Operar numa máquina Injetora não é para qualquer pessoa que seja disperso. Estas máquinas trabalham com uma velocidade incrível. O processo da fabricação de produtos de plásticos não mede esforços em relação ao tempo, cada segundo é precioso para as máquinas que cada vez se tornam mais potentes e com um nível de produção cada vez mais avançado.

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Existem as máquinas Injetoras de plásticos e também de metais, que é derretido em altas temperaturas e injetado no molde específico. O plástico sofre as mesmas transformações que o metal. O polipropileno (PP) consiste num polímero de fácil moldagem, este material é derretido a uma temperatura aproximada de 200 a 250 graus Celsius, ficando em bombonas ao lado da máquina; o polipropileno é sugado por um aparelho denominado Bomba a vácuo, que o transporta até um grande funil. Neste funil o polipropileno vai sendo derretido de acordo com cada ciclo de injeção.
 A injeção do plástico envolve um espaço de tempo relativamente muito curto, para evitar o resfriamos inadequados do bico de injeção. O plástico é misturado juntamente com os corantes num campo denominado canhão, sendo misturado formando uma pasta homogênea que tende mais ao estado líquido. Com a ajuda da rosca plastificadora este plástico derretido é empurrado violentamente para dentro do molde, num ciclo determinado de produção. Cada ciclo envolve o fechamento do molde, injeção, recalque, resfriamento da peça já pronta, abertura e extração num intervalo de mais ou menos 20 segundos. A injeção de cada peça varia entre 3 ou 5 milésimos de segundo, considerado a operação mais curta dentro do ciclo de injeção.
 Mas para manter uma máquina dessas em perfeito estado de funcionamento é preciso muito investimento, começando por uma rede de água gelada e uma potente máquina de ar comprimido, sem estes requisitos é muito pouco provável que a máquina funcione de acordo com as expectativas. A água gelada é responsável pelo resfriamento do molde e do óleo, pois a maioria dessas máquinas é hidráulica e o ar comprimido possui a finalidade de expelir a peça injetada e, além do mais, é preciso haver operadores ágeis e atentos, pois as peças caem do molde assustadoramente, vindo com uma rebarba nas bordas, que é retirada com o auxílio de um estilete, depois é colocado o código de barras e embalado. Se não se utilizar da esperteza é bem provável que as pessoas que operam na máquina acabem o dia nadando, ao invés de água, em peças de plásticos.

 

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