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Danilo Pires

possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade de Brasília (1995) e mestrado em Ciências Políticas e Administração Pública - American University (2003). Atualmente é servidor efetivo da Câmara dos Deputados. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Comportamento Legislativo, atuando principalmente nos seguintes temas: Política Agrícola; Mídia e Política; Instituições e Processos Políticos;

 Artigos publicados

A intolerância religiosa é um enorme retrocesso, e a Humanidade evoluiu para a sábia separação entre Estado e religião. Porém, radicais religiosos interferem na política, interpretando leis civis e penais e teorias científicas, provocando a fusão entre Estado e religião, incompatibilizando-se com o sistema político e religioso das atuais democracias. Nações governadas pela tirania religiosa, na qual uma elite sacerdotal utiliza sagazmente a ditadura da fé para extirpar os mais elementares direitos humanos, infringem a liberdade em nome de uma crença, além de se constatar que a miséria não decorre essencialmente da situação econômica, havendo equivalência com os regimes políticos autoritários do nazismo e fascismo. Diante desses fatos, faz-se uma análise da peculiar simbiose existente entre o Estado e a religião.
O presente estudo analisa a questão do uso das culturas transgênicas, e o temor existente entre vários grupos na maneira pela qual os produtos transgênicos estão sendo introduzidos na nossa alimentação e no meio ambiente. Contudo, os países com uma agricultura eficiente não poderão se eximir da nova tecnologia, que poderá aumentar rapidamente a produção de alimentos. A transgenia e o tradicional melhoramento genético animal e vegetal permitem uma maior diversidade, qualidade, e quantidade de alimentos, a preços mais acessíveis na mesa de milhares de pessoas.
Quando se inicia o frenesi por cargos eletivos, o horário gratuito de propaganda eleitoral desempenha um papel fundamental no processo de decisão do voto. Sendo assim, esse estudoprocura verificar a formação e o comportamento político do sistema partidário brasileiro e suasrelações com o processo eleitoral, além de se examinar como os eleitores processam as mensagens políticas divulgadas pela mídia.
A intolerância religiosa é um enorme retrocesso, e a Humanidade evoluiu para a sábia separação entre Estado e religião. Porém, radicais religiosos interferem na política, interpretando leis civis e penais e teorias científicas, provocando a fusão entre Estado e religião, incompatibilizando-se com o sistema político e religioso das atuais democracias. Nações governadas pela tirania religiosa, na qual uma elite sacerdotal utiliza sagazmente a ditadura da fé para extirpar os mais elementares direitos humanos, infringem a liberdade em nome de uma crença, além de se constatar que a miséria não decorre essencialmente da situação econômica, havendo equivalência com os regimes políticos autoritários do nazismo e fascismo. Diante desses fatos, faz-se uma análise da peculiar simbiose existente entre o Estado e a religião. Palavras-chave: Estado, Opressão, Política, Religião.
O presente artigo almeja propor uma norma jurídica que promova eleições diretas para as Administrações Regionais do Distrito Federal, e assim, no próximo pleito de 2008, a população da capital federal já detenha o democrático direito de eleger seus prefeitos regionais pelo voto. O prefeito regional teria como competência a representatividade da Prefeitura perante o Governador do Distrito Federal, bem como executaria a coordenação, administração e promoção dos serviços específicos de interesse do público local. Assim, propõe-se asseverar que os dirigentes das Regiões Administrativas sejam selecionados diretamente por sua comunidade, pela via do voto secreto, universal e periódico.