ANA CAROLINA VIEIRA,

ANDREA COSTA DE LIMA,

ADRIANA CRISTINA C. DE LIMA,

DANIELLA MONTEIRO DE CRISTO,

ERIKA DANIELLY DA COSTA MENDONÇA,

MANOELA CAVALCANTE&

MARIA JOSE DA SILVA FREITAS[1]

 

Prof.ª Dra. Jedida Melo[2]

 

Introdução

O presente estudo intitulado que aborda a temática da educação sexual em adolescentes e jovens levanta as discussões precisas sobre as propostas desenvolvidas diante da educação sexual dos jovens. Esta pesquisa foi realizada entre os anos de 2010 e 2012 em são Paulo, com o objetivo de discutir e levantar as informações das ações a serem contempladas sobre a sexualidade e do sexo entre adolescentes e jovens e toda a educação sexual direcionadaa esses indivíduos da contemporaneidade.

 Desenvolvimento

É de suma importância o entendimento de como o contexto histórico e cultural da sexualidade enfoca de formas diferentes e em vários contextos levando a uma reflexão sobre determinado assunto. No século XVII e XIX, toda essa temática se tornou mais proibitiva, mas no século XIX passou a ser tratada como problema de saúde e que todo questionamento envolto desta temática, era controlado ao assegurar o poder sobre a população. Toda essa repressão serviu para que todos lutassem por seus diretos. Freud no que abrange o desenvolvimento das teorias da sexualidade tem muito a ver com os relacionamentos humanos, para além da genitalidade e da relação homem e mulher, partindo desta consideração, todo o processo de mudanças e modificações pois somente no século XX ocorreu o enfoque da sexualidade e do comportamento sexualconsiderando neste tempo um fator positivo. Na atualidade, podemos contemplar os programas desenvolvidos que abordam os direitos sexuais e reprodutivos, ou seja, onde a compreensão por esta temática já é vista e comtemplada, mostrando a grande evolução já desenvolvida no brasil.

A educação sexual, sexo/sexualidade, no ano 1964 aplicada como palestra nas escolas, era motivo e indignação e escândalo sendo algumas escolas, diretores e professores foram exonerados, falas e atitudes morais e sem responsabilidade.

Sabendo que foi passando anos e as opiniões, e necessidade de conhecimento precisa ser exposta e esclarecidas ate no ano 1978 pelo conselho federal de educação, aprovou a implantação da educação sexual aumentou o numero de indivíduos com o vírus da AIDS. É muito importante que os jovens tenham uma orientação sexual na escola de forma eficaz. O vírus não escolhe cor, sexo, classe sócias, é fundamental que os jovens tenham consciência global do problema, que no momento atual não tem cura, só resta tratamento onde o sistema imunológico encontra-se frágil e uma posta aberta para as demais doenças oportunistas, levam as jovens a passar para ter um poder argumentativo. As duas ultimas décadas foram marcadas no brasil por mudanças na cultura sexual e na escola de valores.

Conclusão

Contudo, antigamente, falar sobre sexo entre os jovens e adolescentes era um tabu, tanto os pais e quanto aos educadores. A conjuntura mudou um pouco, não tão intensa, mas o comportamento dos professores com o tema esta sendo concretizados em sala de aulaembora ainda haja uma necessidade em se intensificar uma pratica pedagógica voltada para uma educação sexual mais efetiva dentro e fora da sala de aula, onde os jovens e adolescentes aprendam a compreender o seu corpo, os desejos e anseios, e acima de tudo respeitem os seus colegas.

Referência

Sfair, Soara Caram Bittar, Marisa e Lopes, Roseli Esquerdo. Educação Sexual para Adolescentes e Jovens:mapeando proposições oficiais. Saúde Soc.,[online]2015.vol.24, n 2, São Paulo, 2015.

 

[1] Mestrandos em Saúde Pública – FICS

[2] Doutora em Educação – FICS