Paula Patrícia Santos Oliveira
Pós Graduada em Gestão e Planejamento Educacional, Graduada em Letras Português pela Universidade Federal de Sergipe, Professora e Técnica Pedagógica da Rede Pública de Ensino de Sergipe, tutora de Letras-Português da Universidade Tiradentes. Pesquisadora da Relação Cognitiva dos individuos com a prática textual.
Artigos publicados
Avaliação Institucional: Avanços Na Melhoria Da Qualidade Do Ensino
- Por Paula Patrícia Santos Oliveira
- Publicado 2/08/2008
- Educação
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Avaliação:




O trabalho é resultante do estudo das políticas de avaliação institucional na educação básica, tendo como finalidade a melhoria da instituição de ensino, pautada na gestão democrática. Concebendo que a avaliação institucional traz inúmeros subsídios para orientar a tomada de decisão e trazer benefícios efetivos à instituição de ensino, o trabalho analisa ainda as possibilidades que a avaliação institucional pode trazer para a gestão da escola de educação básica, por meio de uma prática democrática.
A Textualidade Dos Gêneros: A Prática Textual Com O Artigo De Opinião E A Propaganda
- Por Paula Patrícia Santos Oliveira
- Publicado 2/08/2008
- Linguistica
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Avaliação:




Este artigo tem como objetivo apresentar uma prática com a leitura de artigo de opinião e de propaganda desenvolvida no primeiro período da Graduação de Letras-Português/EAD (Semi-presencial) da Universidade Tiradentes, nas aulas de Produção Textual I e Lingüística I, no que diz respeito à importância de se trabalhar gêneros textuais como mecanismo fundamental de socialização, bem como ao estudo de texto e sua textualidade. A atuação em sala está embasada nas teorias do letramento, no conceito bakhtiniano de gênero textual e no modelo interativo de leitura.
Escrever – Uma Arte Que Mescla Criatividade, Conhecimento E Senso Crítico, Ou Uma Tarefa árdua Que Mescla Medo, Antipatia E Esforço Vão?
- Por Paula Patrícia Santos Oliveira
- Publicado 6/11/2007
- Sociedade e Cultura , Educação , Desenvolvimento Pessoal
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Avaliação:




Escrever – uma arte, inegavelmente – é, nos dias atuais, o que
foi a oratória, a eloqüência falada.
A “violência” Midiática - Ilusão E Consumismo
- Por Paula Patrícia Santos Oliveira
- Publicado 14/09/2007
- Educação
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Avaliação:




O mundo se depara com uma nova realidade, uma nova ordem mundial, o fenômeno da globalização. Neste sentido, para que possa, além de manter a ordem vigente estabelecida, alcançar maiores índices de audiência, a mídia, por diversas vezes, recorre a elementos afinados com a lógica sensacionalista, do espetacular, do grotesco, do violento. Dependendo do “cardápio”, apresentado aos telespectadores, um telejornal pode formar mentes similares a do “analfabeto político”. O espetáculo (difundido pelos meios de comunicação) mantém a ordem vigente, ou seja, “constitui o modelo atual da vida dominante na sociedade”. Negação do avanço do saber, o qual não se cansa de demonstrar o contrário. Na ação social, a cultura da mídia televisiva promove uma subjetividade imposta com calibre sensacionalista. Ocorre, portanto, a primazia do “o quê?”, do “quem” sobre o “como?” e o “por quê?”.
Numa realidade em que consumir é a palavra de ordem, a produção da mídia consiste em mercadorias a serviço dos grandes conglomerados da comunicação.

