Quem vive da estática é porque não conseguiu voltar-se para a dinâmica.

 

O dinamismo, muitas vezes, explica-se pelas mudanças necessárias para que se tenha uma fuga desse estado triste e mórbido de estagnação.

 

Estagnação, conceitualmente, quer dizer paralisação, falta de desenvolvimento. Talvez o conceito fosse auto-explicativo, se os profissionais conseguissem entendê-lo.

 

Paralisar dentro de uma empresa, por exemplo. Nada mais confortável do ponto de vista de quem não espera nada dos outros, porque não oferece nada aos outros. É tão nítido quanto a mutação pela qual passa a Contabilidade após a Lei Nº 11.638/2007 (mutação, o oposto de estagnação).

 

Mas essa falta de desenvolvimento transpassa qualquer limite empresarial, porque está impregnado na forma de ser, de agir e de pensar. Visão reduzida e mente fechada.

 

É por isso que algumas mudanças são tão necessárias.

 

Para que alguns critiquem e outros entendam. Para que alguns se espantem e outros se permitam a reflexão. Para que alguns julguem, pré-julguem e subjuguem, e para que outros apóiem.

 

Mudança gera tudo isso, mas o principal passa desapercebido por 99,99% das pessoas.

 

Assim como algumas coisas que não mudaram: caráter, concepções, hombridade.

 

Vai além do ambiente de trabalho, assim como vai aquém do que tentam decifrar.

 

Tentam em vão, porque não se decifra aquilo que não é para ser decifrado.

 

Fugir da estagnação é isso: mudar com a premissa de melhorar. A si e a quem está ao redor.

 

Raros são os profissionais e cada vez mais raras são as pessoas que compreendem a extensão disso.

 

Se conceitualmente estagnação é auto-explicativa, na prática há de se fazer mais, tem que ter mais atitude para poder demonstrar o que se quer, aonde se quer chegar.

 

O triste, para ambos, é que chances são desperdiçadas, oportunidades são jogadas fora por... Ignorância. Por total falta de preparo e falta de boa vontade.

 

Quantas e quantas vezes a má vontade de entender o outro levou e ainda levará a discussões inúteis, julgamentos errados e comentários infelizes.

 

Ainda se está longe demais do que é preciso para melhorar como profissional, nas relações interpessoais e naquilo que se entende como mudança necessária para fugir da estagnação.