Malefícios do Flúor

O flúor é considerado um pesticida, listado no Manual Merck — livro básico de doenças e toxinas, referência na medicina — como um veneno letal quando consumido em quantidades exageradas, além do recomendado pelo Ministério da Saúde.

O consumo de meio litro de água por dia pode fornecer de 0,5 a 1 miligrama de flúor. Dr Wilson Rondó nutrólogo e ortomolecular explica que essa quantidade já pode causar reações no organismo. Entre elas, cólicas e dores abdominais, aftas na boca, perda de apetite, náuseas, fraqueza, perda de peso.

Entre as doenças mais graves que podem ser relacionadas à toxicidade do flúor, o especialista destaca alterações no sistema imunológico, causadas pela distorção de proteínas do corpo, fazendo com que o sistema imunológico ataque o próprio organismo. Outro mal pode ser a osteoporose, já que a exposição excessiva ao flúor causa redução da resistência e da elasticidade óssea. Também tem impacto nos glóbulos brancos, responsáveis pelo combate a bactérias, que têm diminuição significativa quando expostos ao flúor; além de danos cromossomais. Em 1974, foi comprovado que a exposição a 1 ppm (parte por milhão) de flúor inibe em 50% a ação das enzimas de reparação do DNA, causando lesões em diferentes células do organismo, podendo levar, inclusive, a problemas genéticos.

Com o aumento dos estudos, surgem evidências que ligam o excesso do flúor ao câncer e até mesmo à redução de QI. Os que defendem seu uso, porém, reiteram que os problemas se apresentam quando ocorre a exposição excessiva ao flúor, o que não ocorre no consumo de água fluoretada e nem no uso de produtos de higiene bucal.

"O fluoreto foi usado por 50 anos para produzir veneno para matar ratos e baratas. Depois se tornou a salvação dos dentes.
É comum os defensores da fluoretação usarem o termo "quantidade ótima". Como posso controlar a quantidade de flúor ingerida por dia, se essa substância é encontrada na água, nas bebidas, nos alimentos, nas pastas de dente, nos enxagues bucais etc. Além disso, as pessoas bebem quantidades diferentes de água. Alguns como os diabéticos e atletas bebem grandes quantidades de água por dia. Logo estão ingerindo mais flúor do que uma pessoa que bebe menos água. Impossível controlar. O mais interessante é que se recomenda não engolir a pasta com flúor, mas beber a água é sugerida.

O que dizer das pessoas com deficiência renal que retém maior quantidade de flúor no organismo?

Elas expelem apenas 20%. Uma pessoa saudável expele 50%. O restante é retido no organismo, normalmente nos ossos, pois o flúor é avido por cálcio e magnésio.

A CDC Center for Disease Control and Prevention já admite que a ação do flúor é tópica e não sistêmica.

A Organização Mundial de Saúde já declarou que tanto os países que fluoretam a água, quanto os que não fluoretam estão com índices cada vez menor de cáries.
A fluoretação da água potável é considerada uma medicação em massa, o que fere o Código de Ética Médica e a Declaração de Direitos Humanos, ao obrigar as pessoas a ingerirem um remédio (flúor) sem o seu consentimento. Isso já basta para justificar a suspensão da fluoretação da água."

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