Analisado por Valdirene Santos Silva

Professor e Orientador Me. Vilmar Martins da Silva

O texto é descrito na análise crítica do capítulo 6 “Como ensinar na educação infantil? reflexões sobre a didática e o desenvolvimento da criança”, de autoria de Lucinéia Maria Lazaretti, professora adjunta da Universidade Estadual do Paraná, doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos, graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Centro-Oeste e Maria Aparecida Mello, professora titular/sênior da Universidade Federal de São Carlos.

As autoras levantam um questionamento sobre a forma de ensino a sua necessidade e qual a função da didática para o ensinar, como ensinar a criança de forma que possa ser absolvido a aprendizagem de maneira correta e direcionada a criança sem ideologias políticas e sim de forma objetiva com conteúdos e metodologias adequadas para esse ensino aprendizagem. Baseando-se em princípios teóricos, afirmam que na fase infantil é que se revela, impulsiona o desenvolvimento da criança ou do bebê, com a sustentabilidade que o professor é responsável por estimular as ações educativas e o desenvolvimento do sujeito quando entra na fase da educacional como um simples gestos é uma forma de ensinar de educar usando metodologias primorosas que possibilite essa criança ou bebê a desenvolver atuações nas funções psíquicas, já que nessa fase observa-se manifestações como examinar os objetos, agarrá-os, amassa-os, apalpa-os essas funções são observadas e podem ser estimuladas nos bebês como forma de aprendizado que fica na responsabilidade do adulto a planejar e conduzir, o aprendizado, o seu desenvolvimento. Baseadas em vários autores, como Zaretti, afirmam que a metodologia deve ser aplicada adequadamente para que a criança possa utilizar de todo material ao seu redor, encontrado naturalmente ou confeccionado para que a criança ou o bebê possa adquirir conhecimento de forma lúdica, é um método bem aceitável no desenvolvimento do sujeito em questão, com o apoio de uma pessoa que possa lhe direcionar não de forma autoritária, como citando regras que possa deixar a criança inibida, a criança tem que ter seu tempo de aprendizagem, lógico com algumas regras do que pode e o que não se pode mas sem inibir o seu aprendizado. Um ponto positivo no capítulo foi a forma como foram colocados os pensamentos de autores e estudiosos da área educacional, que passou a um melhor entendimento mais aprofundado da forma de ensinar aplicando métodos práticos e fáceis para que se possa aprender e ensinar o conteúdo desejado. No decorrer do capítulo deixaram bem claro suas ideias e a forma como aborda o tema de ensinar de forma que não proporcione um aprendizado mecânico, mas sim de forma que possa ser lúdica utilizando a arte da didática, a criatividade que já vem de casa, enquanto bebê levar para escola. O que se pode aproveitar desse ensinamento de casa, levar os primeiros conhecimentos, enquanto bebê, que são adquiridos com os pais para que possa ser contínuo e transformador dentro da escola? Chega-se à conclusão que ensinar não é só aplicar uma metodologia e sim estar inserida na metodologia, se fazer parte do aprendizado agregando novos saberes, para que essa criança possa ser curiosa ao ponto de mostrar interesse ao seu próprio conhecimento futuro.

 

REFERÊNCIA: Agudo, Marcela de Morais; Pasqualini, Juliana Campregher; Teixeira, Lucas André, Pedagogia Histórico-Crítico: Legado e Perspectivas, Uberlândia /Minas Gerais, ed. 1° eletrônica (2018). Disponível em: file:///D:/Pedagogia%20hist%C3%B3rico%E2%80%93cr%C3%ADticalegado%20e% 20perspectivas.pdf Acesso em: 15/05/2021.