Arlene Lima de Viveiros

(arleneviveiros@yahoo.co.uk)

Resumo:

Compreende-se que a língua inglesa é de fato na atualidade uma língua internacional que cumpre um papel primordial de unir povos, pois, sempre é utilizada em viagens, negócios, empresas, internet, estudos, e para outras mais finalidades, por fim, a língua inglesa é a língua da comunicação em todo o mundo, é a língua da globalização. Vale mencionar que a utilização da língua inglesa traz benefícios dentro do contexto do conhecimento além de desenvolver a rapidez no raciocínio. Vale ressaltar que, no que diz respeito ao Ensino Superior a Língua Inglesa não é colocada em prática a não ser por cursos específicos como o curso de Letras, mesmo assim é colocada numa grade curricular que não trás uma carga horária satisfatória, que venha a garantir um aprendizado desta língua que favorece a este acadêmico uma noção básica. Torna-se interessante dizer que no âmbito acadêmico seria de bom tom lançar mão de grades curriculares mais extensas para que o aluno tenha condições de assimilar melhor e assim utilizar deste conhecimento quando entrar no mercado de trabalho, que com a era da tecnologia tem uma cobrança mais severa a este acadêmico. Observa-se também que exclusivamente uma pequena quantia da população tem a chance de usar línguas estrangeiras como utensílio de comunicação oral, dentro ou fora do país, e que a qualidade na sala de aula da maioria das Instituições de Ensino Superior é de carga horária reduzida, classes superlotadas, pouco domínio das habilidades orais por parte da maioria dos professores, material didático reduzido, assim inviabilizando o ensino das quatro habilidades comunicativas.

Palavras - chave: Ensino Superior. Acadêmico. Língua Inglesa.  

1. Introdução 

O presente estudo tem como objetivo suscitar a questão da ampliação, aprimoramento da carga horária e inserção da língua inglesa nas grades curriculares do ensino superior. Interagir com donos de empresas, gerentes e diretores para obter respostas relacionadas à importância e necessidade do inglês no mercado de trabalho. 

Trata-se de um estudo bibliográfico  que possibilitará melhor entendimento das teorias encontradas em livros, artigos, entre outros, além de lançar mão da analise de projetos pedagógicos, aos quais após a leitura dos mesmos observou-se que estes Projetos Pedagógicos dos cursos de Administração, Sistema, Ciências Contábeis e Letras das Faculdades Integradas de Diamantino, e dos cursos de Direito e Administração da UNEMAT de Diamantino.

Vale ressaltar que, embora esses cursos tenham propostas pedagógicas condizentes à cada área especificamente,  faltam porém, incluírem no currículo o ensino da Língua Inglesa. O estudo surge através d problemática levantada de por quê inserir o Inglês nos currículos dos cursos de graduação, além de ansiar saber o por quê o inglês está deixando de ser apenas um diferencial e se tornando uma necessidade. 

2. Desenvolvimento

2.1 Currículos no Ensino Superior

Cuchiaro e Carizio (2016) relatam quem, no Brasil, passamos por diferentes tendências de ensino higienista, militarista, pedagogicista, tecnicista, todas norteadas de acordo com os interesses políticos de cada momento. O currículo dentro dessa concepção está intimamente ligado, portanto, às relações de poder e ideologia dos dominantes. Por meio do currículo, a classe dominante, expressa e impõe sua visão de mundo, a sua “verdade”. Neste modelo, professores e estudantes são concebidos apenas como transmissores e receptores de informação seus processos de construção e representação não são levados em consideração.

Assim, considerando nosso aspecto, no ensino superior, percebe-se que os currículos dos cursos de graduação muitas vezes são organizados de maneira unilateral, não tendo a participação concreta dos alunos na elaboração de seus conteúdos e, muitas vezes nem ao menos dos professores. [...]