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Djalmira Sá Almeida

Djalmira é pernambucana de Terra Nova, da região do alto sertão nordestino. Mudou-se para o Paraná aos 16 anos. Formou-se em Letras. Possui, Graduação, Especialização, Mestrado e Doutorado em Filologia e Lingüística de Língua Portuguesa. Aposentou-se como Professora Adjunta de Português da Universidade Estadual de Londrina - Paraná. Atualmente é Diretora acadêmica da Faculdade de Itaituba- Pará. Escreve artigos,contos e poesias; ministra aulas de Latim e Teoria em Letras e História.
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 Artigos publicados

Parnamirim-Pernambuco

Das informações coletadas sobre a ocupação dessa área, há muitas confusões quanto à data criação, fundação, instalação e emancipação da cidade de Leopoldina e mais ainda em relação à mudança de nome da cidade de Leopoldina para Parnamirim.

Cabrobó -Pernambuco

Conforme conta o cronista Pereira da Costa (1838), a migração para o Sertão de Rodelas e Cabrobó começou aproximadamente em 1670, antes da aldeia de Cabrobó ser elevada à Freguesia do Cabrobó, como então se chamava a futura paróquia do Rodelas de Cabrobó ou de Cabrobó e Rodelas.

Belém do São Francisco-Pernambuco

A fundação do município de Belém do São Francisco está ligada à veneração de Nossa Senhora de Belém, padroeira da Ilha de Araxá, hoje denominada Ilha das Missões onde os frades franceses Frei Francisco Domfront e outros construíram a igreja, em torno de 1672, tendo encontrado uma aldeia de índios araxás, colonizados por Frei Anastácio Audierne.

Petrolina - Pernambuco

A cidade de Petrolina, “a pérola do são Francisco”, nasceu à margem do São Francisco. Atribui-se sua origem ao capuchinho italiano frei Henrique o qual realizava prédicas missionárias nas povoações ribeirinhas e ilhas do Pontal, do Jatobá, do Fogo e do Massangano entre a “Villa de Coripós” e a “Passagem”, atuais municípios de Santa Maria da Boa Vista e Petrolina.

Município de Terra Nova-Pernambuco

Terra Nova é um pequeno município do nordeste brasileiro, do alto sertão do estado de Pernambuco. As pessoas que nascem em Terra Nova são chamadas terranovenses. A sua relação com a cidade de Parnamirim é antiga, embora um pouco confusa, até porque seu território foi desmembrado do antigo município de Leopoldina.

BIOGRAFIA DE ANTONIO DE SÁ NEVES

Com o objetivo de esclarecer, essa biografia mostra como uma pessoa comum pode realizar grandes coisas, independente de cargo, patente ou indicação e por isso merece seu espaço na historiografia, conforme nos garante a História Nova e a História social da pessoa comum e das comunidades. Também pretende distinguir esse Antonio de Sá Araújo Neves de outros Antonios de Sá Neves, da mesma família, que como este também fizeram boas ações em suas regiões, os quais merecem ser lembrados e, como era praxe ter, em cada grupo familiar desses sobrenomes Sá, Neves e Araújo, um Antonio e até mesmo mais de um dentro da mesma família, o que também pode causar confusão.

Biografia de Brígida de Alencar

Esta é uma biografia ainda em fase de construção. Alguns dados extraídos de anotações antigas nas igrejas centenárias( antigas capelas )colhidas nas cidade de Terra Nova, Cabrobó, Ouricuri e Exu, que antes eram da freguesia de Cabrobó, estão ainda sob análise para confirmação documental. O acesso ao Livro Tombo das Igrejas são, geralmente, apenas de alguns minutos, tempo insuficiente para confirmar data de batismo, casamento e óbito, cujas informações e registros estão em poder da igreja dessas cidades. Outros dados foram extraídos da revista do Instituto do Ceará. Novos dados serão brevemente disponibilizados. É possível que tenham surgido enganos. Neste caso, quem tiver melhores informações entrem em contato para retificações, pois serão brevemente publicadas em livro a ser lançado em 2010 em Parnamirim -Pe.

Hino de Parnamirim ou de Rodelas?

Durante toda a minha infância e adolescência na cidade de Parnamirim -(Pernambuco), aprendi e cantei sempre esse hino como dessa cidade. Foi uma surpresa um pouco triste para mim quando em pesquisa na internet encontrei essa mesma letra como Hino de Rodelas (Bahia). Como ter certeza de autoria?

Teatro Da Vida

O teatro da vida que pode ser breve ou longo só encerra com a morte.

Poema Da Criação

Deus fez o mundo. E tudo que nele existe. Inclusive a mulher.

A História Do Brasil Na Concepção Dos Portugueses

RESUMO: Esta fábula faz parte do nosso acervo histórico - literário e vale a pena refletir sobre a persuasão de quem governa e o poder da palavra e a força das idéias contidas nas histórias que contamos para os outros e das que os outros contaram para nós.

Olhar Verde-Azular

Verdes ou azuis?

A Rasga-mortalha

É muito comum ouvir de pessoas mais velhas, histórias, ditos populares e superstições que, muitas vezes, ficam cristalizadas no imaginário da gente. Isto ocorre no Brasil, em todas as regiões, tanto nas áreas colonizadas pelos portugueses, quanto nas de colonização espanhola, de norte a sul do país. Desde a infância que ouvia minha avó contar que existem aves que adivinham a morte de alguém e que não fez bem ouvir seu canto, principalmente se tiver alguém enfermo na família.

O Gato Que Canta E Dança E O Pássaro Que Miava E Gemia

Isto aconteceu em Belém do Pará em janeiro de 2007. Estava passando férias na casa da minha filha, em um sobrado do Bairro Panorama XXI, perto do Mangueirão e presenciei cenas inacreditáveis. Fiquei pensando que estava tendo alucinações ou que na capital do Pará realmente acontecia m coisas estranhas!

O Moço De Branco

Quando ainda era garota conheci uma senhora doceira que morava na minha rua e gostava de contar histórias. Ela trabalhava em uma pensão, um “Café” onde servia refeições a feirantes e viajantes. Era conhecida por “ Chica de Chico” . Todos os dias quando voltava da escola eu parava um pouco por lá e levava sempre uma ou duas colegas. Suas histórias eram muito famosas na cidade. Seu jeito de contar histórias era muito engraçado, cheio de suspenses, suspiros, trejeitos, ais e uis.

A Casa Da Magnólia

Depois da casa que afundou resolvemos mudar para uma casa em um lugar mais central, mais movimentado. Afinal, não estávamos mais com paciência de aturar almas de outro mundo nem situações aterrorizantes. Agora, qualquer problema seria resolvido pelo BIS, pelo Corpo de Bombeiro ou pela Secretaria de Saúde, já que a nossa nova morada fica a uma quadra do Posto de Saúde, duas quadras para o Hospital Municipal e mais uma para a Agência da Previdência Social. Somente se for coisa extraterrena é que não vai resolver sem reza.
Sempre tive fobia de cemitério, despe muito pequena. Mas também sempre tive uma curiosidade muito grande para descobrir porque as pessoas colocavam seus parentes em um caixão e convidavam tanta gente para olhar e chorar. Nunca consegui entender mesmo porque enterram seus entes queridos, se é que gostam deles. Acho que os egípcios gostavam mais de seus parentes. Nos livros, vê-se que embalsamavam, enfaixavam e até cobriam-lhes com seus pertences. Hoje há os que choram quando o parente não lhe deixa nada.

Seu Pai? O Burro Levou.

Quando eu era criança, no interior de Pernambuco, mais ou menos pela década de 60, costumava, eu, minhas irmãs, meus irmãos, primos e tios, passar os finais de semana em fazendas e sítios de familiares. Um dia era na Barra do Mororó, outro dia era no João Corrêa ou no Sítio Morais. Também íamos á Fazenda Surubim ou na Timbaúba. Era comum aos pais, amigos e parentes contarem histórias aos filhos, no período de férias, geralmente para as pessoas que nos visitavam na fazenda.

O Quadro Misterioso

É comum, em casas de sertanejos nordestinos, os filhos saudosos exibirem antigos quadros na parede, com velhas fotografias de parentes caros. Também é possível encontrar com facilidade pertences e lembranças de pessoas falecidas, na maioria das vezes que tenham a cara amada do camarada, ou seja, do ente querido.

O Jardim Da Madrasta

... e em um momento de distração, deu uma marretada na cabeça dele....

Maria Do Paletó

Era noite de sexta-feira, dia 13 do mês de agosto, de um ano bissexto na cidade de Itaituba. Muita gente estava se preparando para uma grande festa anunciada durante toda a semana na imprensa local.

O Coração De Maria Cândida

....quando Dona Elvira lhe ofereceu um presente numa cuia de tacacá, não teve dúvida: era o coração da negrinha.
Antes de começar, peço desculpas pelo longo título. Peço autorização para fugir das características do conto para improvisar uma crônica sobre alguns personagens comuns aos contos de Trancoso ou da Carochinha. Agora peço desculpas aos protetores dos animais por não gostar de bichos de nenhuma espécie. De modo geral, meu negócio é gente: viva, morta,morta-viva ou quase morta. Jamais eu seria pega criando animais nem os que existem em grande quantidade nem os que estão em extinção. Para mim, bicho tem que ter seu espaço e gente tem que ter outro, cada um na sua, e não na minha casa. Essa relação doméstica de gente com bicho eu nunca entendi nem quero especializar-me nisto.

A Casa De Cícero Nicolau

Havia uma casa mal assombrada ou bem assombrada na cidade de Parnamirim -Pe. E era lá que eu morava.Ela ficava perto da igreja e da praça, além de ser a mais antiga do centro da cidade.

A Amiga Do Outro Mundo

Quando minha filha tinha cinco anos, foi acometida de uma virose que levou - a ao internamento em um hospital de Londrina-Paraná, por duas semanas. Ainda na primeira semana, ela começou a contar de uma amiga que vinha visitá-la todo os dias.