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wagner guedes

Iniciou seu MESTRADO em FILOSOFIA na PUCRS, transferiu-se para a USJT de São Paulo onde ainda cursa. Possui graduação em LETRAS, LICENCIATURA pela Universidade São Marcos, PÓS GRADUAÇÃO EM LITERATURAS BRASILEIRAS, PORTUGUESAS, LINGUÍSTICA E LÍNGUA PORTUGUESA também pela Universidade São Marcos, além de ter cursado PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR pela Universidade Metropolitana - Uni-FMU em São Paulo. Sua experiência baseia-se na área de Filosofia, Letras e Educação, tendo ministrado aulas em Metodologia do ensino da arte na Faculdade de Sorriso - Fais e Reportagens e Entrevistas na Faculdade FACINOP de jornalismo. Atualmente ministra aulas de Técnicas de Redação, Gramática aplicada e Literaturas no Colégio católico São Paulo da Cruz, bairro do Tucuruvi em São Paulo.

 Artigos publicados

Resumo: A busca e a reflexão sobre as questões do tempo, são almejadas por muitos. Vários dos maiores pensadores adentraram nesse assunto, buscando reflexões e entendimentos quanto ao funcionamento desse mecanismo, dessa forma, gerando controvérsias e teorias como resultados. Dentre os grandes pensadores, certamente Agostinho de Hipona merece destaque, dado, a riqueza existente em sua obra Confissões (Inaugurando a literatura confessional), Livro XI, onde, o filósofo questiona o que é o tempo, suas divisões, a forma de medição e o tempo como certa distensão. Debruçar sobre a leitura do livro XI de Confissões, é sem dúvida uma porta de entrada para um princípio de entendimento das questões relativas ao tempo. A narrativa em primeira pessoa, a interioridade, a memória e a sua interligação com o tempo, são algumas das características centrais do pensamento agostiniano encontradas nesse trabalho, o qual, intui uma releitura analítica da questão.