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Vivian Delfino Motta

EDUCAÇÃO DE MÃOS DADAS COM A AGROECOLOGIA: ATUAÇÃO DOS TÉCNICOS DO SUDESTE DO PARÁ”.MOTTA, VÍVIAN DELFINO; LOPES, MÔNICA FRAGOSO DE OLIVEIRA; LOPES, BARTO MONTEIRO IMPORTÂNCIA DO USO DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA NO NORDESTE PARAENSE” BARTO MONTEIRO LOPES; MÔNICA DE OLIVEIRA FRAGOSO LOPES; VIVIAN DELFINO MOTTA ”A FEMINILIZAÇAO DA POLINIZAÇÃO DO MARACUJÁ: UM ESTUDO DE CASO EM UMA COMUNIDADE NO NORDESTE DO PARÁ, AMAZÔNIA ORIENTAL”- SILVA, WALDILÉIA RENDEIRO DA; MOTTA, VIVIAN DELFINO; KATO, MARIA

 Artigos publicados

A Feminilização Da Polinização Do Maracujá

O estudo foi realizado na comunidade do Rosário, localizada no km 16 da sede do município de Igarapé-açu- Pará. Foram entrevistados agricultores e suas famílias, além de conversas informais somente com mulheres que trabalham com a polinização do maracujá. Foi possível detectar nos resultados que o trabalho das mulheres na polinização do maracujá é fundamental para a produção, a alta taxa de mulheres contratadas esta relacionado, na concepção dos homens, com o fato da mulher aceitar os baixos salários pagos e ter mais tempo livre para atividade, dentro de uma visão feminista ressaltamos a exploração e a desvalorização do trabalho feminino e com os parâmetros agroecológicos norteamos um futuro mais sustentável para a cultura do maracujá no estado do Pará Palavras-chave: Trabalho feminino, agroecologia, maracujá, desvalorização.

Agroecologia De Mãos Dadas Com A Educação

Os agricultores do Sudeste do Pará, em sua maioria, são “clientes” de reforma agrária, isto é, enquadram-se no padrão de agricultores familiares assentados que têm como direito garantido a ATES (Assistência Técnica Sócio-Ambiental). Para realizar esse trabalho, o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) contrata as chamadas prestadoras de serviços – entidades definidas como ONG’s que possuem em seus quadros técnicos, agrônomos, zootecnistas, veterinários, pedagogos, sociólogos – que vão a campo desenvolver esse trabalho. Esses profissionais são essenciais na multiplicação e na discussão da adoção dos princípios agroecológicos pelos agricultores, o que contribui para propagar os conceitos dos sistemas de produção sustentável. Assim, é possível perceber como os profissionais que já atuam no setor e os jovens que estão sendo formados pelas escolas agrícolas da região vêem a agroecologia, se acreditam nela, se discutem essa questão com os agricultores, entre outros aspectos, sempre tendo em mente que se este elo da corrente não estiver bem conectado, as propostas agroecológicas não chegarão até os agricultores familiares do Sudeste do Pará