O "tiro" que saiu pela culatra, ou o feitiço que virou contra o feiticeiro: o ano em que a mídia tradicional foi posta em descrédito

 

Introdução

O desenvolvimento da escrita e das tecnologias de comunicação trouxeram, certamente, vários benefícios para a humanidade, apesar dos embaraços e inviabilidades também trazidos por tais ferramentas, sobretudo as de comunicação tradicional – impressa, radiofônica, televisivas etc. Assim os meios serviram, e servem, como forma de domínio social, construção de "identidades”, manipulação de ideias religiosa, cultural, política, econômica etc. E este processo de dominação, praticado pelos aparelhos ideológicos de estado, se vê do Leste ao Oeste, nas mais diversas civilizações, projetados e organizados pelos sedentos gestores da sociedade. Contudo, fatos inusitados ocorrem aqui, ali e alhures, como foi o caso da derrota das emissoras de televisão mais poderosas do País, juntamente com seus aliados - jornais impressos, revistas, malas diretas - que viram as redes sociais e as novas técnicas de comunicação, como facebook, whatsapp, you tube, sonico, twitter e tantas outras, suplantaram seus projetos e programas de governo, no sentido político e/ou econômico. Isto porque nenhum dos candidatos dos grandes partidos e currais políticos não tiveram êxito na disseminação de seus preferidos políticos na sucessão do governo do Brasil.

Contrariando os planos e anseios de instituições públicas e privadas, grupos políticos, empresas de comunicação social e outras empresas, o líder do partido social liberal (PSL), Jair Messias Bolsonaro, que passou a ser chamado de o mito ou salvador – pelo fato do nome dele possuir a palavras Messias – tornou-se o vencedor de uma das campanhas políticas mais acirradas da história brasileira e futuro presidente da República. E os meios de comunicação, que também servem como forma e força de dominação, sobretudo a televisão, principalmente, não puderam impedir a conquista do Poder Executivo pelo presidenciável menos cogitado ou indicado pela mídia ao poder.

Chegamos, finalmente, a um dos aparelhos ideológicos mais centrais e abrangentes de nossa sociedade atual. Talvez esteja aqui o segredo de existir uma sociedade com tantas contradições e injustiças, e não acontecer uma transformação rápida e profunda como se era de esperar. A comunicação parece ser o instrumento mais importante de resistência à mudança e de manutenção dessa situação de dominação e exploração[1].

Nem os políticos e partidos da antiga direita nem da esquerda lograram sucesso com seus apadrinhados e nomeados para figurarem na disputa pelo poder, o qual pode ser usado das mais diversas formas, sobremaneira numa democracia corrompida e num coisa pública prostituída, desde há muitas décadas, pois a mídia tradicional e convencional (televisão, rádio e periódicos impressos) foi questionada e posta em descrédito, no processo de influência e dominação social por parte dos meios.

Em quase todas as sociedades há a separação de classes e, consequentemente, a dominação de uma classe em relação à outra. A classe dominante procura usar todos os meios possíveis para continuar essa dominação e para disseminar a sua ideologia. Por isso, a imprensa se tornou um elemento fundamental de dominação. Devido ao grande poder que os meios de comunicação de massa têm, a classe dominante usa e abusa desse espaço para propagar tudo aquilo que ela quer que as classes dominadas acreditem. Assim, a reportagem é modelada de acordo com as opiniões e os interesses de quem a noticiou. Esses abusos são cometidos e depois justificados, pela imprensa, através da liberdade de expressão[2].

O fato é que semelhante a tantos outros saberes ou objetos do conhecimento humano – como Direito que deveria procurar promover a justiça social, por exemplo, a comunicação também se distanciou dos seus propósitos principais, tornando-se uma espécie de indústria ou maquinaria voltada principalmente para construir riquezas e domínios para alguns, por um lado, e “equipamento” de dominação para outros, por outro lado.

Muito embora não se possa negar que a comunicação – pessoal, social ou institucional – seja um recurso necessário em qualquer sociedade, desde que esta possa transmitir palavras, mensagens ou conteúdos verdadeiros, assim contribuindo para o processo de esclarecimento e orientação social, de modo coletivo ou individual. Isto sem remeter as pessoas para processos de alienação ou “debilidade mental” permanente.

1. A investida contra o poder ou governo anterior

Há mais ou menos dois anos, os meios de comunicação de massa (jornais impressos, revistas, jornais nacionais, jornais locais) e outras grandes empresas ou empresários, políticos, religiosos, associações classistas pelejaram - e conseguiram - para derrubar um governo e entronar outro conforme os anseios dos mais favorecidos; ou quem sabe dos mais poderosos. O propósito principal, acredita-se, era arruinar a imagem não só de algumas pessoas mas também de um partido político de esquerda, que por um bom tempo lutou para chegar ao governo no maior escalão. Isto deveria levar, necessariamente, algum dos partidos tradicionais de volta, outra vez, a assumir o poder político e o domínio da República brasileira, com todos os vícios, arbítrios e bandalheiras do passado, como as que estão sendo reveladas dias após dias pelos membros do Ministério Público da União e pela Polícia Federal, em suas apurações.

Na noite de sexta-feira, 6 de março, a lista elaborada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com os nomes de 47 políticos supostamente envolvidos em desvios na Petrobras foi divulgada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki. No mesmo dia, foram abertos 28 inquéritos para investigar os acusados, 37 deles suspeitos de formação de quadrilha. Entre os nomes da lista estão o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL); o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL), ex-presidente da República; e o senador Antônio Anastasia (PSDB-MG), ex-governador de Minas Gerais. O Partido Progressista (PP) é o maior alvo de inquéritos, 32 no total. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou a ser incluído, mas teve seu inquérito arquivado devido à fragilidade das provas contra ele. No dia seguinte à divulgação dos nomes, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, concedeu entrevista coletiva na qual defendeu a presidente Dilma Rousseff, afirmando que ela não foi inclusa por não ausência de provas, afirmando por diversas vezes que o governo federal não interferiu de nenhuma forma na investigação, pois existe independência nas instituições do País em relação à presidência da República[3].

Acredita-se que a ideia ou o projeto era que algum político do PMDB, PSDB, PSD, DEM etc. retomasse o poder político no cenário nacional, mesmo que todos tenham sido derrotados pelas redes sociais e/ou mídias alternativas, como, v. g., o twitter, whatsapp, linkedin, instagram, messenger. E assim, sem alcançar suas pretensões políticas – construtivas para si mesmo, principalmente –, um pequeno partido, desconhecido e impotente, o PSL, e seu principalmente representante, tornou-se o grande vencedor de uma das maiores disputas políticas que esta República já vivenciou. Muitos políticos - no sentido mais leviano das palavras, e não no sentido da filosofia grega - que sempre desejaram com veemência e ganância o poder do título de Presidente do Brasil, revelaram-se, ou foram relevados pelo tempo, ou, ainda, pelas ações plausíveis de alguns membros da Polícia Federal - tão ilegais, imorais, corruptos ou ilegais quanto seus adversários políticos arrancados do governo e dos domínios da sociedade. Pessoas públicas como um Aécio Neves, Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e alguns outros membros do poder político e agentes do governo acabaram tendo a sua vez de ser investigado, indiciado, processado e presos, no caso de alguns; outros estão a caminho, pois, já se encontram indiciados ou processados, respondendo no egrégio Supremo Tribunal Federal, ou em tribunais a quo. Mais alguns apenas indiciados pela polícia federal e denunciados pelo notável Ministério Público Federal.

A BBC Brasil listou os políticos que estão na lista da força-tarefa mas que, por terem foro privilegiado, respondem em cortes superiores, onde o andamento dos processos costumam ser mais lentos. Boa parte do grupo deverá tentar a reeleição, o que garantiria e a manutenção do foro privilegiado. A lista incluiu o presidente Michel Temer, 3 governadores, 12 senadores e 35 deputados federais[4]

De qualquer forma, mesmo tendo tido sucesso ao ver o governo anterior ir à derrocada, depois da disseminação de imagens e mensagens que levaram, quem sabe, à construção de ódio ou aversão à sigla, ao número, ao símbolo, a cor do partido dos trabalhadores e seus membros, todos os tradicionais partidos de destaque político do passado não tiveram sucesso na disputa pelo poder político do Brasil. As revistas do sudeste ou sul, mais caras, os jornais das maiores emissoras de TV, o jornais impressos de grande circulação - de Norte a Sul do país - fracassaram e foram derrotados, possivelmente, pelas mídias alternativas, como é o caso das redes sociais.

O ativismo político da grande mídia tem marcado a história recente da democracia brasileira, para não citarmos o período pré-1964. Na eleição presidencial passada, a despeito da crescente atividade das redes sociais, as grandes empresas de mídia ainda se comportaram como os únicos players no âmbito da comunicação. Isso parece não ser mais possível. A migração rápida e massiva do eleitorado para o ambiente das mídias sociais ameaça fragmentar o oligopólio da mídia tradicional, inclusive por meio de práticas de comunicação política que se afastam do jornalismo de semblante liberal. Ao mesmo tempo, essa nova realidade vai conviver e competir com as formas tradicionais do jornalismo político e da comunicação políticas das campanhas [...][5] 

2. A possível mudança de hábito e opinião de parcela social

Quem sabe, pela primeira vez na Historia do Brasil, as multidões voltaram sem levar tanto em consideração as mensagens das televisões, das rádios, dos jornais, das revistas tradicionais que induz e conduz as opiniões nacionais, conforme seus interesses, podendo construir tendências e opiniões. Tudo indica que o "tiro" saiu pela culatra, pois nenhum antigo partido teve sucesso na busca sedenta e ambiciosa pelo domínio do Povo e da governança da coisa pública, que por muitos anos foi “furtada” diuturnamente, sem cessar, chegando a levar alguns estados da federação para uma situação de miséria econômica, em virtude dos desvios – ou apropriação indébita, ou gestão fraudulenta – por parte de seus governadores – como foi o caso do Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte; isto sem mencionar os desvios de riquezas nacionais e institucionais, por exemplo, os bilhões da Petrobrás. A TV, por décadas, fez o papel de bom mocinho e portadora das únicas mensagens e “verdades” válidas, sem resistência nem oposição do público, na sua maioria, que tudo ouviu, de forma pacífica, cômoda e débil, sem atentar para refletir sobre os meios e mensagens “enlatadas” ou formatadas com o objetivo de controlar e manipular. 

É regra que a televisão opera propositadamente para promover este efeito, de forma ar, de uma só vez, manter a dominação e evitar a autocrítica, prendendo o telespectador sempre à telinha para assistir a qualquer produto descartável. Uma das técnicas preferidas da mídia eletrônica para promover a catarse e proporcionar ao telespectador uma falsa sensação de segurança – que aparece, junto com as necessidades biológicas, como principal motivação do ser humana – é apresentar notícias agradáveis e leves no final da edição[6].

No decorrer dos anos alguns teóricos ou filósofos, ou cientistas sociais, se debruçaram diante de vários objetos de estudos, dentre eles, os meios de comunicação social, como ferramenta de controle, e suas influências perante o corpo da sociedade. Os resultados dos estudos destes filósofos – Max Horkheimer, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse, por exemplo – foram negativos e devastadores, pois, os meios, segundo as pesquisas dos estudiosos, serviriam, sobretudo, aos detentores do poder, seja político, seja econômico.

A ideia é a seguinte: os meios de comunicação de massa, como TV, rádio, jornais e portais da Internet, são propriedades de algumas empresas, que possuem interesse em obter lucros e manter o sistema econômico vigente que as permitem continuarem lucrando. Portanto, vendem-se filmes e seriados norte-americanos, músicas (funk, pagode, sertaneja etc.) e novelas não como bens artísticos ou culturais, mas como produtos de consumo que, neste aspecto, em nada se diferenciariam de sapatos ou sabão em pó. Com isso, ao invés de contribuírem para formar cidadãos críticos, manteriam as pessoas "alienadas" da realidade.

[...]

Para Adorno, os receptores das mensagens dos meios de comunicação seriam vítimas dessa indústria. Eles teriam o gosto padronizado e seriam induzidos a consumir produtos de baixa qualidade. Por essa razão, indústria cultural substitui o termo cultura de massa, pois não se trata de uma cultura popular representada em novelas da Rede Globo, por exemplo, mas de uma ideologia imposta às pessoas[7].

3. Uma reviravolta nas formas de se comunicar

Os meios massivos, que deveriam ter algumas serventias sociais, se prestando a um papel construtivo nos processos de educação, informação, orientação... dos indivíduos, observando-se, sobretudo, as disposições legais (art. 220 e ss. da Constituição da República e outras leis ordinárias – lei de imprensa, por exemplo) que regem a matéria, se tornaram engrenagens de controle ou domínio postas a serviço dos detentores das próprias empresas de comunicação, das doutrinas políticas dominantes e dos detentores do poder econômico, seja em países periféricos ou subordinados, seja em países hegemônicos.

De uma forma, ou de outra, em pequenas ou em grandes potências – econômicas, militares, políticas, industriais – as estruturas de comunicação social mais antigas (rádio e televisão, sobremaneira) prestam-se a servirem a quem tem o poder controlar, e às vezes manipular, mais pessoas, coisas e fatos. Como a opinião, ou o voto do eleitor; o que se deve consumir numa festa de fim de ano; ou até mesmo se indicar a melhor forma de se gozar a vida etc. É como se quase tudo passasse pelo crivo dos meios massivos de comunicação.

A conclusão a que se chega é que cada vez mais, hoje em dia, a verdade e os valores (ou desvalores) éticos passam pela mediação da comunicação. Sua tarefa principal será universalizar os interesses das classes hegemônicas, de forma sutil, cativante, cotidiana, implícita, através da sugestão, da autossugestão, persuasão, pressão moral, imitação ou até mesmo da percepção subliminar. Talvez seja tempo de deixar de falar em Meio de Comunicação Social para falar em meios de informação, a serviço do controle social [...][8].

A era e sociedade modernas, com suas novas ferramentas e tecnologias (leptope, celulares, tablete, iPhone e outras) tem a possibilidade de alcançar mais liberdades em relação às antigas ou velhas formas de condicionamento mental imposto pela televisão, o rádio, através dos seus jornais, seus programas de “formatação” social, suas telenovelas, tudo formatado e estruturado para condicionar ou acomodar as massas. Para servir aos interesses de alguns poucos que têm posses, vez e votos, no sentido econômico, político, religioso, “educativo” etc. Para que uma boa parcela do povo está percebendo os engodos, as trapaças, o ardil ou a vilania das mídias tradicionais, como ocorreu em tantos momentos da política nacional, quer nas ditaduras, quer nas supostas democracias, dando-se assim uma mudança de padrão na comunicação, optando-se por se dar voto e vez às novas redes e ferramentas comunicativas. Caindo em certo descrédito as antigas ordenações de televisão, em virtude de tantas reproduções do status quo e interesse na manutenção das mesmas condições históricas do Brasil. Isto foi contrariado, possivelmente, na disputa política de 2018, pois, nenhum dos partidos prediletos dos meios televisivos e jornalístico alcançou o objetivo projetado: a conquista da presidência da República.

Conclusão

A grande mídia (tradicional), é sabido, tornou-se, após décadas de uso, o vetor e a tecnologia primordiais na construção de ideologias, padrões de consumo, formatação de “identidades”, trabalhando ao lado dos grandes interessados em alguma forma de poder – religioso, econômico, “esportivo”, político. Isto porque as organizações de comunicações também são empresas que almejam controle, lucros e poder. Desta forma, deixando para planos menos importantes ou inferiores o esclarecimento e a construção de uma sociedade mais organizada, forte, instruída e constante evolução.

Semelhante às ciências jurídicas, que produzem profissionais do Direito, promovedores do justo – no sentido legal – e profissionais levianos e injustos, às vezes até marginais e ilegais, os aparelhos de comunicação social e seus proprietários também criam os mais diversos tipos de comunicadores; ou apenas informadores ou transmissores de ideologias – de consumo, de submissão, de acomodação, de opressão. Existem jornais nacionais de qualidade; alguns apresentam documentários, entrevistas, reportagens úteis; muitos ainda produzem filmes com mensagens sinceras e construtivas etc.

De qualquer forma, os meios de comunicação social têm uma relevância coletiva na história de sua existência, já que todas as televisões ou meios, os jornalistas, as reportagens, os jornais, os programas, os apresentadores e seus diretores são iguais. Existe, ainda, uma ou outra empresa de comunicação com um compromisso intelectual e formador de cidadania, mesmo que estas empresas sejam televisões e rádios públicas que procuram nortear as massas num mesmo sentido, objetivo ou caminho melhor, coadunando opiniões, votos e valores válidos, construindo-se assim uma sociedade e realidade melhores. O que não impediu na última disputa presidencial pátria, que um candidato sem experiências na administração pública do Poder Executivo e de um pequeno partido de se tornar o vencedor do pleito eleitoral, com uma grande vantagem de votos.

Tudo isto devido ao fato da população está mais atenta e observadora daquilo que produzem e dizem os meios, com maior ou menor contundência, conforme seus interesses individuais e particulares, mesmo contra os objetivos da maioria. Seja por um melhor e mais justo governo; seja por uma maior ou melhor qualidade na programação da televisão, seja, ainda, por mais sinceridade nas mensagens dos meios de comunicação.  

Que a mídia tenha seu espaço garantido e sua liberdade de expressão preservada, sobretudo quando ela se propuser a expressar fatos e realidades verídicas, que tenham serventia social. Mesmo assim, que os cidadãos possam, também, analisar o que os meios de comunicação dizem, de verdadeiro ou de falso, tecendo suas críticas e juízos dos feitos e fatos que recaem sobre as empresas de comunicação e seus "comunicadores".

 

Referências

GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia crítica: alternativas de mudanças. 55ª ed. Porto Alegre: Edipucrs, 2004.

__________. Comunicação & controle social. 4ª edição. Petrópolis: Editora Vozes, 2001.

MATOS, Carolina. Mito e telejornal: introdução a uma perspectiva contemporânea. Rio de Janeiro: Litteris Editora, 1997.

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Et all. Temas de filosofia. 3ª edição, revisada. São Paulo: Moderna, 2005.

________. Filosofando: introdução à filosofia. 3ª edição, revisada. São Paulo: Moderna, 2003.

 

Publicações eletrônicas

Comunicação: uma indispensável ferramenta de dominação e poder. Disponível em http://revista.uemg.br/index.php/praxys/article/viewFile/2122/1114. Acesso em: 06 dez. 2018.

A manipulação dos meios de comunicação. Disponível em http://observatoriodaimprensa.com.br/armazem-literario/a-manipulacao-dos-meios-de-comunicacao/ Acesso em: 07 dez. 2018.

Meios de comunicação como instrumento de dominação: a propaganda política de guerra. Disponível em http://www.revistas2.uepg.br/index.php/sociais/article/view/2751/2036. Acesso em: 07 dez. 2018.

Escola de Frankfurt: crítica à sociedade de comunicação de massa. Disponível em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/escola-de-frankfurt-critica-a-sociedade-de-comunicacao-de-massa.htm. Acesso em: 17 dez. 2018.

 

 

[1] GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia crítica: alternativa de mudanças. 55ª edição. Porto Alegre: Edipucrs, 2004, p. 136.

[2] A manipulação dos meios de comunicação. Disponível em http://observatóriodaimprensa.com. br/armazem-literario/a-manipulação-dois-meios-de-comunicaçao/. Acesso em: 06 dez. 2012.

[3] Operação lava jato. Disponível em https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/operacao-lava-jato/. Acesso em: 07 dez. 2018.

[4] Os 51 políticos da lava jato que perderão foro privilegiado se não se reelegerem. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/04/os-48-politicos-investigados-na-lava-jato-que-perderao-foro-privilegiado-se-nao-se-reelegerem.shtml. Acesso em sete dez. 2018.

[5] O papel das mídias sociais nas eleições de 2018 – IESP nas eleições. Disponível em http://iespnaseleições.com.br/o-papel-das-midias-sociais-nas-eleições-de-2018/.  Acesso em: 10 dez. 2018.

[6] MATOS, Carolina. Mito e telejornal: introdução a uma perspectiva contemporânea. Rio de Janeiro: Litteris Editora, 1997, p. 38.

[7] Escola de Frankfurt: crítica à sociedade de comunicação de massa. Disponível em https://educação.uol.com.br/disciplinas/filosofia/escola-de-frankfurt-critica-a-a-soceidade-de-comunicação-de-massa.htm. Acesso em: 17 dez. 2018.

[8] GUARESCHI, Pedrinho A. (Coord.). Comunicação & controle social. 4ª edição. Petrópolis: Editora Vozes, 2001, p. 20.