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Djalmira Sá Almeida

Djalmira é pernambucana de Terra Nova, da região do alto sertão nordestino. Mudou-se para o Paraná aos 16 anos. Formou-se em Letras. Possui, Graduação, Especialização, Mestrado e Doutorado em Filologia e Lingüística de Língua Portuguesa. Aposentou-se como Professora Adjunta de Português da Universidade Estadual de Londrina - Paraná. Atualmente é Diretora acadêmica da Faculdade de Itaituba- Pará. Escreve artigos,contos e poesias; ministra aulas de Latim e Teoria em Letras e História.
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 Artigos publicados

O Garoto

Esta é uma paródia de uma canção que aprendi no rádio em minha infância. Não sei quem é o autor da música, mas tenho certeza que não é minha, porém gosto muito e adaptei-a.

O Doutor E O Caboclo

A humildade e o orgulho estão aqui representados pelas figuras do lavrador e do bacharel. Infelizmente, ainda temos que tratar destes temas por muito tempo. Mas, já está passando da hora de cada pessoa ver a si mesmo na pessoa do outro.

Um Defunto No Avião

Eu nunca soube se era permitido ou não um defunto viajar normalmente de avião, junto com passageiros vivos. Por isso, quase briguei com a aeromoça para sentar perto do moço de terno preto, mas não me permitiram. Que segredo eu não poderia saber?
Com base em vasta bibliografia sobre Ensino Superior e em pesquisas de autores sobre a deficiência do professor de curso superior, Vasconcelos apresenta uma proposta de Ensino para IES, enfatizando as idéias de DEMO ( 1986), GIROUX (1983), NÓVOA (1994), SANTOS (1991) e SCHÖN (1982) para a criação de um Fórum de Estudos com profissionais liberais para atuar no 3º grau.

Casa Era Bonita, Mas ..... Afundou.

Estávamos de volta , morando na Primeira Rua, mas em outra casa. Em três anos, era a 4ª casa em que havíamos mudado em Itaituba. Das quatro casas, essa era a única que aparentemente tinha um ar feliz e sem referências de vizinhos sobre o seu passado até porque a construção era muito nova. Não havia nenhum sinal de mistério, alma penada ou semelhante.

A Casa Da Quarta Rua

Depois de enfrentarmos os fantasmas de dois casarões, sem medo e sem nenhum stress, fomos morar em uma pequena, aconchegante e bonita casa na Quarta Rua da Cidade Alta da Bela Vista. Bonitinha mesmo, branca e rosa, com jardim, grades brancas nas janelas, floreiras, churrasqueira, uma área de serviço, um quintal e dois cômodos nos fundos.

O Casarão Da Primeira Rua

Do mesmo modo que foi fácil alugar o Casarão da Sexta Rua, não tivemos dificuldade de encontrar outro casarão, só que desta vez, confortável, sem nenhum problema na construção, com lindas portas e vidraças, além de um teto todo envernizado com lustres e candelabros da época colonial.

O Casarão Da Sexta Rua

Tudo aconteceu em 2003 quando chegamos de Londrina, do Paraná, para morar na cidade de Itaituba, no Pará. Tínhamos uma casa já esperando pela nossa mudança, na Sexta Rua do Jardim das Araras.

A Carona Macabra

Um caminhoneiro do sai do Pará para levar uma carga para o nordeste, encontra um velório e resolve roubar o anel da defunta. De volta para seu caminhão aparece uma mulher pedindo carona. Daí em diante, começa a agonia da carona macabra.

Parnamirim Em Cordel

É uma narrativa em versos, contando fatos marcantes e figuras do passado, tratando da trajetória de vida de Djalmira. Ressalta a lembrança e a saudade dos 10 anos de sua infância e adolescência vividos em Parnamirim os quais pesam mais do que os mais de 40 vividos em outro lugar.
Esta proposta não tem a pretensão de fornecer uma nova forma de ensinar a redigir, nem receitar técnicas que são exploradas em cursos práticos esporádicos, para incorporar ao ensino regular superior, e muito menos tentar induzir a crença de que o trabalho aqui descrito seja o ideal. A principal preocupação, considerando a complexidade da linguagem no mundo atual, é apresentar uma alternativa para uma prática que se aproxime da realidade dos estudantes que saem do 2º grau e ingressam no curso superior.

Redação No Âmbito Escolar E Cidadania

Vários artigos, teses e outros trabalhos acadêmicos já trataram do desempenho de alunos de 1o, 2o e 3o graus, todos eles discutindo problemas de produção de textos. Pécora (1983), Lemos (1977) e Geraldi (1986) e outros lingüistas levantaram essa questão, porém alertam para o estudo das condições de produção escrita às quais o aluno é submetido para expressar o seu pensamento. Pécora descobre quais são os problemas mais comuns da produção textual de acadêmicos e chama a atenção para a análise dos critérios de caracterização dos problemas; também afirma que o texto do aluno não é exatamente a sua palavra, não conta a sua história, mas a já contada na escola e pela escola.

Propostas Interdisciplinares

Considerando a Lei em vigor (9394/96), os P.C.N.s de 1º, 2º, 3º e 4º ciclos, o Projeto de Reforma do Ensino Médio e os documentos específicos das áreas de linguagens e códigos para o Ensino Superior, percebo que todas essas propostas já nasceram com uma nova concepção de texto: o discurso do sujeito articulado ao discurso do outro, estabelecendo várias relações para expressar suas visões de mundo, entre elas o diálogo necessário à Interação.

Ler, Pensar E Escrever Para Aprender A Aprender

Escrever por interesse individual ou profissionalmente exige muito esforço e criatividade. O encarar com realismo esse desafio é comprometer-se, dar o melhor de si em um movimento constante de aprendizagem. As ações de ler, pensar e escrever se completam. O ler induz o leitor a pensar melhor e a escrever com mais clareza e espontaneidade. O pensar leva-o à leitura mais profunda e à escrita mais rápida. E o escrever provoca leituras mais intensas e a pensar com mais equilíbrio. Enfim, ler, pensar e escrever motivam qualquer aprendiz a gostar de aprender.
O ensino da escrita é tão marcante para mim que até para tratar da leitura, de seu processo e de estratégias, não consigo sair desta estrutura de referência.

Concepção De Texto Na L.D.B.E.N. – 9394/96

O principal eixo da proposta é o reo à diversidade. Por tratar-se de área básica, a linguagem tem sido objeto de estudo da Filosofia, Psicologia, Sociologia, Epistemologia, História, Semiótica, Lingüística, Antropologia, etc., e, por ter essa natureza transdisciplinar, exige que o professor a considere como a capacidade humana de articular significados coletivos e participar das experiências sociais.

A Redação Que Se Ensina E Se Aprende Na Escola

Vários artigos, teses e outros trabalhos acadêmicos já trataram do desempenho de alunos de 1o, 2o e 3o graus, todos eles discutindo problemas de produção de textos. Pécora (1983), Lemos (1977) e Geraldi (1986) e outros lingüistas levantaram essa questão, porém alertam para o estudo das condições de produção escrita às quais o aluno é submetido para expressar o seu pensamento. Pécora, descobre quais são os problemas mais comuns da produção textual de acadêmicos e chama a atenção para a análise dos critérios de caracterização dos problemas; também afirma que o texto do aluno não é exatamente a sua palavra, não conta a sua história, mas a já contada na escola e pela escola.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais previstos para o Ensino Fundamental colocam como eixo básico da sua justificativa a questão da leitura e da escrita pela dificuldade que a escola tem de ensinar a ler e a escrever. Dois pólos de preocupação são enfocados: a primeira série e a quinta, ou seja, os períodos iniciais do primeiro e terceiro ciclos; um por problemas de alfabetização e o outro pelo uso não eficaz da linguagem.
Ver o processo de criação como ato comunicativo é seguir as pegadas de um autor e o trajeto dialógico da linguagem que se manifesta durante a feitura de uma obra literária. É a criação como um ato social e histórico que ao ver de Peirce é a cadeia infinita de sentidos.
Muito se tem falado acerca das dificuldades que alunos de todos os níveis de escolaridade encontram quando têm que produzir textos. As práticas escolares nas universidades exigem trabalhos monográficos, desempenho em provas de natureza discursiva, leituras e subseqüente organização de resumos, sínteses, relatórios de estágios e, mais adiante, na pós-graduação, a produção de dissertações e teses. Na vida profissional, fora da escola, a necessidade de redigir cartas comerciais, memorandos e relatórios técnicos e uma infinidade de outros textos dificulta constantemente o trabalho das pessoas. Assim, as dificuldades não são prerrogativas de estudantes e não se restringem ambiente escolar, mas, ao contrário, permeiam todas as situações em que a escrita é utilizada como meio de comunicação.
Ao assumir aulas de Língua Portuguesa no 2o ano de Secretariado Executivo, já encontrei um programa definido com uma nova concepção de texto, gramática e conteúdos voltados para a tipologia textual e função comunicativa, ou seja, pude supor que mudanças já ocorriam no Departamento de Letras acerca do ensino da língua.
Com essa turma foi desenvolvido um projeto coletivo constituído de vários sub–projetos de pesquisa sobre a aplicação da Informática em pequenas empresas de Londrina. Dos 20 alunos foram formados 5 grupos de quatro alunos que, munidos de instrumentos de pesquisas, questionários e entrevistas, montaram um só relatório no qual descrevem o que funciona nessas empresas com apoio da informática e em que condições.
RESUMO: O curso de Secretariado Executivo faz parte do Departamento de Administração. Pelas suas próprias características visa instrumentalizar alunos para desempenhar funções secretariais e, com a disciplina de Técnicas de Redação, procura treinar habilidade de escrita no que se refere à elaboração de textos utilizados nas empresas.

Experiências Com Alunos Do 2º Ano De Letras

RESUMO: Ministrando aulas de Produção de Textos por contrato, substituindo uma professora que se ausentara, recebi um programa que versava sobre tipologia textual e enfatizava as temáticas dos livros de Maria Tereza Serafini, Como produzir textos e de Platão e Fiorin, Para entender o texto - leitura e redação. O alvo era explorar a diversidade de textos e estilos e produzir cada tipo.
Atuando como docente na disciplina de Análise e Produção de Textos, com duas turmas de Ciências Contábeis (1o e 5o. anos), simultaneamente, na mesma sala, na Universidade Estadual de Londrina –Pr, em 1997, com 43 alunos procurei conjugar estratégias da Análise do Discurso e atividades de produção textual pela abordagem instrumental, por dois motivos: primeiro, as turmas não demonstravam interesse pelos conteúdos do programa (coesão, coerência, estruturação de texto, tipologia textual, aspectos da gramática normativa, etc.); segundo, cada turma estava envolvida com outras preocupações ligadas aos fichamentos e textos de matérias novas específicas do curso (1o. ano) e com a montagem do Relatório de Estágio (5o. ano).