Resumo
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) caracteriza-se como um transtorno neurobiológico de causa genética, que pode ser diagnosticado na infância e acompanhar o indivíduo até avida adulta. Sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade são recorrentes. Esta pesquisa teve como objetivo geral apresentar as contribuições da da avaliação neuropsicopedagogica e analisar o TDAH e suas manifestações à luz da Neuropsicopedagogia dando fundamentação ao neuropsicopedagogo consegue intervir nas dificuldades, transtornos e distúrbios de aprendizagem possibilitando intervir nas dificuldades, transtornos e distúrbios de aprendizagem entendendo as possíveis causas da não aprendizagem, partindo dela o profissional poderá utilizar métodos próprios, no intuito de investigar e levantar hipóteses sobre tais dificuldades. Por trabalhar muito rápido o cérebro do
TDAH tem dificuldade em realizar planejamentos, necessitando de estímulos, reforço positivo e reforço de extensão. Os estímulos são importantes para que o cérebro da criança crie redes neurais para novas aprendizagens. A relevância dos fármacos que atuam no controle dos neurotransmissores têm papel importante nesse trabalho e devem ser prescritos mediante avaliação de equipe multidisciplinar onde o neuropsicopedagogo desempenha papel fundamental. Além disso, é papel do neuropsicopedagogo identificar as potencialidades cognitivas da criança e estimular o seu desenvolvimento, contribuindo com a escola na construção de propostas de planejamento e organização executivas, treino de memória e motivação.
Palavras-chave: Avaliação neuropsicopedagogica. Dificuldade de aprendizagem. Transtorno de déficit de atenção / hiperatividade (TDAH).
1 INTRODUÇÃO
A Neuropsicopedagogia é um campo do conhecimento que compartilha de modo harmonioso com outros conhecimentos e princípios de diferentes elementos das Ciências Humanas: Psicologia, Pedagogia, Sociologia, Antropologia, entre outras, compreendendo o erro apresentado pelo sujeito na técnica de construção do seu conhecimento, de um
1 Pós-graduanda em neuropsicopedagogica clínica. [email protected]
aprendizagem significativa e suas interações com razões relevantes no desenvolvimento das competências cognitivas. Ou seja, neurociência anda junto com outros saberes e ciências, complementando os conhecimentos. Desta maneira, o profissional da Neuropsicopedagogia apropria-se de um papel de extrema importância na abordagem do enigma da dificuldade de aprendizagem de crianças em idade escolar. As dificuldades encontradas durante esse período são esperadas, entretanto necessitam ser supridas, fazendo-se necessárias algumas intervenções distintas das normalmente utilizadas quando a criança apresenta alguma dificuldade. Outro fator a ser considerado é a aprendizagem significativa, onde novos conhecimentos que se adquirem relacionam-se com o conhecimento prévio que o aluno trás consigo, cabe ressaltar que este é um processo dinâmico em que o novo conceito formado passa a ser um novo conhecimento, que pode servir de futuro ancoradouro para novas aprendizagens (AUSUBEL et al., 1980; MOREIRA, 1999a, 1999b). A neurociência tem demonstrado o quão promissora pode ser uma parceria com a educação, trazendo todo o seu conjunto de saberes sobre o Sistema Nervoso Central, local onde tudo acontece, como os comportamentos, pensamentos, emoções e movimentos. A partir dos conhecimentos desta área que a educação pode ter um salto quando se fala em efetividade e eficácia, levando em consideração que a partir do surgimento e avanço da neurociência foi possível fornecer melhorias na qualidade de vida da sociedade atual, disponibilizando tratamentos efetivos para variados distúrbios neurológicos, ou seja, contribuiu e tem contribuído significativamente para o desenvolvimento de soluções de diversos transtornos e doenças, incluindo os problemas educacionais. A neurociência estuda cada funcionamento do cérebro e, a partir de então, consegue intervir nas dificuldades, transtornos e distúrbios de aprendizagem. A aprendizagem significativa transforma o sistema nervoso central, e isso nos faz refletir em plasticidade cerebral, que é um processo adaptativo que dá ao indivíduo possibilidades de aprender, mesmo frente às novas situações ambientais; o que, além disso, tem trazido contribuições de como a mesma pode ser estimulada de forma mais efetiva dentro da educação.
3
Também, abordaremos de forma sucinta referente a forma que aprendemos, onde se constatou que é preciso motivação para aprender. A atenção é fundamental na aprendizagem. O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida. A formação da memória é mais efetiva quando a nova informação é associada a um conhecimento prévio. Objetivou-se apontar quais contribuições que a avaliação neuropsicopedagógica pode auxiliar nos processos de ensino-aprendizagem, bem como o profissional que estuda essa ciência voltada à educação, o Neuropsicopedagogo, pode assessorar melhorar o aprendizado, assim como, estimular de forma adequada e diferenciada as potencialidades da criança. A pesquisa foi realizada a partir de um estudo de caso e uma análise sistemática de livros e periódicos publicados na internet com as palavras chaves Avaliação neuropsicopedagogica. Dificuldade de aprendizagem Transtorno de déficit de atenção / hiperatividade (TDAH).
Julgamos que através da análise e compreensão dos estudos realizados em livros , periódicos e estudo de caso, iremos proporcionar um esclarecimento maior sobre a questão, de modo a oferecer melhorias no desempenho profissional e trazendo maior clareza sobre referido assunto. O presente trabalho trata-se de uma pesquisa numa abordagem qualitativa de caráter exploratório. Foi considerado como objetivo principal deste estudo analisar as contribuições das avaliações neuropsicopedagogica para levantamentos de hipóteses diagnosticas auxiliando no diagnostico de dificuldade de aprendizagem, bem como a importância de um profissional Neuropsicopedagogo ao lidar com a aprendizagem dos alunos com trajetória de insucesso escolar.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 NEUROPSICOPEDAGOGIA E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
De acordo com a Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia (SBNPp) a Neuropsicopedagogia é uma ciência transdisciplinar, fundamentada nos conhecimentos da Neurociência Aplicada, que tem como objeto formal de estudo a relação entre cérebro e aprendizagem humana, numa perspectiva de reintegração pessoal, social e escolar. Ela veio aprimorar os educadores para que entendessem como o cérebro de uma criança funciona e
4
como processa informações. Segundo essa Sociedade, a Neuropsicopedagogia é um novo campo de conhecimento que vem a contribuir com os processos de ensino e aprendizagem no instante em que tem como foco a compreensão do funcionamento do sistema nervoso e sua relação com a melhoria das dificuldades de aprendizagem. A aprendizagem está relacionada a um método e, sobretudo, a experiências que são construídas por fatores emocionais e neurológicos. “Assim devesse, por exemplo, abordar as Teorias de Aprendizagem por possibilitar que a informação recebida seja transformada pelo sujeito em conhecimento construído.” (PORTO, 2013, p. 20) O sujeito recebe essas informações e as transformam em habilidades, competências e atitudes significativas. O processo de ensino e aprendizagem está relacionado à proximidade construída entre professor e aluno, isso faz com que a criança seja amada e desperte para o prazer em aprender. A dificuldade de aprendizagem está relacionada na fala, escrita, leitura e raciocínio. “Dificuldade de aprendizagem é um termo genérico que abrange um grupo heterogêneo de problemas, capazes de alterar as possibilidades de a criança aprender independentemente de suas condições neurológicas para fazê-lo.” (ROTTA et al, 2006, p.117) Essas dificuldades também estão associadas a estruturas familiar e individual, a fatores emocionais, neurológicos, orgânicos e entre outros.
Para Vygotsky (1979), a aprendizagem favorece o desenvolvimento das funções mentais. Esse desenvolvimento e aprendizado caracterizam na compreensão do conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal, que é a distância entre o nível de desenvolvimento atual que a criança se encontra e o nível potencial de novas aprendizagens. Vygotsky (1979) afirma que a linguagem é uma ferramenta importante para os educadores, meio pelo qual pode ser compreendido o curso interno do desenvolvimento humano, permite delinear percursos de trabalho e auxiliar a interação com o sujeito da ação da atividade.
2.2 O QUE É O TDAH?
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) caracteriza-se como um transtorno neurobiológico de causa genética, que pode ser diagnosticado na infância e acompanhar o indivíduo até a vida adulta. Alguns dos fatores que podem dispor do transtorno são o álcool e o tabagismo na gravidez. Sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade são recorrentes. Para Topczewski (1999, p.61):
A hiperatividade nem sempre se apresenta como sintomas isolados. Geralmente se acompanha de outras manifestações como os distúrbios comportamentais: agressividade, impulsividade, espírito destrutivo, dificuldade de relacionamento interpessoal e social, autoimagem negativa, entre várias outras alterações.
5
A hiperatividade é um dos distúrbios mais frequente em crianças na idade escolar. Essas crianças têm descontrole motor, não ficam paradas, mexem em tudo, correm e falam sem parar. O TDAH é um dos distúrbios mais frequente diagnosticado. A estimativa no Brasil é em 3% a 5% de todas as crianças em idade escolar. Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade do que as meninas, mas em ambos os casos há desatenção.
Para Sampaio (2010), o transtorno de déficit de atenção do tipo predominantemente desatento; predominantemente hiperativo/impulsivo e do tipo combinado são utilizados pelos profissionais para os critérios de diagnóstico do DSM IV (Manual de Estatístico e Diagnóstico), para uma avaliação. A atenção é a função que o cérebro possui para processar corretamente todas as informações. Quando uma criança não consegue se concentrar nas atividades e vive “no mundo da lua”, essa criança demonstra algumas características como distrair-se facilmente, esquecimento, dificuldade para organizar atividades, perda de objetos, etc. A atenção seletiva tem a capacidade de processar informações e mandar estímulos para o cérebro.
Historicamente o diagnóstico do TDAH tem se dificultado devido as discordância sobre sua natureza: um distúrbio cerebral biológico ou uma resposta comportamental a certos ambientes, tais como a escola ou outras situações onde foram colocadas demandas sobre a criança. A falta de concordância sobre a definição do TDAH também contribui para controvérsia. (PORTO, 2013, p.128)
A dificuldade de se diagnosticar um indivíduo com TDAH se dá por se manifestar outros transtornos e conceitos de lesão cerebral, pois é o distúrbio que está sendo mais diagnosticado na vida de uma criança.
No TDAH pode haver uma coexistência de transtornos, uma doença pode acompanhar outras doenças. O córtex pré-frontal, é a área que prestamos atenção. O TDAH não consegue ativar essa área. Para que ele possa ter atenção é preciso ativar outras áreas do cérebro. A falta dos dois neurotransmissores, a dopamina e a noradrenalina, aumenta a impulsividade na criança. Um indivíduo com TDAH na vida adulta pode acarretar vários problemas, principalmente a depressão.
No TDAH existe uma alteração genética, pois a pessoa não passa a ter o transtorno na vida adulta, e sim desde a infância, mais presente na criança em idade escolar. Essas crianças têm excesso de atenção e hiperatividade. “Não é raro uma criança com TDAH apresentar comorbidade, agregando distúrbios, como dislexia, disgrafia, discalculia, etc.” (SAMPAIO, 2010, p. 95). Outras crianças com TDAH podem apresentar o Distúrbio de Desenvolvimento
6
da Coordenação (DDC) e/ou o Transtorno de Conduta (TC), que acarretam vários outros problemas e prejuízos no indivíduo, tais como: defasagem no desempenho escolar, dificuldades com habilidades motoras e de socialização.
Há ainda a possibilidade da presença de vários outros transtornos psiquiátricos, como transtorno de humor, transtorno ansioso e o transtorno disruptivo do comportamento. O TDAH associa também o transtorno afetivo bipolar e de conduta, com isso predispõe o abuso de álcool na adolescência.
2.2 O CÉREBRO DE UMA CRIANÇA COM TDAH
O funcionamento cerebral é determinado por fatores hereditários, como genética e os processos maturacionais. O cérebro de uma criança com TDAH funciona muito rápido devido a uma alteração cerebral. O lobo frontal é a parte das pesquisas neurotransmissoras e de substâncias químicas neurológica onde forem realizadas. É onde a dopamina e o glutamato são produzidos e utilizados pelo cérebro. Esses produtos podem ser produzidos com excesso ou em quantidade insuficiente para o funcionamento do cérebro. Segundo Bossa (2005 apud Sampaio 2010, p. 96-97), “a criança com TDAH tem dificuldade de realizar planejamento, pois há uma disfunção no lóbulo frontal, que é a área responsável pela realização dos planos e dos programas das ações humanas, bem como pela regulação e controle do comportamento.”
A dopamina é um neurotransmissor relacionado com a concentração, aprendizagem, memória, movimento e entre outros. Quando ocorre uma deficiência na produção em determinadas substância, como a dopamina, acarreta uma falta de equilíbrio nesse funcionamento e a criança não tem um processo de limitação. O glutamato age como principal neurotransmissor excitatório no Sistema Nervoso Central e também é importante na aprendizagem e memória.
O córtex não inibe corretamente outras áreas do cérebro do TDAH, que pode levar o indivíduo a comportamentos inadequados. A parte da ativação que controla o foco da atenção também no TDAH não funciona como das outras crianças ditas “normais”.
Compreender que o funcionamento do cérebro do TDAH é bastante peculiar e que isto acaba por trazer-lhe um comportamento típico, responsável tanto por suas melhores qualidades, como por suas maiores angústias e desacertos, é de fundamental importância para os professores. (FORTUNATO, 2011, p.5)
7
Neste sentido, somente por meio do conhecimento correto do transtorno e suas implicações que pais e professores estarão caminhando para uma ação correta de ajuda ao TDAH, valorizando sua potencialidade e respeitando sua maneira de ser. Esta ação levará a um progresso significativo em sua aprendizagem. Conhecer o funcionamento do cérebro da criança com TDAH, de como ela aprende e das lesões que podem interferir em aprendizagem natural, é imprescindível para que sejam elaboradas atividades que desenvolvam suas funções motoras e cognitivas.
É importante que a família e os profissionais envolvidos na educação dessa criança compreendam que a ação comportamental da mesma é fruto de uma atividade cerebral. Para Farrel (2008), a exploração é importante e será mais útil para a aprendizagem se for estruturada de modo a encorajar as conexões com as atividades práticas (manusear, olhar, escutar e mover coisas), a serem feitas e as aprendizagem que devem ocorrer com o estudante.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As reflexões apresentadas neste artigo objetivaram analisar o TDAH e suas manifestações à luz da Neuropsicopedagogia, buscando discutir as dificuldades de aprendizagem apresentadas por crianças com TDAH, que apresentam alterações nas funções executivas e resulta num distúrbio comportamental, com sinais de hiperatividade, falta de atenção, concentração e impulsividade no ambiente clínico.
Observou-se que o córtex pré-frontal é a área comprometida do cérebro de uma pessoa com TDAH, que não consegue ativá-la. Essa área é responsável pela elaboração de pensamentos complexos, expressão da personalidade, tomadas de decisão e regulação do comportamento social. A ausência de dois neurotransmissores, a dopamina e a noradrenalina, aumenta a impulsividade no indivíduo e precisa de intervenção.
Cabe ao profissional neuropsicopedagogo realizar testes que contemplam aspectos afetivos, sociais, psicomotor, cognitivo e de aprendizagem formal para inferir qual a forma de intervenção será utilizada. Os fármacos que atuam no controle dos neurotransmissores têm papel importante nesse trabalho. Psicoestimulantes como a ritalina atuam no eixo principal da dopamina da atenção e não tem potencial na dependência. A ritalina ajuda a normalizar os neurotransmissores do TDAH quando administrada corretamente. Deve ser prescrita apenas mediante diagnóstico e avaliação de equipe multidisciplinar.
O neuropsicopedagogo visa identificar as potencialidades cognitivas da criança e estimular o seu desenvolvimento, contribuindo com a escola na construção de propostas de
8
planejamento e organização executivas, treino de memória e motivação. Para a efetividade do trabalho é essencial a comunicação e a troca de conhecimento entre pais, professores e profissionais de equipe multidisciplinar envolvidos com o indivíduo. Orientar aos pais que criança que tem TDAH, necessita de uma atenção maior; impor regras e fazer uma tabela de rotina, tanto na escola quanto com a família. Na escola a criança tem que sentar sempre perto do professor; poucas crianças em sala de aula; não ser uma aula monótona; fazer aulas interessantes; ter um ambiente organizado com regras e entre outros. Quando um portador de TDAH cria uma rotina e desenvolvem hábitos os sintomas serão menores.
REFERÊNCIAS
AMERICAN PSYCHIATRIC.Manual Diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM- 5. Ed. Porto Alegre: Atmed; 2014.
CONSENZA, R. M.; GUERRA, L. B. Neurociências e Educação: como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.
FARREL, M. Dificuldade de Aprendizagem, moderadas, graves e profundas: guia do professor. Trad por Maria Adriana Verríssimo Veronise. Porto Alegre: Artmed, 2008.
FERNÁNDEZ. Alícia. A inteligência aprisionada. Artmed: Porto Alegre, 1991. FORTUNATO, S.A.O. A escola e o TDAH: práticas pedagógicas inovadoras pós-diagnóstico. Curitiba, 2011.
PAIN, Sara. Diagnóstico e transtorno dos problemas de aprendizagem. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 1992.
PORTO, Olívia. Psicopedagogia Clínica: teoria, diagnóstico e intervenção nas dificuldades, distúrbios e transtornos de aprendizagem. Rio de Janeiro: Espaço das letras, 2013.
ROTTA, Newra Tellechea, et al. Transtorno de Aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SAMPAIO, Simaia. Manual Prático do diagnóstico psicopegagógico clínico. Rio de Janeiro: Wak, 2009.
SAMPAIO, Simaia. Dificuldades de aprendizagem: a psicopedagogia na relação sujeito, família e escola. 2 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2010.
SISTO, Fermino Fernandes et al. Atuação Psicopedagógicas e aprendizagem escolar. 11 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: vozes, 2008.
TOPCZEWSKI, Abran. Hiperatividade: como lidar. São Paulo, Casa do Psicólogo. 1999.
VYGOTSKY.Formação social da mente. Porto Alegre:Artmed, 1993.
9
WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagemescolar. Rio de Janeiro: DP & A, 2003.
WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. DP & A, 10.ed. Rio de Janeiro, 2004