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Ana Paula Costa Santos Germano

Professora especialista em Educação Física, atuou no ensino infantil e fundamental I, atua com ginástica laboral.

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Introdução: Atualmente muitas gestantes têm procurado programas de exercício físico, com a finalidade de se sentirem bem consigo mesma. A dúvida, porém, está no fato de não saberem, exatamente qual tipo de exercício é mais adequado para seu estado, sem causar prejuízo ao feto. Objetivo: O objetivo do trabalho é verificar qual a influência que o exercício físico tem sobre o feto. Revisão da Literatura: Diversas mudanças ocorrem no corpo da gestante para acomodar melhor e feto e proporcionar um crescimento e desenvolvimento excelentes. Desde o momento da concepção, infinitas transformações acontecem e o feto se desenvolve dentro do útero da mãe. Quando ela pratica exercício, sua fisiologia muda, causando redirecionamento do fluxo sanguíneo para a musculatura trabalhada e poderia causar diminuição do fluxo ao feto. Durante o exercício materno, o feto poderá responder com aumento ou diminuição da freqüência cardíaca, em qualquer período gestacional. Pode apresentar também asfixia ou hipóxia, causando uma diminuição da freqüência respiratória. No entanto, estudos mostram que o feto poderá suportar breves momentos de asfixia, que ocorrem durante o exercício materno. Mulheres que se exercitam tendem a ganhar menos peso e gerar filhos menores. Quanto aos movimentos fetais, estudos mostram que após o exercício materno podem aumentar os movimentos respiratórios do feto, bem como os movimentos corporais. Conclusão: O exercício poderá ser praticado pela gestante sem causar complicações ao feto. No entanto, é necessário que haja um controle da intensidade, do tipo e da duração do exercício, pois se muito intenso ou longo poderá causar má-formações no feto bem como hipóxia, asfixia e outros efeito deletérios.