INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA -ULBRA

CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

 

HEBERT OLIVEIRA FAGUNDES

ITALO RODRIGUES NASCIMENTO

DEVYSON DE OLIVEIRA SOUZA

THAUANY ELINAY GONCALVES DUARTE

LUCAS ALGUSTO DE PAULA PIMENTEL

RAIKÁ ALBERTINNE COSMO

 

ANÁLISE CRÍTICA: MUSCULAÇÃO PARA PORTADORES DE ESCOLIOSE

 

Itumbiara

2019

 

HEBERT OLIVEIRA FAGUNDES

ITALO RODRIGUES NASCIMENTO

DEVYSON DE OLIVEIRA SOUZA

THAUANY ELINAY GONCALVES DUARTE

LUCAS ALGUSTO DE PAULA PIMENTEL

RAIKÁ ALBERTINNE COSMO

 

ANÁLISE CRÍTICA: MUSCULAÇÃO PARA PORTADORES DE ESCOLIOSE

Itumbiara2019

 

A origem da musculação e advinda da Grécia Antiga onde teve um maior destaque no Império Romano objetivando a preparação física dos soldados chamados de “esportistas” naquela época. Durante a Idade Media os soldados utilizavam de objetos pesados para a pratica de musculação, apenas no final do século XIX é que os exercícios com halteres passaram a ser utilizados. Com uma grande popularização dos exercícios com pesos durante a primeira metade do século XX, houve uma grande evolução dos métodos de treinamentos com pesos, embasada numa extensa utilização desses exercícios e também na grande quantidade de resultados advindos dessa prática. Ainda no século XX, houve um aumento de trabalhos científicos relacionados ao tema, tanto para a preparação de atletas como também para reabilitação e fisioterapia (SANTAREM, 2012).

O surgimento da musculação é muito antiga, historiadores relatam a ginástica com pesos no inicio dos tempos. Em escavações realizadas, foram encontradas pedras com entalhes para as mãos nas quais imaginam que as pessoas da época utilizavam o treinamento com pesos. Esculturas também foram encontradas datadas de 400 anos antes de Cristo, caracterizando formas harmoniosas de mulheres, mostrando uma preocupação com a estética corporal na época (GIANOLLA, 2008).

No período entre 500 e 800 anos a.C. na Itália, há uma história de um atleta olímpico de luta discípulo de Pitágoras, chamado Milos de Cróton  no qual utiliza corrida com um bezerro nas costas, e  quanto mais o bezerro crescia mais sua força era aumentada. Ainda de acordo com esses relatos, Milos ingeria em média 57 mil kcal, mostrando que ele foi uma dos primeiros a se preocupar com a suplementação alimentar (GIANOLLA, 2008).

Pulcinelli (2008) diz que devido a grande importância da musculação, com o passar dos anos os atletas começaram a treinar com pesos e ter uma dieta mais adequada, pois isso seria considerada a medicina preventiva do século XXI. Atualmente os treinamentos com pesos ou treinamento resistidos são considerados requisitos prévios para melhoraria do rendimento em todos os esportes.

Godoy apud Novaes e Vianna (2003), define musculação como uma atividade física desenvolvida predominantemente através de exercícios analíticos, utilizando resistências progressivas com uso de instrumentos tais como: halteres, barras anilhas, aglomerados, módulos extensores, peças lastradas, próprio corpo e/ou segmentos, etc.

Atualmente a musculação vem se tornando uma das modalidades de atividade físicas mais praticadas pela população ativa, isso devido a grande difusão e propagação das academias e do mercado fitness (BASSO e FERRARI, 2014).

Segundo, Arruda et al (2010) e Callegari, Liberali e Navarro (2010), o exercício resistido se apresenta muito eficiente para o tratamento e prevenção de diversas doenças que podem acometer o ser humano e ainda promover saúde para determinados grupos especiais, dentre os quais podemos destacar: idosos, hipertensos, diabéticos, obesos e vários outros.

Dantas apud Novaes e Vianna (2003), mostra que as atividades neuromusculares podem ser feitas de acordo com algumas finalidades como: profiláticas, onde a intenção é a prevenção de doenças hipocinéticas (que são aquelas que são causadas por falta de movimento corporal, ou seja, por falta de exercícios físicos. São elas: obesidade, hipertensão, cardiopatas, diabéticos e outros); terapêutica, visando a reabilitação de algum segmento corporal; psicológica, redução dos desníveis de ansiedade e agressividade; estética, mudança do peso corporal; treinamento/preparação física e fortalecimento das estruturas musculoesqueléticas.

Dentre as várias modalidades de atividade física, os mais eficientes para promover saúde e aptidão física estão os exercícios com pesos, sendo sua prática segura até mesmo para pessoas com alguma debilitação (SANTAREM, 2012).

Nesse sentido, no estudo de Lamotte (2003) verificou-se que através de um programa de musculação encontrou uma influên­cia positiva sobre a escoliose estrutural de mulheres, com melhora significativa no alinhamento dos ombros e diminuição do ângulo de Tales.

Ainda Santarem (2012), deixa claro que os exercícios com pesos são muito eficientes na melhoria da saúde cardiovascular e da saúde em geral. Com os benefícios vindos dessa modalidade de exercício, existe uma grande probabilidade de que no futuro a prática de musculação seja recomendada para todos como atividade física, sendo complementada com outros tipos de exercícios, se justificando pela grande eficiência e segurança durante os treinamentos. A musculação sendo eficiente e segura permite ao indivíduo que os esforços exigidos durante a vida diária, sejam realizados como mais competência e segurança, e ao mesmo tempo estimulando a autoestima e autoconfiança do praticante. De todos os exercícios, podemos verificar que a musculação além de melhorar a estética corporal e a autoestima do praticante é considerada um exercício muito seguro e eficiente para qualquer pessoa na busca por qualidade de vida, promoção da saúde física e aptidão física.

Prazeres (2007) relata em seu trabalho que a musculação quando bem supervisionada se mostra como uma excelente opção para promoção de saúde e melhoria da qualidade de vida, e segundo seu trabalho apresenta inúmeros benefícios advindos da musculação e um deles é descrito no item 23, que citando Nahas (2001), a musculação tem função profilática e terapêutica, utilizada na recuperação de lesões musculares e ainda na correção de desvios posturais.

Devido a essas alterações anormais da postura, a musculação torna-se uma eficiente ferramenta no tratamento de desvios como escoliose, pois ela trabalha de forma que os músculos trabalhados numa sessão de treinamento se tornem fortes e alongados trazendo no indivíduo uma postura mais saudável e confortável para as atividades diárias, diminuindo assim desconfortos gerados pelas posturas inadequadas.

Atualmente o treinamento resistido ou musculação tem recebido grande importância na promoção de saúde, ou mesmo para melhora do desempenho esportivo e reabilitação. Devido esta modalidade de treinamento ainda ser baseada em “mitos ou paradigmas” e às vezes apresentando conhecimentos incipientes com práticas infundadas do ponto de vista fisiológico e/ou biomecânico, mostrando-se ainda um método essencial na melhoria das funções músculo-esquelético. (BOSCO et al,. 2000)

Santarem (2012), deixa claro que exercícios com pesos podem promover a melhoria do sistema cardiovascular e da saúde no geral, a musculação é uma ferramenta que pode contribuir efetivamente para melhorar a postura corporal, pois músculos fortes e elásticos tendem a manter uma melhor postura inconscientemente e ainda ressalta que as alterações posturais são geralmente determinadas por músculos encurtados ou por doenças, músculos fracos ou ainda músculos hipertônicos.

Raiol e Raiol (2010) também confirmam que para uma pessoa com desvio postural como a escoliose especificamente, o programa de exercícios físicos para esse tipo de pessoa deve conter além de atividades coordenativas e alongamentos, deve conter a musculação com objetivo de melhorar a força muscular, estabilidade articular, coordenação intramuscular e descomprimir estruturas que podem causar dor.

Santarem (2012) deixa claro que a musculação tem como principio básico o desenvolvimento de todos os grupamentos musculares do individuo praticante, e ainda relata que as alterações posturais são geralmente determinadas por deformidades ósseas, musculatura encurtada ou até por doenças, podendo ser também relacionados por músculos fracos ou por músculos hipertônicos em função de alguma doença. Diante disso, o autor relata que na maioria das vezes a musculação pode contribuir muito para melhorar a postura do individuo com escoliose, pois sabemos que a musculação tornam os músculos mais fortes e alongados promovendo uma postura mais saudável e confortável, diminuindo possíveis desconfortos gerados pela má postura.

Além desses citados anteriormente, Prazeres (2007) ressalta que a musculação quando bem supervisionada por um profissional da área é uma excelente opção para promoção de saúde e melhoria da qualidade de vida apresentando inúmeros benefícios advindos da sua prática. Um desses benefíciosdescritos por Prazeres (2007) citando Nahas (2001) a musculação tem função profilática e terapêutica, sendo utilizada na recuperação de lesões musculares e até na correção de possíveis desvios posturais.

Vale a pena também ressaltar que o profissional de educação física tem papel de suma importância nesse processo de tratamento da escoliose usando o método da musculação, pois segundo Antunes (2003) as academias de ginástica e musculação são os maiores empregadores de profissionais de educação física, tornando esse profissional responsável pela promoção de saúde dos indivíduos que procuram esses locais e necessitando que os mesmos tenham conhecimento científico, pois é cada vez mais necessário para o exercício da profissão.

Analisando ainda a importância do profissional de educação física na promoção de saúde para portadores de escoliose, Zanon (2012) deixa claro que a principal pessoa responsável pela prescrição e orientação de atividades físicas é o Professor de Educação Física sendo sempre orientada e elaborada por ele. Na mesma linha, concordando com Zanon (2012), Monteiro (2006) entende que profissional de educação física é o mais capacitado para orientação de atividades por meio de intervenções como avaliações, prescrições e orientações.

 

REFERÊNCIAS

 

 

AEBI M. The adult scoliosis. EurSpine J. 2005 Dec;14(10):925-48.

ALEIXO, Catarina et al. Escoliose degenerativa. Rev. Port. Ortop.Traum.21(3): 271-284, 2013.Disponível em: Acessado em: 18 Nov. de 2015.

ANTUNES, Alfredo César. Perfil profissional de instrutores de academias de ginástica e musculação. Paraná: Lecturas: Educación física y deportes,2003. Disponível em: . Acesso em: 27 Nov. 2016.

ARRUDA, D.P.; ASSUMPÇÃO, C. O.;URBATO, C. B.; DORTA, L.N.O.; ROSA, M.R.R.; ZABAGLIA, R.; SOUZA, T.M.F. Relação entre treinamento de força e redução do peso corporal. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. São Paulo. Vol. 4. Num. 24. 2010. p. 605-609.

ARAÚJO, M. E. A. et al. Redução da dor crônica associada à escoliose não estrutural, em universitárias submetidas ao método Pilates. Motriz. Rio Claro, v. 16, n. 4, p. 958-966, 2010.

BASSO, C. A.; FERRARI, H. G. Percepção subjetiva de esforço como ferramenta no monitoramento da intensidade de esforço em aulas de ciclismo indoor. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. São Paulo. Vol. 8. Num. 44. 2014. p.149-155. Disponível em:

BOSCO, C. COLLI, R. BONOMI, R. VON DUVILLARD, S.P. VIRU, A. Monitoring strength training: neuromuscular and hormonal profile. Med Sci Sports Exerc. 2000;32(1):202-8.

BANKOFF, A. D. P. et al. Postura e equilíbrio corporal: um estudo das relações existentes. Movimento & Percepção. v. 6, n. 9, p. 55-70, 2006.

CABRAL, L.T.B., et al. Avaliação da qualidade de vida em pacientes com escoliose idiopática do adolescente após o tratamento cirúrgico pelo questionário SF-36. Coluna/Columna, São Paulo. 2009.

CALLEGARI, G. A.; LIBERALI, R.; NAVARRO, F. Perfil antropométrico dos indivíduos iniciantes na prática da musculação. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. São Paulo. Vol. 4. Num. 24. 2010. p.618-624.

CERVELIN, Jociane Montemaggiore. Estudo das Alterações Eletromiográficas na Musculatura Paravertebral de Indivíduos Portadores de Escoliose Pré e Pós Manipulação Vertebral Quiroprática.2007.

COSTA, D. PALMA, A. O efeito do treinamento contra resistência na síndrome da dor lombar. Revista Portuguesa de Ciência do Desporto, v. 5, n. 2, p. 224-234. ISSN 1645-0523, maio, 2005. Disponível em:.Acesso em: 23 Nov.2016.

DETSCH, C. et al. Prevalência de alterações posturais em escolares do ensino médio em uma cidade no Sul do Brasil. Revista Panamá de Saúde Pública. 2007.

DIMEGLIO, A. Ortopedia Pediátrica. Editora Santos: São Paulo, 1990.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa - 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002.

GIANOLLA, F. História da musculação. Disponível em: Acesso em: 25 Nov 16.

GRANITO, R.N. et al. Efeitos de um programa de atividade física na postura hipercifótica torácica, na dorsalgia e na qualidade de vida de mulheres com osteoporose. Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 8, n.3, 2004.

HALL, Susan J. Biomecânica Básica. Traduzido por: Giuseppe Taranto. Terceira Edição. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2000.

HEBERT, Sizinio; XAVIER, Renato. Ortopedia e Traumatologia: princípios e prática. 3ª Edição. Artmed Editora: São Paulo: 2003.

LAMOTTE, A.C.S. Contribuição da musculação na postura em portadores de escoliose estrutural. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Universidade Católica de Brasília. Brasília, 2003.

LIPPERT, Lynn S. Cinesiologia clinica e anatomia.  Guanabara Koogan. 5ed, 2013.

MAGEE, D. J. Avaliação Musculoesqueletica. 3 ed. São Paulo: Manole, 2002

 

MANHÃES, C.S. CUNHA,G.P.A, CISILIO, M.F, BARACAT, P.J.F. JORGE, F.S. Efeitos da corrente russa associada à postura sentada da RPG em pacientes com escoliose juvenil. Perspectivas Online: ciências biológicas e da saúde, Campos dos Goytacazes. 2009.

MARCONI, Marina de Andrade. LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia cientifica – 7ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MOURA, J.A.R., SILVA, A.L.S.,Postura corporal humana: avaliação visual por simetrografia e a prescrição de exercícios físicos. Várzea Paulista, São Paulo: Fontoura, 2012.

MONTEIRO, L. Z. Perfil da Atuação do Profissional de Educação FísicaJunto aos Portadores de Diabetes Mellitus nas Academias de Ginástica deFortaleza. Dissertação de mestrado em Educação em Saúde - UNIFOR.Fortaleza, 2006.

MOORE, Keith L. DALLEY, Arthur F. AGUR, Anne M. R. Anatomia orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 6 ed. 2013.

NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo. Londrina: Midiograf, 2001.

NOVAES, J. S; VIANNA, J. M. Personal Training e condicionamento físico em academia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003.

SMITH J. S.; et al. Clinical and Radiographic Evaluation of the Adult Spinal Deformity Patient.NeurosurgClinic, 2013. Disponível em:

 

PRAZERES, Marcelo Viale. A prática da musculação e seus benefícios para a qualidade de vida. Florianópolis, 2007

PERDRIOLLE, R. A Escoliose: Um estudo Tridimensional. São Paulo: Summus, 2006.

PULCINELLI, A. J. História e evolução. Disponível em: . Acesso em: 25 Nov. 16.

RAIOL, P. A. F. S.,RAIOL, R. A. A importância da prática de exercícios físicos por indivíduos portadores de escoliose. EFDeportes.com. Revista Digital. Buenos Aires, Ano 15, nº151.Diciembro, 2010.

ROSANOVA, G. C. L. CAMARINI. P.M.F. GABRIEL, B.S. OLIVEIRA, A.S. Caracterização da qualidade de vida de adolescentes com escoliose idiopática. Fisioter. Mov., Curitiba, v. 26, n. 1, p. 63-70, jan./mar. 2013.

ROMANO M, et al. Exercises for AdolescentIdiopathicScoliosis, a Cochrane SystematicReview. Spine, 2013. Disponível em:

SALATE, A.C.B., ARONI, R.C., FERREIRA, D.M.A,  Estudo da evolução a curto prazo da escoliose por meio de mensuração da gibosidade, radiografias e da dor em adolescentes e adultos jovens. Rev. Bra. Fisioterapia. 2003.

SANTAREM, Jose Maria. Musculação em todas as idades: comece a praticar antes que seu médico recomende – Barueri, SP: Manole, 2012.

SANTOS, C. I. S. et al. Ocorrência de desvios posturais em escolares do ensino público fundamental de Jaguariúna. Revista Paulista Pediatria.v. 27, n. 1, p. 74-80, 2009.

TOSCANO, José Jean de Oliveira. Academia de ginástica: um serviço de saúde latente. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. Brasília, v. 9, n. 1, p. 40-42, jan. 2001.

TRONI, C. R. et al. Professores em contexto profissional e não profissional: análise objetiva e subjetiva dos aspectos da articulação e da postura. Distúrbios da Comunicação,v. 18, n. 2, p. 179-188, 2006.

ULLER, Maria de Fatima Gomes. Proposta de Avaliação Postural para a Pré-indicação de alunos da Rede Municipal de Ensino de Joinville à seleção da Escola de Teatro. 2003.

ULBRA. Instrumentalização Cientifica. [Obra] organizada pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). São Paulo. KnowHow, 2009. 222p.

 

VASCONCELOS, J. T. S. Anatomia e Biomecânica da Coluna Vertebral. In: APPEL, F.; et al. Coluna Vertebral: conhecimentos básicos. Porto Alegre: AGE, 2002. 151 p.

VALLADÃO R, LIMA P. F., BARROSO, A. R.A Educação Física Escolar na prevenção de deformidades da coluna vertebral. Revista Digital Efdeportes, Buenos Aires. 2009.

VERDERI, Erica. Programa de Educação Postural. São Paulo: Phorte, 2005

WILLIAM, D. B; SANDERES, B. Exercícios terapêuticos. Técnicas para intervenção. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2003.

ZANON, Diego. Personal trainer ou personal training? Disponível em: . Acesso em 28 Nov. 2016.