Maria da Conceição Rodrigues Pereira[1]

Resumo:

Este trabalho tem como objetivo um levantamento bibliográfico sobre a economia de “destruição criativa”, tendo o crescimento econômico possível pelas melhorias contínuas aplicáveis ao mercado industrial, demonstrando que o desenvolvimento é possível pelas inovações frentes aos processos de produção. As colocações questionam as taxas de crescimento econômico e que este comportamento possa ocorrer decorrente de ações criativas aplicáveis da captação de uma matéria prima, a forma de produção e o produto final desejado. Na proporção das novas perspectivas é exposto à representatividade do uso da tecnologia nas frentes produtivas, e as questões correlatas às melhorias de sistemas, inovando os procedimentos internos e a própria rentabilidade, beneficiando um novo produto em qualidade satisfatória ao consumo. A defesa de um mercado competitivo e a contribuição em inovações ao mercado, de infraestrutura e até mão de obra habilitada, possível pelo senso tecnológico ao critério da dinâmica de crescimento, se apresenta na mobilidade ao desafiar em neutralizar falhas e efeitos negativos que possam interferir na rentabilidade, conduzindo o empreendedor ao rumo dos negócios, valendo por resultados sustentáveis à comercialização e desta forma se manter ativado a econômica da destruição criativa.

Palavras-chave: destruição criativa. crescimento econômico. inovação.

Introdução

Nos estudos diversos autores posicionam sobre economia de ―destruição criativa‖, como valores de inovação à criação de novos produtos a partir de visão empreendedora em ter representatividade às criações de um produto final satisfatório ao consumidor. Para DORNELAS (2014, p.1), ―Muito se fala em inovação nos dias atuais e que as empresas brasileiras precisam praticá-la de maneira sistemática se quiserem competir em nível mundial.‖ Ainda com JUNIOR (2017, p.1), ―Inovação transformou-se em tema fetiche no meio empresarial na década de 1990. A primeira onda enfatizou produtos e, posteriormente, serviços. A segunda complementou a primeira com o foco em processos.‖.