O único objetivo deste artigo é difundir ainda mais a Profissão Contábil, a Ciência Contábil e instigar a nova geração de Contadores que vêm por aí.

 

            A valorização dos “serviços profissionais de Contabilidade” dependem unicamente da sua capacitação e qualificação.

 

            Quando são citados “serviços profissionais de Contabilidade” englobam-se neles a estrutura física, os recursos culturais absorvidos pelo Contador, educacional (e aí a educação continuada tem que prevalecer até mais do que a educação básica), materiais utilizados na prestação dos serviços, capital intelectual envolto na estrutura da empresa e valorização monetária, sabendo cobrar por aquilo que faz (uma vez que um profissional que se sujeita a receber aquilo que o outro diz que pode pagar, geralmente está recebendo bem mais do que vale).

 

            A nova geração de Contadores que vêm por aí, junto com todas as mudanças profissionais, técnicas e operacionais, não vêm despreparada. Essa nova geração não sabe o que são “negociatas” (que muitos infelizmente ainda se utilizam).

 

            Planejamento estratégico sustentável é expressão corriqueira, habitual e não eventual. Não que seja moda, mas é “modo”. É o modo como os profissionais encaram a Ciência Contábil e encaram a vida profissional.

 

            O bom de toda essa mudança (e não mudar junto é cometer um crime contra a própria profissão), é que a nova geração de Contadores que vêm por aí sabem do seu papel desde a base.

 

            Básico em Contabilidade é debitar e creditar, não é mesmo?

 

            Mas, por exemplo, preencher um histórico corretamente complementa a informação contábil, dá mais qualidade para ela que se tornará mais que um simples lançamento de débito e crédito, porque é através dessa qualidade inicial do trabalho, e somente através dela, é que se pode chegar a um nível de excelência na prestação de serviço da Contabilidade.

 

            Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital, Nota Fiscal Eletrônica, para que mesmo?

 

            O fisco (e a parte fiscal da Contabilidade não acabou, pelo contrário, continua sendo relevante nesse processo) está se preparando para receber as informações, “todas as informações” decorrentes dos atos e fatos contábeis, por isso, a nova geração de Contadores deve preparar-se para aquilo que será informado.

 

            DCTF Mensal, obrigação acessória de empresa com faturamento “astronômico”?

 

            Certificado Digital para as empresas do Lucro Presumido, obrigação ou necessidade?

 

            A partir de 2010 as transformações serão mais sentidas, por isso, haverá espaço tão e somente para planejamento, organização, execução com margem de erro quase zero (ainda somos seres humanos, antes de sermos profissionais), mas acima de tudo, capacitação técnica.

 

            Por isso, a nova geração de Contadores que vêm por aí têm todas as vantagens e desvantagens do que aquele profissional néscio, mas poderá ele próprio ser o diferencial.

 

            Sistemas integrados todos têm e terão. Obrigações todos têm e terão.

 

O que um tem de diferente que o outro pode buscar, mas jamais terá com a mesma qualidade é a capacitação, a forma de ser e de fazer, o jeito, a conduta, a postura...

 

            Enfim, a necessidade atual das empresas está aí, à mostra de todos, e enxergá-las, entendê-las e atendê-las é que farão a diferença.

 

            Um Contador somente pode não fazer a diferença no mundo, pode não conseguir mudar o mundo (às vezes nem a sua volta), mas certamente a nova geração de Contadores que vêm por aí... Estes farão sua parte!