UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA LICENCIATURA EM INFORMÁTICA 

 FERRAMENTAS TECNOLOGICAS APLICADAS A EDUCAÇÃO COMO METODOLOGIA DE ENSINO – TIC'S 

Acadêmico: Laio Vinicius Santana Guimarães1

Orientador: Márcia Rosa de Lima2 

 

 

 

 

 1 Graduado em Pedagogia – Licenciatura Plena pela Universidade Norte do Paraná, Consultor de Relacionamento de Pessoa Jurídica, aluno do curso de Licenciatura em Informática da UnUEAD/UEG, laiopedagogo@hotmail.com / laio.guimaraes@telefonica.com . 2 Possui Graduação pela Faculdade Sul da América (2011). Tem experiência na área de História, com ênfase em História, estágio na mesma área, Informática, professora de Informática, Projeto Mais Educação, Especialização em Histórica, Cultura e Arte. marciaromanagrega@gmail.com RESUMO Nesse trabalho de curso a proposta é discutir as contribuições das Tecnologias da Informação e da Comunicação TIC's aplicada a educação como metodologia de ensino no processo de aprendizagem. Parte do suposto, que as novas tecnologias educacionais surgem como ferramentas indispensáveis para associar as diversas fontes de conhecimentos oferecidas pela sociedade com conhecimentos aprendidos na escola. Estudos recentes mostram que atualmente o professor precisa se adequar às novas exigências do mercado, a fim de manter o aluno interagindo com várias fontes de informações e assim que ele perceba que a escola não dissocia da vida. Sendo assim, a pesquisa tem como objetivo discutir as novas tecnologias de ensino e ressaltar sua importância para a efetivação da aprendizagem dos alunos. Trata - se de uma pesquisa de revisão da literatura que se apoia em obras, revistas, artigos e demais materiais impressos e digitalizados que contribuem para a ampliação do tema proposto. Palavras-Chave: Tecnologia, Informação, Educação e Metodologias. 

 

 

 

 ABSTRACT In this course work is proposed to discuss the contributions of Technologies of Information and Communication ICT applied to education as a teaching methodology in the learning process. Part of the course, the new educational technologies emerge as indispensable tools to combine several sources of knowledge offered by the society with knowledge learned in school. Recent studies show that currently the teacher needs to adapt to newly emerging market demands in order to keep the student interacting with various sources of information and as soon as he realizes that the school does not dissociate life. Thus, the research aims to discuss new teaching technologies and highlight its importance for the effectiveness of student learning. This - is a research literature review which is based on works, magazines, and other printed materials scanned and contribute to the expansion of the theme. 

Key Words: Technology, Information, Education and Methodologies. 

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO A proposta desta pesquisa é discutir a importância das novas tecnologias e das Tecnologias da Informação e Comunicação no ambiente escolar para uma prática pedagógica. Parte do suposto que a escola precisa acompanhar as inovações tecnológicas, valendo-se desde a uma simples TV até um computador de última geração. Assim, a pesquisa tem como objetivos: a) Apresentar conceitos básicos e promover uma reflexão sobre a prática do uso do computador como ferramentas pedagógicas para as atividades educacionais desenvolvida em um ambiente escolar. b) Abordar questões relacionadas ao uso das tecnologias computacionais em sala de aula, tais como: o computador no contexto educacional, formas de utilização do computador em sala de aula, análise e aplicabilidade dos softwares, a utilização de jornais em sala de aula e por fim, o uso da Internet como mais um recurso à disposição das escolas. c) Mostrar que é possível associar tecnologias e ensino tornando-o significativo. A pesquisa fundamenta-se na linha “Práticas e Metodologias de ensino”. Para a construção deste, partiu-se da seguinte problemática: Que contribuições as novas tecnologias podem trazer para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem? A problemática parte do suposto que ao oferecer métodos de ensino diferenciado, o professor auxilia o aluno na sua aprendizagem como um mediador entre o aluno e o conhecimento. A falta de profissionais capacitados para lidarem com ferramentas tão poderosas no processo de ensino e aprendizagem, alunos desmotivados com aulas tradicionais sem nenhum tipo de inovações foram motivos que levaram a pesquisa e estudo sobre as Ferramentas Tecnológicas no contexto educacional. Para a realização desta investigação foi adotado o modelo bibliográfico com suporte em obras de autores que discorrem o tema proposto. Desta forma, o estudo viabilizará uma ampliação dos conhecimentos no que tange ao uso de novas metodologias na escola, ressaltando a necessidade do professor se adequar a esta nova realidade. 

1. CONCEITO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL 

Desde o principio da educação sistematizada, são utilizadas diversas tecnologias educacionais. Ainda hoje se usa a tecnologia do giz e da lousa, que antigamente eram feitas de pedra ardósia; usa-se a tecnologia dos livros didáticos e, atualmente, os diversos Estados mundiais debruçam-se sobre quais seriam os currículos escolares mais adequados para o tipo de sociedade pretendida. No mundo um dos grandes desafios é adaptar a educação às novas tecnologias da informação e comunicação – TICs, a exemplo dos meio de comunicação atuais como a internet, a televisão, o rádio, o celular e os softwares que funcionam como ferramentas educativas formais ou informais. Todos nós estamos experimentando diversas mudanças na sociedade, seja na forma de nos organizarmos, de produzirmos bens e de comercializá-los, de nos divertimos, seja na forma de ensinarmos ou de aprendermos. Segundo Moran, Massetto e Behrens (2000) Muitas formas de ensinar, hoje, não se justificam mais. Tantos professores como alunos temos a clara sensação de que muitas aulas convencionais estão ultrapassadas. E nos perguntamos constantemente: Para onde mudar? Como ensinar e aprender em uma sociedade interconectada? Em vários setores da da sociedade urge que se façam mudanças, todavia, as da Educação são cruciais, pois que ela é o caminho para a transformação dos indivíduos e da coletividade. Nesse contexto de inovações, se observa que uma das áreas de maior investimento é a implantação de tecnologias educacionais na expectativa de que elas nos tragam soluções rápidas para o ensino (MORAN; MASSETTO e BEHRENS, 2000). 

No entanto, existem vários mitos que cercam o uso das tecnologias na área educacional. Ao examinarmos com exatidão a origem da palavra técnica, podemos verificar que há muito tempo são usadas várias técnicas em favor do aprendizado. A palavra técnica é originária do verbo grego titchein que significa “criar, produzir, conceber, dar a luz”. Para os gregos essa palavra tinha um sentido amplo, não se restrigindo apenas a equipamentos e instrumentos físicos, mas incluindo toda a sua relação com o meio e seus efeitos e não deixando de questionar o “como” e o “porquê”. A técnica está relacionada com a mudança na modalidade da produção. O produtor muda forma de operar e o resultado dessa mudança afeta a comunidade benificiada. A palavra técnica em sentido restrito teve o uso a partir da Revolução Industrial, na qual o importante passou a ser o “produto”, restrigindo, dessa forma, a técnica e meros instrumentos. Atualmente, o termo “tecnologia” incorpora o sentido amplo do verbo tichein, mas ainda sofre os impactos instrumentais. A escola também participa de alterações tecnológicas, mas de uma forma bem mais lenta. Por séculos, o ensino era destinado apenas às minorias privilegiadas. A primeira grande conquista tecnológica foi o livro que, há anos, vem sendo o carro-chefe tecnológico na educação. Mas porque não constatamos que ele é o resultado de uma técnica? Porque já incorporamos de tal forma que nem percebemos que é um instrumento tecnológico? Tecnologia só é tecnologia quando nasce depois de nós. O que existia antes de nascermos faz parte de nossa vida de forma tão natural que nem percebemos que é uma “tecnologia” (TAPSCOTT, 2011, p. 39). 

De acordo com Tajra (2007), o uso da tecnologia educacional transcorreu em dois momentos: por volta das décadas de 50 e 60 era visto como o estudo dos meios como geradores de aprendizagem e, a partir da década de 70, ele foi rediricionado para o estudo do ensino como progresso tecnológico. Tecnologia Educacional é definida como uma maneira sistemática de elaborar, levar a cabo e avaliar todo o processo de aprendizagem em termos de objetivos específicos, baseado na investigação da aprendizagem e da comunicação humana, empregando uma combinação de recursos humanos e materiais para conseguir uma aprendizagem mais efetiva. (TAJRA 2007 apud Pons, 1994). 

A utilização dos recursos tecnológicos baseia-se nas formas de aprendizagem, nos diversos tipos de meios de comunicação e na integração de todos esses componentes de forma conjunta e interdependente por meio de atividades pedagógicas e sociais. No início da introdução dos recursos tecnológicos de comunicação na área educacional, houve uma tendência a imaginar que os instrumentos iriam solucionar os problemas educacionais, podendo chegar, inclusive, a substituir os próprios professores. Com o passar do tempo, não foi isso o que se percebeu, mas sim a possibilidade de utilizar esses instrumentos para sistematizar os processos e a organização educacional e para reestruturar o papel do professor. O livro foi um dos primeiros instrumentos tecnológicos inclusos no processo de ensino-aprendizagem, o qual na época, vale relembrar, causou muitas alterações educacionais; contudo, hoje, ele já se encontra totalmente incorporado em nosso cotidiano e não nos damos conta de que ele é um instrumento tecnológico. Desde o início, o uso da Tecnologia Educacional teve um enfoque bastante tecnicista, prevalecendo a utilização do instrumento sem a real avaliação do seu impacto no meio cognitivo e social. Devido a essa postura, a Tecnologia Educacional era caracterizada pela possibilidade de utilizar instrumentos sempre visando à racionalização dos recursos humanos e, de forma mais ampla, à prática educativa. Entre os atuais usuários educacionais das tecnologias, destacam-se dois grupos: os integrados e os apocalípticos. Os “integrados” acreditam que incorporar a tecnologia, já é por si só, uma inovação; entedem a tecnologia como neutra, objetiva, positiva em si mesma científica; e defendem a ideia de que incorporá-la é sinônimo de progresso. Conforme essa crença, devemos estar sempre acompanhando o desenvolvimento das ciências e das tecnologias. Já os “apocalípticos” não veem a tecnologia de forma tão neutra pois acreditam que, em função do próprio desenvolvimento de suas interfaces, cada vez mais amigáveis, será necessário menos conhecimento para manuseá-las; com isso, o saber especializado será privilégio de poucos, relegando a maior parte a níveis de baixa qualificação. 1.1 BENEFICIOS DA TECNOLOGIA DA INFORMÁÇÃO EM TODOS OS ÂMBITOS O conhecimento, supostamente é adquirido primeiramente através do processo de comunicação existente no meio localizado, gerando informações ao mesmo. Através destas informações, poderemos adquirir ou não o conhecimento esperado. Isto nos leva à discorrer um pouco sobre a sabedoria. A sabedoria é desenvolvida através da vivência, e não exclusivamente pela inteligência. Envolve saber dispor do conhecimento e da ação de modo a trazer o máximo beneficio para os indivíduos. Se o conhecimento muitas vezes nos leva a uma postura arrogante, a sabedoria só se atinge a partir da humildade, podendo ser entendida em função da ação associada e no contexto e no momento específico desta ação, não podendo ser expressa em termos de regras, isto é, não pode ser generalizada, nem transmitida diretamente, sendo inseparável da realização pessoal daquele que busca o saber. Já a tecnologia da informação se traduz nas ferramentas tecnológicas utilizadas em um determinado meio (sistema), representada a partir da existência dos softwares, vídeo e teleconferências, bem como o uso da internet, Walton (1994). Existem várias criticas em relação à utilização dos computadores na escola, principalmente nos níveis da pré-escola e ensino fundamental, segundo Seltzer (1994). Para o autor, as máquinas devem ser consideradas como mero instrumento para uma porção de atividades úteis, mas que estas últimas não englobam seu uso na educação de matérias que não sejam a computação propriamente dita, pelo menos até as últimas séries do segundo grau. O autor comenta que o ensino apresenta um cenário ruim causado não pelo fator tecnológico, mas sim pelo fato de existir um inter-relacionamento humano, onde, deveria ser dada maior importância à relação aluno-professor, ou seja, para que essa relação fosse sensivelmente mais humana. Mas devemos simplesmente nos esquecer dos computadores na educação em pleno término do século vinte um? Não, acreditamos que devemos sim participar deste avanço tecnológico com a sociedade em geral e também em estar utilizando essas tecnologias com as crianças. É claro que a utilização deste equipamento (computador) não deve, em hipótese alguma, ser utilizado como um fim em si mesmo, mas sim como uma ferramenta auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, despertando desta maneira algum tipo de interesse maior na questão do conhecimento. 

2. METODOLOGIAS APLICADAS NO ENSINO DA INFORMÁTICA AS DISCIPLINAS REGULARES O referente trabalho trata-se de um estudo explorativo de revisão de literatura. Essa estratégia abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo desde publicações avulsas, boletins, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses. Com intuito de colocar o pesquisador em contato direto com tudo que foi escrito (LAKATOS e MARCONI, 1999). Os autores consultados mostram que diante das inúmeras mudanças de um mundo globalizado, a educação tradicional tem se tornado cada vez mais obsoleta, perdendo assim, um espaço cada vez mais considerável para a nova educação, uma vez que esta tem por finalidade atender a uma demanda crescente de estudantes mais autosuficientes, desprendido da figura central do professor e com um perfil mais pesquisador. O estudo mostra que a tecnologia na escola pública não só deve garantir a presença dos recursos tecnológicos na sala de aula e se interagir nos processos curriculares, promovendo um novo encantamento da escola contribuindo para acontecer transformações qualitativas na pratica pedagógica e provocar a vontade dos alunos a gostar de estudar. Ao trazer os pressupostos teóricos para esta discursão tem-se que para Cavalcante (2008) trabalhar com as tecnologias (novas ou não) de mesma forma interativa na sala de aula requer: a responsabilidade de aperfeiçoar as conpreenções de aluno sobre o mundo natural e cultural em que vivem. Por isso, faz-se, indispensável o desenvolvimento contínuo de intercâmbios cumulativos desses alunos com dados e informações sobre o mundo e a história de sua natureza, de sua cultura, posicionando-se e expressando-se, de modo significativo, com os elementos observados, elaborados que serão melhores avaliados. Um autor que deve ser ressaltado é Kenski que já em 1996 defendia que ao se trabalhar, adeguadamente, com essas novas tecnologias, a aprendizagem pode se dar com envolvimento integral do indivíduo, isto é, do emocional, do racional, do seu imaginário, do intuitivo, do sensoral em interação, a partir de desafios, da exploração de possibilidades, do assumir de responsabilidade, do criar e do refletir juntos. Do exposto, nota – se que esta é a parte visível das contribuições das novas tecnologias para a educação. Por isso, estende-se que inicia e a mudança não deve ocorrer apenas no âmbito das ferramentas tecnológicas, pois, a estrutura das salas de aula deverá mudar como já mudaram em algumas instituições do ensino do Brasil e estão mudando em muitas regiões do mudo. A implantaçao destas mundanças se inicia e continua com a criação da infra-estrutura tecnológica e principalmente de um programa de utilização em que os professores sejam capacitados a atuam operacionalmente, metodologicamente e filosoficamente para a utilização dessas novas tecnologias na sua prática pedagógica. Baseando nos pressupostos de Moram (2000) que defende a formação continua como ponto de partida para as mudanças que se fazem necessárias, é importante ressaltar que o papel dos professores tem que mudar também, e os cursos superiores precisam preparar esses novos docentes para não perderem o controle das tecnologias digitais que são requeridas ou de dispõem a usar em suas salas de aulas. Na visão do autor, os professores precisam ao render a manusear as novas tecnologias e ajudar os alunos também a manipulá-la e não se permitirem serem manipulados por elas. A assertiva do autor parte do suposto que muitas vezes o aluno conhece muito mais ferramentas tecnológicas do que o professor. Por isso, ele será capaz de argumentar e até auxiliar no mauseio e utilização destas ferramentas. Mas para o professor ser um mediador entre o aluno e as tecnologias de ensino, serão necessários usá-las para educar, saber de sua existência, aproximar- se das mesmas, familiarizar-se com elas, conhecer suas potencialidades, e dominar sua eficiência e seu uso, criando novos saberes e novos usos, pois, ao dominarem estas ferramentas poderão mudar o cenário da sala de aula e tornar as aulas prazerosas. Uma observação importante feita por Cavalcante (2008) é a de que os professores não devem substituir as velhas tecnologias pelas novas tecnologias, devem antes de tudo se adequar das novas para aquilo que elas são únicas e resgatar os usos das velhas em organização com as novas, isto é, usar cada uma naquilo que ela tem de peculiar e, portanto, melhor do que a outra. Para esta autora, o uso e influência das novas tecnologias devem servir ao docente não só em relação à sua atividade de ensino, mas também na sua vida atividade de pesquisa continuada. E a pesquisa com as novas tecnologias tem características diferentes que estão diretamente ligadas à procura da constante informação. Do exposto pelos autores consultados, nota-se a impotância dos professores buscarem sempre novas estratégias de ensino, pois, como já foi ressaltado, não basta apenas que a escola adquira novas ferramentas de ensino. Pelo contrário, é preciso que o professor também se capacite continuamente e sabia utilizar-se destes instrumentos como auxiliares de sua prática, sempre associado as vivências do mudo, com novas possibilidades de aprendizagem. Deve-se ressaltar que os processos de construção de conhecimento sobre a forma de aprendizagem de alunos e professores são fenômenos que necessitam ser mais estudad os por ambos, mais principalmente pelos professores que devem estar em uma constante busca de connhecimentos, de novas tecnologias. 

3. RESULTADO E DISCUSSÕES Durante os Estágios Supervisionados, foram desenvolvidas várias atividades operacionais especifica de informática aplicada às disciplinas regulares do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, no Colégio Estadual Prof. José dos Reis Mendes. Podemos vivenciar a rotina dos alunos de cada séria aplicada no Estágio, suas atividades correspondentes e observando os acontecimentos frequentes e esporádicos durante o período em que houve atuação acadêmica pelo Estágio Supervisionado. Vários exercícios possibilitaram ao acadêmico analisar a quantidade de conhecimento conquistando durante os anos dedicados á aprendizagem da teoria dos pensadores em TIC’s e Informática aplicada a Educação. Foi possível presenciar situações de problema ou de êxito durante o estágio que provocaram a reflexão em busca de uma explicação lógica e, quando necessário, em busca das soluções mais adequadas aos problemas expostos. Abaixo segue apresentação de um estudo de caso sobre a utilização da informática no ensino aprendizagem, mas com uma disciplina apenas em foco, descrevendo através de um relato, suas experiências na prática, ou seja, em sala de aula. A professora Zilma Barbosa juntamente com nossa parceria desenvolveu projeto sobre as Drogas e Meio Ambiente no Ensino Fundamental II, no qual as áreas de informática e meio ambiente fossem interligados. Houve total interação com os alunos e professores de outras áreas para o êxito do trabalho que contribuíram para o processo de Ensino e Aprendizagem do aluno. 

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa revela que a escola moderna tornou-se instrumento de formação de pesquisa em face às exigências no mundo contemporâneo e, sobretudo, no campo do trabalho. Contudo, as transformações sofridas também no campo educacional, nos alerta para a urgente necessidade de realizar mudanças didáticas a fim de atrair a atenção do aluno para o aprendizagem, uma vez que a cada dia surgem novas possibilidades de ensino. Percebe-se que as novas tecnologias é uma realidade no atual cenário educacional. Apesar de sua relevância, ainda existem muitos campos a serem explorados pelo professor e pelo aluno. Por tanto, é necessário realizar um trabalho articulado, no qual o educador possa também contar com auxilio dos aparatos tecnológicos de que a escola dispõe. Por isso, esta pesquisa surgere a utilização de metodologias, sendo estas tecnológias ou não, já que o espaço escolar abarca vários momentos de aprendizagem. Associado a isto, está a urgente necessidadeda formação do docente, uma vez que não há com sugerir novas ferramentas de trabalho, sem antes formar o professor para isso. Deve-se considerar o processo de ensinar e aprender não como sendo um momento isolado, mas que faz parte do desenvolvimento do conhecimento e do processo de evolução do homem para que controle o valor estratégico e condições que lhe permitia a mudança e transformação em meio à vida social, tonando-se assim um individuo crítico e refletivo. Desta forma , a associação interdiciplinalidade e novas tecnologias viabilizará uma compreensão mais ampla do que é ensinado na escola, já que a prática usual neste nível de ensino ao longo dos anos se limitou a construção de resumos. Com novas tecnologias, além dos resumos ou resenhas, é possível fazer interfaces, conhecer outros pontos de informações e assim, interagir as disciplinas, entendendo que se a própria sociedade está inteligada, não há como o ensino ser desenvolvidode maneira dissociada. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, A. M. T. MENEZES, C. S. CURY, D. Um ambiente integrado para apoiar a avaliação da aprendizagem baseado em mapas conceituais. In Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, 13., 2002, São Leopoldo-RS. Anais. São Leopoldo: Sociedade Brasileira de Computação, 2002, p. 49-59. 

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BELLONI, Maria Luiza. O que é Mídia-Educação. 2.ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. (Coleção polêmica do nosso tempo, 78). 

CAVALCANTE, Márcio Balbino. A educação frente às novas tecnologias:perspectivas e disafios. Disponível em < http://www.profala.com/arteducesp 149.htm>. Acessado em 20 abril. 2012. 

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PILETTI, Nelson. Toda a história. 4ed. São Paulo: Ática, 1995. 

TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. São Paulo: Érica, 2011.