Sr. Mustafa El Khalfi, o porta-voz do governo disse: "Os protestos de professores contratados são injustificados após a adopção de regimes relativo aos professores empregados pelas académias, daí o apelo do governo para os professores retornar as suas salas de aula", sublinhando "o respeito da filosofia do emprego regional, bem como de  dar a Todas as regiões de Marrocos a oportunidade e garantir o direito à educação dos filhos".

Sr Khalfi, falando, terça-feira, à noite em uma reunião na Universidade de Abu Shoaib Doukkali na cidade de El Jadida, que "o Banco Mundial não tem nada a ver com a adoção do novo regime escolar", explicando que "a instituição financeira internacional concedeu  3 empréstimos relacionados com a educação ao longo dos últimos 20 anos, o primeiro em 2008 e o segundo 2013 e o terceiro 2014, nenhum dos quais tem qualquer relação com o contrato. "Ele acrescentou:" É uma escolha nacional que  vai continuar e apoia os professores que trabalham em suas jurisprudências. "

O responsável do governo anotou que "durante o mês de março tem cancelado o contrato e dos quadros de academias, um projecto contra o abandono escolar e melhora da qualidade da educação", apelando para uma "reflexão sobre a superlotação de classes de aula, notadamente nas áreas rurais, necessitando de um plano de correção, para reduzir o número de alunos nas classes, sem ultrapassar os 30 alunos ".

Sr Khalfi explicou que "o primeiro objetivo do governo é garantir que os marroquinos têm o direito à educação, disponibilizando um número suficiente de professores", recordando a condição dos empregos de governos anteriores no sector da educação: "governo Jatou quasi de 2000 postos, governo de Benkirane quasi de 8000, enquanto o governo atual empregou mais de 23.000 Professores, e tudo isso em prol de melhorar o sistema educacional ".

O sr Khalfi negou que "o assunto de contrato dos professores esteja ligado a um salário reduzido, ou restrito pelo orçamento público, sendo que o presidente do Conselho Supremo das contas, Driss Jettou revelou a inclusão de instituições públicas, e as academias dentro do orçamento do governo", salientando que "o governo é claro sobre a prioridade, nomeadamente a educação, a saúde e o emprego" salientando  sobre aqueles que tendem  a apoiar o assunto de privatizar a educação "chamando para tomar conhecimento do orçamento alocado para a este sitema".

O porta- voz "do governo esclareceu ainda que o governo é consciente que não tem como decolar sem uma educação sólida e real, e neste quadro foi investido na educação para melhorar todos os indicadores", destacando que "a ambição permanece alcançar a igualdade entre os professores de cargo público e professor contratados de academias regionais, considerando que o governo fica aberto a todos os desdobramentos "Insistindo que a palavra do contrato" foi excluída permanentemente ".

Lahcen EL MOUTAQI