As pessoas são de boas desconhecidas, paredes flagelados, barrancos apurados, tudo pode se esprar, atravessam a sombra para que o esforço amorteça o desvairo depurado.                      Elas são o frio arrentados prestes a partir, a desfazer-se na cólera esta draga inacabável que se encurta em costas largas o desafio da vida.                                                                                           As pessoas são vielas, becos sem auras, estradas sem asfalto a extinguir um mundo, sobrevoam a liberdade, tiram cuja desobediência em escutada a saber da doerência desvalida, atenção são capas  o destino de quem sabe que se afundam segundo  a preguiça que apressa a morte segundo a vontade que choram, segundo a descrença que amam, segundo aprednizado. As pessoas são recados desconhecidos, paredes flagelados, barrancos apurados, tudo pode se esperar.

 

EWALD KOCH

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