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1. Cheque a reputação

Viver na era da informação facilita enormemente todo o tipo de pesquisa. Os sites especializados, as redes sociais, os buscadores com seções de comentários, tudo isso virou uma tremenda fonte de informação para quem quer contratar qualquer serviço, inclusive seguros.

Hoje é bem simples, entre outras providências, pedir aos seus amigos de rede social que contem suas experiências com uma certa empresa. Dá também para acessar a página da empresa no Facebook e ver o tipo de feedback que os clientes deixam lá e como se dá a resposta. Se a empresa desativou essa função, já é mau sinal.

Outra ferramenta que funciona muito são os sites de defesa de consumidor. No Reclame Aqui, por exemplo, é possível saber quais as empresas mais contestadas de um determinado setor e que tipo de respostas elas dão aos seus clientes insatisfeitos.

Então, não há motivo para se deixar surpreender. Pesquise e saiba com quem você está lidando antes de contratar um das seguradoras do ramo que você busca.

2. Verifique a situação legal

Outro cochilo que não dá para cometer é o de contratar uma seguradora que não tenha os devidos registros no governo e nas instituições que regulamentam o setor.

A Superintendência de Seguro Privados (SUSEP) é o braço governamental que regula o setor. No site da instituição, é possível encontrar ferramentas para consulta de empresas e produtos. A instituição também publica um guia de orientação ao consumidor.

Já a CNSEG, uma associação que reúne as empresas do setor, disponibiliza em seu site a lista das empresas atuantes no setor. Dê uma olhada e veja se o nome da sua potencial seguradora está lá.

3. Assegure-se da transparência das informações

Vale também checar o compliance da empresa. Isto é, as regras determinadas para garantir a ética no tratamento com clientes, corretores, governo e sociedade em geral. Quanto mais uma empresa se dedica a essas questões, menos chance há de se ter surpresas desagradáveis.

A transparência também deve estar na divulgação e explicação das regras e cláusulas que orientam o contrato. Então, antes de fechar qualquer contrato, verifique se toda a informação de que você precisa foi dada e leia tudo antes de colocar sua assinatura lá. Se nesse exame encontrar itens que limitam seus direitos e que não foram explicados antes, é melhor repensar a escolha.

4. Avalie as coberturas

Essa é uma preocupação básica. Para saber se o preço que você está pagando é justo ou não, é preciso saber o que está levando. Há produtos com os mais variados tipos de valores e coberturas, então encontrar aquele que se adéqua à sua necessidade é o primeiro passo.

A maneira ideal de fazer essa escolha racionalmente é fazer uma lista dos serviços dos quais, de fato, vai precisar. Então, com esse ponto de partida, é possível avaliar os pacotes de cobertura oferecidos. Faça isso calmamente, pois, eventualmente, pode achar algum serviço interessante que estava fora da sua lista.

Essa metodologia é o melhor caminho para a garantia de que não vai contratar um seguro extenso demais, a ponto de desperdiçar seu dinheiro, nem tão limitado que te deixe na mão na hora da necessidade.

Outro ponto de atenção são as coberturas e serviços que vão sendo lançados ao longo do tempo. Fique por dentro das novidades para poder avaliar melhorias no seu contrato que podem valer a pena pelos benefícios que trazem. Cuidado apenas para não contratar só porque é “novidade”!

Observe fatores que podem influenciar no valor que você paga. No mercado de seguros de automóvel, por exemplo, situações como mudar de endereço, trocar o veículo ou mesmo ficar mais velho podem garantir preços menores. Já as multas de trânsito jogam o valor para cima.

5. Preste atenção no atendimento ao cliente

Já tocamos indiretamente nesse ponto quando falamos da reputação das empresas, mas é tão importante que merece uma dica própria. Avalie muito atentamente a maneira como a empresa atende seus clientes. Quantas e quais são as maneiras de entrar em contato? Há histórico de dificuldade em falar com a seguradora?

Para fazer esse mapeamento, como dito mais acima, você pode contar com as avaliações de amigos e até de desconhecidos, mas não deixe de prestar atenção na sua própria experiência. Se o atendimento é ruim, demorado, enrolado na fase de fechamento de contrato, quando o interesse da seguradora é total, imagina como vai ser quando você precisar de algum serviço… Se perceber esse tipo de problema, é hora de ligar o alerta.

6. Conte com a ajuda de um corretor

A sua impressão — e da maioria das pessoas — não está errada: lidar com seguros pode ser complexo e erros de avaliação acontecem. Por isso, contar com a ajuda de um profissional preparado é essencial.

Um bom corretor pode ajudar a entender a sua real necessidade e encontrar o produto, na medida da cobertura e do preço, para atendê-lo. Não pense duas vezes em fazer todas as perguntas e questionamentos. O corretor está ali para isso mesmo: orientar.

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