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Luiz Eduardo Farias

Historiador e professor de história formado na Universidade Gama Filho (RJ), em 2006. Especialista em História do Brasil republicano, estudou as ligações entre a Aliança Nacional Libertadora e o Partido Comunista do Brasil. Trabalha como professor concursado, desde 2007, no município de Volta Redonda (RJ), e desde 2009, na rede estadual do Rio de Janeiro. Atualmente é pós-graduando em História Contemporânea. Outros trabalhos em http://profluizeduardofarias.blogspot.com



 Artigos publicados

Resenha do filme Germinal, que aborda questões pertinentes ao período da expansão da Revolução Industrial, na Franças do século XIX.

A Revolução Islâmica no Irã

Seja qual for o olhar que se tenha sobre a Revolução Islâmica, o certo é que trata-se de um tema indispensável para os historiadores atuais e a todos os que desejam entender um pouco mais deste país tão presente nos noticiários.

Ao meu amigo SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO

Observações e memórias do meu encontro com Aleksander Laks

Reprovação ou Aprovação Automática?

Este artigo faz uma crítica à aprovação automática, sem fazer uma apologia à reprovação.

Socialismo e Classe operária

Nossa intenção aqui, portanto, mesmo que brevemente, é acabar com a imagem de que o socialismo é o reflexo da classe operária.

Liberalismo e Democracia

Ser liberal ou democrata teve diferentes sentidos ao longo do tempo e do lugar.

Elite da Tropa

Não quero, apesar de fazer em alguns momentos, elaborar uma resenha da obra escrita em conjunto pelos policiais do Bope André Batista e Rodrigo Pimentel, em parceria com o antropólogo Luiz Eduardo Soares. Meu objetivo aqui, portanto, será montar um paralelo entre o universo do livro – a segurança pública – e o meu universo – a educação pública.

Gari com Doutorado

Uma tentativa de análise sobre a notícia de que até doutores se candidataram apra o concurso de gari, na cidade do Rio de Janeiro.
Sem dúvidas é importante que os professores sejam protagonistas de uma revolução na forma de se pensar o universo escolar. No entanto, poucas vezes me vi inclinado a escrever para aqueles que ficam longe destes debates na escola, ou que, apesar de perto, não percebem o que se passa por detrás dos bastidores.
O filósofo grego, radicado na França, Cornelius Castoriadis, nos premiou em vida com este belo trabalho revelando todo o simbolismo presente por detrás das instituições.

A Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra foi um conflito de proporções assustadoras.

A memória coletiva

uma pequen resenha do livro de Maurice Halbwachs
resenha do livro do excelente José Murilo de Carvalho
Resenha do livro de Pierre Bourdieu

Educação de resultados

Veja o perigo por trás dos famosos bônus por "aproveitamento", que vem ganhando adeptos pelo Brasil.

Ensino-aprendizagem?

O que está por trás deste conceito pedagógico. Leia e reflita.
Este trabalho pretende discutir as transformações econômicas, políticas e sociais ocorridas entre 1930-1960 em dois países: Argentina e México.

A Educação Pública no Brasil

O Brasil não é mesmo um país sério! Não posso dizer outra coisa após o que vivi e vou viver pelos próximos 30 anos trabalhando na educação neste país.

O Nazi-fascismo

A situação crítica que se encontrava a Europa após a guerra concorreu para o surgimento de ideologias políticas totalitárias que se apresentavam como solução para todos os males. Crescia, portanto, uma terceira via, além da democracia liberal e do socialismo. O fascismo e sua versão alemã – o nazismo – são as maiores expressões deste quadro. Nos países em que o totalitarismo triunfou, sobretudo na Itália e na Alemanha, ocorrem situações parecidas: um regime democrático frágil, polarização entre a esquerda (comunistas e anarquistas) e a direita nacionalista, crise econômica e, por fim, a figura de um líder incorporando os símbolos nacionais.

A Crise de 1929 - Interpretações

A Crise de 1929 estourou nos Estados Unidos com o crack da bolsa de Nova York e depois assolou praticamente todo o mundo ocidental numa crise econômica considerada como a maior desde o advento da Primeira Revolução Industrial, no final do século XVIII, ocorrida na Inglaterra. A historiografia acerca do tema divide-se basicamente em duas vertentes que procuram explicar, cada um a sua maneira, os fatores desencadeadores desta crise econômica nos Estados Unidos e sua repercussão mundial. A primeira seria a linha marxista e a segunda a linha liberal. Ressalta-se que a explicação liberal encontra dois caminhos distintos: uma vertente segue o caminho de explicação da Crise de 1929 como uma crise agrária e outra como uma crise financeira.

A dialética da malandragem

Este trabalho se propõe a analisar a “dialética da malandragem”. O nosso grande objetivo é compreender as visões que se estabeleceram a respeito desta figura que surgiu na música popular brasileira na década de 1920 – o malandro. Algumas questões centrais nortearão este estudo: Qual era a noção de malandro sob a ótica dos próprios? De que forma se construiu a visão do malandro com o advento do discurso trabalhista? Como se formou o discurso do trabalhismo em oposição à idéia de malandragem?