INTRODUÇÃO

Uma obra civil é caracterizada pela construção, demolição, reforma, ampliação de edificação ou qualquer outra benfeitoria agregada ao solo ou ao subsolo, sob a responsabilidade de um gerente de projeto (Engenheiro Civil), o qual coordena a aplicação de recursos, visando sempre diminuir os custos e prazos da efetivação da obra.

É possível conceituar o Gerenciamento de obras como sendo a integralidade de métodos para atingir determinados objetivos, dentro do custo e prazo pré-estabelecidos, tentando minimizar os recursos a serem utilizados, sejam estes concernentes a tempo, dinheiro, pessoas, materiais, energia e espaço, durante a execução da obra. Para um gerenciamento ser bem executado, é necessário dividir as atividades em equipes, as quais terão responsabilidades específicas, quais sejam: gerente de projetos, equipe de planejamento e equipe de campo. Tais equipes normalmente são lideradas por engenheiros qualificados para cada função e compartilhados entre si, visando priorizar e controlar informações, garantindo e assegurando cada etapa de execução da obra.

A duração de uma obra é o tempo do seu início até sua conclusão, o que pode tomar dias, semanas, meses ou até anos. Assim, gerenciar a obra significa utilizar recursos materiais, financeiros e humanos, empregados de acordo com a finalidade de cada função pré-estabelecida, em um plano que fixa datas, um planejamento que define prioridades e um controle, visando garantir sua qualidade e assegurar o lucro e o prazo de execução estimados para a obra.

É possível caracterizar gerenciamento de projetos como a utilização de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas nas atividades de um projeto, com o escopo de satisfazer as demandas do contratante e da empresa em um projeto específico. Através da aplicação de técnicas de gerenciamento no planejamento e aquisição dos materiais, é possível atingir um índice de 30% de redução de mão de obra e material.

Metodologia

De acordo com Gil (2002), a pesquisa é demandada quando não se dispõe de informação suficiente para responder ao problema ou mesmo a informação disponível encontra-se em estado de desordem passando a não ser adequada para a solução do problema, ao passo que Prado (2001) considera a metodologia como um apanhado de métodos, técnicas e ferramentas para alcançar um determinado objetivo e define o método como sendo uma sequência de processos.

Gil (2002) defende que o elemento mais importante para o planejamento da pesquisa é o procedimento adotado para a coleta dos dados, existindo duas fontes: as informações fornecidas por material impresso e pelas pessoas.

É necessário, para estabelecer uma definição da estratégia da pesquisa, apontar o problema a ser abordado pelo trabalho, qual é o controle do pesquisador sobre a pesquisa e qual é o impacto da história sobre o temo abordado (YIN, 2005).

Neste sentido, efetuou-se uma revisão bibliográfica, realizada a partir de artigos selecionados sobre monitoramento remoto na construção civil, realizou-se a observação de outros projetos de planejamento e monitoramento, assim como pesquisas sobre a utilização de câmeras para monitorar obras de construção civil e foram analisados resultados de empresas que implementaram tal método de monitoramento, acompanhou-se a elaboração dos orçamentos sintético e analítico, curvas ABC e demais relatórios. A pesquisa acerca da temática de interesse foi levantada através da busca de literatura científica na internet, com acesso à biblioteca virtual SciELO, sendo utilizadas as palavras chave: Engenharia civil, administração, monitoramento, construção civil.

 

Revisão da literatura

 

A predominância dos autores, os quais foram pilares basilares da elaboração da presente pesquisa, evidenciam a relevância da implementação do planejamento de uma obra de construção civil, assim como a manutenção de sua execução no decurso da referida concepção, no que concerne ao controle, aos custos e aos prazos.

Segundo Nocêra,

a quantidade e o grau de benefícios obtidos com a implementação do gerenciamento de projetos são fatores resultantes diretamente da eficácia da implementação dos processos de gerenciamento de projetos e do acompanhamento da aplicação desses processos (NOCÊRA, 2009).

Nesse sentido, é essencial implementar métodos que impliquem no acompanhamento de processos, instruindo com clareza os procedimentos à equipe, informando as condições e custos, com vistas a impedir riscos ao projeto, tanto no que concerne aos prejuízos quanto à inviabilidade. Assim sendo, é aconselhável classificar os benefícios de acordo com os entes interessados:

a) Benefícios para a organização e alta administração:

- Intensificação produtiva e lucro com a utilização eficiente e eficaz dos recursos;

- Rápido retorno de investimento, com cumprimento integral dos prazos e custos planejados;

- Aprimoramento competitivo, decorrente da satisfação do contratante;

- Aprimoramento dos métodos de comunicação interna da empresa;

- Projetos com resultados previsíveis;

- Incremento da confiança na capacidade empresarial da organização;

- Melhor capacidade de resposta às mudanças solicitadas pelo cliente.

b) Benefícios para a equipe do projeto:

- Definir a função e a instrução de cada equipe, particularmente;

- Promover a síntese de equipes integradas e focadas ao escopo do projeto;

- Instruir os membros das equipes, de maneira que estes estejam cientes, a todo o tempo, de suas funções;

- Acréscimo da confiança interpessoal e do orgulho de cunho profissional entre os membros, solidificando a certeza da conclusão do trabalho;

c) Vantagens para o contratante:

- O contratante poderá vislumbrar a estrutura organizacional do projeto com clareza;

- O contratante terá a certeza das definições do projeto, certificando-se que o mesmo satisfaz suas demandas;

- O contratante poderá certificar-se da satisfação dos objetivos, passo a passo;

Segundo com Melhado (1994) apud Thomaz (2001):

 

o trabalho de coordenação e má elaboração de projetos constitui uma tarefa complexa e de cuja eficiência dependerá a qualidade do projeto 14 resultante, justificando-se, portanto, a adoção de procedimentos metodologicamente estabelecidos, que visem orientar simultaneamente e conjuntamente os vários profissionais estabelecer adequado fluxo de informações entre eles, além de conduzir as decisões a serem tomadas no desenvolvimento do projeto (MELHADO, 1994, pág. 8).

 

Assim sendo, os autores da presente pesquisa almejam a implantação de uma nova ferramenta, a qual visa minimizar os custos da obra e dar uma maior comodidade ao cliente. Tal ferramenta consiste n o monitoramento através de câmeras, com o intuito de fiscalizar os serviços, fazer o controle de pessoal monitorando o ponto, produção, utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), uso de fardamento, controle e utilização de equipamentos, solicitação e estoque de material, desperdícios, acompanhamento de metas e cronograma físico e oferecer a concernida opção, objetivando que o cliente possa acompanhar sua obra em tempo real e sanar eventuais dúvidas.

Com o respaldo de Paulson Jr. (1976 apud BERNARDES, 1996), o impacto do custo do processo de planejamento representa menos de 1% do valor total do empreendimento, sendo que o benefício da tomada de decisão antes do inicio da construção pode gerar uma economia de até 25% do custo total do empreendimento.

O planejamento e o controle na construção civil são voltados para o empreendimento como um todo, preocupando-se com o desempenho global, sem fazer uma análise de cada unidade produtiva. Com isso, a identificação de problemas nas unidades construtivas e definição de ações corretivas tornam-se algo difícil de ser executado (BALLARD e HOWELL, 1997 apud BERNARDES, 2003).

Perante tal circunstância, é possível observar que o planejamento e o controle são indispensável relevância no processo de busca pela eficiência total nas empresas do setor de construção civil. Todavia, tal planejamento não é conduzido de forma a explorar todo o seu potencial.

Netto (1988), afirma que os principais objetivos que se deve ter ao adotar um sistema de gerenciamento são a garantia do cumprimento de todas as metas durante a execução e a otimização dos desempenhos técnicos e de produção; a compatibilização dos custos em função do empreendimento. Neste sentido, os indivíduos que exercem atividades laborarais no âmbito da engenharia, considerados eminentemente técnicos por não gostarem ou não entenderem muitos processos contábeis, tributários e econômicos, acreditam não ser de sua atribuição conhecimentos nestas áreas e não as consideram corretamente em suas decisões técnicas. Segundo Jungles (2006), tais profissionais desconsideram, por vezes, informações relevantes, disponíveis na empresa para o desempenho de suas atividades, passando a tomar decisões com reduzida visão global do processo, prejudicando a boa evolução dos sistemas produtivos, principalmente sobre a formação de seus preços.

A intensificação da utilização de altas tecnologias nas empresas é uma realidade inexorável, pois visa tanto a maximização da produção como o controle de todos os atos que abarcam o âmbito empresarial. Segundo Paiva (2002, p.455), essa revolução é avassaladora e transforma completamente a organização do trabalho.

Desta feita, claramente o monitoramento surgiu como mais uma faceta desse contexto. De acordo com Slack et al. (2009), o principal papel de um planejamento e controle da produção é o atendimento às exigências dos consumidores, garantindo uma produção de forma eficiente e eficaz do produto desejado. Não se pode esquecer que para que isto ocorra, é necessário que recursos para a produção estejam disponíveis no momento certo, na quantidade e qualidade demandadas.

Fernandes (2010) acrescenta que cada vez fica mais complexa a atividade de gerenciar sistemas de produção, entretanto, o planejamento é um conjunto de atividades com metas que auxiliam o sistema a atingir seus objetivos.

Maximiamo (2009) afirma que o controle assegura que os objetivos traçados sejam cumpridos. Diz ainda que “controlar é o processo de comparar as previsões com o desempenho real e implementar ações de reforço ou correção”. Dentre as ações desta fase, cabe destacar, é necessário evidenciar que é necessário promover a avaliação do desempenho dos trabalhadores da obra, promover o constante acompanhamento dos prazos e custos necessários para a realização das atividades e verificar se as entregas dos fornecedores são correspondentes aos contratos.

Visando garantir a qualidade do projeto e a conformidade, de acordo com o que foi planejado, segundo Candido et al. (2012), o controle e monitoramento do trabalho são de grande relevância, haja vista que a detecção precoce de eventuais problemas demandarão menos recursos para a correção.

Monitorar é controlar, coordenar, supervisionar por diversos meios os quesitos relativos à saúde, segurança, meio ambiente, produção, desempenho e outros. O monitoramento pode ser desempenhado de diversas maneiras no ambiente laboral: instalação e utilização de câmeras, rastreamento de páginas na internet, monitoramento por satélite, análise do teor de chamadas telefônicas, busca por substâncias danosas à saúde, revista pessoal, dentre outros meios. Essencialmente, o objetivo do monitoramento é manifestar o poder diretivo do empregador, sendo voltado para os âmbitos da saúde, da segurança pessoal e da segurança patrimonial, podendo ser empregado, inclusive, n a otimização do processo produtivo e controle comportamental dos empregados. 

Barros (2006, p.569) defende que o legislador brasileiro não proibiu em nenhum momento a fiscalização e controle por meio de aparelhos audiovisuais, visto ser uma decorrência lógica do avanço da tecnologia e poderá consistir em um instrumento probatório valioso na avaliação da conduta do empregado.

A videovigilância em estudo deve obedecer a certos princípios gerais que também são comuns a outros tipos de monitoração (e-mail e sites). Tais princípios são encontrados no grupo do artigo 29 da diretiva 95/46 do Conselho da Europa, são eles: necessidade, finalidade, transparência, legitimidade, proporcionalidade, rigor e retenção de dados e, por final, segurança.

NECESSIDADE – o empregador deve verificar se qualquer forma de monitoração é absolutamente necessária para determinado fim. Métodos tradicionais de supervisão, menos intrusivos da privacidade dos indivíduos, devem ser cuidadosamente considerados antes da adoção de qualquer monitoração das comunicações eletrônicas [...].

FINALIDADE – Os dados devem ser recolhidos para um fim específico, explícito e legítimo, e estes dados não devem ser tratados para qualquer outra finalidade,como monitoração do comportamento do trabalhador.

TRANSPARÊNCIA – O empregador deve abster-se de fazer qualquer monitoração dissimulada do correio eletrônico, exceto em face de lei que PERMITA [...].

LEGITIMIDADE – O uso dos dados de um trabalhador pelo empregador deve ser feito para fins de interesses legítimos perseguidos por este e não pode violar os direitos fundamentais dos trabalhadores.

PROPORCIONALIDADE - Os dados Pessoais abrangidos pela monitoração devem ser adequados, pertinentes e não-excessivos no que se refere ao fim especificado. Este princípio exclui a monitoração geral de cada mensagem de correio eletrônica[sic] e do uso da internet de todo o pessoal, para além do que for necessário para garantir a segurança do sistema. [...] (por exemplo, evitando monitoração automática e contínua).

RIGOR E RETENÇÃO DE DADOS – Quaisquer dados legitimamente guardados não devem ser mantidos para além do tempo que for necessário. Os empregadores devem especificar o período de retenção, não se tendo como normalmente justificado prazo superior a três meses.

SEGURANÇA – O direito de o empregador proteger o sistema contra vírus faz com que a abertura automatizada do correio não seja considera [sic] uma violação do direito do trabalhador à privacidade, desde que postas em prática salvaguardas apropriadas (Byruchko Junior , 2006, p.230, 231).

Com efeito, a monitoração com câmeras deve ser adotada somente nos casos em que for o meio menos intrusivo apto para o fim especificado e legítimo ou pode ser ainda utilizada para comprovar certas ações ou comportamentos, desde que limitadas no espaço e tempo (temporária). Ademais, não podem mirar o comportamento dos trabalhadores e muito menos ser uma monitoração geral, devendo ser específica (BYRUCHKO JUNIOR , 2006, p.224).

Com todos esses recursos utilizados a partir do monitoramento, poderá ser elaborado um planejamento mais crítico, evitar surpresas na execução, melhorar a qualidade, exigir mais produtividade dos profissionais, diminuindo o tempo de execução e consequentemente os custos da obra, não só em 30% como os métodos convencionais citados acima. Com essa nova metodologia, poderá ser atingido um percentual no patamar de 45%, já que alguns custos diretamente serão eliminados, tais como combustível, estagiário, locação de equipamentos, desperdício, entre outros.

A predominância dos projetos demanda alterações posteriores à sua apresentação e estas implicam na finalidade do referido projeto, em seus custos e/ou em seu cronograma. O gerenciamento destas alterações pode determinar o sucesso do projeto, visto que uma gestão eficaz de uma mudança do processo executivo inclui a identificação precoce, a sua notificação estantanea, a documentação do impacto que causará, a preparação do pedido de alteração e a resolução. Portanto, aplicar práticas eficazes de gestão e obedecê-las rigorosamente implica na otimização da capacidade gestora, ocasionando maiores probabilidades de suceddo de um projeto.

Promover uma alteração é muitas vezes o parte mais difícil no gerenciamento de uma obra, visto que tais mudanças podem inicialmente ser tênues, entretanto, as consequências podem ter impactos nos custos e podem provocar atrasos não programados.

Em relação aos contratos, por diversas ocasiões, os mesmos determinam um prazo para apresentação de alterações, visto que a predominância dos problemas se dá devido a ausências ou falhas nas notificações, as quais permitem, quando antecipadas, que as partes interessadas posam reavaliar o potencial impacto dessa mudança e realizem, eventualmente, uma análise de custos antes de decidir se implantará as novas especificações ou não.

É de grande relevância a observação de registros anteriores de outras obras, com o objetivo de provar e demonstrar o impacto de uma alteração. Para essa visualização, é necessário que as obras a serem observadas disponham de documentações de seu acompanhamento: desenhos que ilustrem as mudanças anteriores, registros mostrando o impacto, fotografias e vídeos antes e após a mudança, registros de custos e planilhas, minutas de reunião etc. Tais modificações podem reduzir a produtividade do trabalho, implicando no acréscimo de custos do projeto, principalmente se não forem definidas previamente. Na ausência de requisitos contratuais claros, as partes podem até optar por estimar e incluir impactos de produtividade do trabalho na proposta, o que ocasiona em um orçamento mal formulado e fora da realidade.

Portanto, os projetistas são estimulados a definir mudanças com a maior brevidade possível, assim como o custo das alterações feitas inicialmente, são muitas vezes mais baratas e menos prejudiciais do que o mesma alteração feita no final do projeto. As alterações normalmente resultam em menos retrabalho e permitem mais tempo para planejamento e programação, minimizando o custo.


 


 

REFERÊNCIAS


 

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Revisado por Editor do Webartigos.com