Hoje acordamos e nos olhamos de forma diferente. Tentamos enxergar a nós mesmos de maneira menos egocêntrica e autosuficiente, deixando assim, uma sensação estranha que ainda não tínhamos sentido. Nós olhamos mais para os nossos defeitos e buscamos decifrar o que podemos extrair de bom desse nosso lado ruim. O que podemos fazer para essa ruptura. Sim, porque somente nos tornaremos melhores (pessoas melhores de conviver) se rompermos com os nossos defeitos gradativamente, extraindo deles as virtudes que nos faltam e que a vida por si só nos cobra diariamente. Nos nossos relacionamentos, na nossa atividade, no convívio social, com a nossa família... É uma forma de se livrar das prisões que nos assolam ao longo da vida. Mas é uma intensa luta interna dentro dos nossos corações, que muitas vezes deixam marcas indeléveis na alma, que deixam feridas abertas, algumas cicatrizes emocionais, mas, essencialmente, são batalhas a todo instante que nos colocam à prova, à toda prova na condição em que enfrentamos.