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Luciano Agra

Luciano Bezerra Agra Filho, filho de pais paraibanos, nasceu no dia 02 de Agosto de 1976 em Campina Grande/PB. Iniciou-se o curso de Licenciatura Plena em História em 1999/2 e terminou em 2003/2. Tenho uma publicação na Revista virtual de História - Ano VI - Edição 27 - Janeiro - Março de 2006.[http://www.klepsidra.net/novaklepsidra.html], cujo o título do artigo: A política historiográfica paraibana - 1930/1945: seqüência ou rompimento? Ultimamente estou lecionando na área educacional.
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 Artigos publicados

Resumo: O que é a educação moderna? Em outras palavras o autor propõe esta reflexão buscar, enfatizar a questão educativa em meio às grandes transformações que ocorreram no período de transição da Idade Média para a Idade Moderna. No período de transição feudal para o capitalista, que adentra a modernidade, a educação é posta a equilibrar os desajustes oriundos das mudanças nas formas de ser e de pensar do homem, em momentos de crises agudas e de rupturas com os valores e princípios da Idade Média, ou seja que vai do século XVI ao XVIII. Percebe-se que educar o ser para o exercício de uma vida útil, para as necessidades apresentadas no interior do processo de existência humana, foi a tónica de muitos discursos sobre a educação, apresentadas nas idéias de muitos pensadores. Formar o indivíduo com mérito pessoal e uma personalidade enriquecida pela cultura geral e universal, em contato estreito com a prática existente no cotidiano do homem, esteve presente no discurso sobre educação. A utilidade da educação corresponde aos anseios de formação do ser aberto às diversidades do mundo e ao resgate da dignidade, da moral e da ética, consideradas por muitos perdidas em meio às turbulências da sociedade em transição. E aí cabe a pergunta: quais são os fundamentos sociológicos da educação? Palavras – Chave: Escola – Modernidade – História.

A teoria do conhecimento fenomenológico na contemporaneidade.

Falar em fenomenologia trata-se de uma leitura bastante polissêmica, abrangente, contextual, epistemológica, e intertextualizada na concepção fenomenológica de Edmund Husserl, Robert Sokolowski, André Dartigues, Hans Gadamer, Danilo Marcondes, Martin Heidegger, e assim sucessivamente, ou seja, este conceito para estes autores mencionados acima, tornaram um exercício de compreensão para a filosofia transcendental.
O que Geografia Humana? O que ela estuda? Muitas perguntas, muitas respostas.

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A HISTORICIDADE NO ENSINO DE HISTÓRIA.

Como inserir a memória dentro do ensino de história? Que gradações devem ser observadas no ensino de história? Aplica-se diversidade cultural no ensino de história? O presente artigo tem como objetivo levantar questões acerca do Ensino de História na formação dos alunos e alunas do Brasil tendo em vista a criação dos novos Parâmetros Curriculares Nacionais. Diante disto, friso temas específicos em que no ensino de história e na pesquisa predominou uma dada concepção historiográfica, a saber, a História Tradicional, o Marxismo e os Annales e, por fim, a História Cultural, além de analisar as condições encontradas para a execução desse ensino de história em vários aspectos da sociedade, tendo como pano de fundo a questão da cultura neoliberal no Brasil. Palavras-chave: Ensino de História –Historiografia – Pesquisa.
O que é identidade regional? A identidade regional é apresentada como essencialista, natural, e desterritorializada de poder, ou seja, corpos, mentes e paisagens fixas.

O OLHAR DO HISTORIADOR NO ENSINO IMAGÉTICO NA SALA DE AULA.

O que é uma imagem fotográfica? Onde emerge a fonte iconográfica?
O que é a democracia representativa? A democracia direta é realmente possível? Muitas perguntas, muitas respostas. Na democracia direta o povo exercita o poder democrático de forma direta sem representante, ele que elabora as leis, administra e julga.
O que é a lógica? Que sistemas formais são os sistemas lógicos? O que assim os fazem? Trata-se de questões filosóficas profundas e difíceis, mas inevitáveis diante da pluralidade de lógicas com que nos defrontamos.
O que é multiculturalismo? O que ideologia? e o que política pública? Muitas perguntas, muitas respostas.
O que é um contrato? Muitas perguntas, muitas respostas. Neste artigo pretendo refletir algumas questões debatidas pela historiografia política em torno dos conceitos de estado natureza, contrato social e estado social ou civil na ótica dos pensadores contratualistas Thomas Hobbes (empirista inglês) e John Locke (empirista Inglês). Neste sentido, em Hobbes é possível verificar a criação da idéia de Estado, modelo absolutista e de forte intervenção. Em um segundo momento, será abordado o contrato social em Locke, que tomou como base a liberdade humana para fundamentar sua existência e intervenção, onde o papel exercido pelo Estado deveria ser mínimo, e daí ter sido conhecido como liberal. Contrapondo os dois filósofos, podemos afirmar que o Hobbes é favorável à realização dos interesses coletivos em detrimento dos interesses privados. De outro modo entende Locke, que assevera a primazia dos direitos individuais sobre os atos do governo, que visariam beneficiar todos os cidadãos. Então, por que e para que deveria haver o contrato? O que falta ao estado de natureza? Quando há o rompimento do pacto? Palavras – Chave: Contratualismo - Significado – Historiografia política. “Paz não é só ausência de guerras, mas desarmamento, controle de armamentos e estímulo à solução pacífica das controvérsias” (Norberto Bobbio(92), pensador político italiano)
RESUMO: A autora nos mostra que o livro faz-se um trabalho com os conhecimentos prévios do aluno e propõem – se questões que o façam refletir a respeito do que vai ser trabalhado, para que o aluno fique curioso em saber o que vai apreender.
O “Regionalismo nordestino” nasceu e evoluiu como reação á decadência do Nordeste.
Resumo: Tenho pouca experiência em análise de livro didático, mais pelo pouco que pude desenvolver ao longo dos meus anos de disciplinas de práticas pedagógicas, tenho certeza que o livro didático é o suporte temático importantíssimo do auxílio de nosso ofício, pois é através dele que articulamos conteúdos de ensino dentro de uma prática, tanto de mediação quanto de avaliação pedagógicas. Mas na minha visão, o(a) profissional em história deve ter o livro didático sempre como suporte “secundário” de ensino, pois é da sua capacidade de atualização e domínio de conteúdo historiográfico que o(a) historiador(a) poderá trabalhar o livro didático como objeto passivo de “deslocamentos” e “reconfigurações” de seus olhares fixos. Palavras – Chave: Livro didático – Historiografia – Prática Pedagógica.
Resumo: Neste artigo reportar-se que em “O Adeus às Metanarrativas Educacionais”, Tomaz Tadeu da Silva pretende analisar, contextualizar, compartilhar, intertextualizar, sob o prisma da pós-modernidade e alguns conceitos relativos à Educação e à prática pedagógica, baseando-nos especialmente nas idéias originadas nas teorias Foucaultiana. Tomás Tadeu da Silva, em "O adeus às metanarrativas educacionais", refere-se à interação entre Teoria Educacional Crítica e o pós-estruturalismo sobre as pesquisas educacionais. Segundo Maria Auxiliadora Schimidt, é no espaço de sala de aula que professores e alunos de História travam um embate em que o professor, novidadeiro do passado e da memória, sente-se com a possibilidade de guiar e dominar em nome do conhecimento. É Nesta relação, que segundo Moretto, o professor não é somente um transmissor de informações por ele interpretadas, mas assume a função pedagógica como mediador, um tipo de “catalisador”, da interação entre o aluno e o conhecimento socialmente construído. Ainda de acordo com o ensino – aprendizagem, existe uma sensibilidade extrema em relação ao contexto no qual atua, em relação às implicações e complicações das circunstâncias e dos envolvimentos imediatos. Sua reflexão também é fomentada pela vontade de realizar seu trabalho de forma eficaz e ética. Acredito que o autor em foca e assume a preocupação de garantir aprendizagem significativa nos termos ditos da abordagem construtivista sociointeracionista. Palavras – Chave: Estudos foucaultianos - Formação do professor – Historiografia.
Resumo: Este estudo procura discutir, analisar, compartilhar, contextualizar, intertextualizar a relevância do ato de ensinar, que não é apenas transmitir conhecimentos, e sim levar o aluno a descobrir que ele já tem conhecimentos acumulados. Porque ninguém ensina a ninguém. Ensinar não é uma relação de autoridade entre o saber do professor e a ignorância do aluno. Porque o aluno não é ignorante, ele já traz de casa uma leitura do mundo, ele já tem um conhecimento e uma experiência de vida. Em conseqüência disto, pode-se vislumbrar portanto que o importante é ser competente, é resolver questionamentos por meio de ações, é realizar com propriedade e segurança um processo que prevê as novas aquisições de informações para fazer relação entre os programas escolares, trazer os saberes de fora da escola para dentro do espaço escolar; tomar decisões cujos fundamentos são a resolução de situações problema no contexto social da formação escolar. Palavras – Chave: Formação Curricular – Historiografia – Ensino.

O Regionalismo Nordestino no Contexto Social da Geografia Humana

Este artigo reporta-se e apresentam inúmeros tratamentos teóricos dados ao conceito de “Regionalismo Nordestino”, ou seja, pesquisando, analisando, intertextualizando, compartilhando sobre o “Regionalismo Nordestino”, que inspirou-se no geógrafo baiano chamado “Milton Santos”, em sua definição do conceito de “Região Nordeste”.
O livro faz chegar aos alunos através de sua estratégia didática, diversificadas e importantes fontes de reflexão histórica, tais como documentos escritos, pinturas, textos historiográficos, artigos de jornal, vestígios arqueológicos, cartaz publicitário, mapas, entre outros.

A Construção Imagética da Identidade Nordestina

Resumo: Como surge a noção de região Nordeste? Maura Penna é autora de “O que faz ser nordestino”. Podemos perceber que Rosa tem profundas raízes da “Cultura Popular e Práticas Simbólicas”.
O que é produção? Muitas perguntas, muitas respostas...
A “Formação do Brasil Contemporâneo” foi um livro que, para a sua época, representou uma importante contribuição a historiografia brasileira, sobretudo para o desenvolvimento da corrente marxista de pensamento, trazendo uma nova interpretação do período colonial.
O processo da análise epistemológica da obra de Ângela de Castro, se desenrolará aqui nesta análise, dentro de uma seqüência de capítulo por capítulo, para que o leitor entenda melhor a articulação dos atores envolvidos na discussão, suas falas, e lugares sociais que tornam dizíveis e visíveis seus discursos dentro de cada contexto abordado nos capítulos.

Reelogio da Colonização Portuguesa

Este estudo procura discutir a relevância das relações raciais, a visão positiva do autor sobre a colonização foi interpretada por seus críticos como um esvaziamento do conflito entre colonizador e colonizado.

A Rediscussão Historiográfica Brasileira das Identidades

RESUMO: A releitura do redescobrimento historiográfico do Brasil foi, uma obra de estudiosos, intelectuais, filósofos, sociólogos, economistas, como Gilberto Freyre, Caio Prado Jr. e Sérgio Buarque de Holanda. Cada um deles orientado por uma visão historiográfica da realidade e do seu tempo. Podemos perceber que produziram corrente historiográficas interpretativa original sobre a realidade brasileira, enfocando principalmente ao marxismo, emergindo desde o passado para buscar as respostas para as questões do presente. Os pontos de vista dos três autores aqui analisados respondem a esta necessidade, seja criticamente, como fazem Prado Jr. e em certa medida Sérgio Buarque de Holanda, seja convenientemente, como se coloca Freyre. Em suma, a datação de suas obras a partir de suas posturas políticas, os trabalhos dos três continuam importantes como marcos fundadores que são nos estudos sobre a Historiografia Brasileira e, talvez acima de tudo, também como pontos de apoio para nossas próprias reflexões e discute comparativamente as principais características das correntes interpretativas da História seguidas por tais autores, salientando a vinculação de suas visões intertextuais e epistemológica no contexto histórico da década de 1930 no Brasil. PALAVRAS – CHAVE: O Redescobrimento - Historiografia brasileira – Identidades.

Cultura Historiográfica: A Construção da Identidade Nacional

O que é identidade social? O que caracteriza a identidade pessoal?

O Cinqüentenário Aniversário da Revolução Cubana

Para onde vai, a Ilha de Fidel? Podemos perceber que durante os 25 anos após a primeira edição de A Ilha, verdadeiro best-seller da reportagem escrito pelo também autor de Chatô, Corações Sujos e Olga, o jornalista Fernando Morais desembarca novamente em Cuba para implementar esta trigésima edição com a descrição dos efeitos causados pela queda da União Soviética, até então patrocinadora oficial da economia Cubana, ao último bastião comunista do ocidente.