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Linguistica

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É um texto que merece ser lido por todos. Abrange os difíceis caminhosda Filosofia da Ciência, porém não é uma leitura só para cientista, deveria ser lida pelas "pessoas comuns", para que possam entender as idéias pré-concebidas sobre a ciência e os cientistas, que muitas vezes são equivocadas, pois, como diz o autor, "Todo mito é perigoso, porque induz o comportamento e inibe pensamento".

Na Língua Também Há Preconceitos

A mais extraordinária engrenagem na qual circula a cultura de um povo, sem dúvida, é a Língua. A relação, portanto, entre ambas (Língua/Cultura) é de profunda intimidade.Vejamos o caso de alguns preconceitos machistas patentes no português.
O objetivo deste artigo é compreender o universo lingüístico através do uso persuasivo do dominar para com o dominado. É neste jogo de dominação de palavras que se faz jus ao uso de expressões metafóricas para embelezar ou não a língua. O objeto de pesquisa consiste no emprego conciso de metáforas na linguagem que objetivamente tem como função elogiar, escandalizar e transmitir sentimentos. A metáfora dentro de suas limitações proporciona uma visão ampla e “neo” dos indivíduos na sociedade tornando agente de transformação social, intelectual e cultural. Palavras - chave: Universo Lingüístico. Persuasivo. Expressões Metafóricas. Linguagem. Transformação.

O Texto Como Complexidade De Compreensão

Este estudo analisa a complexidade dos textos em Língua Portuguesa através de questionários, cujas respostas necessitam de reflexões, onde os questionários revelam distorções entre a pergunta e a resposta deixando o indivíduo confuso sobre seu ponto de vista. Palavras – chaves: Complexidade. Texto. Respostas. Distorções. Confuso.

Análise Do Discurso De Gilberto Gil

Analisaremos a música "A Mão da Limpeza" de Gilberto Gil sob a ótica da Análise do Discurso de Linha Francesa . Nessa composição podemos dizer que temos um sujeito enunciador com uma formação discursiva contestatória, correspondente a sua formação ideológica de defensor da causa dos negros e determinada também por fatores históricos e sociais e ideológicos. Ainda sobre o sujeito discursivo temos que é um sujeito heterogêneo, constituído por diversas vozes de discursos que se entrecruzam no seu, constituindo a polifonia e a heterogeneidade mostrada.
Este artigo tem como objetivo apresentar uma prática com a leitura de artigo de opinião e de propaganda desenvolvida no primeiro período da Graduação de Letras-Português/EAD (Semi-presencial) da Universidade Tiradentes, nas aulas de Produção Textual I e Lingüística I, no que diz respeito à importância de se trabalhar gêneros textuais como mecanismo fundamental de socialização, bem como ao estudo de texto e sua textualidade. A atuação em sala está embasada nas teorias do letramento, no conceito bakhtiniano de gênero textual e no modelo interativo de leitura.

O Poder Das Palavras No Contexto Musical

Este artigo tem como objetivo refletir e abordar as palavras dentro do contexto musical. Sabe-se que as pessoas possuem autonomia para escreverem o que quiserem, e não é diferente na música, pois a liberdade expressiva flui instantaneamente sem opressão independentemente da classe social ou de aquisição financeira. Diante disso, o poder das palavras parece ser sempre feroz e, às vezes, necessita ser disfarçado através da melodia. Isto ocorre porque, a grande maioria transmite ironicamente o que deseja, pensa ou sonha., contudo, atinge principalmente os que não estão de acordo com as regras da sociedade. O poder das palavras no contexto musical é muito extenso, pois requer além de regras bem empregadas, palavras certas que despertem reflexões e que alertem sobre os acontecimentos cotidianos sem perder a beleza e a essência dos versos perfeitos. Palavras - chave: Autonomia. Música. Poder. Palavras. Regra.

Do 'Mitês' Ao Português

O ensino da língua fetichizado é o que denomino “mitês”. Trata-se da inculcação de construções lingüísticas com pouca ou nenhuma correspondência com a realidade dos usuários. O português libertador é aquele onde não só exercitamos nosso espírito crítico, mas, sobretudo, faz valer nosso potencial criativo.

O Samba-reggae Na Tessitura Interdiscursiva

Através da compreensão da música ‘Sol da liberdade’, de Daniela Mercury, este artigo insere os efeitos de sentido partindo de novas estratégias de leitura. Tomando por base os aportes teóricos da Análise do Discurso de linha francesa, investiga-se as marcas presentes de outros textos dentro da composição e evidencia-se as condições de produção das formações imaginárias, a intertextualidade e as formações ideológicas.
Esta proposta não tem a pretensão de fornecer uma nova forma de ensinar a redigir, nem receitar técnicas que são exploradas em cursos práticos esporádicos, para incorporar ao ensino regular superior, e muito menos tentar induzir a crença de que o trabalho aqui descrito seja o ideal. A principal preocupação, considerando a complexidade da linguagem no mundo atual, é apresentar uma alternativa para uma prática que se aproxime da realidade dos estudantes que saem do 2º grau e ingressam no curso superior.

Redação No Âmbito Escolar E Cidadania

Vários artigos, teses e outros trabalhos acadêmicos já trataram do desempenho de alunos de 1o, 2o e 3o graus, todos eles discutindo problemas de produção de textos. Pécora (1983), Lemos (1977) e Geraldi (1986) e outros lingüistas levantaram essa questão, porém alertam para o estudo das condições de produção escrita às quais o aluno é submetido para expressar o seu pensamento. Pécora descobre quais são os problemas mais comuns da produção textual de acadêmicos e chama a atenção para a análise dos critérios de caracterização dos problemas; também afirma que o texto do aluno não é exatamente a sua palavra, não conta a sua história, mas a já contada na escola e pela escola.

Propostas Interdisciplinares

Considerando a Lei em vigor (9394/96), os P.C.N.s de 1º, 2º, 3º e 4º ciclos, o Projeto de Reforma do Ensino Médio e os documentos específicos das áreas de linguagens e códigos para o Ensino Superior, percebo que todas essas propostas já nasceram com uma nova concepção de texto: o discurso do sujeito articulado ao discurso do outro, estabelecendo várias relações para expressar suas visões de mundo, entre elas o diálogo necessário à Interação.

Ler, Pensar E Escrever Para Aprender A Aprender

Escrever por interesse individual ou profissionalmente exige muito esforço e criatividade. O encarar com realismo esse desafio é comprometer-se, dar o melhor de si em um movimento constante de aprendizagem. As ações de ler, pensar e escrever se completam. O ler induz o leitor a pensar melhor e a escrever com mais clareza e espontaneidade. O pensar leva-o à leitura mais profunda e à escrita mais rápida. E o escrever provoca leituras mais intensas e a pensar com mais equilíbrio. Enfim, ler, pensar e escrever motivam qualquer aprendiz a gostar de aprender.
O ensino da escrita é tão marcante para mim que até para tratar da leitura, de seu processo e de estratégias, não consigo sair desta estrutura de referência.

Concepção De Texto Na L.D.B.E.N. – 9394/96

O principal eixo da proposta é o reo à diversidade. Por tratar-se de área básica, a linguagem tem sido objeto de estudo da Filosofia, Psicologia, Sociologia, Epistemologia, História, Semiótica, Lingüística, Antropologia, etc., e, por ter essa natureza transdisciplinar, exige que o professor a considere como a capacidade humana de articular significados coletivos e participar das experiências sociais.

A Redação Que Se Ensina E Se Aprende Na Escola

Vários artigos, teses e outros trabalhos acadêmicos já trataram do desempenho de alunos de 1o, 2o e 3o graus, todos eles discutindo problemas de produção de textos. Pécora (1983), Lemos (1977) e Geraldi (1986) e outros lingüistas levantaram essa questão, porém alertam para o estudo das condições de produção escrita às quais o aluno é submetido para expressar o seu pensamento. Pécora, descobre quais são os problemas mais comuns da produção textual de acadêmicos e chama a atenção para a análise dos critérios de caracterização dos problemas; também afirma que o texto do aluno não é exatamente a sua palavra, não conta a sua história, mas a já contada na escola e pela escola.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais previstos para o Ensino Fundamental colocam como eixo básico da sua justificativa a questão da leitura e da escrita pela dificuldade que a escola tem de ensinar a ler e a escrever. Dois pólos de preocupação são enfocados: a primeira série e a quinta, ou seja, os períodos iniciais do primeiro e terceiro ciclos; um por problemas de alfabetização e o outro pelo uso não eficaz da linguagem.
Ver o processo de criação como ato comunicativo é seguir as pegadas de um autor e o trajeto dialógico da linguagem que se manifesta durante a feitura de uma obra literária. É a criação como um ato social e histórico que ao ver de Peirce é a cadeia infinita de sentidos.
Muito se tem falado acerca das dificuldades que alunos de todos os níveis de escolaridade encontram quando têm que produzir textos. As práticas escolares nas universidades exigem trabalhos monográficos, desempenho em provas de natureza discursiva, leituras e subseqüente organização de resumos, sínteses, relatórios de estágios e, mais adiante, na pós-graduação, a produção de dissertações e teses. Na vida profissional, fora da escola, a necessidade de redigir cartas comerciais, memorandos e relatórios técnicos e uma infinidade de outros textos dificulta constantemente o trabalho das pessoas. Assim, as dificuldades não são prerrogativas de estudantes e não se restringem ambiente escolar, mas, ao contrário, permeiam todas as situações em que a escrita é utilizada como meio de comunicação.
Ao assumir aulas de Língua Portuguesa no 2o ano de Secretariado Executivo, já encontrei um programa definido com uma nova concepção de texto, gramática e conteúdos voltados para a tipologia textual e função comunicativa, ou seja, pude supor que mudanças já ocorriam no Departamento de Letras acerca do ensino da língua.
Com essa turma foi desenvolvido um projeto coletivo constituído de vários sub–projetos de pesquisa sobre a aplicação da Informática em pequenas empresas de Londrina. Dos 20 alunos foram formados 5 grupos de quatro alunos que, munidos de instrumentos de pesquisas, questionários e entrevistas, montaram um só relatório no qual descrevem o que funciona nessas empresas com apoio da informática e em que condições.
RESUMO: O curso de Secretariado Executivo faz parte do Departamento de Administração. Pelas suas próprias características visa instrumentalizar alunos para desempenhar funções secretariais e, com a disciplina de Técnicas de Redação, procura treinar habilidade de escrita no que se refere à elaboração de textos utilizados nas empresas.

Experiências Com Alunos Do 2º Ano De Letras

RESUMO: Ministrando aulas de Produção de Textos por contrato, substituindo uma professora que se ausentara, recebi um programa que versava sobre tipologia textual e enfatizava as temáticas dos livros de Maria Tereza Serafini, Como produzir textos e de Platão e Fiorin, Para entender o texto - leitura e redação. O alvo era explorar a diversidade de textos e estilos e produzir cada tipo.
Atuando como docente na disciplina de Análise e Produção de Textos, com duas turmas de Ciências Contábeis (1o e 5o. anos), simultaneamente, na mesma sala, na Universidade Estadual de Londrina –Pr, em 1997, com 43 alunos procurei conjugar estratégias da Análise do Discurso e atividades de produção textual pela abordagem instrumental, por dois motivos: primeiro, as turmas não demonstravam interesse pelos conteúdos do programa (coesão, coerência, estruturação de texto, tipologia textual, aspectos da gramática normativa, etc.); segundo, cada turma estava envolvida com outras preocupações ligadas aos fichamentos e textos de matérias novas específicas do curso (1o. ano) e com a montagem do Relatório de Estágio (5o. ano).
Os alunos do primeiro ano do curso de Ciências Sociais da UEL de 1997, sob minha orientação, tiveram uma primeira experiência em pesquisa de campo, visando observar e descrever as variações lingüísticas entre quatro categorias de profissionais liberais: padres, advogados, professores e comerciantes.



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