Diálogos sobre saúde nas ondas do rádio

 

Weslly Bernardes de Oliveira1, Maria Geralda Gomes Aguiar2  (in memoriam)

1 Discente, Bacharelado em Enfermagem, bolsista PIBEX, wboenfuefs@gmail.com

2 Professora Titular da UEFS, Doutora em Educação.

 

 

Resumo.

O objetivo é oferecer dicas de cuidado em saúde com enfoque nas necessidades de saúde de feirantes de uma feira livre de Feira de Santana – BA, fomentando práticas educativas em saúde, por meio do diálogo via rádio. Tal iniciativa tem como referência os conceitos de promoção da saúde e educomunicação. São produzidas e veiculadas radionovelas interativas semanais embasadas no conceito ampliado de saúde, o qual permite uma abordagem integral do sujeito, com vistas à participação do feirante como ator social de seu processo saúde-doença-cuidado. Considera-se que os temas e o enredo das radionovelas estimulam reflexões sobre saúde, doença, hábitos e práticas de cuidado. Consiste em um desafio na formação do discente, por configurar uma abordagem inovadora no campo da saúde.

 

Palavras-chave: Promoção da Saúde, Educação em Saúde, Educomunicação, Enfermagem, Rádio

 

1 Introdução

 

 A promoção da saúde via rádio, consiste no eixo estruturante do “Programa Saúde nas Ondas do Rádio”, vinculado ao projeto de extensão “Promovendo a saúde no cotidiano das feiras livres de Feira de Santana, BA” (AGUIAR; COSTA; SANTOS, 2012), realizado semanalmente em uma feira livre mediante a apresentação de radionovelas educativas, cujos enredos versam sobre temas de saúde de interesse de trabalhadores feirantes. Os feirantes atuam em feiras livres, acontecimentos que agregam diferentes sujeitos como comerciantes, ambulantes e fregueses que realizam trocas variadas e comutam entre si, engendrando um espaço de relações econômicas, sociais, culturais no qual emergem necessidades sociais, em particular, as de saúde de um grupo ocupacional, os feirantes (AGUIAR et al., 2009).

Destaca-se que as feiras livres envolvem trabalho autônomo e informal de diversos sujeitos, como os feirantes, realizado em condições precárias, más condições de higiene, alimentação e com excessiva carga horária, nesta perspectiva, entende-se que promover saúde no espaço das Feiras Livres torna-se de fundamental importância, tendo em vista os riscos ambientais e ocupacionais a que estão expostos. Segundo Carvalho e Aguiar (2012) os feirantes constituem um grupo que possui riscos à saúde, relacionados a aspectos sociodemográficos como predomínio de mulheres, negros, faixa etária de 40 a 59 anos, e às condições de trabalho, sobretudo as cargas horárias extensas (12h/dia ou mais) e sobrecarga de trabalho.

Por se tratar de um ambiente caracterizado pelas trocas entre sujeitos de diferentes realidades sociais, acredita-se que a promoção da saúde no contexto das feiras livres torna-se possível utilizando como base o vínculo entre as partes envolvidas. Buss (2009), ao analisar o discurso vigente no campo da promoção da saúde, parte de uma concepção ampla do processo saúde-doença e de seus determinantes, enfatizando que a promoção da saúde propõe a articulação de saberes técnicos e populares e a mobilização de recursos institucionais e comunitários, públicos e privados para o seu enfrentamento e resolução. Dessa forma, a promoção da saúde é entendida como o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria de sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo (BRASIL, 2002).

A promoção da saúde é possibilitada pela educação em saúde em seu modelo dialógico e objetiva mais do que informar para a saúde, mas dialogar com saberes existentes (LANDIM et al., 2012). Assim, a valorização da cultura e dos valores e costumes do público para qual o Programa Saúde nas Ondas do Rádio (AGUIAR; COSTA; SANTOS, 2012) encontra-se direcionado é de suma importância, tendo em vista que só é possível identificar as demandas de saúde quando se entende a forma pela qual os feirantes compreendem o seu processo de adoecimento.

Acredita-se que as ações de promoção da saúde desenvolvidas com base em tal suporte teórico podem fornecer subsídios para o empoderamento dos feirantes, para que se tornem protagonistas de seu processo saúde-doença-cuidado, fazendo escolhas conscientes e responsáveis, a fim de obter respostas para seus problemas de saúde.

O objetivo do programa é de oferecer dicas de saúde e autocuidado com enfoque nas necessidades dos feirantes ouvintes, dialogando e compartilhando saberes e significados construídos pelos atores sociais, valorizando-os em sua totalidade, com vistas a tratar de assuntos que os capacitem para a tomada de decisões em saúde, num arcabouço que contemple os aspectos biopsicossociais da saúde, discutindo gênero, sociedade, família e autoconhecimento para o cuidado de si. Busca-se nos programas, por meio do diálogo a promoção do autocuidado, passível de empoderar os atores sociais através de radionovelas interativas construídas a partir da percepção dos feirantes ouvintes sobre os temas de saúde.

Neste sentido, almeja-se através do Programa Saúde nas Ondas do Rádio dar voz àqueles a quem as ações do projeto de extensão - “Promovendo a saúde no cotidiano das feiras livres de Feira de Santana – BA” (AGUIAR; COSTA; SANTOS, 2012) - estão voltadas, construindo um espaço de interação social, no qual emerjam novas relações marcadas pelo diálogo, pelo acolhimento entre os discentes, professores, feirantes e fregueses, propiciando assim, estabelecer novos vínculos.

 

Referencial teórico

 

O eixo central do programa se dá em torno da perspectiva da promoção da saúde, entendida como a capacitação individual e coletiva para a modificação e enfrentamento dos determinantes sociais da saúde na busca de melhoria da qualidade de vida. Refere-se também a uma combinação de ações de políticas públicas saudáveis, criação de ambientes saudáveis, reforço da ação comunitária, desenvolvimento de habilidades pessoais, e reorientação do sistema de saúde (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, 1996).

Dentre os campos de ação da promoção da saúde a educação é o ponto chave, uma vez que, o desenvolvimento intelectual é a força motriz para a interpretação e construção de habilidades para o autocuidado, neste sentido, adota-se a concepção de educação como um processo que envolve ação-reflexão-ação, capacita as pessoas a aprenderem, evidenciando a necessidade de uma ação concreta, cultural, política e social (FREIRE, 2011). Dessa forma, a educação em saúde assume papel fundamental no planejamento e execução das práticas de saúde, pois mais do que propagar informações, é necessária uma troca entre os saberes dos atores sociais envolvidos no processo de promoção da saúde, aliando o conhecimento popular, e o que ele representa para determinado grupo, ao conhecimento técnico-científico.

Para isto, a comunicação em saúde é peça indispensável na elaboração do conhecimento e supõe um entendimento integralizado, considerando o ator social na sua totalidade, com suas dificuldades e anseios, não meramente como um objeto de repasse de informações rebuscadas com o uso de termos técnicos (RIBEIRO; CRUZ; MARÍNNGOLO, 2013). Nesta perspectiva, a comunicação em saúde, torna-se um meio de interlocução que permite a escuta qualificada, o diálogo profícuo e garante ao ser cuidado participação ativa nas decisões relativas ao seu processo saúde-doença-cuidado.

É neste sentido que se pode criar condições de possibilidade para o empoderamento e capacitação dos atores sociais, o campo da educomunicação parte da premissa da participação ativa, do desenvolvimento do senso crítico e de auto percepção enquanto trabalhador capaz de cuidar de si. Atuar em um território a partir desta abordagem abre a possibilidade de compreender, de forma cada vez mais ampla, o papel da comunicação como produtora de acesso à cidadania, seja difundindo informações e orientações de caráter coletivo com relação ao desenvolvimento das áreas de saúde, seja ajudando a difundir junto à opinião pública a saúde como um direito subjetivo (SOUZA; DADALTO, 2009).

Para a efetivação das ações de promoção da saúde no campo da educação e comunicação em saúde, o rádio se mostra uma tecnologia educativa de grande valia por fazer parte do cotidiano das massas como um meio de comunicação acessível e prático, além de garantir espaço para à difusão de ideias, costumes e práticas culturais, uma vez que, permite a capacitação dos cidadãos no exercício do direito de expressão mais acessível possível (BRASIL, 1998).

Para a realização das ações do referido subprojeto, a parceria universidade-comunidade foi entendida e vem sendo praticada, tendo por referência a premissa da responsabilidade social, uma vez que se reconhece é papel da universidade procurar soluções para as demandas da comunidade.

 

3 Metodologia

 

O Programa Saúde nas Ondas do Rádio vai ao ar ao vivo nas tardes de sexta-feira, com a duração de 15 minutos, durante todo o ano, através do sistema de som do Entreposto do Centro de Abastecimento em parceria com a Rádio Central Local. Nos períodos de recesso acadêmico e férias são reapresentadas radionovelas, isso garante a continuidade da programação fixa do sistema de rádio no qual é veiculado.

Baseia-se na elaboração e apresentação semanal de radionovelas cujos enredos são construídos a partir de um levantamento de temas pertinentes à saúde do adulto e do trabalhador feirante, posto em contato/confronto com o Calendário da Saúde do Ministério da Saúde, dando enfoque às datas comemorativas, como o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS (01 de dezembro) e às campanhas de saúde, como o Novembro Azul, mês dedicado à prevenção do câncer de próstata, dessa forma, abordando temas que buscam representar as reais necessidades dos feirantes ouvintes no contexto social do qual fazem parte. Para a elaboração das radionovelas fez-se necessário em um primeiro momento estabelecer um cronograma com as temáticas a serem tratadas no Programa, utilizando o conceito ampliado de saúde, permitindo assim, que questões sociais, culturais e religiosas fossem tratadas no desenvolvimento dos enredos das radionovelas.

A segunda etapa se deu com a construção das radionovelas, processo árduo no qual contamos com a participação do bolsista, de voluntários que fazem o planejamento, escrevem, revisam, ensaiam e apresentam o Programa Saúde nas Ondas do Rádio ao vivo no estudo de som da Rádio Central. Os textos produzidos passam por criteriosa revisão da professora orientadora, a fim de garantir a oferta de informações acessíveis, objetivas, fundamentadas cientificamente e articuladas com as recomendações do Ministério da Saúde no que tange à educação em saúde e à literatura pertinente. Além de radionovelas o Programa conta em sua programação com entrevistas ao vivo e gravadas com professores especialistas em determinados temas, como tuberculose e doação de sangue. Neste sentido, uma experiência interessante, foi realizada no mês da prevenção do suicídio, nomeado de Setembro Amarelo, como parte de uma campanha prevenção do suicídio do Ministério da Saúde. Realizou-se então, entrevista com um professor, cuja tese trata da temática, o qual respondeu questões previamente elaboradas e por meio de um bate papo esclareceu o conceito de suicídio e os tabus acerca do assunto.

A terceira etapa se deu com aplicação de enquetes bimestrais com os feirantes, dessa forma busca-se estimular a participação dos ouvintes mediante escuta de suas opiniões sobre o programa, cujos dados são analisados e alguns deles, incorporados como parte dos enredos das radionovelas, como por exemplo, certos questionamentos específicos/particulares e dúvidas que parecem guardar relação com um não-saber coletivo sobre temas de saúde-doença-cuidado que são revelados no momento de realização das enquetes. Dessa forma, as vozes dos feirantes ouvintes, por vezes, podem permear a construção dos enredos das radionovelas, revelando-as como um intertexto, construídos a múltiplas mãos. As sugestões, questionamentos e críticas e ou sugestões dos feirantes, muitas vezes, são apropriados e incorporados às falas dos personagens, sempre imaginários, respeitando-se a privacidade através da atribuição de nomes fictícios aos personagens que são feirantes.

A partir dos dados coletados nas quatro enquetes realizadas partimos para o processo de inserção de alguns dos dados obtidos na produção das radionovelas. Este processo exigiu leitura e fichamentos de textos, e, é imprescindível para o embasamento das informações veiculadas nas tramas tecidas em torno de cada tema abordado, com os respectivos personagens, isto é, as radionovelas educativas. Assim é que, utilizando de uma linguagem que busca ser clara e acessível, buscamos tornar as histórias que narramos um processo interativo e participativo, que desperte a atenção do feirante ouvinte levando até ele um conhecimento capaz de ajudá-lo na capacitação para o autocuidado. Deste modo, utilizamos uma linguagem mais coloquial, com expressões regionais, ou até mesmo, recorrendo a ditos populares. Até mesmo, os discursos dos personagens que representam profissionais de saúde, como enfermeiras, médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, odontólogos, assistentes sociais, embora devam ser fundamentados teoricamente, busca-se não recorrer a termos técnico-científicos, demasiadamente.

No último ano o alcance do Programa foi ampliado, pois o mesmo passou a fazer parte da programação online da Rádio Central, o que possibilitou maior difusão das radionovelas, permitindo que outras pessoas além daquelas que estejam aos arredores do Entreposto do Centro de Abastecimento possam escutá-lo.

4 Conclusões

A partir da análise dos dados obtidos nas enquetes realizadas, bem como baseados no feedback obtido em conversas informais com feirantes, é possível inferir que o Programa pode contribuir no processo de reconstrução de competências e habilidades dos atores sociais, no autocuidado levando-os a refletir quanto às suas práticas de saúde. Na perspectiva do acesso à informação, o Programa possibilita aos feirantes uma abordagem contextualizada de temas de saúde, abrindo espaço para a participação do feirante ouvinte, de modo que eles podem opinar, questionar e sugerir, exercitando o senso crítico para a tomada de decisões como atores sociais.

Ao abrir espaço para a escuta dos feirantes, o Programa se adéqua para melhor atender os questionamentos dos ouvintes, buscando de maneira clara e segura compartilhar informações e orientações que possam melhorar a qualidade de vida destes, uma vez que, concebe-os como sujeitos ativos no processo de promoção da saúde, capazes de se cuidar, entender o processo saúde-doença-cuidado, compreender e trabalhar na redução dos riscos que estão expostos no seu exercício laboral, além de poderem buscar os serviços de saúde melhor informados, conforme relataram nas enquetes. Os feirantes acreditam que as informações transmitidas, servem de alerta para eles, fazendo com que se auto observem e identifiquem precocemente suas necessidades de saúde, permite ainda, que se percebam mais informados a respeito dos problemas que os levam a procurar por atenção à saúde.

Busca-se, atualmente, inserir o Programa Saúde nas Ondas do Rádio na programação do sistema de som local de mais duas feiras livres da cidade, no entanto por motivos operacionais como dia e horário de veiculação e envio das gravações ainda não foi possível expandir o Programa. No entanto, esforços tem sido realizado para a implementação da proposta.

Para os discentes de enfermagem, bolsista e voluntários, a experiência permite o desenvolvimento e a autonomia para a tomada de decisões, favorecendo o aprendizado acerca da promoção da saúde e suas vertentes, capacitando-os para o enfrentamento de situações inusitadas e o agir em saúde frente à comunidade, uma vez que, inseridos no contexto social eles tem a oportunidade de aprender na prática a conjuntura que envolve o processo de adoecimento dos feirantes. No que tange à participação dos voluntários no planejamento e apresentação do Programa, esta estimula o desenvolvimento das relações pessoais, comportamento em prol do grupo, tomada de decisões com base no trabalho colaborativo da equipe.

O uso do diálogo como meio interlocutor torna as ações de promoção da saúde viáveis, tendo em vista que ao aliarmos os conhecimentos científicos e populares, valorizando a interlocução de saberes, o Programa se torna um espaço de expressão das crenças populares sobre a saúde.

Dessa forma, a experiência possibilita vislumbrar novos horizontes, assim, a atividade de extensão mostra-se de fundamental importância no processo formativo dos discentes de graduação em Enfermagem, sendo esta uma abordagem inovadora que requer esforços para que a proposta seja desenvolvida. E, portanto, por meio das ações educativas em saúde que podem vivenciar situações, estimular o pensamento crítico, assim como desenvolver habilidades educativas relacionadas ao trabalho em saúde, tendo em vista que as relações humanas são eficazes quando pautadas no convívio, no diálogo e no respeito aos costumes, crenças, valores e a cultura fortalecendo a troca de saberes entre academia-comunidade, o que permite a ambas um aprendizado em bases sólidas.

REFERÊNCIAS

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CARVALHO, J. de J.; AGUIAR, M. G. G. Características sociodemográficas e do trabalho de feirantes em Feira de Santana – BA. 2012. 17 f. (Relatório de Pesquisa). Núcleo Integrado de Estudos e Pesquisas sobre o Cuidar/Cuidado. Universidade Estadual de Feira de Santana.

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