinham o conhecimento e os passavam de geração em geração, o que mostra historicamente que sempre houve uma pessoa que ensina e uma outra que aprendia.

Assim, entende-se que, de acordo com nossa evolução esse ensino foi ganhando mais importância, até surgir as escolas.

Entende-se ainda que, antes de descobrirmos o que a música pode ajudar na aprendizagem da criança, vamos, de forma sucinta, saber a diferença entre ensino e aprendizagem.

Assim, aprendizagem e ensino são dois fatores distintos, mesmo que, sejam relacionados.

Fairstein e Gysseles (2005 p.16), afirmam que o ensino é uma atividade visível, já a aprendizagem ocorre no interior da mente.

Portanto, entende-se que, se o ensino pode ser percebido enquanto o professor realiza uma aula expositiva, já a aprendizagem é perceptível quando o aluno é exposto a uma nova situação, quando mudamos o seu raciocínio, um processo que demanda mais tempo, não é imediato.

Assim, para haver aprendizagem, não é necessário que tenha um educador, basta buscar o conhecimento, normalmente naquilo que se há interesse, já o ensino, é preciso que haja alguém disposto a ensinar e outra alguém disposto a aprender.

Portanto, o educador é o ator principal do ensino, e o aluno, da aprendizagem, o ensino necessita que sempre tenha um aluno e um conhecimento, a aprendizagem não precisa de um professor.

Então, o ensino e aprendizagem tem vários conceitos, tradicionalmente, o ensino seria transmitir conhecimento, mas, na Escola Nova, seria criar condições de aprendizagem e juntos a desenvolverem.

Agora, voltando a Educação Infantil com a música, conheceremos quais processos cognitivos ela é capaz de desenvolver, não somente sendo entretenimento ou suporte pedagógico.

Pois, é na Educação Infantil que a criança tem seu primeiro contato com outras crianças, sendo assim, ela aprende a se socializar, com afeto e ludicidade, e aprende também a desenvolver suas habilidades cognitivas, motoras e físicas.

Schroeder (2011) nos afirma que é possível observar o processo de apropriação da linguagem musical nessa faixa etária, também, ou talvez principalmente, em situações nas quais as crianças não estão propriamente “fazendo música”, mas vivenciando-a diversas outras formas: dançando, representando, imitando, fazendo gestos, brincando.

Segundo Oliveira (1999), a Educação Infantil deve ser respeitada, pois ela contribui no desenvolvimento integral da criança, sendo a primeira etapa da educação básica.

Assim, de acordo com Piaget (1999), pode-se entender que, são várias as formas de aumentar o saber infantil, mas se promovermos situações que busquem seu interesse no processo de aprendizagem, com as atividades musicais, o processo será melhor, de acordo com Piaget “[...] o interesse é a orientação própria a todo ato de assimilação mental”.

Já de acordo com Brito (2003), o educador deve trabalhar a música, fazendo assim, com que a aprendizagem se torne mais fácil e mais agradável para a criança, e assim ela irá fixar os assuntos mais facilmente.

Pois, quando inserimos a música no processo ensino-aprendizagem, as crianças prestam mais atenção e tem mais vontade de se envolver nas atividades, mas, é preciso ter uma preparação para isso, pois muitas vezes elas podem ser confundidas com distração e não aprendizado.

Assim nos evidencia o RCNEI (1998):

 

A organização dos conteúdos para o trabalho na área da Música nas Instituições de Educação Infantil deverá acima de tudo, respeitar o nível de preocupação e desenvolvimento (musical e global) das crianças e cada fase, bem como as diferenças socioculturais entre os grupos de crianças das muitas regiões do país. Os conteúdos deverão priorizar a possibilidade de desenvolver a comunicação e expressão por meio dessa linguagem. (RCNEI,1998, Vol. 3, p.57).

 

 

Ainda Chiarelli e Barreto (2005),

As atividades como cantar fazendo gestos, dançar, bater palmas, pés, são experiências importantes para a criança, pois elas permitem que se desenvolva o senso rítmico, a coordenação motora, atividades essenciais para o processo de aquisição da leitura e da escrita. Chiarelli e Barreto (2005, pág. 23),

 

Já Garcia e Santos (2012), dizem que recursos naturais, auditivos e visuais podem ser recursos pedagógicos que ajudam no desenvolvimento do ensino. E a música é um recurso auditivo que veio para facilitar a aprendizagem das crianças.

             

 

2.3 Possibilidades de atividades para serem trabalhadas na Educação Infantil que usem a música e visem estimular o aprendizado dos alunos

 

Sabe-se que, são muitas as atividades que podemos trabalhar com a Educação Infantil que envolvam a música e estimulem seu aprendizado, é importante ressaltar que essas atividades devem ser feitas de maneira correta, e não confundidas com divertimento.

Assim, uma das atividades que podemos utilizar de acordo com Chiarelli (2005) é,

 

[...] gravar sons e pedir para que as crianças identifiquem cada um, ou produzir sons sem que elas vejam os objetos utilizados e pedir para que elas os identifiquem, ou descubram de que material é feito o objeto (metal, plástico, vidro, madeira) ou como o som foi produzido (agitado, esfregado, rasgado, jogado no chão). Assim como são de grande importância as atividades onde se busca localizar a fonte sonora e estabelecer a distância em que o som foi produzido (perto, longe). (CHIARELLI, 2005, pág. 23)

Para isso, o professor pode andar entre os alunos utilizando um instrumento ou outro objeto sonoro e as crianças vão acompanhando o movimento do som com as mãos.

Também é possível trabalhar uma canção bem popular: A cobrinha, como uma proposta interdisciplinar.

 

A cobra não tem pé,

A cobra não tem mão

Como é que a cobra sobe

No pezinho de limão

 

A cobra vai subindo

Vai, vai, vai.

Vai se enrolando,

Vai, vai, vai...

 

Já os estudos da autora Silva (2001), expõe as seguintes possibilidades a serem usadas para trabalhar essa canção,

 

depois de cantar, as crianças desenham a cobra se desenrolando e se enrolando, como fala a canção, executando assim, exercícios musculares, pode até trabalhar ciências, colocando que a cobra é um animal vertebrado, ou seja, possui ossos e que existe também na natureza animais invertebrados que não possuem ossos, e por fim, a matemática, pedindo às crianças 30 que desenhem a cobra de diversas formas, em linhas retas, curvas abertas e fechadas (círculos). (SILVA, 2001, p. 140)

 

Já Silva (2001), propõe uma atividade muito interessante e muito simples que tem como finalidade trabalhar o ritmo com as crianças da seguinte forma:

[...] uma ao lado da outra, levantam uma perna podendo começar com a esquerda ou direita e ao levantar tirando a perna do chão ele conta um, depois colocam as pernas juntas voltando ao normal e conta dois isso seguindo um ritmo ditado pela professora. Silva (2001).

Uma variação dessa atividade seria:

[...] levar a perna a frente, ora a esquerda ora a direita e contando um e dois como na anterior, a última forma levantando e abaixando, contando um e dois, dobrando os joelhos e se erguendo, sempre seguindo um ritmo na voz ao contar os números um e dois. (SILVA, 2001, p.140).

 

 

 

REFERÊNCIAS 

______, BRASIL, Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Portal do Ministério da Educação. Brasília, DF, 1996.

BRINCADEIRA COM MÚSICA. Escola e Educação. Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/brincadeira-com-musica. Acesso em: 01 de abril de 2020.  

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CHIARELLI, Lígia Karina Meneghetti. A música como meio de desenvolver a inteligência e a integração do ser, Revista [email protected] Nº3 Junho 2005: Instituto Catarinense de Pós-Graduação.

FONTERRADA, Marisa Trench de O. A educação musical no Brasil: algumas considerações. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃOBRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MUSICAL, 2, 1993, Porto Alegre: Anais Abem, 1993. p. 69-83

LIMA, Antonia Silva de. Vygotsky e Piaget: um estudo comparativo/ Antonia Silva de Lima, Iolanda Beltrão Marinho e Maria Sâmia Lopes Maricaua. Manaus: Editora da Universidade do Amazonas, 2001.

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