EVOLUÇÃO E DESFECHO CLÍNICO DO PACIENTE ADMITIDO COM SEPSE NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI).

A sepse representa a principal causa de morte e de hospitalização em unidades de terapia intensiva (UTI)1. Além de prolongar o tempo nestas unidades. A presente pesquisa tem como objetivo caracterizar as demandas clínicas, evolução e desfecho do paciente admitido com Sepse na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os dados coletados foram inseridos e tabulados em planilha eletrônica do programa EXCEL, e o programa utilizado para obtenção dos cálculos estatísticos foi SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) na versão 23. A amostra foi constituída pela análise retrospectiva dos prontuários dos pacientes que se enquadraram nos critérios de inclusão deste estudo. Os critérios de inclusão são pacientes admitidos na UTI geral/ UTI coronariana com diagnóstico de sepse, sepse grave ou choque séptico que tenham registro de seus antecedentes hospitalares junto ao Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) com faixa etária de 18 a 97 anos, no período de agosto de 2015 a agosto de 2016. Critérios de exclusão: pacientes que não apresentarem o diagnóstico exato ou diferente do foco de pesquisa ou que não estiverem com seus dados médicos (prontuários) catalogados no banco de dados digital do SAME do Hospital. Variáveis Primárias: Pacientes admitidos com sepse na unidade de terapia intensiva (UTI). Secundárias: Sexo, faixa etária, co-morbidades preexistentes, tempo médio de internação, desfecho hospitalar do paciente (alta e óbito), foco da sepse, característica do quadro séptico (sepse, sepse grave, choque séptico) e uso de antibiótico. Descritores: Sepse, choque séptico, sepse grave e Unidade de terapia intensiva.