A vida imita a arte. Uma questão que intriga até a psicanálise Freudiana, de Piaget, de Skinner na história de vida de relacionamentos de pessoas.

Não importa o sexo, a maturidade, a parentabilidade, quer seja em casa, no trabalho, no colégio. Um tabu a ser rompido, quebrado, desmembrado quando falamos em empatia, simpatia de um para com os outros ou para com “O Outro.”

Na Sagrada Escritura os evangelistas tocam no assunto do próximo, exemplo seguido pelo Cristo Jesus. Por outro lado vimos também à questão do relacionamento entre pessoas. O dia-a-dia de cada um com suas diferenças, traços, habilidades, conquistas, virtudes, e tudo em quanto mais que possamos imaginar.

Aos meus leitores, vamos ao “X da questão”. Exemplificarei alguns fatos e relatos que na vida, na ficção e na dramaturgia mostra o cotidiano das pessoas.

A comento friso a história do maior livro dos livros: A Bíblia Sagrada. Já sabem de có e salteado sobre a história de dois irmãos, Caim e Abel, no Livro de Gênesis, fato ocorrido do primeiro homicídio da História da Humanidade, segundo a Sagrada Escritura. Em outro momento a História de Jacó e seu filho José do Egito, com seus irmãos, que planejaram sua morte, por inveja.

Na dramaturgia, a arte interpretada para os palcos, na adaptação de um bom livro, e na ficção encontrou peças que “nos pregam uma peça”. Parece que está acontecendo conosco. Estamos vivenciando aquele momento que parece ser com nós mesmo.

Quem nunca passou ou vivenciou isso, que jogue a primeira pedra? A ficção vira fato.

Será que está acontecendo comigo mesmo essa história que vejo em telenovelas, filmes, teatro, livros.

No cinema, O filme “Lendas da Paixão” conta a história de três irmãos – O mais velho reservado, o caçula Samuel é protegido por todos e o do meio Tristan, interpretado por Brad Pitt, aprende com os índios a ter um espírito aventureiro.

Volto na tecla da psicanálise logo acima, citado por três grandes homens na história do relacionamento humano.

Nos estudos decifrados pelo psicanalista Carl Rogers, em âmbito gerais, é a aceitar a pessoa como ela é, tendo como condição básica e facilitadora no relacionamento humano, tirando dessa pessoa condicionamento positivo incondicional da mesma, se colocando no lugar do outro, gerado aí a tal empatia, ou seja, uma compreensão, uma afinidade.

Nada mais é que uma coisa além de difícil aceitar o outro como ele é. Mas, se temos um limão, que fazemos uma limonada.  

 Ademais, não paramos por aqui, quem vivenciou na vida real sabe bem o quanto estou falando, ou seja, escrevendo. Só enxergamos o cisco no olho do outro. E não a capacidade de se colocar no lugar do outro. Sendo assim, a vida seria bem melhor.

Na telenovela, “As Três irmãs” escrita por Antônio Calmon e Guilherme Vasconcelos, interpretados por Dora, Alma e Susana revive os conflitos de uma família em busca da felicidade. A ficção e a realidade numa dicotomia.

Nas obras de Nelson Rodrigues bem interpretadas por ele nos mostra “A vida como ela é”. Suas obras, personagens e histórias picantes contada em horários nobres na TV brasileira.

Uma de suas inúmeras obras, relato aqui Álbum de Família.  E é por isso que escutamos que a vida imita a arte, ou há quem diga ser diferente. “A mente humana sempre nos proporcionando o côncavo e o convexo na História da Vida Real”.