O PAPEL DO DESIGNER INSTRUCIONAL PARA CURSOS EDUCACIONAIS 

Alessandra Aparecida da Silva[1] 

Resumo: 

O desenvolvimento de um curso online educacional engloba a participação de profissionais com formações que atendam as especificidades de cada etapa desse processo.  Este artigo tem por objetivo é trazer uma discussão sobre como avaliar as práticas do DI para a análise, design, o planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso online educacional de aprendizagem e uma discussão sobre a diferença entre a diferença entre designer instrucional e o designer educacional, bem como a sua prática para assim discriminar estes dois profissionais.  

Diante disso, esse artigo apresenta as diferenças entre designer instrucional e o designer educacional, bem como a sua prática para assim discriminar estes dois profissionais, mesmo possuindo características e definições distintas, mas com as suas atuações direcionadas para o planejamento, desenvolvimento e implementação de projetos de educação a distância, como também demonstra que a avaliação pode ocorrer em cada fase do processo, observando-se atentamente cada fase do modelo ADDIE.

 

Palavras-chave: Educação a distância. Modelo ADDIE. Designer instrucional. Designer educacional.

 

 

Abstract:

 

The development of an online educational course involves the participation of professionals with training that meet the specifics of each stage of this process. This article aims to provide a discussion on how to evaluate ID practices for the analysis, design, planning, development, implementation and evaluation of an online educational learning course and a discussion on the difference between the difference between instructional designer and educational designer, as well as his practice to discriminate between these two professionals. Therefore, this article presents the differences between instructional designer and educational designer, as well as its practice to discriminate between two professionals, even with distinct characteristics and definitions, but with their actions directed to the planning, development and implementation of educational projects. distance education, as well as demonstrating that evaluation can occur at each stage of the process, carefully observing each stage of the ADDIE model.

 

Keywords: Distance education. ADDIE model. Instructional designer. Educational designer.

 

 

 

 

1 Introdução 

Com base nos princípios contidos na Constituição Federal, o sistema educacional brasileiro é normatizado através da Lei Federal nº 9.394/96, conhecida como LDB, que regulamenta e reafirma o direito à educação desde a educação básica até o ensino superior, tanto do ensino público como do privado.

A Educação a Distância (EaD) no Brasil, foi impulsionada através do artigo 80 promulgado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 20 de dezembro de 1996, que dispôs e deu outras providências sobre o credenciamento de instituições para oferta de cursos ou programas, na modalidade a distância.

Com a difusão dos computadores, do acesso à internet, pelo avanço das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), permitiram que a EaD, rompesse as barreiras espaço-temporais em nosso cenário contemporâneo e acontecesse para professores e alunos ao mesmo tempo e espaço, permitindo a troca de saberes.

O desenvolvimento de um curso online educacional engloba a participação de profissionais com formações que atendam as especificidades de cada etapa desse processo.  Conforme destaca Chaquime e Figueiredo (2013, p.03) “é necessário o trabalho conjunto de uma equipe multidisciplinar de profissionais (professores conteudistas, tutores virtuais, tutores presenciais, web designers, revisores, programadores, entre outros).”, favorecendo assim a organização e o cumprimento das etapas do projeto.

Entre esses profissionais, destaca-se o designer instrucional (DI) por suas atribuições na equipe multidisciplinar e de apoio pedagógico para auxiliar na escolha de tecnologias que devem promover um processo educacional assistido, impulsionador e instigador ao aluno.

As competências dos designers instrucionais são publicadas pela comissão internacional, International Board of Standards for Training, Performance and Instruction (IBSTPI). Com as competências distribuídas em quatro domínios: fundamentos da profissão, planejamento e análise, design e desenvolvimento, e implementação e gestão, é possível que o  profissional de Design Instrucional possa aplicar suas habilidades e conhecimentos, contribuindo para o processo de ensino e aprendizagem desenvolvendo projetos instrucionais de ensino que permitem integrar tecnologias e currículo, que proporcionem ao aluno virtual uma imersão ao ciberespaço, através de comportamentos e atitudes para que bem-sucedido como evitar a procrastinação, compartilhar ideias e saberes, ser crítico, planejar e realizar gestão do tempo, ter autonomia, entre outros.

O profissional de Design Instrucional também pode contribuir para o processo de ensino e aprendizagem estando em constante aperfeiçoamento profissional nos seguintes campos do conhecimento: ciência da informação, ciência da administração e ciências humanas.

Nesse campo de atuação de desenvolvimento de um curso online educacional, também se destaca o Designer Educacional (DE), que segundo Macedo e Bergmann (2018, p.08) “tem atuação direcionada para o planejamento, desenvolvimento e implementação de projetos de EaD”, que reitera a necessidade de que esse profissional tenha um conhecimento pedagógico, formação na área de conhecimento do curso a ser desenvolvido e um Know how em análise e adequação de linguagem textuais e midiáticas.

Para um desenhar um projeto educacional, o DI tem que considerar que ao utilizar-se de abordagens pedagógicas diferentes, atenderá as mais variadas necessidades de aprendizagem diferenciadas.

Nesse sentido, este artigo tem por objetivo é fazer uma discussão sobre como avaliar as práticas do DI para a análise, design, o planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso online educacional de aprendizagem e uma discussão sobre a diferença entre a diferença entre designer instrucional e o designer educacional, bem como a sua prática para assim discriminar estes dois profissionais.

Para tanto, pretende-se correlacionar as práticas dos profissionais designer instrucional e o designer educacional e explanar as etapas de um projeto de design instrucional, utilizando-se o modelo ADDIE, a abreviatura de Analysis, Design, Development, Implementation e Evaluation (análise, design, desenvolvimento, implementação e avaliação).

 

2 Avaliando as práticas do DI e do DE no desenvolvimento de um curso online educacional, através do modelo ADDIE

 

Segundo Piskurich (2012, p.04), “designer instrucional é um modelo de trabalho que é usado para gerenciar os conceitos e tarefas envolvidos em um processo de treinamento bem-sucedido”, sendo assim, podemos afirmar que, o gerenciamento e a execução dessas tarefas podem ser executados por dois profissionais distintos: o designer instrucional e o designer educacional no que se refere ao desenvolvimento de um curso online educacional.

Para discutirmos a diferença entre esses dois profissionais, é necessário termos bem definido as regulamentações de cada uma dessas profissões.  No Brasil, a regulamentação de uma profissão é registrada na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), instituída com base legal através da Portaria nº 397 de 10 de outubro de 2002. A CBO expõe de forma transparente as diversas atividades profissionais brasileiras:

A CBO tem o reconhecimento no sentido classificatório da existência de determinada ocupação e não da sua regulamentação. Os trabalhadores sentem-se amparados e valorizados ao terem acesso a um documento, elaborado pelo governo, que identifica e reconhece seu ofício. As inclusões das ocupações na CBO têm gerado, tanto para categorias profissionais quanto para os trabalhadores, uma maior visibilidade, um sentimento de valorização e de inclusão social (Ministério do Trabalho e Emprego, 2016, n.p.).

            Tanto os profissionais designer instrucional e o designer educacional tem suas atividades profissionais registradas e consideradas semelhantes e equivalentes na CBO:

Implementam, avaliam, coordenam e planejam o desenvolvimento de projetos pedagógicos/instrucionais nas modalidades de ensino presencial e/ou a distância; participam da elaboração, implementação e coordenação de projetos de recuperação de aprendizagem, aplicando metodologias e técnicas para facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Atuam em cursos acadêmicos e/ou corporativos em todos os níveis de ensino para atender as necessidades dos alunos, acompanhando e avaliando os processos educacionais. Viabilizam o trabalho coletivo, criando e organizando mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, facilitando o processo comunicativo entre a comunidade escolar e as associações a ela vinculadas. Atuam no contexto clínico, avaliando as funções cognitivas, motoras e de interação social dos clientes e promovendo a reabilitação das funções prejudicadas dos mesmos (Ministério do Trabalho e Emprego, 2002, n.p.).

            Nesse cenário, cabe indagar: se há diferença entre o designer instrucional e o designer educacional em suas práticas no desenvolvimento de um curso online educacional?

Conforme destaca Macedo e Bergmann (2018, p.21) “o designer instrucional ou o designer educacional trabalham na uniformização da linguagem e na proposição de tecnologias e estratégias que devem facilitar o aprendizado e na adaptação dos conteúdos com a EaD”, por isso esses profissionais devem trabalhar em uma equipe multidisciplinar, sempre promovendo uma educação efetiva para que todos os envolvidos possam compreender o que está sendo desenvolvido.

            Durante as pesquisas bibliográficas, observou-se que é possível evidenciar características e atividades diferentes entre esses atores, através da análise dos seus perfis profissionais.

           

2. 1 As atividades profissionais do Designer instrucional no desenvolvimento de curso online educacional

 

 Presente desde 1940, o Design Instrucional é conceituado como desenvolvimento de um projeto de ensino, que envolve planejamento, desenvolvimento e utilização dos mais variados métodos e técnicas para facilitar a aprendizagem em um ambiente virtual.

O designer instrucional tende a cumprir o desenvolvimento de um projeto instrucional de máxima qualidade e que fomente a participação e a motivação dos alunos, para isso, é necessário estar sempre atualizado com as mais diversas tecnologias e familiarizado com os diferentes tipos de materiais didáticos, segundo afirmam Macedo e Bergmann (2018, p.07), “o designer instrucional é um profissional multidisciplinar, que possui certificações  de design instrucional e deve ter conhecimento ou formação pedagógica”.

O profissional Designer Instrucional tem como função desenvolver soluções que garantam o processo de ensino-aprendizagem. Em 2012, o IBSTI divulgou uma lista de novas competências para a função do DI, que se aproximam muito das funções de um gerente de projetos e planejador.

Agrupadas em quatro domínios e apoiadas em desempenhos, as competências de um DI na área educacional, devem especificar as funções organizacionais e conceituais e correlacionar as das tarefas essenciais, pois representam os padrões mínimos necessários para um DI atuar, das quais destaco:

 •         Realizar o design do currículo ou do programa educacional para que seja possível planejar cursos/disciplinas através de levantamento de necessidades que atendam adequadamente as variadas técnicas utilizadas na definição do conteúdo instrucional.

•          Identificar e descrever as características do público-alvo que influenciam na seleção de conteúdos e no desenvolvimento das atividades de aprendizagem de acordo com às necessidades dos alunos e da organização.

•          Selecionar e utilizar uma variedade de técnicas para definir e sequenciar o conteúdo e as estratégias instrucionais de modo a promover a participação e a motivação dos alunos, através do uso de mídias, sistemas de comunicação e com a aplicação de um plano de ensino que possibilita uma avaliação da aprendizagem.

•          Selecionar ou modificar os materiais didáticos existentes que possam ser integrados ao designer instrucional, através da colaboração de conteudistas para validar ou adaptar o conteúdo.

•          Desenvolver novos materiais didáticos colaborando com os conteudistas na produção de materiais didáticos que sejam consistentes com as análises de conteúdos e objetivos da organização.

•          Projetar atividades de ensino que reflitam uma compreensão da diversidade dos alunos como indivíduos ou grupos com a criação de um design que atenda os diferentes tipos de aprendizagem, considerando também os fatores culturais que influenciam no processo de aprendizagem.

•          Planejar a implementação eficaz dos programas educacionais, monitorando e revendo o processo de comunicação didática, sempre que for necessário, conforme necessidade de adaptação na organização, na política educacional ou no público-alvo.

Além dessas competências, um designer instrucional experiente, possui outras responsabilidades educacionais, como por exemplos, a modificação de currículo, a contratação de profissionais especializados, a determinação das restrições do projeto instrucional no que se refere ao aprofundamento de conteúdo, analisar e avaliar dados do público-alvo, gerenciar o processo de avaliação etc.

 

2. 2 O perfil profissional do Designer educacional no desenvolvimento de curso online educacional

 

O Designer Educacional deve-se utilizar de TICs que promovam um ambiente interativo e de fácil assimilação, de forma que os alunos se sintam confortáveis e estimulados em utilizar um ambiente virtual de aprendizagem. De acordo com Sciarra e Lourenção (2019, p.166), “o designer educacional, deve ter habilidade para identificar assuntos que devem ser abordados dentro do projeto e potencializá-los pedagogicamente e tecnologicamente, de forma que resultam em um curso efetivo”.

Observa-se a necessidade de uma abordagem pedagógica, que possa incorporar os conhecimentos de conteúdo com os conhecimentos técnicos que são dominados pela equipe multidisciplinar.

Para o profissional designer instrucional, é necessário que a sua interação e mediação pedagógica, possa favorecer a relação de todos os atores envolvidos no desenvolvimento de um curso online educacional, e contribuir com a melhoria da qualidade dos processos de ensino e aprendizagem na Educação a Distância, conforme afirmam Macedo & Bergmann (2018, p.8), “no caso do designer educacional, a interação é questão essencial para a efetivação da sua prática”.

 

2. 3 Avaliando as práticas do Designer Instrucional

 

            Para avaliar as práticas do DI no que se refere a análise, design, o planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso online educacional de aprendizagem, pode-se verificar os recursos utilizados em cada fase de concepção ou avaliar diretamente se todas as fases do Modelo ADDIE foram contempladas.

            Os recursos de design, são ferramentas que auxiliam na execução da função do DI junto a equipe multidisciplinar, de forma intencional e sistemática, com o propósito de promover e implementar soluções para os problemas identificados.

Um dos recursos utilizados na fase de planejamento é o Mapa de Atividades (Chamique e Figueiredo, 2013, p.07), que pode ser desenvolvimento com a criação de uma tabela para organizar as aulas, sejam elas teóricas ou práticas. O mapa de atividades pode apresentar informações sobre a quantidade de aulas, tema, unidade, objetivos específicos como também os recursos a serem utilizados nas aulas.

Um outro recurso, também muito utilizado pelo DI é o Storyboard (Chamique & Figueiredo, 2013, p.09), sendo um roteiro desenhado e quadriculado que visa o auxílio à equipe multidisciplinar norteando as tomadas de decisões ou auxiliando nas dúvidas.

A elaboração de Briefings para a coleta de dados, são apresentados na forma de gráficos, tabelas, animações, ilustrações etc.  (Garcia et al., 2015, p.06), de modo atender a todas as solicitações da equipe envolvida, através de descrições dos elementos didáticos.

            O DI também pode avaliar as etapas do seu trabalho, observando se todas as etapas existentes no modelo ADDIE foram atendidas conforme relacionado nas fases abaixo:

Análise: é importante verificar se todas as necessidades do público-alvo foram compreendidas e atendidas, é importante também distinguir entre o que os alunos já sabem e o que devem saber após a conclusão do curso online educacional.

Design: deve-se atentar aos detalhes ao executar cada elemento do plano de design, sejam eles, objetivos de aprendizagem, conteúdo e mídias, planejamento de aulas e exercícios, entre outros. Sistematizando assim, é possível garantir que todas as estratégias educacionais foram atendidas e elas atendem as metas do projeto.

Desenvolvimento: deve-se verificar se os dados coletados nas etapas anteriores foram usados na criação de um programa que transmitirá o que precisa ser ensinado aos alunos.

Implementação: é realizada a avaliação do projeto, sendo assim é necessário que o DI análise, redesenhe e aprimore o produto garantindo sua entrega.

Avaliação: deve ser verificado se as metas estabelecidas foram atingidas, através de testes finais minuciosos sobre o quê, como, por que, quando das etapas que foram ou não realizadas em todo o projeto. O principal objetivo da etapa de avaliação é determinar se as metas foram atingidas e estabelecer o que será necessário no futuro para aumentar a eficiência e a taxa de sucesso do projeto.

 

3 Considerações Finais 

 

Este artigo discutiu a avalição das práticas do DI para a análise, design, o planejamento, desenvolvimento, implementação e avaliação de um curso online educacional de aprendizagem, portando verificou-se que a avaliação pode ocorrer em cada fase do processo, uma das maneiras de avaliar as práticas de um DI no que se refere as fases do modelo ADDIE, é verificar se todos os requisitos e questionamentos foram atendidos, ficando a ele a responsabilidade por dar o apoio pedagógico, e redobrar a sua atenção nas etapas de planejamento, desenvolvimento e avaliação, de modo que a aprendizagem do aluno seja motivadora e amparada por recursos tecnológicos.

 Também foi possível apresentar a diferença entre designer instrucional e o designer educacional, bem como a sua prática para assim discriminar estes dois profissionais, que através das análises dos perfis profissionais, mesmo sendo considerados sinônimos pela CBO, possuem características e definições distintas, mas com as suas atuações direcionadas para o planejamento, desenvolvimento e implementação de projetos de educação a distância.

Portanto, cabe ao DI verificar se todos os requisitos e questionamentos do curso online educacional foram atendidos, ficando para si, a responsabilidade por dar o apoio pedagógico, e redobrar a sua atenção nas etapas de planejamento, desenvolvimento e avaliação, de modo que a aprendizagem do aluno seja motivadora e amparada por recursos tecnológicos. Já ao DE cabe uma abordagem focada no planejamento, desenvolvimento e implementação, que necessitam de adequações das linguagens textuais e midiáticas dos projetos em EaD.

 

4 Referências Bibliográficas

 

Chamique, L. P., Figueiredo, A. P. (2013). O Papel Do Designer Instrucional Na Elaboração De Cursos De Educação a Distância: Exercitando Conhecimentos E Relatando a Experiência.  https://www.researchgate.net/publication/308315670

Garcia, P. T., Oliveira, A. E. F. de, Baesse, D. de C. e L., Pinho, J. R. O., Castro Júnior, E. F. de, Silva, S. M., & Prado, I. A. (2015). Proposta de construção de Design Instrucional : concepção , elaboração e aspectos para produção de recursos multimídia da UNA-SUS / UFMA Proposed construction of instructional design : design , development and production aspects of multimedia resources UN.  http://conahpa.sites.ufsc.br/wpcontent/uploads/2015/06/ID504_Garcia-OliveiraBaesse-Pinho-Castro-Silva-Prado-Silva.pdf

Macedo, C. C., Bergmann, J. C. F. (2018). O Designer Instrucional e o  Designer Educacional No Campo Da Ead: Conceito E Prática.  https://doi.org/10.17143/ciaed/xxivciaed.2018.9726

Macedo, C. C., Bergmann, J. C. F. (2018). O designer instrucional e o designer educacional no Brasil: reflexões para uma visão teórica e prática na EaD. In: Anais da I Jornada ECO de Pesquisas em Desenvolvimento. https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/eco/article/view/3348

INTERNATIONAL BOARD Of STANDARDS FOR TRAINING, PERFORMANCE AND INSTRUCTION (IBSTPI). Instructional Design Competencies. Disponível em: https://ibstpi.org/introducing-the-2012-instructional-design-competencies/ Acesso em: 12 jun.  2021.

MINISTÉRIO DE TRABALHO E EMPREGO (MTE). Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Disponível em: https://empregabrasil.mte.gov.br/76/cbo/Acesso em: 10 jun.  2021.

Pires Sciarra, A. and Garcia Lourenção, L., 2019. Designer educacional ou instrucional: o novo pedagogo da era digital. [online] Available at: Acesso em: 16 jun. 2021.

Piskurich, G. M. (2012). Rapid instructional design: learning ID fast and right. 2. ed. Hoboken: Pfeiffer.

 

[1] Graduação Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade de Mogi das Cruzes. Especialização em Gestão do Trabalho Pedagógico Supervisão e Orientação Educacional pelo Centro Universitário Internacional - UNINTER. MBA em Gestão de Projetos e Processos Organizacionais (EaD) pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Centro Paula Souza – CEETEPS e Faculdade de Tecnologia de São Paulo – FATEC. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail [email protected]