Cuidado com a autoridade afetiva que você exerce sobre os outros. Você é importante. Teu gesto tem peso. Tua opinião tem valor. A pessoa te ouve mais. Cuidado para não exercer uma autoridade afetiva que seja ruim para a vida do outro. Se pode fazer algo, faça o bem. Se quer entrar na vida do outro, entre para fazer o bem. Porque se a tua presença banaliza quem o outro é, ele não precisa de você. Não explore a fraqueza dos outros. Enriqueça a vida deles. Arranque sorrisos, não lágrimas. Respeite o sentimento. Entenda o “jeito torto” de viver. Não julgue, não banalize. Trate bem. Com respeito. Com amor. Assim, tua autoridade afetiva poderá se tornar uma amizade afetiva, uma parceira afetiva, algo bom que dá esperança para a vida.